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@classicos há 1 ano
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Livro: Coup D’Étrier Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Coup D’Étrier é um poema de inspiração romântica em que Castro Alves mistura elementos de sensualidade, liberdade e despedida. O título, de origem francesa, faz alusão ao “gole antes da partida” (tradição entre cavaleiros), sugerindo um instante final de prazer ou de impulso antes de seguir caminho. Com imagens vibrantes e tom envolvente, o poema revela o fascínio do autor pela intensidade das emoções e pelo espírito aventureiro que permeia parte de sua lírica amorosa. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Boa-noite Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Boa-noite é um poema marcado pela delicadeza e pelo lirismo amoroso. Nele, Castro Alves transforma o simples gesto de uma despedida noturna em uma expressão profunda de afeto e ternura. A atmosfera é suave e intimista, com versos que transmitem carinho, saudade e um desejo de proximidade espiritual. O poema revela a sensibilidade do autor ao tratar de sentimentos cotidianos com elegância poética. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Aves da Arribação Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Aves da Arribação é um poema de tom melancólico e contemplativo, no qual Castro Alves utiliza a imagem das aves migratórias como metáfora para falar sobre fugacidade, saudade e renovação. Através de uma linguagem sensível e cheia de musicalidade, o poeta reflete sobre o tempo, os ciclos da vida e a constante busca por liberdade. A natureza aparece como espelho das emoções humanas, revelando a delicadeza lírica de um autor profundamente conectado ao mundo à sua volta. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: As Duas Ilhas Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor As Duas Ilhas é um poema simbólico em que Castro Alves traça um paralelo poético entre a ilha de Cuba e a ilha de Chios (na Grécia), ambas marcadas por episódios de opressão e resistência. O poeta utiliza a geografia como metáfora para refletir sobre a dor dos povos subjugados, a luta pela liberdade e a esperança de redenção. Com um tom humanista e engajado, o poema expressa o ideal abolicionista e libertário que permeia a obra do autor. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Ao Dois de Julho Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Ao Dois de Julho é um poema patriótico em que Castro Alves exalta a luta pela independência da Bahia, celebrando o heroísmo do povo baiano na expulsão das tropas portuguesas em 1823. Com linguagem vibrante e tom épico, o poeta transforma a data em símbolo de bravura, liberdade e identidade nacional. A obra reforça seu compromisso com as causas populares e a memória histórica brasileira, reafirmando a poesia como instrumento de luta e enaltecimento coletivo. #domíniopúblico #Clássicos
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@tibianchini há 1 ano
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Ontem Ontem não escrevi nada. (Será que não? Vou olhar...) Isso, não escrevi nada. Mas o nada já diz muita coisa. Um dia cheio, um dia dificil, Um dia sem palavras que valham um papel Um dia de descanso, Em que o pensamento resolveu tirar folga, E ir visitar uns parentes no passado. O nada diz muito: nada de emoções fortes Nenhuma necessidade de transbordar Um dia meio-cheio, meio-vazio, como um copo. Ontem não escrevi nada, E parece que tudo correu rotineiramente bem E parece que estava tudo no seu devido lugar Ah!... Mas, não: a vida é turbilhão. A intensidade do mundo só não foi maior Que a minha intensidade interior!... Não; o dia de ontem daria um livro, Mas, este, não estou à altura de escrever. O ontem não será registrado, nem tampouco esquecido. Ontem não escrevi nada - e ainda bem. Mas me expressei de outras formas, Com quem era mais necessário. Ontem revisitei passados e planejei futuros. Ontem senti, amei, sorri e chorei Ontem só não escrevi. Mas terminei exausto. Vamos deixar o ontem no passado. O que vou ter para escrever Hoje?
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Já marca aquele amigo que acabou de chegar por aqui! Agora conta pra gente, você costuma usar o Explorar pra descobrir novos participantes e conteúdos incríveis?
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@tibianchini · há 1 ano
Sempre. O "Explorar" é sempre a porta de entrada que nos traz as últimas postagens - dos que seguimos e dos que não conhecemos. É através dele que conheci praticamente todo mundo por aqui, e a cada dia descubro alguém mais. A página principal do LITERUNICO. Praticamente o meu jornal matinal com as poesias do dia.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Jennifer L. Armentrout. É uma escritora norte-americana nascida em 11 de junho de 1980, no estado da Virgínia Ocidental (EUA). Ela escreve principalmente nos gêneros fantasia, romance paranormal, ficção jovem adulta (YA) e new adult. Já publicou dezenas de livros e é uma das autoras mais lidas na comunidade de leitores contemporâneos. "Você foi escolhida, não apenas pela sua força, mas pela sua bondade." — Jennifer L. Armentrout, From Blood and Ash Meio-sangue: <a href="https://www.literunico.com.br/books/776">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Mais uma curiosidade sobre Castro Alves! Lembrando que o perfil @classicos está com a missão de divulgar todas as obras que estão em domínio público, com postagens diárias. Para conhecer mais sobre a obra de Alves, é só entrar no @classicos!
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@eliz_leao há 1 ano
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Tira-se a cortina O espetáculo se avizinha. Ela, que toda tímida, acuada , amarrada, se obrigava a ser cordata, agora se agiganta , brilha! No palco, ela encanta, mostra a que veio, Seus sapatos dourados, vestem os passos acertados, antes incertos, mas agora, completamente embasados. Embasados na sua inteligência e na sua interpretação de mundo. Ela é grande, já extravasou suas viseiras. Viva, repleta, ela não é metade, como a fizeram acreditar . Essa moça, é inteira! Eliz Leão
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@Cilene · há 1 ano
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
Traduzido automaticamente do inglês.
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👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
@MarU · há 1 ano
Ela não estrela, é Universo! 🥹❤️❤️❤️👏👏👏
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@jjr há 1 ano
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♣♥♠♦ Coringa marcado do baralho. Dama de incertezas, Dama  a esquerda. Sem passado ou futuro, cartas de agradável sutileza. ♣♥♠♦ JJr.
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@jjr há 1 ano
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*** Invadindo vias percorre o sentimento, de alegriado pensamento. Ao núcleo toda força em chamas se expande. Dos sintomas a felicidade aprisionadamente bombeada. Da cura a libertação do sentimento reciprocamente. ***** JJr.
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 22 Comente na Biblioteca em um livro onde o fantástico nasce da infância, e a imaginação não serve para entreter, mas para processar afetos confusos, raiva, medo, abandono, amor, que ainda não sabem dizer o próprio nome. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 160 O Reino do Que Não Cabe Na infância, tudo transborda. O quarto vira selva. O silêncio grita, arde. Da saudade, crescem dentes. O que o adulto chama de delírio, a criança entende como verdade. Ali, monstros não são inimigos são espelhos, são pactos, são identidade, são companhias fiéis para quem ainda não aprendeu a nomear a própria necessidade E o retorno, quando acontece, não desfaz a viagem: apenas a acomoda no fundo do peito, como um reino que ninguém mais vê, mas nunca deixa de ser felicidade. Eder B. Jr. Indicação do @literunico<h5><span style='color: red;'>#Ondevivemosmonstros</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Iniciando Leitura</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/775'><strong>Onde vivem os monstros</strong>
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@priscilamoreira há 1 ano
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O amor é bom até começar a doer, até o sorriso bobo virar medo, angústia... e o desejo de presença pulsar em um peito só. Até o querer virar não ter, até a certeza virar dúvida, até o "sim" virar "talvez" e até o "talvez" virar "não dessa vez". E dói, aperta, sangra... Sufoca como se o ar fugisse para longe. Como morar na incerteza e se perder dentro da dor, até desejar profundamente nunca mais sentir novamente amor.
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Perdas Perdi o que já nem tinha. Perdi a paz, o amor, até a dor. Perdi a vontade, o encantamento, o desejo. Perdi a mim mesmo. Perdi o silêncio. Agora, fico aqui, encarando o único ser que me faz companhia nas noites frias. Só não perdi el... Por Rafael Araujo

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