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@eliz_leao há 1 ano
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Cansada da minh'alma quebrada Arquejante, sussurrante, Que me acorda às três da madrugada. Que grita e vocifera, Todas as dores que passeiam por mim. Cansada, da culpa, da raiva De tudo que impõe à minha vida, Feminina? Como devo vestir, Quando chorar, Como me portar. Cansada do tudo que enfiaram comigo, dentro de uma caixa, fechada, quadrada, apertada,me impedindo o crescimento, Que me imputaram, como sendo meu, sendo eu... Cansada do rosa, do azul, do pseudo conhecimento, que de conhecimento não tem nada, além de achismos. Cansada dos julgamentos, Os quais ignoro, pois eles não pagam minha janta. Cansada dos olhares, que me transformaram em apenas carne, pra ser vista e consumida. Apenas um produto, para dar prazer, nunca receber, e se eu não tiver, ou não der, a culpa ainda é minha. E seguem incólumes, todos eles, cometendo seus crimes nas nossas carnes, nas nossas custas, até nossa morte. Eu morri a primeira vez, aos seis anos. A quem eu quis seduzir...?! O ódio consome, a única saída é a revanche? Eliz Leão
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@CrisRibeiro · há 1 ano
A saída já foi encontrada, amiga! É o amor. Pela família, amigos, vida e por você. Mulher mais maravilhosa.
@MarU · há 1 ano
Que doloroso! Que diferença!
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🥺😮‍💨🫂❤️‍🩹 Que doloroso! Que difícil!
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 103 *Aos Poucos…* Aos poucos Vai deixando As palavras quietas, Vai calando a alma, Vai deixando pra lá… Perdendo o interesse, Deixando de sentir. Aos poucos Se esquece, Aos poucos… Desaparece, Aos poucos… Será estranho, Como quem Não se conhece. Aos poucos Se perde O que achou Que encontrou. Aos poucos Se desconecta Dos outros, De tanto Que se afastou. Aos poucos Cada lágrima Que já escorreu, Também já se secou. Aos poucos Se desencontrou… Se enterrou A sete palmos O que restou. Aos poucos… O tempo passou, E tempo passado Não volta! Não… MarU
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@literunico · há 1 ano
Já dá pra reunir um bom caminho nessa história poética.
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@literunico há 1 ano
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"Sair de um ventre de mulher, para entrar no ventre da terra!... Eis tudo que se sabe." Aluísio Azevedo Hoje celebramos o nascimento de um dos mestres do Naturalismo brasileiro. Aluísio Azevedo não apenas escreveu, ele escancarou as misérias, os desejos e as contradições humanas com um olhar nu, cru e profundamente humano. Entre o nascimento e a morte, ele nos legou palavras que ainda nos estremecem. Seu legado permanece vivo, como um sonho ligeiro… entre dois nadas.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 104 - Fale sobre um livro que tenha cenas de contemplação da natureza, artística, de deuses, qualquer tipo de admiração dos personagens por algo. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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#Dia 307 Frenesi Fala alto. Anda rápido. Ri sem notar o riso. Frenesi nunca espera resposta, não escuta conselho, não lê rodapé, nem aviso Quer tudo. Agora. Com sabor de urgência Gosto de exagero. Das mãos, o abuso Põe tudo pra fora O corpo, a pungência Desespero? Frenesi é falta de centro, vértice girando o arco Visão, paladar, tato! Onde estariam sentidos? No fim... Quando o ar some e a vertigem dorme Frenesi fica ali: meio rindo, meio por cair meio querendo Tudo de novo. Eder B. Jr.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 104 Foi ontem… 13 de abril. Dia do beijo. Beijo. Estalado, molhado, colado. Na boca, na nuca, no susto. De mãe, de filho, de amante (quero!). No roubo, na oferta, arriscado… Beijo que diz: fica. Beijo que grita: vai. Com pressa, com língua, ou vontade. Eu beijo. Porque falar é fácil. Beijar, meu bem, é arte. Cr💞s Ribeiro
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@albertobusquets · há 1 ano
💞😘😘😘
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💞😘😘😘
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@albertobusquets há 1 ano
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Quero escrever um poema de saudade. Na madrugada, minha dor abraça meu travesseiro. Na dor, meu travesseiro é o que tenho à mão, e ao meu corpo. Nunca bastará. Quero voltar aos sonhos. Na verdade, não: Quero, bem acordado, trazer-te para cá. A saudade se manteria presente, como a lenha infinita que nosso amor queimará. Alberto Busquets. #Desafio 104
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@CrisRibeiro · há 1 ano
“Se eu digo:venha! Você terá a lenha pro meu fogo acender…”
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@dafinidresch há 1 ano
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Diaria de uma ilustradora quase frustrada: eeeeeeweeeeeeeeeeeeeeee aprendi a pintar vrido ( ta errado de proposito memo, tô feliz e vou falar do jeito que quero) e de arrasto acho que cheguei perto de como pintar água Então sem mais delongas , a obra prima dessa noite Ah água tá! o vidro também passei raiva , ai não valeu
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo!
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@dafinidresch há 1 ano
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Diario de escrita de uma escritora em pânico com vida dupla: Ahh não aguento mais pintar, mas preciso exercitar para melhorar o desenho mas AAAH não consigo escrever e minha escrita estou sentindo que está começando a mofar ou criar pó? Teias de aranha ainda não cheguei nesse estado. Espero que termine logo os exercicios da minha outra vida e que não me arraste até o fim de noite, porque EU PRECISO ESCREVER AAAAAH!
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@CrisRibeiro · há 1 ano
O que é isso
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❤️
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Doença do Fabrício Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Doença do Fabrício" é um conto curto que combina humor e crítica social, marcas registradas de Artur Azevedo. Na narrativa, a suposta enfermidade de Fabrício serve de pretexto para revelar traços de egoísmo, hipocrisia e exagero presentes nas relações familiares e sociais da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Conselho do Marido Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Conselho do Marido" é uma peça curta em que Artur Azevedo brinca com as dinâmicas do casamento e os papéis sociais entre marido e mulher. Com seu humor característico e crítica sutil, o autor revela como conselhos bem-intencionados podem desencadear situações inesperadas e cômicas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Casadinha de Fresco Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Casadinha de Fresco" é uma peça cômica em um ato em que Artur Azevedo ironiza os casamentos por conveniência e os jogos de aparência típicos da sociedade da época. Com diálogos rápidos e situações hilárias, a obra expõe, com leveza e inteligência, as motivações escondidas por trás de certas uniões amorosas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Capital Federal Autor: Artur Azevedo Lançamento: 1897 "A Capital Federal" é uma comédia teatral em quatro atos que retrata a vida na então capital do Brasil, o Rio de Janeiro, no final do século XIX. Com humor refinado e crítica social afiada, Artur Azevedo expõe o arrivismo, a hipocrisia e os jogos de interesse da burguesia urbana. A peça é um retrato fiel dos costumes da época, marcada pela elegância da linguagem e pela leveza com que trata temas sérios. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Ama-Seca Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Ama-Seca" é um conto curto em que Artur Azevedo lança um olhar crítico e irônico sobre as relações familiares e os costumes da sociedade brasileira. Com sua prosa ágil e espirituosa, o autor expõe, de maneira sutil, os contrastes sociais e os conflitos de afeto e autoridade dentro do lar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Almanjarra Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Almanjarra" é uma crônica bem-humorada em que Artur Azevedo retrata, com sua escrita leve e irônica, as peculiaridades da vida cotidiana e dos tipos humanos do Brasil urbano de sua época. Através de observações sagazes, o autor transforma um simples episódio em uma crítica social sutil e divertida. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A "Não-me-toques"! Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A 'Não-me-toques'!" é uma peça cômica em um ato, em que Artur Azevedo retrata com humor afiado os exageros do ciúme e da vaidade feminina. Através de diálogos ágeis e situações cotidianas, o autor satiriza os costumes da sociedade burguesa brasileira, mantendo sua marca registrada de crítica social embalada por leveza e inteligência. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: 345 Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX (data exata desconhecida) "345" é um conto breve e espirituoso em que Artur Azevedo, mestre da crônica e do teatro de costumes, utiliza o número como ponto de partida para uma narrativa carregada de ironia e crítica social. Com sua prosa leve e bem-humorada, o autor evidencia os vícios e as contradições da sociedade carioca da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Carne Autor: Júlio Ribeiro Lançamento: 1890 "A Carne" é uma obra em que Júlio Ribeiro explora os aspectos viscerais da existência humana, revelando a materialidade e os instintos do corpo com um olhar crítico e naturalista. A narrativa destaca o embate entre o desejo carnal e as convenções sociais, conduzindo o leitor a uma profunda reflexão sobre a natureza humana e suas dualidades. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Prosopopeia Autor: Bento Teixeira Lançamento: 1601 "Prosopopeia" é uma obra poética do período colonial em que Bento Teixeira utiliza uma linguagem barroca para dar voz à natureza e aos sentimentos humanos por meio da personificação e de ricas metáforas. Considerada uma das primeiras manifestações literárias significativas no Brasil, a obra mescla elementos clássicos e inovadores, antecipando a formação de uma identidade literária nacional. #domíniopúblico #Clássicos
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