De vez em quando ainda me pego pensando em você O frio, mesmo durante o calor, continua a aqui, sem você Rápido demais, para pensar como se deveria Com o desejo de rever outra vez
Pessoas mudam, é isso surpreende Umas serão luz, outras serão trevas Um beijo no topo da cabeça, saindo logo em seguida Com a promessa que será a última vez
Portas fechados, com lágrimas de sangue Com a chuva em sintonia, a alma quebrada em vários pedaços De vez em quando, ainda me pego pensando em você É pelo visto farei isso pelo resto da minha vida
Infinito tem suas variáveis, para uns a vida toda, para outros minutos O som no carro, o motor rangendo, apenas vai Rápido demais, para pensar como se deveria Com a promessa que será a última vez
O sobro que balança os cabelos, que acaricia o rosto Da a sensação que se pode voar Um beijo no topo da cabeça, saindo logo em seguida Com o desejo de rever outra vez, com a certeza que seria a última vez Franthesca Kally
Ser escritora é pular a catraca de vez em quando, para driblar o vazio que paira sobre a mente Sentir sentimentos que talvez desejam De imaginar pessoas que desejavam ter em suas vidas De locais que anseia por conhecer
De se basear em experiências do dia a dia De livros e filmes, de sonhos que se lembra Que levante a pedra, para o primeiro que nunca, imaginou alguém em certa cena Que nunca de imaginou ali
Que nunca desejou ter aquele personagem ao seu lado todos os dias Todos os autores já suspiraram, de anseio por algo intenso em suas vidas Mais encontra o refúgio, na imaginação Acalmando um pouco a loucura que é ser criativo, às vezes é preciso pular a catraca para ir além Franthesca Kally
Fogo em minhas veias O drink desce doce Em meus lábios o vermelho do sangue Olhos que marcam a alma São inesquecíveis O salto, que ecoa por todos os locais O vestido que desliza pelo chão Cabelos tocados pelo vento
Hei, o fogo que queima Atrás de mim, ninguém consegue deter E inevitável A destruição não acontecer Eu venci, muitas guerras Nada que faça me surpreenda Me olha, sei o que pensa Mais é impossível
A adrenalina é surpreendente E algo intenso Sem dor e sem ganho O líquido forte, é o meu consolo em dias de guerra ou de comemoração Você me pergunta o porquê
Eu não posso perder o controle E tudo que respondo Mais você continua a questionar Eu lhe pergunto Não tem medo de se machucar? Ninguém é confiável Não sei, se posso confiar em você Não sei, no momento, para onde vou
O fogo em minhas veias Não pode ser domado A intensidade chega a ser deslumbrante Vista de longe, mas de perto Não, é algo lindo de se ver E horrível Revela quem, na verdade eu sou
Você pode se machucar Deve ir Não quero que você, me veja como sou E nem se torne alguém como eu Enganos e mais enganos Por trás da máscara
Porque insiste, querer ficar? Não é você que está abandonando Sou eu Vá antes que seja tarde demais Eu não, sou boa para você Por favor, isso é loucura Em permanecer A loucura tomara conta Você perderá sua sanidade E não terá volta
Se um dia nos reencontramos Em outra vida Aproveitarei cada instante Pode ter certeza Mais dinheiro, mais amor Mais desejo Mais sonhos e menos realidade Eu tenho tudo Mais não preciso
Sorrio discretamente Eu não lhe contarei Quem sou de verdade Você descobrirá por si só No fundo você sabe Mais reluta em aceitar Sei que no fundo da minha alma Quero Mais sei que não devo, querer No momento não, sei para onde vou
O sangue em meus lábios é forte Fogo queima, deixando sua marca por onde passa E inevitável, mais dinheiro, muito mais Mais desejo, menos realidade
Você pode se machucar Aqui não é lugar para você Deve ir embora Você não, deve se tornar alguém como eu Não irei lhe machucar, mais deve ir O mais rápido possível Se afaste de mim
Se continuar a ir contra A loucura tomara lugar E o que tanto presa da sua sanidade Evapora no segundo instante A adrenalina é surpreendente Ela toma todas as partes do seu corpo, é inebriante Se um dia em outra vida Nos reencontramos Prometo que será diferente, se tivermos tal oportunidade Vou aproveitar
Fogo em minhas veias Essa adrenalina O drink desce doce, é inebriante Em meus lábios o vermelho do sangue A destruição é inevitável Olhos que marcam a alma Eu vejo através de você, são inesquecíveis
O salto, que ecoa por todos os locais Minha presença, não se esquece O vestido que desliza pelo chão lentamente em quanto caminho E marca registrada da minha entrada Cabelos tocados pelo vento O sol é a lua, sorriem ao me ver Eu bebo para manter o controle Você me questiona Sobre muitas coisas Que nem imagina tudo o que sei Você pergunta de mais
Nada me abala mais Quente ou frio, não faz diferença Adrenalina é forte Você nem faz ideia As duas vertentes, eu conheço muito bem Você deve ir O fogo é inevitável Eu não, só boa para você Cuidado que pode se machucar, é um caminho sem volta Franthesca Kally
Oh, que isso! Tempo é mare, é o que dizem Caminhar na areia, me faz sentir, em casa As águas me chamam Mais sei que, não posso ir Mais é tentador Fui avisada, é como fui Isso não para de ecoar, em meus pensamentos
Mais o desejo de se, aproximar cada vez mais É tão forte, apenas mais um passo Um passo É tudo que quero Sinto as areias, sumirem debaixo de meus pés As ondas baterem contra minha pele
Oh! Como isso é delicioso Magnifico Olho em volta apenas eu ali Eu, o mar é a areia apenas Quero entrar, apenas um pouco mais Me aventurar um pouco, mais fundo Sei, que não é para brincar
Me sinto em casa, finalmente Sem brigas, sem problemas Apenas paz O som das ondas Eu quero, quero entrar Mais não sei se posso Será que posso? Caminho lentamente, um passo Um passo de cada vez As ondas veem, o sal, a areia se misturam em minha pele
Quero entrar apenas mais um pouco Mais será que posso? Será que devo? Não, a nada a perder Finalmente em casa
Apenas mais um passo Olho em volta apenas eu ali Eu, o mar é a areia apenas Eu quero entrar Eu desejo entrar
Toda a dor sumiu Todas as brigas se silenciaram Casa Finalmente Em casa Um pouco mais Tempo é mare, é o que dizem Tempo é mare, é o que dizem, sempre dizem
As águas me chamam Mais sei, que não posso ir Tempo é mare Fui avisada, é como fui Isso não para de ecoar, em meus pensamentos
Mais um passo apenas Mais um eu posso sentir, a areia fugir dos meus pés Paz, é o que reina aqui Escuto ao longe o som dos pássaros Tempo é maré, é o que dizem Vida Finalmente em casa Mar, sua filha finalmente voltou Franthesca Kally
Ei, você não pode julgá-la Pelas decisões que ela tomou Ela não merece essa atitude sua Ela merece flores Ela merece viver um conto de fadas
Ela não merece ser julgada Ela não merece ser ofendida Ela não merece ser agredida Ela não merece
Ela merece flores Ela merece um amor de verdade Ela merece se amar E não se machucar Se ela errou foi tentando acertar
Não a julgue, ela não merece isso de vindo de você Você não lutou as batalhas dela Você não viveu o que ela viveu Então, não a julgue Todos temos nossos acertos e nosso erros Você não tem o direito de julga-la
Não venha com isso Não é porque ela é mulher que você pode brincar assim Ela não é de ferro Ela é uma flor, ela também chora, ela também sofre Não a julgue
Ela não merece essa atitude sua Ela merece viver um conto de fadas Ela merece flores Ela merece o mundo inteiro Ela merece se amar
Não a machuque assim Ela não é de ferro Ela não merece sofrer Não é porque ela é mulher Que você pode a machucar Ela merece viver um conto de fadas Não a julgue
Ela merece viver Ela merece ser feliz Ela não é de ferro Ela merece se amar Franthesca Kally
Sobe duas rodas Descubro o que é vida A leveza Tudo ao redor se transforma
Aceleração uma brincadeira Deliciosa e louca Que se chama perigo Combinação perfeita Pode até ser uma combinação perigosa
Na estrada luzes, cores Faça sol ou faça chuva A beleza me encanta Amada pela estrada sem fim
Carregado de desejos De lugares a conhecer A ir de um lugar ao outro Moto como a chamam Mais para mim e a liberdade De uma vida Cheia de idas e vindas Carregada de histórias De muitas lembranças
Machucados graves ou não Não faz diferença O importante é estar sobre duas rodas Subir morro? Coisa melhor não tem
Acelerada tudo E deixa ir De um canto ao outro Me encontro Me refaço Da brincadeira do motor A realização de um desejo
Moto, a alma gêmea de quem ama aventuras Vai e volta Desejo que se faz presente Vivo na loucura da procura de algo Incomparável
O vento contra o corpo Algo insubstituível Delicioso, essa mistura Sobre duas rodas No sobe e desce
A cada nova curva Um desejo de continuar Toma conta Acelero cada vez mais E deixa ir
Me encontro sobre duas rodas Fecho meus olhos E cada parte do meu corpo Vibra pela estrada E como se fosse o destino
Me dizendo o que devo fazer Viver loucamente Está e a verdade escondida Meu coração bate loucamente pela estrada Pelo desejo de seguir
Podem dizer que é um perigo Que é uma loucura Sem fim Vão se calar Não sabem o que perdem
Essa é a minha sina Esse destino Sempre foi o que quis Que sempre vibrou dentro de mim Vivendo das aventuras da vida
Seguindo o caminho Não importa se está no asfalto Ou se está na terra O que importa é ir cada vez mais rápido Franthesca Kally
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Minha borboleta
Oh, minha borboleta preciosa, venha é pouse em meu dedo Oh, minha doce e bela borboleta, descanse um pouco já é hora Oh, minha maravilhosa borboleta, você viu os céus mais variados Oh, minha borboleta, você esteve com todos que amo
Venha para descansar, o peso das maravilhas que viu, que desfrutou durante esse tempo Venha, e conte-me tudo que viu, o que a assustou e a que alegrou Venha, é descanse suas asas cansadas, sobre meu dedo, para que eu possa a admirar Venha, é continue sendo o meu vício em cada minuto
Por um minuto, pensei que poderia ser real Por um minuto, me permiti imaginar como seria Por um minuto, vivi uma vida ideal, da qual tanto quis Por um minuto, apenas desejei e me esqueci do que era real
O meu doce, desejo do querer mais O meu querer, que me fez sonhar de olhos abertos O meu viver, em um sonho O meu descanso, que tanto se pede, como idealização, sem nunca parar
Oh, minha borboleta preciosa, venha é pouse em meu dedo Venha para descasar, o peso das maravilhas que viu, que desfrutou durante esse tempo Por um minuto, pensei que era real O meu doce, desejo que poderia ser real Franthesca Kally
Amor, perdoe por ser falho demais Perdoe o amor, que não escolhi lhe dar Por tentar lutar por algo, que não deveria ter tido um inicio Sonhei com você, antes mesmo de te conhecer
Amor, eu apenas queria te dizer Eu te amo Mais parece ser algo tão pouco, que não se dá ao que sinto por você Que queria te mostrar o que sinto por você
Amor, tudo que já passamos Daria um livro de aventuras Queria estar com você em cada momento de mãos dadas Sermos novos outra vez, para reparar em coisas que não tínhamos reparado antes
Amor, olhe mais uma vez em meus olhos, e negue que ainda sente algo por mim Sonhei com você, antes mesmo de te conhecer Amor, eu apenas queria te dizer Mais apenas três palavras, parece ser algo tão pouco, que não se dá ao que sinto por você
Amor, perdoe por ser falho demais Perdoe o amor, que não escolhi lhe dar Amor, tudo que já passamos Daria um livro de aventuras
Amor, queria estar com você em cada momento de mãos dadas Sermos novos outra vez, para reparar em coisas que não tínhamos reparado antes Negue que ainda sente algo por mim Sinto saudades do nosso tempo de novos, mais amo cada dia mais o que vivemos Franthesca Kally
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Espiral Espiral da vida Da roda que gira Espiral com suas voltas infinitas Com formas que é criado Conforme se movimenta A roda da fortuna não pode parar Para cada fim um novo começo Tudo para uma transformação Espiral carregado de novas oportunidades O desejo da perfeição, acaba se tornando Um sacrifício Muitas decisões para ser tomadas sem Como escapar O espiral nunca pode parar Gira tendo suas formas conforme Se movimenta Com intensidade Franthesca Kally
Poema na Liga dos Sete - Facebook. Jardim Caminhando pelo jardim, entre diversas flores pelo caminho Sozinha me encontro aqui Descalça, vestido que se arrasta pela terra Que toca meus pés Não me importo, com os espinhos que tocam minha pele E rasgam meu vestido Em algumas o doce vermelho do sangue que Meu coração cansado bombeia Toco delicadamente as pétalas Das flores, leves e maleáveis como o vento Não se pode encontrar a saída deste jardim Seu tamanho esconde muitos segredos Nos quais entrei pela sua beleza encantadora O sol sobre minha cabeça, a terra em meus pés Encantadora alucinação, que me vê dançar sobre espinhos Caminho descalça, cabelos soltos ao vento Entre nesse jardim onde não pode ser encontrados, Se não forem dignos de tal esplendor Cada dor, floresce uma nova flor O tempo é como se estivesse congelado Talvez eu esteja perdida, mas já não procuro a saída As cores se diferenciam na maneira que as olham Danço e canto ao som da dor, o sangue abrilhanta Como confetes em um baile Os espinhos tocam ao som da melodia As pétalas se move com o toque do vento Não quero encontrar a saída A beleza do jardim é encantadora Encantadora a alucinação, que me fez dançar sobre os espinhos Caminhando pelo jardim, aqui se tem diversas flores Descalça eu estou, cabelos ao vento, vestido que toca a terra Cada dor se tem uma flor O tempo é como se estivesse congelado Talvez eu esteja perdida, mas não quero a saída mais Não, são todos que podem entrar Em alguns, doce o vermelho do sangue Caminho descalça sem me importar Foi o tempo para algo assim Franthesca Kally