O que vocês acham de dicas de filmes por aqui!? Sou cinéfilo de carteirinha também e procuro assistir a tudo que posso. E aproveitando o sucesso da Fernanda Torres e do filme Ainda Estou Aqui, deixo aqui a recomendação de alguns nacionais que assisti ano passado:
A Filha do Palhaço | 6,5 / 10 (Drama)
Joana, uma adolescente de 14 anos, aparece para passar uma semana com o pai, Renato, um humorista que apresenta seus shows em churrascarias, bares e casas noturnas de Fortaleza interpretando a personagem Silvanelly.
Abraço de Mãe | 7,0 / 10 (Suspense / Terror)
Em uma tempestade torrencial, uma equipe de bombeiros é enviada a um asilo em risco de desabamento. A missão: evacuar o local e sair de lá com vida.
Bem Vinda a Quixeramobim | 6,0 / 10 (Comédia)
Aimée é herdeira de um empresário milionário envolvido em um caso de corrupção. Influenciadora digital com muitos seguidores, os bens de sua família são bloqueados pela Receita Federal. Forçada pela primeira vez a ficar sem o dinheiro do pai para se sustentar, Aimée precisa se refugiar na última propriedade da família que resta: uma fazenda em ruínas em Quixeramobim, no interior do Ceará.
E aí!? Já assistiu alguns deles? Tem alguma recomendação de filme nacional não tão conhecido? Responde aí!!!
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>> Assalto Entre Nuvens <<
Tire de assalto as mazelas que te afastam do centro
Torne-se arauto do seu contentamento
Deixe no alto o céu mais cinzento
Há tempo, mas não malgaste à deriva do vento
Reveja, repense, releia
Revisite e repese o caminho da baleia
Note a leveza às águas feito pluma e centelha
Deixe acender, abane até incendiar
As rédeas têm sempre o mesmo propósito
E a propósito, é hora de se apossar
Assenhoresse da grandeza que és
E pare de medir com lupa infundada
Aprofunde-se no lero
Perceba-te tão belo
E esteja convicto que mesmo no desespero
És o teu melhor refúgio
Não fuja de brigas
Não finjas fadigas
Passe-se por vadias
Para reparar avarias
Tire de assalto e construa o teu forte
Se preciso rume ao norte, ao sul, às botas de Judas
Vá aonde encontre ajudas
Só não se renda, pois a batalha é intensa
Entre as nuvens, talvez não se veja a vitória
Mas dá pra ouvir, bem ao longe os gritos de glórias
E tendo a alma revestida de flores
As dores, pode ser que um dia vão se todas embora
Tire de assalto as mazelas que te afastam do centro
Torne-se arauto do seu contentamento
Deixe no alto o céu mais cinzento
Há tempo, mas não malgaste à deriva do vento
Reveja, repense, releia
Revisite e repese o caminho da baleia
Note a leveza às águas feito pluma e centelha
Deixe acender, abane até incendiar
As rédeas têm sempre o mesmo propósito
E a propósito, é hora de se apossar
Assenhoresse da grandeza que és
E pare de medir com lupa infundada
Aprofunde-se no lero
Perceba-te tão belo
E esteja convicto que mesmo no desespero
És o teu melhor refúgio
Não fuja de brigas
Não finjas fadigas
Passe-se por vadias
Para reparar avarias
Tire de assalto e construa o teu forte
Se preciso rume ao norte, ao sul, às botas de Judas
Vá aonde encontre ajudas
Só não se renda, pois a batalha é intensa
Entre as nuvens, talvez não se veja a vitória
Mas dá pra ouvir, bem ao longe os gritos de glórias
E tendo a alma revestida de flores
As dores, pode ser que um dia vão se todas embora
Arde a tarde
E até convencem
Que em Marte há vida
Até a morte
Seguindo sempre o consorte
E o trevo, a sorte será que tem?
Dos bobos da corte
Cabeças as corte e rumem para o norte
Que a noite logo vem
E quem vem também?
Só me digam o que têm
Não importa o que leem
Façam-lhes reféns
Lhes vendendo as masmorras
E algumas folhas de alcachofra
Lhes ensine bons modos
E a ter aquela velha pachorra
Que não faz mal a ninguém, nem bem
Arde a tarde,
Arde a pele,
Arde a alma,
Antes a deles do que a nossa
Gritou o Rei precedendo a queda
E a guerra ali cessou,
Mas há de voltar bem rapidinho
Os fogos de artifício cantarão
Canções góticas e penumbra
E a pluma pesará mais que mil tumbas
Que se abrirão até que não mais se fecharão
E enfim a tarde será lágrima
Lástima, impávida, intrínseca
E seca, mesmo estando cheio o lago no sertão
- Denovo não!!!
Quem será o dono da vez do novo sermão!?
E até convencem
Que em Marte há vida
Até a morte
Seguindo sempre o consorte
E o trevo, a sorte será que tem?
Dos bobos da corte
Cabeças as corte e rumem para o norte
Que a noite logo vem
E quem vem também?
Só me digam o que têm
Não importa o que leem
Façam-lhes reféns
Lhes vendendo as masmorras
E algumas folhas de alcachofra
Lhes ensine bons modos
E a ter aquela velha pachorra
Que não faz mal a ninguém, nem bem
Arde a tarde,
Arde a pele,
Arde a alma,
Antes a deles do que a nossa
Gritou o Rei precedendo a queda
E a guerra ali cessou,
Mas há de voltar bem rapidinho
Os fogos de artifício cantarão
Canções góticas e penumbra
E a pluma pesará mais que mil tumbas
Que se abrirão até que não mais se fecharão
E enfim a tarde será lágrima
Lástima, impávida, intrínseca
E seca, mesmo estando cheio o lago no sertão
- Denovo não!!!
Quem será o dono da vez do novo sermão!?
Se é que houve alento
Abriram as cortinas
A névoa se foi a contentamento
Traz de volta
A velha aura
E quem se viu correndo
Fugindo da rotina
Logo se conteve, arrependimentos
À sua volta
A velha aura
Brincando de ter razão
Voando com os pés no chão
Motivo ou não
Em torno do feroz vulcão
Imune a qualquer sermão
Se ilude e vende
O compartilhar de mãos
Se é que houve rebento
Rasgaram as cortinas
A pura seda logo se rendeu
Restou em volta
A velha aura
E quem sentiu morrendo
Compreendeu o tempo
Quis morar no espaço
Se viu em voltas
Somente aura
Minando a escuridão
Sorrindo diante o alçapão
Sozinho, canção
E um velho refrão
Corrompe o ouvido são
Um hit e um clarão
Não vê-se mais nenhum irmão
Semente aura
Não me traz de volta
>> Semente Aura
Abriram as cortinas
A névoa se foi a contentamento
Traz de volta
A velha aura
E quem se viu correndo
Fugindo da rotina
Logo se conteve, arrependimentos
À sua volta
A velha aura
Brincando de ter razão
Voando com os pés no chão
Motivo ou não
Em torno do feroz vulcão
Imune a qualquer sermão
Se ilude e vende
O compartilhar de mãos
Se é que houve rebento
Rasgaram as cortinas
A pura seda logo se rendeu
Restou em volta
A velha aura
E quem sentiu morrendo
Compreendeu o tempo
Quis morar no espaço
Se viu em voltas
Somente aura
Minando a escuridão
Sorrindo diante o alçapão
Sozinho, canção
E um velho refrão
Corrompe o ouvido são
Um hit e um clarão
Não vê-se mais nenhum irmão
Semente aura
Não me traz de volta
>> Semente Aura
Sonhos…
Estilhaços num canto da sala
Remendos de uma nota que não se cala
Enquanto o joelho rala e fala
Um elo…
Entre o belo e o ousado
E as sobras do vento passado
Loucura e desassossego
Enquanto o portão segue escancarado
Na ilha…
Segue-se de fila em fila
Paradeiros que não se encontram na trilha
Não importando a ferocidade do quarto de milha
Um túmulo…
Um cúmulo do orgulho
O qual não se compartilha o entulho
Mas na partilha se ouve o barulho
E como ouve,
Comove,
Se move,
Me move
Renova os sentidos
Sentindo na pele
Feito flocos de neve
Tão leve…
E tão pesado, encharca
Sonhos…
Um poça inundada num canto da sala
Um grilo, um grito, um grifo
Um risco que brilha no escuro e alarma
>> Alarme Intermitente
Estilhaços num canto da sala
Remendos de uma nota que não se cala
Enquanto o joelho rala e fala
Um elo…
Entre o belo e o ousado
E as sobras do vento passado
Loucura e desassossego
Enquanto o portão segue escancarado
Na ilha…
Segue-se de fila em fila
Paradeiros que não se encontram na trilha
Não importando a ferocidade do quarto de milha
Um túmulo…
Um cúmulo do orgulho
O qual não se compartilha o entulho
Mas na partilha se ouve o barulho
E como ouve,
Comove,
Se move,
Me move
Renova os sentidos
Sentindo na pele
Feito flocos de neve
Tão leve…
E tão pesado, encharca
Sonhos…
Um poça inundada num canto da sala
Um grilo, um grito, um grifo
Um risco que brilha no escuro e alarma
>> Alarme Intermitente
#desafiodeescrita @literunico
De repente
Me pego olhando lá longe
Me concentro no horizonte,
Aquela linhazinha que separa o céu da terra
E silêncio…
Me volto pra dentro um pouquinho
Sinto as batidas do coração
O licor avermelhado que corre nas veias
O remexer de ossos músculos que revelam a idade e… tão de repente,
Silêncio…
A minha volta as paredes ouvem tudo
Mas não respondem, rebatem ou discutem
Apenas uma observação atenta do sofrimento oculto que se revela no silêncio
E mais uma vez de repente
O trovão rompe os céus e as águas se derramam
Tocam o chão como lágrimas que desejam avisar algo
Assim como tudo mais, a chuva passa e só me resta o tenebroso silêncio
E cada silêncio que se segue,
Um após o outro é uma lembrança
Do real valor da sua presença
Pra colorir e equilibrar o som que move o meu universo
De repente
Me pego olhando lá longe
Me concentro no horizonte,
Aquela linhazinha que separa o céu da terra
E silêncio…
Me volto pra dentro um pouquinho
Sinto as batidas do coração
O licor avermelhado que corre nas veias
O remexer de ossos músculos que revelam a idade e… tão de repente,
Silêncio…
A minha volta as paredes ouvem tudo
Mas não respondem, rebatem ou discutem
Apenas uma observação atenta do sofrimento oculto que se revela no silêncio
E mais uma vez de repente
O trovão rompe os céus e as águas se derramam
Tocam o chão como lágrimas que desejam avisar algo
Assim como tudo mais, a chuva passa e só me resta o tenebroso silêncio
E cada silêncio que se segue,
Um após o outro é uma lembrança
Do real valor da sua presença
Pra colorir e equilibrar o som que move o meu universo
>> Grupo Seleto
E sempre a mesma roda
E a insistência de que ela gira
E que difere da inventada a “mileanos” atrás
E sempre os mesmos rostos
Caricatos, pomposos
Diplomados com os mesmos gostos
Insosso, penoso, custoso
As falas divergem por capricho
Insistem até convergirem no lixo
Esgoto instalado no encosto prolixo
Na morada do eterno e mesmíssimo bicho
É fogo!
Um gozo de prepotência
De mais alta “consciência”
Até chamam de ciência
A arte de inventar incalculáveis meios
Pra ressignificar a mesma roda outra vez
E sempre a mesma roda
E a insistência de que ela gira
E que difere da inventada a “mileanos” atrás
E sempre os mesmos rostos
Caricatos, pomposos
Diplomados com os mesmos gostos
Insosso, penoso, custoso
As falas divergem por capricho
Insistem até convergirem no lixo
Esgoto instalado no encosto prolixo
Na morada do eterno e mesmíssimo bicho
É fogo!
Um gozo de prepotência
De mais alta “consciência”
Até chamam de ciência
A arte de inventar incalculáveis meios
Pra ressignificar a mesma roda outra vez
>> E O SAPO VIROU PÓ
Os ponteiros apontam,
Os canteiros afrontam,
A paz é tão bela,
Mas tá sempre em trégua
A ordem natural
É a desordem sem igual
Receios,
Que nada se mude
Ilude,
Em lotes pré-moldados
Recreio,
É uma vida paralela
Um beijo,
E o príncipe vira um sapo
Que feio…
Rodeios onde levam,
Morteiros, quem elevam
A jovem cinderela
Não reconhece a régua
A corte é tão banal
E o corte é sempre igual
Feridas,
Avenidas em aberto
Falidas,
Até o carnaval
Benditas,
As putas no jornal
Vendidas,
Todas as almas no final
Que feio…
E o sapo virou pó
Feito o sapatinho de cristal
Os ponteiros apontam,
Os canteiros afrontam,
A paz é tão bela,
Mas tá sempre em trégua
A ordem natural
É a desordem sem igual
Receios,
Que nada se mude
Ilude,
Em lotes pré-moldados
Recreio,
É uma vida paralela
Um beijo,
E o príncipe vira um sapo
Que feio…
Rodeios onde levam,
Morteiros, quem elevam
A jovem cinderela
Não reconhece a régua
A corte é tão banal
E o corte é sempre igual
Feridas,
Avenidas em aberto
Falidas,
Até o carnaval
Benditas,
As putas no jornal
Vendidas,
Todas as almas no final
Que feio…
E o sapo virou pó
Feito o sapatinho de cristal
#desafiodeescrita
A luz sobrepassa ao pequeno furo do telhado
As teias de aranha brilham no teto
A comunhão de cores quase imperceptíveis é um aviso do que está por vir
O sopro na janela é um alívio
No pensamento um farto rodízio
Uma mistura de ideias mal passadas
E um fervor de queimar o carvão
Não há uma obrigação
Não existe uma motivação aparente
Apenas um vão no espaço-tempo, dentro
Denso e intenso, desejando ser preenchido
Em pauta um contrato vitalício
Uma necessidade de não desperdício
No céu, provavelmente não haverá fogos de artifício
Talvez, um forte indício que ganhar ou perder
É indiferente ao precipício
Já não importa o princípio
Nem o resultado finito
Apenas o ato de consumir toda a tinta e o grafite
E dar a eles um nobre significado
A luz sobrepassa ao pequeno furo do telhado
As teias de aranha brilham no teto
A comunhão de cores quase imperceptíveis é um aviso do que está por vir
O sopro na janela é um alívio
No pensamento um farto rodízio
Uma mistura de ideias mal passadas
E um fervor de queimar o carvão
Não há uma obrigação
Não existe uma motivação aparente
Apenas um vão no espaço-tempo, dentro
Denso e intenso, desejando ser preenchido
Em pauta um contrato vitalício
Uma necessidade de não desperdício
No céu, provavelmente não haverá fogos de artifício
Talvez, um forte indício que ganhar ou perder
É indiferente ao precipício
Já não importa o princípio
Nem o resultado finito
Apenas o ato de consumir toda a tinta e o grafite
E dar a eles um nobre significado
Experimentando algo diferente aqui, a partir de hoje, assumindo um compromisso interno de compartilhar algumas bagagens em excesso e outras deliciosas de carregar.
>> A Saga do Papai Noel e a Bota nº35 e do Chapeleiro sem Chapéu
#epub em anexo
>> A Saga do Papai Noel e a Bota nº35 e do Chapeleiro sem Chapéu
#epub em anexo