Queria convidar vocês para a Leitura Coletiva do meu livro "FORA DO TEMPO". É uma ficção científica levinha, que acho que todos vocês irão gostar... A Nicho Literário está promovendo esta leitura coletiva, e teremos uma live no dia 30/04, onde todos poderão participar (ao vivo no Meet ou via chat) e falar sobre o livro - do que gostaram, do que não gostaram (espero que esta parte seja bem curtinha... )...
Pra quem quiser participar, basta entrar no site da Nicho Literário (Abrir link ou me falar por aqui mesmo... Voxê pode ler o livro na sua assinatura do Kindle Unlimited, adquirir o e-book na Amazon ou aqui mesmo, na Literunico. A versão física também está disponível na UICLAP.
FORA DO TEMPO é uma ficção científica que fala sobre música, tecnologia e viagens no tempo... E sobre nada disso!
Imagine que você vive a vida que qualquer um poderia querer: é um ex-astro do rock, que fez fortuna com tecnologias revolucionárias e está prestes a fazer "o negócio do século" com uma multinacional... Mas, de repente, aquela vida perfeita que você planejou para si mesmo começa a desmoronar. Pessoas suspeitas irão fazer de tudo para roubar o grande invento que você criou. Mas... e se você pudesse passar a perna no tempo, dar uma voltinha no futuro e descobrir como essa história acaba?
FORA DO TEMPO é um livro cheio de mistérios, tecnologia, música, referências pop e reviravoltas surpreendentes. O que esperar de uma mente genial, lutando desesperadamente pela própria vida?
Estou trazendo por aqui os primeiros Capítulos de um novo livro. Tenho diversos em andamento e pretendo começar a escrever um deles em maio.
Neste livro, o personagem principal é uma IA. Vou explicar um pouco da futura sinopse dele:
"Main é uma IA especializada conversar com os humanos, mas sempre quis ser um deles. Ele admira nossa capacidade de abstração, de viver a vida e de sentir emoções e sentimentos. Um dia, um médico lhe apresenta essa chance, com uma proposta insna: ele quer carregar Main para dentro do cérebro do seu filho, que vive em estado vegetativo. Quais as complicações éticas que isso poderá levantar? Até onde vai o limite do avanço tecnológico e do bom senso? Como Main poderá ajudar a curar uma criança com Síndrome de Rett?
Eu sei; são temas bastatne sensíveis. Mas estou disposto a arriscar... O que vocês acham? Então, vou deixr um trecho (dos três primeiros capítulos) para que vocês possam analisar. Já há outro livro em um post anterior (que se chamará "O Ladrão de Ideias"), mas só vou dar seguimento em um deles. E estou pedindo uma ajuda para vocês: leiam ambos, e me ajudem a escoher qual será a minha próxima história.
A @CrisRibeiro e a @fernandafrankka já leram o prieiro livro e adoraram... será que elas vão gostar mais dessa nova história?
O que todos vocês estão esperando? Me ajudem! 殺 Leiam ambos, e façam suas escolhas...
Alguém toparia ler o primeiro capítulo do meu novo livro? Chama-se "O ladrão de Ideias". Pra variar, uma sci-fi. Pra variar, sobre viagens no tempo e tecnologia.
O livro fala sobre um rapaz que sempre está inventando coisas mas, pouco tempo antes de ele lançar ou terminar o seu invento, descobre que alguém acabou de lançar antes dele. Ele perde tudo o que tem (a empresa, o apê, tudo) e vira um mendigo, e desiste de criar as coisas. É quando um antagonista aparece e diz: "Hey! Que história é essa de acabar com o meu negócio?" Ele, então, descobre que tudo o que ele inventava o antagonista - o ladrão de ideias do título - pegava, voltava no tempo e vendia para uma empresa grande. E que tudo o que essas grandes empresas criam é, na verdade, roubos de criações do futuro.
Ele, então, faz um acordo com o ladrão de ideias: vai criar mais uma grande invenção, mas, depois, quer ter a sua vida de volta.
A premissa é boa? Alguém gostaria de ler? Tenho o primeiro capítulo aqui (ainda pode sofrer alterações) e quem puder ler e me dar um feedback... ficarei agradecido.
E para comemorar (quer dizer: pra EU comemorar ), vocês podem baixar meu livro FORA DO TEMPO, por apenas $10,00!
(na verdade, essa não é uma promoção; vocês poderiam baixar em todos os outros dias do ano pelo mesmo preço..狼)
Mas, se dez pessoas baixarem meu livrinho HOJE, já vão me ajudar a pagar o jantar romântico com o meu Amor! ❤️ E vocês vão surtando com o livro nesse meio-tempo! 勞
1986 ( @andreajguesse , seu poema me lembrou deste, que fiz há muito tempo... Obrigado pela lembrança e pela nostalgia, espero que goste)
Hoje o sol brilhou mais forte; Olho a janela e lembro de uma manhã de 1986. O céu azul de 86, o domingo de férias, A manhã quente e sem barulhos de 1986.
Parece que vou ligar minha TV na sala, Minha Telefunken de 14 polegadas, Para assistir à Fórmula 1 E ver o Piquet ganhar e o Senna chegar em terceiro.
Depois vou subir no andar de cima do prédio, Comer a macarronada da vó e assistir ao Silvio Santos - Ela adorava o Silvio... E quem sabe, de noite, Tia Cida aluga um VHS pra gente ver, já que só ela tem videocassete.
E, nesta manhã de 1986, Vou sentar à mesa e sujar a toalha azul Ao derramar guaraná Brahma sem querer... Mas mamãe não liga, porque sou criança ainda.
E papai hoje está em casa, E vai sentar no sofá de vime comigo e me mostrar Aqueles livros todos que ficam no alto e não posso pegar sempre E me contar do Cometa Halley, que vai passar por aqui em breve.
Descer na padaria da esquina e comprar um sorvete Yopa, Porque faz muito calor aqui em 1986, E jogar bola no estacionamento da frente, E jogar Atari até de madrugada.
E o Sarney vai aparecer na TV, anunciando outro plano E depois mudar de novo o nome da moeda, Mas tudo bem, depois vou ver futebol, Com aquela seleção maravilhosa de 1986.
E olhar na janela para ver o movimento, Meninas nas ruas com lenços no pescoço, E roupas coloridas, e calças largas Voais da moda de 1986.
Mas a vida é de uma mão só: O Senna morreu, a Vó morreu, o Zico já não joga... E os lenços nas ruas, e as roupas coloridas Já nem lembram uma moda que não existe mais.
Hoje o mundo é de barulho, é de internet, É de black blocks e não de Diretas já. É de carrões importados e coreanos E não dos Fuscas e Brasílias e Escorts de 86.
Hoje as fotos não existem senão em pixels, Que só vemos em telas de cristal líquido: Onde foi parar aquele clicar e ficar na angústia, Esperando para revelar e ver se ficou bom?
Onde foram as cores infinitas das fotografias, As cores bregas e berrantes das camisetas? Onde foram os encartes das revistas, os jornais impressos As paredes cor cáqui e as geladeiras vermelhas?
Não foram; ficaram. Em 1986. Nunca saíram de lá; nós é que saímos, Para continuar a vida e a evolução das coisas, Nesta marcha sempre em frente de um trem chamado Tempo.
Vou aproveitar que estou por aqui entupindo a todos com meus pensamentos e deixar mais umas coisas soltas...
Tenho visto as tretas literárias e pensado. O cara compra 200 avaliações e só consegue "vender" o livro depois de fazer uma cena vergonhosa por causa de uma avaliação de 4⭐ (tudo bem que eu acho que tudo isso é fake, mas isso só piora as coisas).
Desde que eu lancei meu livro Fora do Tempo, tenho investido sempre que posso em resenhas e "publis". Tenho encontrado pessoas maravilhosas que leram meu livro e adoraram (e tenho certeza de que as avaliações foram sempre sinceras). A pessoa que recebe alguma coisa pra ler seu livro tem sempre a tendência de melhorar um pouco a avaliação. O leitores dessa pessoa podem pensar: "Ela recebeu para falar do livro, então... Será que o livro é tudo isso mesmo, ou será que ela está só sendo gentil?"
(E, sim, meu livro é ótimo; então, leiam!殺)
Mas meu livro possui 17 avaliações na Amazon e 11 no Skoob. Tenho algumas avaliações "espontâneas" - gente que leu sem que eu nem soubesse e resolveu falar dele, gente que leu porque ouviu falar. Mas isso é bem raro no meu caso. A maioria deve ser de resenhas contratadas ou de uma ou outra Leitura Coletiva.
Tenho investido uma boa grana para receber leituras e resenhas, para postarem nas suas páginas para os 50 mil seguidores verem, mas os maiores retornos são de amigas que leram sem compromisso, gostaram e indicaram para outras pessoas... Eu não vendi o suficiente para pagar as avaliações (e, se eu for pensar no lucro líquido, aí sim, vai dar vontade de chorar...)
Não é curioso que, em vez ser pago pela minha obra, eu esteja pagando para que alguém a leia? Não é triste que, em vez de o leitor buscar o livro, ansioso para conhecer a história, a narrativa e tudo o mais, seja o autor que precise bancar a leitura? Eu não escrevi meu livro para ficar rico, mas não esperava que a maioria das leituras fosse porque eu paguei. Mas esta aparece ser a tendência do mundo moderno: as pessoas se interessam por interesse. A gente compra atenção, compra tapinhas nas costas - o que é um absurdo, porque o confeiteiro não vai até a sua casa te pagar para você experimentar os bolos que ele faz, nem o dono da concessionária te dá um Porsche de presente apenas para você dirigir e dizer se gostou da experiência. Por que tem que ser assim com um escritor?
(E, vejam: embora eu tenha pago pela divulgação, não me meti na avaliação: todas elas sempre foram livres para me dar zero ⭐ e dizer: "odiei". Eu paguei por "avaliações", não paguei por "avaliações positivas").
Eu acompanho as postagens dos bookstagram sobre meus livros. São ótimas, gentis, bem-feitas. Indico todas elas. Mas vejo a movimentação de KENP na Amazon e nada muda. Vejo as vendas não acontecerem. O que pode estar errado?
Talvez seja só porque sci-fi é difícil mesmo. Talvez meu livro seja um meio termo indesejável - levinho demais pra quem curte sci-fi, e complexo demais pra quem curte fantasia ou romance. Talvez minha expectativa fosse alta demais. Talvez eu precisasse fazer alguma coisa ridícula como o autor que não aceita 4 ⭐ (mas isso eu não vou fazer jamais).
Há publis que me custam RS85,00, RS100,00 ou RS200,00. São de pessoas com 50 mil seguidores,mas isso não se reverte em leitores (embora, de certa forma, as bookstagrammers tenham ficado marcadas e impactadas com meu livro).
Meu livro é bom. Eu, pelo menos, acho que é. Algumas autoras daqui, como a Ana Paula e a Mari Adriano, adoraram meu livro (e leram sem compromisso, e foram extremamente generosas comigo).
Estou pensando seriamente em não fazer mais isso. Não vou mais procurar por avaliações. Ninguém respeita essas avaliações mesmo, por causa de um ou outro idiota que as compra. Ninguém lê meu livro porque um influencer fez uma resenha favorável. Já tenho duas fechadas pra esse mês, e, depois, acho que não vou mais gastar com isso. O bookstagrammer que quiser fazer propaganda do meu livro, que fique à vontade: compre, leia, e diga o que achou. Acho que isso é o mais honesto que pode existir.
O Literunico antigamente possuía limite de 2000 caracteres. Depois aumentou pra 2500 e agora está em 5 mil. Não posso pedir mais nada a Deus (nem ao Eder). Isso deveria ser mais do que suficiente para um escritor comum.
Mas eu, é claro, não sou comum. E nem um pouco conciso. Então vou colocar como um Epub. É um texto de cinco partes, escrito há cerca de dez anos. Um pouco ácido, confesso. Não é pra todo mundo (mas, dos meus escritos, qual seria?)
Enfim, vai ficar por aqui, por módicos 1,00. Mas vou deixar uma parte - a parte 3 - para atiçar a curiosidade de vocês.
* * *
Fui uma criança superdotada. Um adolescente acima da média. Um jovem muito inteligente. Um adulto normal. Tenho medo de me tornar um velho medíocre.
Quando eu tinha nove anos, plantei uma árvore, mas ela não vingou. Quando eu tinha dezesseis, escrevi um livro, mas ele não foi publicado. Tenho medo do que serão os meus filhos.
Tenho escrito pouco; me enfadam minhas próprias crônicas... Tenho sido crítico demais, seco demais... Tenho abandonado tudo o que não seja perfeito. Tenho rasgado os meus poemas, antes mesmo de terminá-los, Por não julgá-los dignos de preencher uma folha que seja.
Tenho lido bons autores e me cansado deles, Tenho sido extremamente intransigente com textos medianos Como os meus.
Ou eu preciso de um psiquiatra Ou de um blog. Mas o blog eu já tenho e ninguém lê. Tenho medo de procurar um psiquiatra que não me ouça.
Estou voltando aos poucos. Hoje, mais um texto a R$1,00. Ainda é realismo fantástico, mas a premissa é: E se Pelé, o maior atleta de todos os tempos, jamais tivesse feito o inimaginável milésimo gol? Como ele seria tratado pelos brasileiros?
Esse texto foi inicialmente criado quando o Rei ainda era vivo. A ideia aqui é um grande "E SE?", tentando imaginar algo como um "Efeito Borboleta" na história do futebol. Então, caros letores e leitoras, esta história fala de futebol, mas NÃO É SOBRE FUTEBOL. Os acontecimentos narrados até a partida do milésimo (em 19 de novembro de 1969, nm jogo contra o Vasco da Gama no Maracanã) são reais. Os jogadores e dirigentes citados existiram. os resultados dos jogos até então são verídicos. A história é como um Harry Potter: Londres é real, trens são reais, os ônibus londrinos e as cabines telefônicas são daquele jeito e a vida dos cidadãos é aquela mesma. O fato de haver um bruxo mágico no meio disso tudo não torna o todo menos real.
Apreciem a desgraça da alma humana. Isso é futebol.