Olá, pessoal, tudo bem? Quero convidar a todos que moram próximo à Capital paulista para a Feira do Livro da Unesp, que começa nesta quarta e vai até domingo!
Lá, o desconto mínimo é de 50% sobre o preço de capa. Todas as grandes editoras do Brasil estarão lá, com as obras mais desejadas do país.
Eu estarei no estande da editora RHJ, apresentando e vendendo os livros infantis e juvenis mais bacanas, charmosos e bem-feitos da Feira...
Então, quem quiser conhecer o Catálogo da RHJ - ou só me conhecer, mesmo - é só passar lá pra dois dedim de prosa! 殺
A VII Feira do Livro da Unesp será realizada no câmpus da Unesp em São Paulo, localizado à Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271, ao lado da Estação Palmeiras–Barra Funda do Metrô (saída à esquerda, ao passar pelas catracas). A entrada é franca.
Olá, pessoal! Amanhã, participarei de uma super entrevista com a Rosângela Brito (@rosangelabrito.oficial)!
Será uma conversa bem descontraída sobre livros, a vida de autor, e tudo o que cerca esse nosso mundinho... A entrevista será transmitida ao vivo no Youtube, sábado 03/05 às 20:00h (amanhã). O link para assistir e participar é:
Estarei em grande companhia; além de mim e da Rosângela, também participarão os autores:
ISABELLE SILVA (@apenasumsonho8)
CAROLLINE LOPES (@psicarollopes)
FABRÍCIO RAYNER (@fabriciorayner)
Vai ser um bate-papo pra lá de legal, e eu espero todos vocês para comentar, perguntar e nos conhecer! 殺
Este é um poema que fiz para a minha esposa, logo que nos (re) encontramos.
퐈 – 퐏퐚퐬퐬퐚퐝퐨 Te quero hoje como há vinte anos. Como se nunca tivéssemos nos separado; Como se fosse possível voltar no tempo e corrigir Todas as ocasiões em que não me mostrei, Todas as vezes em que me calei, Todos os beijos que não roubei por medo.
Te quero hoje como nunca te quis. Como nunca imaginei que pudesse querer alguém. Como nunca ousei querer, Na minha tola experiência de adolescente, No meu infantil querer de faz-de-conta, Naquela minha vida de menino mais novo.
Te quero como sempre pensei em querer. Como sempre desejei, como sempre quis querer. Te quero como não posso querer alguém que já lhe tem quem queira Mas te quero ainda assim, pois sei Que ninguém há de querer-te tanto nem tão bem quanto eu.
Te quero minha. Te quero aqui. Quero a ti como quero a mim; preciso de ti Quero teus beijos, teu corpo, teu amor Quero teus pensamentos em mim Pesando e repousando sobre mim Leves como o peso dos teus olhos da cor da água. I tuoi occhi di colore dall acqua. Quero ser teu. Enfim. Finalmente. Sem mais demora. Quero finalmente te mostrar Que se antes eu era um garoto que jamais te mereceria Hoje sou um homem que nunca te mereceu tanto.
퐈퐈 – 퐏퐫퐞퐬퐞퐧퐭퐞
풔풐풏풆풕풐 풆풎 풗풆풓풔풐: Há, no teu olhar, um universo; Há um oceano de beleza e de ternura Que não consigo expressar em prosa ou verso: Há o Amor nos teus olhos, em forma pura.
Há, no teu olhar, tanta doçura Que me ilumina de azul e me põe imerso Em anseios de amor; e se figura Topázio no qual perco-me disperso.
Há, nos teus olhos, épocas distantes, Anos passados, frescos na lembrança; Há lembranças de sonhos e instantes
De um tempo em que o mundo a nós servia De berço de encontros e esperança De anseios e medos, e de alegria.
홨홤홣홚황홤 홚홢 홥홧홤홨홖: Não, não é o poema que é belo; Ele não é belo por minha causa. Ele ser bonito não é mérito meu. É seu.
Você é especial. Você é linda. E nem faz ideia do quanto... A beleza não está no poema: Está em você.
O poema não é nada; é tão somente A minha tentativa de mostrar ao papel Toda a beleza que já há em você...
O poema é somente uma sombra: Você é a luz, você é o brilho. Você é a verdadeira poesia.
퐈퐈퐈 – 퐅퐮퐭퐮퐫퐨
핍ai dar certo? Não vai? Não sei. 픸s nossas vidas nos dirão. O resto ℕão sei. Simplesmente não sei.
핍ou deixar que tudo aconteça, vou sentir você a cada dia 픸 cada letra, a cada palavra, a cada respiração... ℕão vou mais te deixar sair daqui de dentro.
핍ida! Até que enfim serás boa comigo! 픸té que enfim serei dela, e serei feliz! ℕada mais peço, nada mais mereço; é tudo o que quero.
핍enha, Anjo, venha ser minha. 픸comode em mim estes cristais que tens, ℕos olhos, a acalmar essa alma vã. 피핤핤핒 Alma Vã.
No dia 30/04/25, eu e o pessoal da @nicho.literario vamos realizar uma live falando sobre o meu livro FORA DO TEMPO! Que já leu, está mais do que convidado pra vir surtar com a gente. Vamos detalhar as metáforas do livro, as viradas e explosões de narrativa, o estilo, e tudo mais.
Quem ainda não leu... Bem, ainda dá tempo, mas SEJA RÁPIDO.
Estaremos tre esperando. Os links estão todos no meu perfil. 殺
Vai ter uma mentoria de Escrita começando em breve... Da Penina Baltrusch. A mentoria tem um custo de 1400 reais, mas ela está sorteando uma vaga gratuita. Basta curtir, comentar e compartilhar, seguindo as instruções...
Mas, ó só, é só até amanhã às 18:00. Não custa nada, e ela é MUITO boa. Sensacional! Aproveitem!
"Um jardim em mim" o livro da maravilhosa poeta @JusleyNaiane , acaba de chegar na minha casa! 殺 Já comprei logo dois - assim posso presentear alguém que eu goste...
Todos os dias são cinzentos Numa cidade de pedra e chão Todos se escondem da poluição Filhos da solidão
Caras pobres em carros ricos Caras ricas num lotação Carros e caras são iguais: Apenas mais uma identificação.
Cai a penumbra; nasce a planta Longe do olhar do tecelão, Que vai servir, no frio, de fio De algodão
Tudo passa por nós Tudo cabe em nossa voz Mas não há sons no ar Que possam acordar a multidão
Vidas que atravessam a rua Vidas que somem numa estação Vidas são as mesmas Em qualquer situação
“Amar a todos” talvez não baste Para escapar da tenebrosa guerra - Mas o que acontece com esse amor Quando, das cinzas, surge um novo sentimento
Talvez até mais poderoso Talvez um novo amor Ou uma nova forma de amar Um dia o Sol virá Um dia o Mar virará Toda lágrima que puder derramar Um coração
Esmola ao cego, que empresta Alheios olhos de um cão; E tem, na rua, a sua cama De pedra e chão.
Esmola ao pobre, que ‘inda vive De sonho e de pão... Amar a todos talvez não seja A solução.
Pálidos, anônimos Pardos, pobre da Nação, São a parte bela Da população
Todos os dias são cinzentos: O sol não vem quebrar A escuridão.
O que existe agora é a chuva; A vontade da água. O que existe é esta falta de escrita, E esta escrita mal-escrita, que por ora, Tento enganar, dizendo ser poesia.
Existe no ar o sucesso de sonhos impossíveis E desejos secretos; existe Toda a tarefa útil que não hesitarei Em deixar para fazer outro dia Que, até, quem sabe, possam ser amanhãs...
O que existe agora é a noite, Pairando sobre todas as coisas que nos são Inanimadas; E, do que ainda resta para a chuva lavar, Não há nada tão puro que esta misericórdia não mereça.
O que há agora é efêmero; Como um relâmpago que vem de surpresa: Por mais que os admiremos, por mais que nos encante, Não tornaremos a ver de novo a sua luz.
Nada há de novo; bastam as coisas velhas Que nem mesmo conhecemos e já nos cansamos; Basta este descobrir contínuo de novas tonalidades Para cores já tão antigas e apagadas.
Nada há além do que sempre existiu; Nada além do que sempre esteve diante dos nossos olhos E não soubemos enxergar; E algo novo se faz desnecessário, Quando tanta coisa ainda está implícita.
Há uma brisa que corre para todos os lados Sem ser vista; há as folhas que caem das grandes oliveiras Para serem devoradas pelos insetos Ou para secarem e perecerem na infimidade das suas almas.
Não obstante, existe uma vida solta; Um passado que não compromete Nem tampouco glorifica E ainda existe uma gloria incrustada em cada gota.
Há o que a chuva não dissolve; há o êxito Que seca na argila o pesar de suas pegadas Para que possas caminhar por entre os ínfimos Que, pela chuva, as tiveram apagadas.