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@tibianchini

Tiago Bianchini Fidalgo
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@tibianchini
há 11 meses
Público
FEIRA DO LIVRO DA UNESP
de 07/05 a 11/05

Olá, pessoal, tudo bem?
Quero convidar a todos que moram próximo à Capital paulista para a Feira do Livro da Unesp, que começa nesta quarta e vai até domingo!

Lá, o desconto mínimo é de 50% sobre o preço de capa. Todas as grandes editoras do Brasil estarão lá, com as obras mais desejadas do país.

Eu estarei no estande da editora RHJ, apresentando e vendendo os livros infantis e juvenis mais bacanas, charmosos e bem-feitos da Feira... 

Então, quem quiser conhecer o Catálogo da RHJ - ou só me conhecer, mesmo  - é só passar lá pra dois dedim de prosa! 殺

A VII Feira do Livro da Unesp será realizada no câmpus da Unesp em São Paulo, localizado à Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271, ao lado da Estação Palmeiras–Barra Funda do Metrô (saída à esquerda, ao passar pelas catracas). A entrada é franca.
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@tibianchini
há 11 meses
Público
Olá, pessoal! Amanhã, participarei de uma super entrevista com a Rosângela Brito (@rosangelabrito.oficial)!

Será uma conversa bem descontraída sobre livros, a vida de autor, e tudo o que cerca esse nosso mundinho... A entrevista será transmitida ao vivo no Youtube, sábado 03/05 às 20:00h (amanhã). O link para assistir e participar é:


Estarei em grande companhia; além de mim e da Rosângela, também participarão os autores:

ISABELLE SILVA
(@apenasumsonho8)

CAROLLINE LOPES
(@psicarollopes)

FABRÍCIO RAYNER
(@fabriciorayner)

Vai ser um bate-papo pra lá de legal, e eu espero todos vocês para comentar, perguntar e nos conhecer! 殺
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@tibianchini
há 11 meses
Público
Tudo ao seu Tempo

Este é um poema que fiz para a minha esposa, logo que nos (re) encontramos.

퐈 – 퐏퐚퐬퐬퐚퐝퐨
Te quero hoje como há vinte anos.
Como se nunca tivéssemos nos separado;
Como se fosse possível voltar no tempo e corrigir
Todas as ocasiões em que não me mostrei,
Todas as vezes em que me calei,
Todos os beijos que não roubei por medo.

Te quero hoje como nunca te quis.
Como nunca imaginei que pudesse querer alguém.
Como nunca ousei querer,
Na minha tola experiência de adolescente,
No meu infantil querer de faz-de-conta,
Naquela minha vida de menino mais novo.

Te quero como sempre pensei em querer.
Como sempre desejei, como sempre quis querer.
Te quero como não posso querer alguém que já lhe tem quem queira
Mas te quero ainda assim, pois sei
Que ninguém há de querer-te tanto nem tão bem quanto eu.

Te quero minha. Te quero aqui.
Quero a ti como quero a mim; preciso de ti
Quero teus beijos, teu corpo, teu amor
Quero teus pensamentos em mim
Pesando e repousando sobre mim
Leves como o peso dos teus olhos da cor da água.
I tuoi occhi di colore dall acqua.
Quero ser teu. Enfim. Finalmente. Sem mais demora.
Quero finalmente te mostrar
Que se antes eu era um garoto que jamais te mereceria
Hoje sou um homem que nunca te mereceu tanto.

퐈퐈 – 퐏퐫퐞퐬퐞퐧퐭퐞

풔풐풏풆풕풐 풆풎 풗풆풓풔풐:
Há, no teu olhar, um universo;
Há um oceano de beleza e de ternura
Que não consigo expressar em prosa ou verso:
Há o Amor nos teus olhos, em forma pura.

Há, no teu olhar, tanta doçura
Que me ilumina de azul e me põe imerso
Em anseios de amor; e se figura
Topázio no qual perco-me disperso.

Há, nos teus olhos, épocas distantes,
Anos passados, frescos na lembrança;
Há lembranças de sonhos e instantes

De um tempo em que o mundo a nós servia
De berço de encontros e esperança
De anseios e medos, e de alegria.

홨홤홣홚황홤 홚홢 홥홧홤홨홖:
Não, não é o poema que é belo;
Ele não é belo por minha causa.
Ele ser bonito não é mérito meu.
É seu.

Você é especial. Você é linda.
E nem faz ideia do quanto...
A beleza não está no poema:
Está em você.

O poema não é nada; é tão somente
A minha tentativa de mostrar ao papel
Toda a beleza que já há em você...

O poema é somente uma sombra:
Você é a luz, você é o brilho.
Você é a verdadeira poesia.

퐈퐈퐈 – 퐅퐮퐭퐮퐫퐨

핍ai dar certo? Não vai? Não sei.
픸s nossas vidas nos dirão. O resto
ℕão sei. Simplesmente não sei.

핍ou deixar que tudo aconteça, vou sentir você a cada dia
픸 cada letra, a cada palavra, a cada respiração...
ℕão vou mais te deixar sair daqui de dentro.

핍ida! Até que enfim serás boa comigo!
픸té que enfim serei dela, e serei feliz!
ℕada mais peço, nada mais mereço; é tudo o que quero.

핍enha, Anjo, venha ser minha.
픸comode em mim estes cristais que tens,
ℕos olhos, a acalmar essa alma vã.
피핤핤핒
Alma
Vã.
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@tibianchini
há 11 meses
Público
LEITURA COLETIVA!!!

ou seria "LOUCURA" Coletiva? 樂

No dia 30/04/25, eu e o pessoal da @nicho.literario vamos realizar uma live falando sobre o meu livro FORA DO TEMPO!
Que já leu, está mais do que convidado pra vir surtar com a gente. Vamos detalhar as metáforas do livro, as viradas e explosões de narrativa, o estilo, e tudo mais.

Quem ainda não leu... Bem, ainda dá tempo, mas SEJA RÁPIDO. 

Estaremos tre esperando. Os links estão todos no meu perfil. 殺
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@tibianchini
há 11 meses
Público
Pessoal!

Vai ter uma mentoria de Escrita começando em breve... Da Penina Baltrusch.
A mentoria tem um custo de 1400 reais, mas ela está sorteando uma vaga gratuita.
Basta curtir, comentar e compartilhar, seguindo as instruções...


Mas, ó só, é só até amanhã às 18:00.
Não custa nada, e ela é MUITO boa. Sensacional!
Aproveitem! 
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@tibianchini
há 11 meses
Público
CHEGOU!

"Um jardim em mim" o livro da maravilhosa poeta @JusleyNaiane , acaba de chegar na minha casa! 殺
Já comprei logo dois - assim posso presentear alguém que eu goste...

Bora ler?
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@tibianchini
há 1 ano
Público
7 de abril

Mais uma crônica a R$ 1,00

Chama-se 7 de abril. Eu sei, já passou. Mas é um 7 de abril de muito, muito tempo atrás.
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@tibianchini
há 1 ano
Público
IMPRESSÃO

Todos os dias são cinzentos
Numa cidade de pedra e chão
Todos se escondem da poluição
Filhos da solidão

Caras pobres em carros ricos
Caras ricas num lotação
Carros e caras são iguais:
Apenas mais uma identificação.

Cai a penumbra; nasce a planta
Longe do olhar do tecelão,
Que vai servir, no frio, de fio
De algodão

Tudo passa por nós
Tudo cabe em nossa voz
Mas não há sons no ar
Que possam acordar a multidão

Vidas que atravessam a rua
Vidas que somem numa estação
Vidas são as mesmas
Em qualquer situação

“Amar a todos” talvez não baste
Para escapar da tenebrosa guerra
- Mas o que acontece com esse amor
Quando, das cinzas, surge um novo sentimento

Talvez até mais poderoso
Talvez um novo amor
Ou uma nova forma de amar
Um dia o Sol virá
Um dia o Mar virará
Toda lágrima que puder derramar
Um coração

Esmola ao cego, que empresta
Alheios olhos de um cão;
E tem, na rua, a sua cama
De pedra e chão.

Esmola ao pobre, que ‘inda vive
De sonho e de pão...
Amar a todos talvez não seja
A solução.

Pálidos, anônimos
Pardos, pobre da Nação,
São a parte bela
Da população

Todos os dias são cinzentos:
O sol não vem quebrar
A escuridão.
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@tibianchini
há 1 ano
Público
Todos os Fenômenos da Natureza

O que existe agora é a chuva;
A vontade da água.
O que existe é esta falta de escrita,
E esta escrita mal-escrita, que por ora,
Tento enganar, dizendo ser poesia.

Existe no ar o sucesso de sonhos impossíveis
E desejos secretos; existe
Toda a tarefa útil que não hesitarei
Em deixar para fazer outro dia
Que, até, quem sabe, possam ser amanhãs...

O que existe agora é a noite,
Pairando sobre todas as coisas que nos são
Inanimadas;
E, do que ainda resta para a chuva lavar,
Não há nada tão puro que esta misericórdia não mereça.

O que há agora é efêmero;
Como um relâmpago que vem de surpresa:
Por mais que os admiremos, por mais que nos encante,
Não tornaremos a ver de novo a sua luz.

Nada há de novo; bastam as coisas velhas
Que nem mesmo conhecemos e já nos cansamos;
Basta este descobrir contínuo de novas tonalidades
Para cores já tão antigas e apagadas. 

Nada há além do que sempre existiu;
Nada além do que sempre esteve diante dos nossos olhos
E não soubemos enxergar;
E algo novo se faz desnecessário,
Quando tanta coisa ainda está implícita.

Há uma brisa que corre para todos os lados
Sem ser vista; há as folhas que caem das grandes oliveiras
Para serem devoradas pelos insetos
Ou para secarem e perecerem na infimidade das suas almas.

Não obstante, existe uma vida solta;
Um passado que não compromete
Nem tampouco glorifica
E ainda existe uma gloria incrustada em cada gota.

Há o que a chuva não dissolve; há o êxito
Que seca na argila o pesar de suas pegadas
Para que possas caminhar por entre os ínfimos
Que, pela chuva, as tiveram apagadas.
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