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@classicos há 1 ano
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Livro: O Falso Dom Henrique V Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1953. O Falso Dom Henrique V é uma obra de Lima Barreto que apresenta um personagem que, em sua busca por ascensão social, se coloca em uma posição de farsa e engano. Através dessa narrativa, o autor explora temas como a ambição, a hipocrisia e as armadilhas da sociedade carioca do início do século XX. A obra é um exemplo do olhar afiado de Lima Barreto sobre as relações sociais e a crítica que ele fazia à desigualdade e aos jogos de poder da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Cemitério dos Vivos Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1953 O Cemitério dos Vivos é um romance inacabado e autobiográfico de Lima Barreto, baseado em sua experiência de internação no Hospital Nacional de Alienados, no Rio de Janeiro. A obra apresenta uma crítica contundente ao sistema psiquiátrico da época e à sociedade que marginalizava aqueles considerados "indesejáveis". O protagonista, Vicente Mascarenhas, reflete sobre sua vida e sobre o tratamento desumano recebido na instituição, levantando questionamentos sobre loucura, exclusão e preconceito. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Caçador Doméstico Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1921. O Caçador Doméstico é um conto de Lima Barreto que mantém seu tom crítico e satírico ao retratar aspectos da sociedade brasileira do início do século XX. Com sua narrativa envolvente e irônica, o autor explora temas como hipocrisia, desigualdade social e as contradições presentes na vida cotidiana. Assim como em outras de suas obras, Lima Barreto utiliza sua escrita para denunciar injustiças e refletir sobre a realidade dos menos favorecidos. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Numa e a Ninfa Autor: Lima Barreto Lançamento: 1915 Numa e a Ninfa é um romance satírico de Lima Barreto que faz uma crítica mordaz à política e à sociedade carioca do início do século XX. A história acompanha Numa Pompílio de Castro, um político ambicioso e medíocre, e sua esposa, Efigênia, apelidada de "Ninfa". Por meio dessa relação, o autor expõe o oportunismo, a hipocrisia e o jogo de interesses da elite política da época. Com seu estilo característico, Lima Barreto constrói uma narrativa irônica e ácida, reforçando sua visão crítica sobre o Brasil de sua época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Milagre do Natal Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1921. Milagre do Natal é um conto de Lima Barreto que aborda, com sua habitual ironia e crítica social, as desigualdades presentes na sociedade brasileira. A história se passa durante o período natalino, contrastando a idealização da data com a dura realidade dos menos favorecidos. Com uma narrativa envolvente e reflexiva, o autor questiona o verdadeiro significado do Natal em meio às injustiças e hipocrisias da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Marginália Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1953 Marginália é uma coletânea de textos diversos de Lima Barreto, incluindo artigos, ensaios, crônicas e reflexões sobre a sociedade brasileira do início do século XX. A obra apresenta sua visão crítica sobre temas como racismo, política, literatura e as contradições da elite intelectual da época. Com sua escrita afiada e engajada, Lima Barreto expõe a realidade dos marginalizados e reafirma seu compromisso com uma literatura voltada para a denúncia social. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Manel Capineiro Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente Manel Capineiro é um conto de Lima Barreto que traz sua marca registrada: a crítica social e o olhar atento para as desigualdades do Brasil do início do século XX. A história acompanha Manel, um trabalhador humilde cuja vida reflete os desafios enfrentados pelas classes populares. Com ironia e sensibilidade, o autor expõe as dificuldades da vida dos menos favorecidos e a hipocrisia das elites. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 1 ano
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O encantamento e a profundidade de @eliz_leao. Lindeza que fala? Declamação: setembro de 2024
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@MarU · há 1 ano
Tão lindo, tão auto biográfico. Este é um dos poemas da Eliz, que mais sinto a essência dela. E a sua voz, traz toda emoção e atmosfera nestes cenários tão lindos, que você escolhe o para trazer. Sou encantada com estes talentos tantos, minhas duas grandes amigas, queridas! Amucês.
@Albertobusquets · há 1 ano
😍👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻💞
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 051 O Amor entre o 5 e o 7 Não se dividem por outros, mas sabem somar. Colhem-se inteiros: rio e margem; cálculo exato da incerteza. Dizem que são primos, sem par… E o amor se importa com isso? Não cabe em parentesco, não preenche formulário. O amor não se desculpa por ser, ainda que o mundo exija. Rótulos, fórmulas, razão: “Por que não simplificam?” Mas amor não é cálculo, não resolve lacunas. É erro bonito que vira solução. Perfeitos? Nunca foram. Quem, de fato, quer ser? O amor é sobra, é caco, é sorte. É partir e voltar sempre ao mesmo sinal. E se alguém pergunta se a união faz sentido, respondem num riso, desafiando a lógica: “O amor é primo… E primo é para sempre.” Cr💞s Ribeiro
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@MarU · há 1 ano
Tão lindo! Apesar que não entendo muito de números primos. 😅🙃❤️ Amucês…
@Albertobusquets · há 1 ano
Perfeito, e único! 😍🥹💞🌞
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@classicos há 1 ano
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Livro: Histórias e Sonhos Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1920 Histórias e Sonhos é uma coletânea de textos que reúne contos e crônicas de Lima Barreto, explorando temas como desigualdade social, racismo, burocracia e as contradições da sociedade brasileira do início do século XX. Com sua escrita crítica e irônica, o autor mescla realidade e imaginação, dando voz a personagens marginalizados e denunciando as injustiças do seu tempo. A obra é um reflexo da genialidade literária de Lima Barreto, mostrando seu compromisso com a literatura como instrumento de crítica social. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Foi Buscar Lã... Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1915 Foi Buscar Lã... é um conto de Lima Barreto que reflete sua crítica social e ironia afiadas. A história acompanha um personagem que, ao tentar tirar vantagem de uma situação, acaba sendo enganado e sofrendo as consequências. O título faz referência ao ditado popular "Foi buscar lã e saiu tosquiado", indicando que aqueles que tentam enganar podem acabar sendo as verdadeiras vítimas. Como em muitas de suas obras, Lima Barreto usa a narrativa para satirizar a sociedade e suas hipocrisias. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Eficiência Militar Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1956 Eficiência Militar é um ensaio satírico em que Lima Barreto critica a estrutura militar brasileira e sua burocracia. Com seu estilo irônico e mordaz, o autor expõe as contradições e o elitismo do sistema castrense, questionando a verdadeira eficiência das forças armadas no Brasil da época. A obra reforça sua postura crítica contra instituições que perpetuavam desigualdades e injustiças sociais. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Diário Íntimo Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1953 Diário Íntimo é uma coletânea de anotações pessoais de Lima Barreto, onde o autor expressa suas angústias, reflexões e críticas sobre a sociedade, sua carreira literária e sua vida pessoal. O livro revela seu sofrimento com o racismo, sua luta contra o alcoolismo e a solidão, além de suas frustrações com a elite intelectual da época. Com um tom profundamente melancólico e confessional, a obra oferece uma visão única da mente de um dos maiores escritores brasileiros. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Crônicas Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicadas originalmente em periódicos entre 1904 e 1922 As Crônicas de Lima Barreto são textos curtos que retratam, com ironia e perspicácia, a realidade social, política e cultural do Brasil do início do século XX. Publicadas em jornais e revistas, suas crônicas abordam temas como racismo, burocracia, desigualdade social, corrupção e os desafios da vida nos subúrbios cariocas. Com sua escrita afiada e engajada, Lima Barreto critica a hipocrisia das elites e dá voz aos marginalizados da sociedade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Contos de Lima Barreto Autor: Lima Barreto Lançamento: Vários contos publicados entre 1904 e 1922 Contos de Lima Barreto reúne diversas histórias curtas do autor, abordando temas como racismo, desigualdade social, burocracia estatal, hipocrisia da elite e a dura realidade dos subúrbios cariocas. Com um estilo marcado pela ironia e pela crítica social, Lima Barreto constrói personagens que refletem as injustiças da sociedade brasileira do início do século XX. Alguns dos contos mais conhecidos incluem A Nova Califórnia, O Homem que Sabia Javanês, O Mistério de Boca do Inferno e Cló. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Clara dos Anjos Autor: Lima Barreto Lançamento: Publicado postumamente em 1948 (escrito entre 1922 e 1923) Clara dos Anjos é um romance que denuncia o preconceito racial e social na sociedade brasileira do início do século XX. A história acompanha Clara, uma jovem negra e ingênua que vive em um subúrbio do Rio de Janeiro. Ela se apaixona por Cassi Jones, um homem sedutor e sem caráter, conhecido por enganar moças inocentes. A obra critica as injustiças enfrentadas pelas mulheres negras e as desigualdades estruturais da época, sendo um dos trabalhos mais marcantes de Lima Barreto. #domíniopúblico #Clássicos
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@edsonbas há 1 ano
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Aquele senhor no ponto de ônibus me parecia simpático, tinha um semblante tranquilo, uma cara de felicidade. Era um daqueles senhores que usa uma boina de abotoar a aba, pulôver, cachecol, calça social e sapatos sempre muito bem engraxados. Levava um guarda-chuva, que também usava como bengala e dois óculos, um no rosto e o outro pendurado no pescoço, os dois tinham aquelas cordinhas para que ele pudesse ir trocando entre um e outro conforme precisasse enxergar de perto ou de longe. Perguntei se meu ônibus parava naquele ponto, me respondeu que sim, era o mesmo que ele iria pegar. Ficamos esperando, mas não nos falamos mais. Quando o ônibus chegou, só estavam lá dentro o motorista e o cobrador. Entrei e me sentei. Logo em seguida, o senhor entrou e me perguntou, já se sentando, se poderia se sentar do meu lado. Sem ter escolha, eu disse que sim. Ele tirou do bolso da camisa que usava por baixo do pulôver um maço de dinheiro, lambeu o dedo e passou uma nota, lambeu novamente e passou outra e mais uma. Terminado este ritual nojento, ele esticou o braço, esbarrando na minha cara, e entregou o dinheiro ao cobrador. Seu perfume era o Lancaster e ele havia usado uma quantidade exagerada, quase sufocante. Infelizmente, mal sabia eu que o pior ainda estava por vir. De todos os tipos de chato, acho que o pior é o que fica cutucando enquanto conversa com a gente, como se tivesse que chamar a nossa atenção o tempo inteiro por estarmos ignorando o que ele fala. Alguns cutucam no ombro com um ou dois dedos, outros com o cotovelo no braço e, os campeões da chatice, os que ficam dando tapinhas no antebraço. Se existe alguma coisa mais irritante do que isso, ainda não me foi apresentada, e torço para que nunca seja. As histórias da infância e adolescência dele numa cidadezinha do interior, onde todos se conheciam e as casas não precisavam de muros, as portas podiam ficar destrancadas, as bicicletas no passeio, porque não tinha tantos bandidos como hoje e mais alguns causos, até que eram interessantes, mas se tornavam infinitos, assim como a viagem de ônibus que estávamos fazendo, por causa dos tapinhas no meu antebraço seguidos de um “vai escutando”. Aquilo chegava a gelar a espinha e arrepiar os pelos do corpo inteiro. Meu braço estava apoiado na minha coxa, tentei escapar segurando no encosto do banco da frente, mas os tapinhas foram junto, como se fossem um inseto que pousa no braço da gente e não quer sair, só sai quando batemos a mão para espantar, mas com aquela mão não dava para fazer isto. O ônibus leva meia hora para ir do centro até o ponto final, que fica em frente à minha casa, mas neste dia havia acontecido um acidente que deixou o trânsito tão lento que o trajeto levou uma hora e meia. Eu já não conseguia mais prestar atenção no que aquele senhor falava, nem pensar em mais nada. Minha mente agora só conseguia ficar contando os tapinhas. Ao todo foram 365, um para cada dia do ano, até finalmente chegarmos ao nosso destino. Sim, ele foi sentado do meu lado até o meu ponto. Descemos do ônibus e, antes que eu conseguisse atravessar a rua, ouvi um “até amanhã” e ganhei mais um tapinha no antebraço. O ano era bissexto.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 51- Fale sobre um livro que você não entendeu ou teve bastante dificuldade para entender. #Link365TemasLivros
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@Albertobusquets · há 1 ano
LACAN, Jacques. O Seminário XI.
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #𝕊𝕖𝕟𝕤𝕚𝕓𝕚𝕝𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 Frase do dia: "Se meus olhos mostrassem a minha alma, todos, ao me verem sorrir, chorariam comigo." — Kurt Cobain Datas comemorativas de hoje, 20 de fevereiro de 2025: Dia Mundial da Justiça Social Dia Nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo Aniversariantes: Kurt Cobain (1967) Rihanna (1988) Cindy Crawford (1966) Olivia Rodrigo (2003) Kelsey Grammer (1955)
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