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@edsonbas há 1 ano
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Perna (Nanoconto) A perna subia, girava e descia. Depois repetia. E mais uma vez. Os braços sempre acompanhando, no mesmo ritmo e com o mesmo vigor. Alguns saltos também foram executados. Essa foi a história de um cisne.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 181 Hoje é dia de Beleza!
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Dicas de inspiração para escritores iniciantes: Leia de tudo, mas especialmente do seu gênero. King lê cerca de 70 a 80 livros por ano. Tenha uma rotina. Crie um ambiente favorável, sente-se à mesma hora e escreva com constância. Não espere inspiração. Ele acredita que o hábito é mais confiável que a musa. Ouça os personagens. King escreve sem saber exatamente o final: ele deixa os personagens guiarem a história. Aceite o fracasso. Antes de ser publicado, ele recebeu dezenas de cartas de rejeição. Guardava todas em um prego na parede.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Não conseguiu ir à Bienal do Livro no Rio? Ou deixou algum título passar? Sem problemas! A Biblioteca do site Literúnico já conta com mais de 900 obras cadastradas, e muitos dos livros mais vendidos do evento estão lá, com link direto para compra. 👉 Acesse: https://www.literunico.com.br/books Agora confira os 10 títulos mais vendidos da Globo Livros na Bienal 2025: 1.Assistente do vilão, de Hannah Nicole Maehrer 2.No ritmo do jogo, de Bal Khabra 3.Uma janela sombria, de Rachel Gillig 4.Minha melhor parte, de Hannah Bonam-Young 5.Maxton Hall: Salve-me, de Mona Kasten 6.A mecânica do amor, de Alexene Farol Follmuth 7.A redoma de vidro, de Sylvia Plath 8.Este é um corpo que cai mas continua dançando, de Igor Pires 9.Quinze dias, de Vitor Martins 10.Tá na história Brasil, de Thiago Gomide 📚 Todos esses títulos estão disponíveis na nossa Biblioteca, prontos para entrar na sua estante, ou na sua próxima leitura. Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/estes-foram-os-livros-mais-vendidos-da-bienal-do-livro-rio-2025/
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Onomedovento(ACrônicadoMatadordoRei–Livro1)</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/532'><strong>O nome do vento (A Crônica do Matador do Rei – Livro 1)</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 38/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde o território é linguagem e o personagem principal não é apenas um ser, mas uma voz, um fluxo de pensamento que cenários com analogias sociais.<br /> <br /> Só consegui pensar no livro O Nome do Vento e no personaagem Chandriano. Acho que ele se encaixa bem no desafio. <br /> <br /> O Chandriano não é um personagem único, mas sim um grupo misterioso e temido no universo do livro "O Nome do Vento", de Patrick Rothfuss. Eles são figuras centrais na mitologia da história e estão ligados a eventos sombrios e sobrenaturais.</p>
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 176 um livro onde o território é linguagem e o personagem principal não é apenas um ser, mas uma voz, um fluxo de pensamento que cenários com analogias sociais. Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa. Neste livro, o território é a própria linguagem. O sertão não é apenas cenário é pensamento, é ritmo, é sintaxe. A narrativa é conduzida por Riobaldo, ex-jagunço que conta sua história em um longo monólogo, onde o tempo se dobra, a memória se embaralha e a fala se torna um rio que arrasta tudo. O personagem não é apenas um ser: é uma voz que pensa o mundo enquanto o narra.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 175 um livro onde a política é pensada a partir da dúvida, e não da doutrina, obras em que o autor questiona as estruturas. Passeio com o gigante, de Michel Laub. Laub escreve como quem interroga o mundo com um gravador ligado e o coração em suspenso. O livro, lançado em 2024, acompanha um protagonista que caminha por uma cidade em ruínas — física e moralmente — enquanto grava áudios para um interlocutor ausente. A política aqui não é bandeira, é ruído de fundo, é dúvida que atravessa o corpo. O narrador não tem respostas, mas carrega perguntas que incomodam: o que é ser justo num país injusto? o que resta quando a linguagem falha? Política como inquietação, não doutrina Laub tensiona temas como fascismo, memória, masculinidade e crise ética sem cair em panfletos. A estrutura do romance é fragmentada, ensaística, e mistura ficção com reflexão, como se o próprio ato de narrar fosse um gesto político. A dúvida é o motor da narrativa, e o leitor é convidado a caminhar junto, sem mapa.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 174 um livro em que a terra não é cenário, mas destino, obras onde o vínculo com o solo é sagrado, político, inevitável. Quando a terra dá e tira, e quem a habita precisa aprender a colher sem esquecer que também é colhido. Torto Arado, de Itamar Vieira Junior. Neste romance, a terra não é cenário, é destino, maldição e promessa. A história acompanha as irmãs Bibiana e Belonísia, filhas de trabalhadores rurais em uma fazenda no sertão da Bahia. Desde a infância marcada por um acidente brutal, elas crescem em meio a tradições, silêncios e lutas por sobrevivência. A terra que cultivam é também a terra que as prende e que, aos poucos, se revela como espaço de resistência, espiritualidade e pertencimento. O romance entrelaça religiosidade afro-brasileira, ancestralidade e crítica social. A terra dá, mas também exige. E quem a habita precisa aprender a escutar seus ciclos, suas dores, seus segredos. A linguagem de Itamar é lírica, mas firme, como quem escreve com os pés descalços no chão batido.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 173 um livro em que a narrativa se dá de dentro para fora, onde o mundo é percebido por um sujeito obsessivo, atormentado, e a linguagem revela não os fatos, mas os labirintos da mente. O Túnel, de Ernesto Sabato. Tudo nele é visto por dentro: e esse “dentro” é um abismo. O narrador, Juan Pablo Castel, é um pintor obsessivo que confessa, logo na primeira linha, ter assassinado a mulher que amava. A partir daí, o livro se transforma em um mergulho claustrofóbico na mente de um homem atormentado, paranoico, que tenta justificar o injustificável. A realidade externa importa menos do que os desvios da percepção, os silêncios interpretados como sinais, os gestos mínimos que se tornam labirintos. A escrita de Sabato é seca, precisa, mas carregada de tensão. Não há floreios, há cortes. A linguagem revela não os fatos, mas os delírios, as repetições, os pensamentos circulares de um sujeito que tenta desesperadamente dar sentido ao caos interno. É uma narrativa de dentro para fora, onde o mundo é deformado pelo olhar de quem o observa.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 172 um livro onde o desejo é o foco e a ruptura, obras em que amar, querer não é leveza, mas uma dificuldade, é conflito ou quebra do tradicional. Os Detetives Selvagens, de Roberto Bolaño. Porque o amor aqui não é consolo, é abismo. O desejo, em todas as suas formas (erótico, literário, existencial), move os personagens como uma febre. A trama acompanha dois jovens poetas — Ulises Lima e Arturo Belano — em busca de uma poeta desaparecida no México dos anos 1970. Mas essa busca é só o pretexto: o que se desenrola é uma odisseia de rupturas, exílios, paixões fracassadas e identidades em trânsito. Amar, neste livro, é sempre um gesto de risco. Os personagens desejam com intensidade, mas nunca com leveza. O amor é atravessado por política, por distância, por silêncio. O querer é sempre também um perder-se. E a linguagem de Bolaño — fragmentada, polifônica, pulsante — reflete esse desejo que não se encaixa no mundo.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 171 um livro em que a trama se desdobra como um código a ser decifrado, obras em que símbolos, pistas e referências ocultas guiam o enredo, e o conhecimento se transforma em ferramenta de sobrevivência. O Código Da Vinci, de Dan Brown. A trama acompanha Robert Langdon, professor de simbologia religiosa, que se vê envolvido em uma investigação após o assassinato de um curador do Louvre. O corpo é encontrado com símbolos gravados e pistas escondidas que levam a uma corrida contra o tempo por Paris e Londres. Cada pista é um fragmento de um quebra-cabeça maior, envolvendo sociedades secretas, obras de arte, criptografia e interpretações alternativas da história cristã. Langdon e sua parceira, Sophie Neveu, precisam decifrar códigos, anagramas e símbolos ocultos para escapar de perigos reais. O conhecimento histórico, artístico e religioso não é apenas pano de fundo é a chave para sobreviver.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 170 um livro onde a palavra foi usada como instrumento direto de libertação, não como alegoria, obras em que a escrita salvou vidas, derrubou muros, rasgou leis injustas. Livros que provam que ler também é resistir. A Casa na Rua Mango, de Sandra Cisneros. Embora seja uma obra de ficção breve e delicada, o livro é um verdadeiro manifesto de libertação. A protagonista, Esperanza Cordero, é uma menina latina que cresce em um bairro pobre de Chicago. Mas ela não aceita o destino que lhe foi imposto — e encontra na escrita o caminho para sair, para resistir, para existir. Como ela mesma diz: “Um dia vou sair daqui com meus próprios livros, com minhas próprias palavras.” Escrita como salvação A escrita não é metáfora: é ferramenta. Esperanza escreve para não ser silenciada, para não ser engolida pelo machismo, pela pobreza, pelo racismo. Cada vinheta do livro é um gesto de afirmação, uma recusa ao apagamento. A linguagem é simples, mas carregada de potência — como se cada frase fosse uma chave abrindo uma porta trancada. O livro se tornou leitura obrigatória em escolas dos EUA e símbolo da literatura chicana. Inspirou gerações de mulheres a escreverem suas próprias histórias e é estudado como exemplo de como a ficção pode ser um ato de resistência civil.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 169 um livro onde o autor tenha usado a escrita para recusar o apagamento, obras que enfrentam regimes, comissões, censuras, perseguições ou cancelamentos, onde a literatura se torna documento de resistência civil. K., de Bernardo Kucinski. O romance é inspirado na história real da irmã do autor, desaparecida durante a ditadura militar brasileira. A narrativa acompanha um pai — judeu, imigrante, professor universitário — em busca da filha que some sem deixar vestígios. Mas o que poderia ser apenas um drama familiar se transforma em um documento de resistência civil, onde a ficção denuncia o silêncio, a censura e a brutalidade do regime. Literatura como recusa ao apagamento Kucinski usa a escrita como forma de preservar a memória dos que foram calados. O livro não oferece respostas fáceis, mas constrói um mosaico de vozes, documentos e fragmentos que revelam o horror da repressão e a impotência diante do Estado. É uma obra que não deixa esquecer e por isso mesmo, transforma a dor em gesto político.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 168 um livro onde a literatura ousa tocar o sagrado, não para negá-lo, mas para interrogá-lo, obras em que o mito, a religião, a fé ou os dogmas são desconstruídos, tensionados e reinventados pela narrativa. A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro. Apesar de não ser uma obra religiosa, o romance tensiona dogmas com humor, erotismo e filosofia. A narradora — uma senhora de 68 anos — faz uma confissão sem censura sobre sua vida sexual, mas o que parece escandaloso à primeira vista se revela uma meditação sobre liberdade, culpa e moralidade. A fé, o pecado e o corpo são revisitados com ironia e profundidade, como se a literatura fosse um altar profano onde o sagrado é interrogado sem medo.
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Velho da Horta Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI O Velho da Horta é uma comédia breve e divertida de Gil Vicente, centrada nas ilusões amorosas de um velho que se apaixona por uma jovem que visita sua horta. A peça critica com leveza o ridículo da paixão tardia e os enganos do desejo, expondo o contraste entre juventude e velhice. Com personagens simples e linguagem acessível, Vicente constrói uma narrativa cômica que retrata o cotidiano com inteligência e graça. A obra é um exemplo do talento do autor para transformar situações comuns em teatro vivo e reflexivo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Farsa de Inês Pereira Autor: Gil Vicente Lançamento: 1523 A Farsa de Inês Pereira é uma das obras mais conhecidas de Gil Vicente e um marco do teatro cômico português. Escrita com leveza e ironia, a peça retrata a história de Inês, uma jovem sonhadora que deseja casar-se por interesse e status. Ao rejeitar um pretendente simples e aceitar um marido culto e nobre, acaba presa em um casamento infeliz. Com humor mordaz e crítica social, Gil Vicente expõe a hipocrisia, o machismo e as ilusões românticas da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Auto da Mofina Mendes Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Mofina Mendes é uma peça que mistura elementos trágicos e cômicos para retratar a figura de Mofina Mendes, uma mulher pobre, simples e cheia de esperteza. A personagem, ao mesmo tempo cômica e comovente, representa o povo humilde e suas dificuldades diante das estruturas sociais da época. Com crítica sutil e uma linguagem viva, Gil Vicente constrói uma narrativa onde o riso e a dor se entrelaçam, revelando as contradições da condição humana. Uma joia do teatro vicentino que dá voz aos marginalizados com inteligência e sensibilidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Auto da Feira Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Feira é uma peça alegórica em que Gil Vicente transforma uma feira popular em metáfora da vida humana. Nessa feira, produtos simbólicos representam virtudes, pecados e escolhas morais, revelando a fragilidade das decisões humanas diante das aparências e da vaidade. Com sua típica mistura de crítica social, religiosidade e humor, o autor propõe uma reflexão sobre o valor das ações e a futilidade das ambições mundanas. A obra combina elementos do teatro profano com a tradição do teatro moral medieval. #domíniopúblico #Clássicos
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