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Publicações de pessoas, em ordem cronológica
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@uiaramei há 2 meses
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Olá, comunidade do Literunico! Acabei de subir mais uma obra minha. Sem Sombra de 2016, somente 202 páginas. É um romantasia. Espero que gostem. Sinopse: Um segundo pode mudar duas vidas para sempre. Na pacata Crostford, Fernanda e Rafael habitavam mundos opostos. Ela conhecia a simplicidade; ele, o peso de uma riqueza considerável. Não havia motivos para se aproximarem, até que o destino interveio da forma mais violenta possível. Após um grave acidente automobilístico, a vida de Fernanda fica nas mãos de um desconhecido. Ela implora por ajuda. Ele faz a escolha de mantê-la viva. Mas a sobrevivência é apenas o começo de uma jornada intensa e cheia de transformações. Em meio a um turbilhão de mudanças, Fernanda se vê diante do maior desafio de sua vida: tocar a alma de um homem que há muito tempo fechou o coração para o mundo.
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@MarU há 2 meses
Público
#desafio 292 —Mãe de carga— Então… ventava lá fora, estava escuro e fazia frio. A lua penitente com benevolência projetava sua luz e por alguns dias, iluminava o caminho. Ela estava cansada e segurava a mão um filho. Ela estava determinada a encontrar segurança e abrigo. A Terra girava, o sol a açoitava nos dias, as noites o frio. Ela não tinha nada, mas sempre encontrava um jeito de resistir e seguiu. Uma mulher com coragem encara a dor com amor e faz o milagre possível. Caminhando passo a passo, hora sangrando, hora sorrindo. Seu caminho é escolha e é difícil… mas guia-se pelo que vê de mais bonito: O filho. Se falar que não precisa de nada, está errada! Precisa apenas do amor, para completar o que era vazio. MarU
Últimas respostas
@rodrigosantos · há 1 mês
Nem sempre, quase nunca, a dor das mães é vista
@rodrigosantos · há 1 mês
Que texto lindo!
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@MarU há 2 meses
Público
#desafio 291 —Rumo ao infinito— Não sou sereia, apesar do “mar”, mas estou voltando pra casa; longe da terra, cansada… não quero mais ter que andar por essa terra empoeirada usando salto. Nem nadar em águas salgadas, contra a correnteza no oceano vasto, que me arrasta. Quero adentrar o barco, navegar distante, onde minha alma veleja em uni-versos. Onde a doçura da água, ou o sal, sejam poemas e não dilemas. Onde eu apenas veja a beleza do mar, nas águas… aprofunde meus pensamentos, mergulhe em mim mesma e, às vezes, regue minha clareza em vinho tinto, na taça. Tomada por incertezas, mas ciente de que aqui, a navegar, não as necessito. No vento, me deixo levar. E vou... rumo ao infinito. MarU