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@jjr há 1 ano
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||| Faixa branca, linhas em sincrônia. Pés apressados deslizam. Todos os lados. Multi arranha-céus Metropolizando multidões. ||| JJr.
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@jjr há 1 ano
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~§§§~ Beleza de formas cativantes agraciam nossos seres. Gestos, trejeitos e olhares mesmo que distantes. Uma conversa, um momento, uma lembrança. Um silêncio, um aroma, uma esperança. Talvez ... nada disso ou apenas o jeito de criança. ~~~§§§~~~ JJr.
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@literunico há 1 ano
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#Dia 345 Obstinação Não curva a fronte ao desengano, Nem cede ao canto vil da desistência. Obstinação é o ato insano Que ataca, mas guarda consistência. Enquanto o mundo exausto esmorece, Ela finca os pés, renega o chão. Obstinação jamais adormece, Mas rumina a dor com precisão. É verbo seco, sem ornamento, É lâmina surda, é sal do inculto Não quer louvor, nem seu livramento, Segue contra o vão indulto Ri da clemência, ignora o alarde, Não mendiga paz, nem distração. Obstinação é vontade que arde Com o frio ingênuo da contradição. Não busca a glória, busca o intento, Não teme o riso da multidão. É voto escuro, é juramento: Erra mil vezes, mas não deixa a missão. Eder B. Jr.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 170 *“Bom dia!” Acalorado* De olhos fechados, deitados, eu me viro e você sente meu cheiro adocicado. A textura sedosa e fria dos meus cabelos cacheados aguça seus sentidos, me explora… Aninha o rosto na minha nuca, sente meu perfume feminino e o calor da minha pele… nua… Se afoba, eufórico… me cheira, me roça… delira, me beija, com instinto fareja… “Fêmea no cio”, invoca. Se achega mais perto do meu corpo… vem viril! Abraça-me, aconchegado, com essas mãos fortes na minha cintura… arrepio. Me puxa com jeitinho, colado… Se excita, me desperta… encharcada e sedenta, com este “bom dia!” acalorado, me tenta. Me devora! MarU
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 45 Comente na Biblioteca em um livro onde o mundo rural é tratado com profundidade poética e social, não como ideal bucólico, mas como espaço de afetos complexos, de luta por permanência e de beleza que resiste ao tempo. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 183 A Terra Também Sonha No campo, o tempo tem outro ritmo. O silêncio fala mais. E o amor, quando brota, vem com calo nas mãos e terra nos pés. Não há luxo. Há vínculo. Com a terra, com os gestos, com o outro. E nisso, há uma forma de beleza que nenhuma modernidade consegue roubar. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#Romancescampestres</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/948'><strong>Romances campestres</strong></a></p>
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 44 Comente na Biblioteca em um livro onde a narrativa se constrói como uma jornada espiritual, obras em que o personagem principal busca mais que respostas, busca escuta, silêncio, desapego e a sabedoria que só vem depois da queda. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 182 O Som Que o Rio Ensina Sidarta não corre. Ele observa. Deixa os mestres, os amores, as palavras, e até o próprio nome. Porque há verdades que não se aprendem, apenas se habitam. A sabedoria não se oferece ela se revela no cansaço, no desapego, na escuta da água que nunca para, mas sempre se mantém. O rio, então, fala. Mas só quem se desprendeu consegue ouvir. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#Sidarta</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/949'><strong>Sidarta</strong></a></p>
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 169 *Dulcedo* Adoça minha vida, um pouco mais, faz meu dia belo. À beira-mar, brisa. Na areia, luz solar. Entoa cantos, lisonjeia… Incendeia meu olhar. Adoça minha vida, o quanto quiser adoçar. Faz meu dia caramelo… Amar dulcedo, sê-te belo. Area com esmero, nosso elo, encantando-me, te amar. Até, enfim, sem perceber… Não partir, querer ficar. MarU
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@maedovankar há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/125' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Prólogo" completo</a></p></div>
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 168 *Looping sem fim* O mundo dá voltas e, numa dessas, parei no tempo! Num único momento: envolta e querida, no aconchego do seu peito… em seus braços, num abraço terno, eterno. Parei o tempo de propósito, só pra mim! Revivendo, revivendo, revivendo… Num looping sem fim. MarU
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 167 *Nos Meus Olhos* Se olhasse nos meus olhos, veria íris que se movem, pupilas negras e uma pinta. Olhos grandes, com sua imagem refletida. Se olhasse nos meus olhos, talvez leria minha mente! Adentraria minha alma olhar adentro. O olhar revela, não mente. Se olhasse nos meus olhos e, em verdes douros, se perdesse, ali encontraria seu norte, sua sorte: viver o mundo, em meu olhar, pra sempre… dentro de mim, eternamente. MarU
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@JuNaiane · há 1 ano
Amei 🥰
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 166 *Danço com a Morte* Conheci a voz da sua fala: um suspiro, um acalento. Conheci a obscuridade nos seus olhos, um abismo… tenho medo. Conheci teu cheiro, teu toque, teu beijo. Um abraço. É tudo que tenho. Conheci você, e sigo desconhecendo. Seu ardor é forte, calor intenso. Seu amor não é norte, me perco. Seu chamado é sorte, tão forte… À beira do abismo, danço com a morte. MarU
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 165 *Pietra Lazúli* Azul, bebê… meu mundo de rosas, em pares de Pietra lazúli, observa. Delicadeza, mãos de principessa, curiosa, nossa riqueza! Que festa. Amor de irmã, amor da tia. Amor, seja bem-vinda! De portas abertas. MarU
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@ricardovillardo há 1 ano
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@tamarasfawkes há 1 ano
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OLÁ, colegas escritores e leitores!!! Agora temos um grupo interativo e organizado no Telegram para o nosso @literunico Você vai poder entrar em contato e bater um papo com quem faz parte da comunidade aqui, além de divulgar seus links e obras. Entre agora: https://t.me/+JSmwY-IBxSgwNzNh Ajude compartilhando!
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@adrielly-figueiredo-jzeKs há 1 ano
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allyfigueiredo 2/7/2025 https://www.threads.com/@allyfigueiredo/post/DLnaUaexmBd
Traduzido automaticamente do inglês.
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allyfigueiredo 2/7/2025 https://www.threads.com/@allyfigueiredo/post/DLnaUaexmBd
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@classicos há 1 ano
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Livro: Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto é um poema que ilustra a valorização do efêmero e do natural em Alberto Caeiro. Ele prefere o voo simples e livre de uma ave, que não pretende deixar marcas, ao esforço humano de buscar significado ou permanência. Para Caeiro, a beleza está justamente naquilo que é passageiro e não precisa justificar-se. O poema é um manifesto contra o apego ao simbólico, reafirmando sua crença de que viver é simplesmente ver, sentir e deixar passar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Ah! Querem uma luz melhor Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Ah! Querem uma luz melhor é um poema em que Alberto Caeiro critica a busca por explicações e sentidos mais “elevados” do que aquilo que a natureza já oferece. Para ele, a luz do sol basta — não é preciso uma “luz melhor”. O poema é um convite à aceitação do mundo tal como ele é: simples, direto, suficiente. Caeiro recusa qualquer transcendência ou simbolismo; para ele, a verdade está no que se vê e no que se sente, sem filtro nem interpretação. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Agora que sinto amor Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Agora que sinto amor mostra um lado sensível de Alberto Caeiro, sem abandonar sua visão naturalista. Ao falar do amor, ele o trata como algo que simplesmente acontece — como o sol que brilha ou a flor que nasce. Para Caeiro, o amor não precisa ser compreendido, apenas sentido. O poema rejeita idealizações ou explicações: o sentimento é verdadeiro justamente porque é espontâneo, livre de intenções ou reflexões. Amar, assim como viver, é aceitar o que é. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Acordo de noite subitamente Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Acordo de noite subitamente é um poema que retrata um momento de vigília simples e silenciosa. Alberto Caeiro descreve a experiência de acordar no meio da noite e apenas estar presente — sem medo, sem pensamentos profundos, apenas consciência do instante. O poema reforça a ideia de que não é preciso buscar sentidos ocultos na vida; estar acordado e atento já é suficiente. É mais uma prova de sua filosofia da simplicidade: sentir o agora, como ele é, sem interpretar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Acho tão natural que não se pense Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Acho tão natural que não se pense expressa a convicção central de Alberto Caeiro de que o pensamento excessivo nos afasta da realidade. O poema defende uma vivência direta do mundo, sem mediações intelectuais. Caeiro valoriza o que é simples, o que se percebe pelos sentidos — e considera o ato de pensar uma complicação desnecessária diante da natureza. Para ele, viver é ver e sentir, e isso basta. Essa visão se opõe à tradição filosófica e mostra a poesia como uma forma de presença, e não de reflexão. #domíniopúblico #Clássicos
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