Livro: A água chia no púcaro que elevo à boca
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A água chia no púcaro que elevo à boca é um poema que exemplifica a atenção sensorial e imediata de Alberto Caeiro à realidade. A imagem simples do som da água ao ser bebida se transforma em poesia pelo olhar despretensioso do autor. Caeiro valoriza o instante vivido, sem procurar sentidos ocultos ou interpretações filosóficas. O gesto cotidiano se torna completo em si mesmo — natural, concreto e verdadeiro. Assim, o poema expressa sua crença de que a beleza está nas pequenas coisas percebidas com clareza.
#domíniopúblico
#Clássicos
Livro: A noite desce, o calor soçobra um pouco
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A noite desce, o calor soçobra um pouco é um poema marcado pela serenidade e contemplação naturalista típica de Alberto Caeiro. Com linguagem clara e despojada, ele descreve a transição do dia para a noite como um acontecimento simples e suficiente, sem necessidade de interpretações. O frescor que chega com o cair da noite é sentido com plenitude, e isso basta. Neste poema, Caeiro reforça sua filosofia de que o essencial está em ver e sentir, sem transformar a realidade em símbolo ou enigma.
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#Clássicos
Livro: A manhã raia
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A manhã raia é um poema em que Alberto Caeiro celebra o nascer do dia com a simplicidade e a presença característica de sua poesia. Sem metáforas ou reflexões abstratas, ele observa o amanhecer como um fato natural e completo em si mesmo. O poema convida o leitor a acolher o mundo tal como ele é, sem questionamentos ou interpretações ocultas — apenas com o olhar limpo de quem está atento ao presente. Mais uma vez, Caeiro transforma o cotidiano em poesia através da aceitação serena da realidade.
#domíniopúblico
#Clássicos
Livro: A guerra que aflige com seus esquadrões
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A guerra que aflige com seus esquadrões é um poema em que Alberto Caeiro, fiel à sua visão direta e natural do mundo, contrapõe a violência e o absurdo da guerra à simplicidade da existência. Sem recorrer a discursos ideológicos ou abstratos, ele observa a guerra como um desvio do viver natural. O poema reforça a crítica de Caeiro à artificialidade das criações humanas e reafirma seu desejo de uma vida guiada pela percepção sensível e pacífica das coisas.
#domíniopúblico
#Clássicos
Livro: A espantosa realidade das cousas
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A espantosa realidade das cousas é um dos poemas mais representativos da filosofia poética de Alberto Caeiro. Nele, o autor afirma que a realidade não precisa de explicação — basta existir. Com olhar desarmado e linguagem clara, Caeiro defende a simplicidade das coisas tal como são, rejeitando interpretações ocultas ou simbólicas. O espanto, para ele, está justamente na naturalidade do mundo, e não em algo misterioso ou além. O poema é um convite à contemplação direta da vida, celebrando o real com humildade e sinceridade.
#domíniopúblico
#Clássicos
Livro: A criança que pensa em fadas
Autor: Alberto Caeiro
Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa)
A criança que pensa em fadas é um poema singelo e direto de Alberto Caeiro, no qual ele expressa sua visão de mundo despojada de simbolismos. Nele, a criança que acredita em fadas é contraposta ao adulto que pensa demais e vê menos. Com sua linguagem simples e natural, Caeiro convida o leitor a recuperar o olhar puro e imediato da infância, valorizando o que é visto e sentido no momento presente. O poema reflete a essência da poesia de Caeiro: ver com clareza, sem filosofar, e aceitar a realidade tal como ela é.
#domíniopúblico
#Clássicos
Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa, é conhecido por sua poesia simples, direta e ligada à natureza. Em obras como O Guardador de Rebanhos, ele expressa uma visão clara da vida, rejeitando simbolismos e buscando apenas o que é real e visível.
No perfil @classicos, vamos publicar suas obras completas que estão em domínio público, por isso, fiquem ligados nas próximas postagens do perfil.
#Desafio182
Se é pra ter um amigo imaginário…
Papo com Drummond
Ah, Carlos, andei trocando confidências com o silêncio e ele sussurrou teu nome.
Diz que você ainda acredita em anjos, mesmo os de asas tortas.
Eu também. Mas confesso: às vezes eu os alimento de desespero e café preto.
Viraram criaturas noturnas, amantes da dúvida.
E a seta? Ah, errou feio.
Mas vai ver era pra errar mesmo.
Vai ver errar é o novo acertar.
Fica tranquilo, tá?
Mesmo que o coração aperte como calça jeans lavada,
mesmo que a vida nos balance como rede velha em dia de vendaval,
o meu peito ainda abriga.
Cabe o mundo, tua tristeza, e até o estalo seco de quem nos quebra por esporte.
Coração de mulher, Carlos, é mistura de construção e demolição.
A gente tira os escombros dançando.
E ainda planta flor entre os entulhos.
Porque fé aqui é planta daninha: brota até em concreto.
Acredito sim. Acredita comigo?
Que o anjo bom já enrolou o outro num lençol pesado,
amarrou uma pedra no pescoço e mandou pro fundo.
A ferida lateja, mas já tem cheiro de cura. Tem gosto de amanhã.
Vem comigo, Drummond.
Você se enganou. E tudo bem, acontece até com os poetas.
Os suicidas não estavam certos.
A vida é crua, mas é banquete.
Vamos brindar à dor com conhaque e gargalhada.
Vamos nos perder entre estantes e hashtags.
Nos despir de ego e de medo.
Vamos chorar em verso, amar em caixa alta.
Porque, você sabe, melhor que ninguém , o tempo não é pão para guardar.
É vinho para derramar.
Vamos amar, Carlos.
Com todas as letras.
Cr💞s Ribeiro
Horas, Minutos e Segundos
Sete dias por semana,
trinta dias tem o mês.
São Vinte e quatro as horas do dia,
são sessenta os minutos da hora.
São outros sessenta, os segundos do minuto.
Com quem será que gasta o dia as suas horas?
Com que será que gasta as horas os seus minutos?
Será elas como eu e você?
Que os gasta sem nem mesmo perceber,
que os perde por motivos tão grandes
quanto os ciscos levados pelo soprar do vento?
Quantas horas leva o dia
até notar que lá se foi a sua vida?
Quantos segundos leva o minuto
até notar que já morreu
e que nunca mais retornará?
Quantos anos leva a gente
até notar que, a cada momento,
estamos mais próximos de findarmos,
como se finda o minuto?
Cada segundo, cada hora e cada minuto,
todos eles são únicos,
só se vão e nunca voltam!
Não teriam motivos pra vida ser diferente!
Por isso eu me pergunto...
Terá o minuto o mesmo medo de ser único
que eu carrego em meu peito?
Terá a hora o mesmo terror,
quando se lembra que o chegar da morte
finda tudo o que se vive?
Espero eu que nossos dias
não tenham essa consciência,
pois esse medo angustiante
nos acompanha até o último segundo.
Você já foi para Dublin? Seria capaz de se apaixonar pela pessoa mais improvável? Um livro sobre amor, superação e o preço do vício.
O garoto do moletom cinza é um romance da escritora Lola Guisá que se passa na Irlanda.
Conheci o livro a partir de um grupo de leitura coletiva.
Uma dedicatória emocionante já traz você para o clima da leitura.
A história se passa em Dublin, na Irlanda, e enquanto você vai conhecendo os personagens, vai também passando por alguns pontos desta cidade e, se ama viajar como eu, irá no Google pesquisar as fotos.
Uma garota que mal sabe inglês chega num local totalmente diferente de tudo que já viveu e lá tem que aprender o idioma, arrumar um emprego e um lugar para morar enquanto começa a se conhecer melhor.
Como se isso não bastasse, seu coração ficará dividido entre o namorado que deixou no Brasil, um professor que é um verdadeiro lorde e uma paixão inesperada e diferente de tudo que poderia imaginar.
Confesso que demorei pra entender o coração de Beatriz e a torcer pelo amor que ela escolheu, mas, ela é um encanto e tudo que eu desejei foi sua felicidade.
Ela foi superando os seus obstáculos e, com sua bondade, tentando ajudar Becan, o garoto do moletom cinza que dá nome ao livro.
Eu destaco a generosidade de Beatriz. Ela se mostra uma pessoa livre de preconceitos e capaz de assumir riscos por amor.
Além do amor são abordados temas como viver em outra cultura, escolhas, uso de drogas e suas consequências.
A história é um alerta para quem não consegue enxergar além. Inclusive foi para mim que no começo queria arrancar Beatriz de lá. Pensava: vai se meter em encrenca, sua maluca.
Eu me emocionei. Senti raiva, medo, carinho, surpresa e dor.
Esse livro é ideal para quem gosta de conhecer novos lugares através de suas leituras, para quem acredita no amor e para quem precisa reavaliar seus preconceitos.
Homenagem à George Sand ou Amantine Lucile Aurore Dupin (1804-1876).
Ela adotou o pseudônimo masculino "George Sand" para publicar seus livros, já que, na época, as escritoras mulheres sofriam preconceito e eram muitas vezes rejeitadas pelas editoras ou não levadas a sério.
Além do nome, ela também se vestia com roupas masculinas em público, o que causava escândalo — mas lhe dava liberdade de circulação e acesso a espaços reservados aos homens.
"Não existe verdadeira felicidade sem coragem, e não há coragem sem luta."
— George Sand
Romances campestres: <a href="https://www.literunico.com.br/books/948">Aqui!</a>
#aniversárioliterário
#diadecelebrarescritor
Ando assim meio distraído
sem chão sem teto sem ar
penso que não existo sim
não estou nem vou ficar
as vezes cego ou atraído
me movo e aproximo do fim
sou mariposa libélula cupim
na água fria azul da piscina
sigo a sina perdido o azar
rima confusa difusa a rimar
Edu Liguori
bianca_lorena_strong 1/7/2025 Lauren era uma médica dedicada, sua vida pacata não tinha nenhuma preocupação, até ela virar alvo de um vampiro sádico e apaixonado. A única coisa que Lauren sabia era que Erik estava atrás de um anel que ela ganhou de sua falecida avó, porém com o passar do tempo, ela descobrirá outras informações que a deixaram sem chão. Será que Lauren conseguirá fugir das garras do sedutor e obstinado Erik? Link:: amazon.com.br/dp/B0… bianca_lorena_strong 1
https://www.threads.com/@bianca_lorena_strong/post/DLjbVCOsvxG
É outra história!
(É UMA OUTRA ESÓRIA! (Versão em língua portuguesa)).
Por JJr.
E-PUB (DIGITAL) NA MULHER! (LOJA)
Uma história baseada nos grandes clássicos da literatura infantil e adulta jovem para você criar ainda mais prazer para os clássicos de autores imortais e alimentar sua fantasia com esta mistura de histórias que se tornam uma aventura fantástica para todas as idades!
Vá aqui e dê uma olhada no livro terminado!!!
Traduzido automaticamente do inglês.
Ver original
IT'S ANOTHER STORY!
(É UMA OUTRA ESTÓRIA! ((English Version))).
By JJr.
E-PUB (DIGITAL) IN THE STORE! ((LOJA))
A story based on the great classics of children's and young adult literature for you to create even more pleasure for the classics of immortal authors and feed your fantasy with this mix of stories that become a fantastic adventure for all ages!
GO HERE AND TAKE A LOOK AT THE FINISHED BOOK!!!
É UMA OUTRA ESTÓRIA! é baseado nos clássicos da literatura infanto Juvenil (Pinóquio, Peter Pan, Aladdin, João e Maria, Ali Babá, dentre outros) com suas cenas icônicas sendo transmutadas para outra estória com um novo enredo criando esta nova estória com o intuito de apresentar estes clássicos com uma citação no final de cada capítulo para os mais jovens que vão iniciar sua jornada no mundo da literatura!
JJr.
https://www.literunico.com.br/jjr/post/4997
CAPÍTULOS (PAGOS)
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