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@marcoshmartinsescritor há 3 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>:Ideia:</span> ATLANTIS LULLABYXQZLIT3ZXXQQZLIT4ZQLeia a ideia completa: <a href='https://literunico.com.br/ideas/atlantis-lullaby-6a392614dae0b'>Clique aqui</a>XQQZLIT7ZXQ
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> ATLANTIS LULLABY</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://literunico.com.br/ideas/atlantis-lullaby-6a392614dae0b'>Clique aqui</a></p>
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@marcoshmartinsescritor há 3 meses
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Venham ler meu novo conto do Universo Atlantis, A Profecia. A luta de uma jovem mãe para sobreviver com seu bebê em um mundo caótico. PDF grátis ;) https://literunico.com.br/aurora/93389
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@tibianchini há 3 meses
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Eu havia feito um miniconto (tinha limites de palavras, então eu fiquei bem "preso") e pretendia inscrever em um concurso... Mas perdi o prazo. Me digam: valeu a pena ter perdido o prazo mesmo, né? Isso jamais venceria nenhum concurso. *** NOITES BRANCAS *** Gosto de dar livros de presente. Há dois anos, por exemplo, me lembro de ter dado um "Noites Brancas", que tinha há muito tempo, para um namorado de três meses. Hoje estou sozinha. Mas é dia dos namorados, então decidi dar um presente a mim mesma. Um livro, é claro. Entro no sebo. Seção russa. E, de repente... Encontro o livro numa prateleira, espremido entre Tolstoi e Gorki. A lombada é a mesma, o vinco no canto também. Abro na primeira página e quase rio: minha letra ainda está lá, prometendo “pra sempre” como quem rabisca um lembrete qualquer. "Que este livro te lembre que os sonhadores também merecem ser encontrados." O dono do sebo não sabe explicar como o exemplar chegou ali. Não importa. Eu nem pechincho: compro o livro de volta e sento na cafeteria ao lado. Sob a dedicatória antiga, escrevo outra, menor: “Para quem ficou. Finalmente me encontrei." Fecho o livro e sorrio. O café esfria. Penso que talvez o amor seja isso: devolver o presente ao remetente certo.
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@literunico há 3 meses
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Compartilhou uma publicação de @rejoverso
Misantropoesia Ó, sistema solar funciona assim: o astro-rei vai expandir no seu fim. Ao seu redor, corpos celestes reproduzem seu comportamento ruim. Aprisiona em sua órbita tudo que puder, na gravidade da situação. Tem planeta que tenta capturar satélite e também os lança pra lá de Plutão. Planeta-anão, planeta-anão, rebaixado. Quantas luas Júpiter tem ostentado? Saturno do lado, anéis à mostra, atraindo astros pra crosta. Tudo girando em torno da estrela de quinta grandeza, que tem grandeza imposta, apenas uma estrela numa galáxia numerosa. No vácuo não se propaga o som, só a velocidade da luz do brilho de uma massa gasosa. Meio nebulosa, pisca em movimento, o passado parecendo pre...
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@rejoverso há 3 meses
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O Brasil precisa de um presidente indígena Que não entregue a terra pra alienígena Que recuse a prática da agricultura cancerígena O exército de arco e flecha, zarabatana e cara pintada Cocares nos tribunais no lugar de bíblia sagrada E se tupi-guarani fosse nossa segunda língua mais falada? Dança da chuva resolvendo a seca na caatinga Mim conjuga verbo porque portuguêsa é gringa Normalizem o nudismo e os cossplay de índia
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@rejoverso há 3 meses
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Misantropoesia Ó, sistema solar funciona assim: o astro-rei vai expandir no seu fim. Ao seu redor, corpos celestes reproduzem seu comportamento ruim. Aprisiona em sua órbita tudo que puder, na gravidade da situação. Tem planeta que tenta capturar satélite e também os lança pra lá de Plutão. Planeta-anão, planeta-anão, rebaixado. Quantas luas Júpiter tem ostentado? Saturno do lado, anéis à mostra, atraindo astros pra crosta. Tudo girando em torno da estrela de quinta grandeza, que tem grandeza imposta, apenas uma estrela numa galáxia numerosa. No vácuo não se propaga o som, só a velocidade da luz do brilho de uma massa gasosa. Meio nebulosa, pisca em movimento, o passado parecendo presente no momento. Não dá pra mencionar espaço-tempo sem influenciar nossos pensamentos. O astronauta é um anti-sistema, vai de foguete enfrentar o problema: a marca de uma empresa no emblema e o erro ortográfico do poema. O anarquista: futuro lixo espacial, um macacão com capacete, dentro, um fóssil animal. À deriva, boiando no universo, com a bandeira hipócrita de: “só faço o verso”. Mãe Terra sofrendo com guerra, a política sendo caos na ordem do inverso. Urna eletrônica não tem voto impresso, que é gravidade zero, vai pra lua. Entre um eclipse e outro, o apocalipse flutua. O plano da Terra plana tem um topo, adoradores de uma bola de fogo que também deve estar jogando o jogo. Tá no lucro por não perceber que tá no logro. Nada muda com a teoria da realidade simulacro. Há quem queira ver buraco nos negros e negros no buraco. No buraco da minhoca, a cobra falou com o macaco. Enquanto seres gigantescos não prometem quaisquer cuidados, fracos alienígenas expiram o oxigênio escasso. Formas de vida não têm fórmula de vida. Bora escolher um lado, uma ideia convencida. Na distância da palavra, medida em milênios por segundo, fabricamos mais trilionários do que erradicamos a fome no mundo. Culpamos o menino Ney, a Copa, a lei. Não sei como se fez a lei de que escravizado é vagabundo na escala um por seis. Queria um robô chinês ocupando o cargo de vocês, parlamentares. Poder pro povo que pinta o corpo e usa cocares, obedecendo títulos sem questionar pesares. Esquerda e direita são direções pros mesmos lugares. E se o tema é sistema, crises particulares: você faz parte do colonizador que ia ao mar ver a morte por poder se sentir forte. O que inveja não ataca: muita sorte. Na nave dividida entre terra e mar, e a gente na fronteira, cercando e desenhando bandeira. Essa é vermelha, essa tem caveira. Países são empresas, presidentes ocupam a ponta da cadeira. Exército só existe porque arma não é brincadeira. Aí proíbe o civil armado, mas não o fabricante do luto. Produzem carros que chegam a duzentos quilômetros por hora. Daí lucro com o luto não tem teto. Pro excesso, nem pra escassez. Misantropoesia: vou me isolar bem longe de vocês. Com a roupinha de astronauta, uma coroa na cabeça, porque eu sou meu próprio rei.
Últimas respostas
@CrisRibeiro · há 3 meses
Sou fã um tanto assim óooooooooooooo!
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@livia há 3 meses
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"A Falência", de Júlia Lopes de Almeida, é uma obra que impressiona pela atualidade e pela profunda sensibilidade ao retratar as fragilidades humanas. A história da derrocada financeira de uma família no Rio de Janeiro do final do século XIX serve como pano de fundo para uma crítica cortante, mas humanizada, sobre as aparências e as convenções sociais da época. O que mais toca o leitor nesta obra, é o olhar atento da autora para a condição feminina. Enquanto o mundo dos negócios desaba, são as mulheres que enfrentam o peso emocional e a necessidade prática de reconstrução, revelando uma força silenciosa diante da ruína material e moral. Ler este romance é um exercício de empatia e reflexão. Júlia Lopes de Almeida consegue transformar uma tragédia econômica em um retrato íntimo sobre perdas, ilusões e a busca por dignidade em meio aos escombros da sociedade. #resenhas #AFalência 📖 [Ver livro](https://literunico.com.br/aurora/242)

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