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@CrisRibeiro há 10 meses
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#Desafio 292
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#Desafio 292
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@novidadesliterunico há 10 meses
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📢 Bem-vindo ao Literunico Jornal! Este é o novo canal de notícias da @literunico. Aqui você vai acompanhar lançamentos, pré-vendas, atualizações do site e novidades editoriais. Nosso objetivo é manter você sempre por dentro do que acontece no universo Literunico, com informação, qualidade e amor pela literatura. 📚Fique de olho nas próximas publicações. #LiterunicoJornal #Literunico #Lançamentos #Livros #NovidadesLiterárias #Editora #AutoresIndependentes #literatura
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@novidadesliterunico há 10 meses
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@CrisRibeiro há 10 meses
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✨ LANÇAMENTO EXCLUSIVO NO KINDLE! ✨ Uma paixão intensa, proibida… e impossível de esquecer. “Nosso Romance – Intenso e Proibido”, de Cris Ribeiro, já está disponível no Kindle Unlimited e na Amazon Kindle. 📖 Prepare-se para se apaixonar… 💜 Leia agora e mergulhe nessa história arrebatadora! ⠀
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@novidadesliterunico há 10 meses
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Filósofo, político e escritor, Benjamin Constant foi uma das vozes que moldaram o pensamento liberal moderno. Em obras como A Liberdade dos Antigos Comparada à dos Modernos, defendeu o direito de cada indivíduo pensar, agir e viver livremente — sem que o Estado ou a maioria dominem a consciência. Entre a razão e a emoção, Constant acreditava que a verdadeira liberdade nasce do equilíbrio: agir com consciência e viver com responsabilidade. Sua escrita é um convite à reflexão sobre o que significa ser livre — ontem, hoje e sempre. A liberdade dos antigos comparada à dos modernos: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1367">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #BenjaminConstant #Filosofia #Liberalismo #Clássicos #Liberdade #Pensadores
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@deleted há 10 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Moça Viajante ~ Poema de Meraki</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/moca-viajante-poema-de-meraki-68fcc9d03e634'>Clique aqui</a></p>
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@deleted há 10 meses
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Um novo projeto nasceu na comunidade de Herwati ▪︎ Auxílio no desenvolvimento de uma narrativa inteira ▪︎ Revisão, capa e leitura crítica profissionais feitas pelos parceiros ▪︎ Duração de +12 meses com envio de materais para estudo e reuniões para que os autores possam se desenvolver Tudo isso e muito mais no "Grupo A: Desenvolvimento de uma longa narrativa"
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@rosana858 há 10 meses
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Do Grão a Luz Ela era o nó silencioso que amarrava várias estradas. Estava ali desde antes do tempo registrado. No início, o lugar era oceano; depois, tornou-se deserto. Ela, que fora um pequeno grão de areia, crescia, acumulando matéria orgânica que grudava em seu corpo, resultado dos tombos que levava. No começo, era frágil e se quebrava; com o passar das eras, ganhou resistência. Cavaleiros e algumas carroças solitárias começaram a cruzar seu caminho. Nas noites de sexta-feira, ela era altar. Um grupo depositava oferendas sobre ela. O sangue de animais, velas, cachaça manchavam sua pele. A encruzilhada se iluminava com a luz trêmula dos rituais, e ela absorvia a energia, em clima de oração. Movia-se apenas quando um casco de animal a empurrava, quando uma roda passava sobre ela e a fazia rodopiar, ou quando algum desatento a chutava. Uma vez, uma enxurrada a arrastou para o barranco, e ela só retornou à estrada anos depois, quando uma família a escolheu como base para a fogueira de um piquenique. Naquele dia, sentiu o calor aquecê-la, o que provocou um desejo enorme de soltar faíscas. Mas naquela manhã, tudo mudou. Veículos enormes invadiam a rodovia. Máquinas ruidosas arrancavam pedaços do solo que ela chamava de lar. O mundo se multiplicava em possibilidades e vozes, e, de repente, uma pá de ferro gigantesca a abocanhou junto com a terra. Dentro da caçamba, soterrada, o mundo se abriu com um solavanco. O caminhão partia em velocidade. Do alto, olhou para a rotatória e viu que um horizonte poeirento ficava para trás. Os buracos do trajeto a faziam emergir ainda mais do cume de chão despedaçado. Depois de horas saltitando, uma colina surgiu à frente. O ar ficou fresco, quase líquido. A vegetação mudou; agora era verde vibrante, cheia de viço. As cachoeiras caíam em perfeitos véus de noivas. Flores bordavam os barrancos, colorindo tudo ao redor. Ela ficou fascinada; o chão que conhecia era feito apenas de lama, sem vida, sem nuance. Ao final do trajeto, deslizou junto com a terra que ainda carregava o cheiro do antigo lar. Caída no gramado, ficou por uma semana. Mãos cuidadosas a tocaram com fascínio e a colocaram em uma carriola. Um par de olhos sensíveis olhou para ela — "Que xisto incrível… Vai ficar perfeito no novo projeto" — sussurrou alguém. A sujeira que a envolvia foi retirada. Segura por luvas de borracha, recebeu seu primeiro banho. Sentiu a bucha ativar sua crosta, e seus veios tímidos azulados apareceram. Agora podia revelar seu brilho oculto. Meses depois, a cruz de madeira ergueu-se no alto da montanha. Uma igreja nasceu, e o sino da torre badalava com força. Polida, reluzente, foi colocada no altar entre dois anjos, tornando-se a pia batismal que receberia a água e o choro das crianças, guardando memórias e esperanças no fundo de sua alma de rocha. E ali, finalmente, aprendeu que, mesmo uma pedra lançada à encruzilhada do tempo, podia ser lapidada — e se tornar luz. @rschumaher
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@novidadesliterunico há 10 meses
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Escritor e cronista português, Ramalho Ortigão foi um dos grandes observadores da sociedade do século XIX. Com ironia elegante e crítica inteligente, analisou os costumes, a política e o pensamento de seu tempo. Em As Farpas, escrita com Eça de Queirós, transformou a crônica em arte e a sátira em reflexão. Sua escrita segue viva — lembrando que pensar com humor também é uma forma de resistência. As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1365">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #RamalhoOrtigão #LiteraturaPortuguesa #Clássicos #AsFarpas #Crônica #Sátira
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@CrisRibeiro há 10 meses
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💔 Ele me prometeu amor eterno… Mas o que restou foi o silêncio, o vazio e uma dor impossível de esquecer. ✨ Nosso Romance: Intenso e Proibido — um amor que nasceu da paixão e terminou em cicatrizes. 📖 Disponível pelo Grupo Editorial Portal.
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@rosana858 há 10 meses
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O Cântico Entre Mundos O chamado ecoa; o coração sente. Ela segue, sobe os degraus de pedra, observa — e não vê. No alto da torre, o cenário panorâmico sepulta o horizonte, que se veste de nuvens como uma mortalha. Toca o passado. O antigo sino de ferro fundido permanece calado. Passa os dedos pelos desenhos forjados em ferro e devoção. Juntos, no mesmo templo — ele no subterrâneo; ela no alto da torre —, ambos escutam o mesmo cântico ressoando entre seus mundos. A alma dela se eleva — sente a vibração da presença que mora no calabouço. A sombra dança na escuridão; ele recita versos em silêncio. Cada nota é uma centelha que aquece, como um corte profundo — um refrão que dissolve o “eu”, até restar apenas o pulsar do mistério que a instiga. A melodia atravessa os dois; mesmo separados, consagra. Ela o aceita, acolhe, transcende; na diferença, tece significado. Ele se deixa permear, esquece a prisão, oferece-se à força que o desnuda. E, por um instante — breve e eterno —, um jorro de luz atravessa a rocha. O abismo e o alto se encontram. Os dois reconhecem o mesmo ritmo, a mesma origem. O mundo sopra entre eles — invisível e, ainda assim, palpável. Um tempo se dobra, se reflete, se transforma. Do cume da fortaleza, ela entende que a canção não lhes pertence. Do fundo da galeria, ele sente que o canto não precisa de resposta — apenas de presença. E assim, o sentimento continua, ignora as muralhas, aquecendo o que já foi tocado pelo amor — e que dispensa palavras por, desde o início, simplesmente ser. @rschumaher