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@ricardolloco há 11 meses
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ervafetivo 12/10/2025 https://www.threads.com/@ricardolloco/post/DPtfXScDi6K
Traduzido automaticamente do inglês.
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ervafetivo 12/10/2025 https://www.threads.com/@ricardolloco/post/DPtfXScDi6K
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@novidadesliterunico há 11 meses
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✨ Eugenio Montale (1896–1981) foi um dos grandes nomes da poesia do século XX e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1975. Em obras como Ossos de Sépia, trouxe versos densos e enxutos, capazes de transformar a paisagem cotidiana em metáforas existenciais sobre o tempo, o silêncio e a fragilidade humana. Sua escrita é uma resistência à banalidade, uma busca pela essência no meio do caos. 📚✨ Ossos de sépia: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1326">Aqui!</a> #literunico #EugenioMontale #poesia #nobel #literatura
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@autorasoniavianna há 11 meses
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Uns te tiram o chão e outros criam pontes. Obrigada @offbienaloficial !
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@offbienaloficial há 11 meses
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Foto compartilhada por OFF Bienal - mais do que um evento, um movimento em 11 de outubro de 2025 etiquetagem @rodolfosenhor, @ricardovillardo, @ana_clara_eleal, @ambar.curitiba, @dudagabooks, @abetasantos e @dizaianne.
Traduzido automaticamente do inglês.
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Photo shared by OFF Bienal - mais do que um evento, um movimento on October 11, 2025 tagging @rodolfosenhor, @ricardovillardo, @ana_clara_eleal, @ambar.curitiba, @dudagabooks, @abetasantos, and @dizaianne.
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@offbienaloficial há 11 meses
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Foto compartilhada por OFF Bienal - mais do que um evento, um movimento em 11 de outubro de 2025 etiquetagem @rodolfosenhor, @ricardovillardo, @ana_clara_eleal, @ambar.curitiba, @dudagabooks, @abetasantos e @dizaianne.
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@ricardolloco há 11 meses
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ricardolloco slam 11/10/2025 Mural foi fenomenal Muito auto astral A poesia ficou no varal Além de skate Muito rap nacional E hip Hop internacional 4 https://www.threads.com/@ricardolloco/post/DPrmcnvDzCO
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@Tettrark5094 há 11 meses
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<h5><span style='color:#00aaff;'>🔁 </span> O assassino do bosque solidão ~ Escrito por Tettrark</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/o-assassino-do-bosque-solidao-escrito-por-tettrark-68ea7fe7e3891'>Clique aqui</a></p>
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@PauloFlorindo há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/m4IILwjrqufpuGhZ2zQ9f0bC1yTbLFxFDIz5LaSg.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255' target='_blank'><strong>Deepfake</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255/chapters/919' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "CAPÍTULO 1 - A MORTE SILENCIOSA" completo</a></p></div>
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@PauloFlorindo há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/m4IILwjrqufpuGhZ2zQ9f0bC1yTbLFxFDIz5LaSg.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255' target='_blank'><strong>Deepfake</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/255/chapters/918' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo" completo</a></p></div>
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@MarU há 11 meses
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Gosto de declamar Marge em meio à natureza. Ela e seus poemas têm a mesma força: são sol, mar, brisa: acolhem, transformam, acrescentam, tornam o dia especial. O Monte Rigi é essa amplidão que vejo nela, uma beleza infinita. Espero que goste, amiga. Amo você! #poesia #poemas #poema #versos #frases #amor #sentimentos #poeta #escritos #poesiaautoral #poesiaexpressiva #poesias #reflexão
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@novidadesliterunico há 11 meses
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✨ François Mauriac (1885–1970), Nobel de Literatura em 1952, foi um dos grandes romancistas franceses do século XX. Em obras como Thérèse Desqueyroux e Beijo no Leproso, explorou com profundidade os dilemas morais, espirituais e afetivos do ser humano. Sua escrita intimista e refinada revela a complexidade das paixões e das culpas que habitam o coração humano. 📚✨ O beijo no leproso:<a href="https://www.literunico.com.br/books/1307">Aqui!</a> #FrancoisMauriac #literunico #literaturaFrancesa
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@rosana858 há 11 meses
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A Alma de Carrara Ele exala perfume; e sua pele revela um deus moldado em carne e osso. Onde deveriam estar os olhos, brilham duas gemas — capazes de cegar quem ousa encará-las por muito tempo. Os lábios fartos e úmidos ocultam um sorriso antigo, talvez perigoso. Sua alma habita o passado, seus desejos vagam pelo futuro. A mulher teme a magia e os encantos do presente — o único momento real. Na escuridão da madrugada, ele envolve o quarto em mistério e sedução. Luísa busca o sono que escapa, inquieta sob os lençóis e entre os travesseiros. Ele está ali — ou talvez apenas a ideia dele. Ainda assim, ela se rende à presença invisível. Teme que o sonho desperte junto com as imperfeições da realidade. Teme que a imagem ideal ganhe corpo. Mas, entregue ao êxtase do delírio, deixa que sua alma o alcance no abismo da imaginação. A manhã nasce como um presságio. O sol atravessa a janela e toca o jardim — um convite sutil para dar forma ao que já vive em seu peito. Luísa pega o conjunto de maceta e cinzel e caminha até o quintal. Diante da pedra, ela silencia. Por horas, apenas observa. Depois, começa a preparar o ambiente com a solenidade de um ritual. Dar vida ao pensamento — ela reflete — é como invocar um espírito antigo. É preciso coragem para libertar o que dorme dentro da rocha. Algo que pode coroá-la com glória… ou arrastá-la às chamas. Mas o fogo interno, alimentado pela dopamina, exige mais. Com mãos trêmulas e olhos febris, Luísa ergue a ferramenta e inicia o ato da criação. Toca a pedra com reverência. Sente os veios e as fendas como quem decifra sinais de outra era. Em seus dedos, a firmeza delicada de quem carrega o segredo do mito. A paixão a embriaga, ativando seus instintos. Martela. Esculpe. Invoca. Seu chamado ecoa — e se perde na mata. Os suspiros dissolvem-se no ar, e o suor escorre como oferenda. Diante da obra, o coração dispara — ele parece sorrir, mesmo imóvel, como se lutasse para sair da prisão de mármore. Luísa acaricia a superfície fria da rocha. Concentrada, vai libertando o pensamento. Rasga o mármore com precisão, revelando o bigode que oculta os lábios, que se misturam à barba e aos cabelos, domados por uma coroa de louros. Dá vida aos olhos — até então mergulhados nas trevas — como quem rompe o véu entre mundos. Por fim, ela permite que o amor a invada por completo. Já não há limites entre o que pensa, sente e esculpe — tudo pulsa no mármore, tudo vibra sob sua pele. A imagem, perfeita e ancestral, sempre estivera ali — adormecida em sua alma. Agora, libertada da pedra, ela vive.