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@palavras_e_espadas há 1 ano
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Krakenburgo O polvo se estendia por milhares de quilômetros, habitado por gente aos milhões, com rodovias, ruas e ferrovias pelos seus tentáculos. Nas ventosas, havia um transporte público mais rápido, um trem-bala que ia por dentro, saindo por outra ventosa. Na cabeça ficavam os prédios e as casas, escritórios, teatros, shoppings, cinemas e boates. Tudo parecia ir às mil maravilhas! No entanto, na estação chuvosa, o mar transbordava e a besta despertava do seu longo sono, agitando seus tentáculos, destruindo as vias, derrubando residências e comércios e inundando suas ventosas, provocando a cada ocasião centenas de afogados e soterrados. Os trens ficavam encharcados e alguns enferrujavam. Era preciso aguardar o fim da tempestade, quando o gigante voltava a dormir, para que os sobreviventes dessem início à reconstrução. Já na estação seca, o calor era tão forte que as águas embaixo evaporavam e o polvo se esparramava pela areia, deixando a poeira subir. Tiveram que construir filtros e telhas, o que mesmo assim não adiantava muito. O pior de tudo que, durante um período prolongado de seca, o grande molusco morreu. Muitos comemoraram, inconsequentes e ingênuos, pois acreditaram que afinal haveria tranquilidade com o retorno das águas, porém o polvo, morto, não teve como resistir quando estas chegaram. Foi, portanto, tragado pelo dilúvio, junto com aqueles que o parasitavam.
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@palavras_e_espadas há 1 ano
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CATEDRAL Elevo-me para rasgar o céu Um órgão cuja música se petrifica. Paredes que ascendem Abrangem Não cedem. Teatros em rocha e sombra; Sonhos de eternidade abrindo-se em êxtase.
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@palavras_e_espadas há 1 ano
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SAMSARA Brilha a cidade Tudo parece girar Vêm os ventos Carregados de poeira Que se imiscui às rodas. Atropelamentos. A cidade envelhece Para depois se renovar No deslize do sangue Que retorna.
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@pucky há 1 ano
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-Eu não sou exagerada! “Até nas coisas mais banais, para mim é tudo ou nunca mais.” Nunca concordei e discordei tanto com uma música. -Sabe o que realmente foi um exagero?! Foram todas as vezes que te dei uma segunda chance, todas as vezes que pensei que estava tudo bem quando não estava, todas as vezes que pensei que algo absurdo fosse amor, um amor incompreendido justificado por traumas que não querem se curar. Engulo minhas lágrimas com minha raiva, sorrio o encarando e me aproximo, sentando em seu colo enquanto coloco a ponta da minha faca afiada levemente em sua bochecha, graças a Deus eu consegui amarrá-lo e o amordaçá-lo, era eu ou ele. -Mas fica tranquilo meu amor, reconhecerão seu corpo, afinal, não quero mais ninguém brincando com meu coração. Arranco a fita adesiva de seus lábios que sangrando recebem meu último beijo apaixonado por uma ilusão que um dia tive certeza ser real, pude senti-lo arrepiar quando a faca entrou em seu estômago e girou com tanta precisão que poderiam jurar que não foi minha primeira vez, mas gosto de imaginar que foi ele se despedindo para nunca mais foder meu psicológico. -Descanse em paz, meu amor. Seu sangue escorre pelo meu corpo. Caminhando para fora do porão a cinere fica cada vez mais alta. -Que bom, receberam minha ligação! Digo estendo meus pulsos enquanto sorrio. -Por favor, na primeira página do jornal não me pintem como vítima, eu não pertenço mais a esse lugar. Meu sorrio se esvai como o sangue derramado que um dia eu lhe dei de presente.
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@yass-N6etz · há 1 ano
Eita, eu não esperava por esse final, chocante.
@yass-N6etz · há 1 ano
Ameiii. Na minha opinião é assim que deveríamos tratar quem machuca nosso coração e nosso psicológico junto
@yass-N6etz · há 1 ano
Nossa, a situação mudando no terceiro parágrafo, ameiiii
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@pucky há 1 ano
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E como um castelo de cartas Eu cai Não só com meus joelhos doloridos por suportar tanto peso sozinha Mas senti meu coração descer ao subsolo do inferno
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@pucky há 1 ano
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Eu sinto Eu sinto muito Sinto por que te deixei pra trás quando eu mais precisava de alguém por perto Eu sinto muito por mim Que te deixei ao meu lado quando eu menos precisava ser puxada pra baixo E eu sinto muito por não sentir mais nada
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@bibliogreyce há 1 ano
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bibliogreyce 27/8/2025 https://www.threads.com/@bibliogreyce/post/DN3MdFr3N1A
Traduzido automaticamente do inglês.
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bibliogreyce 27/8/2025 https://www.threads.com/@bibliogreyce/post/DN3MdFr3N1A
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@beatrizkath há 1 ano
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[CONTO GRATUITO] ✨ Quando Nossa Música se Afogou no Rio ✨ Um humano e uma sereia se apaixonam durante o verão e passam a se encontrar à beira de um rio. Porém, em uma tarde, o humano se depara com a sereia esperando por ele enquanto observa de forma melancólica a caixinha de música que ele lhe deu de presente em seu último encontro. Ele se aproxima com um mau pressentimento sobre a conversa que o espera. ❝— Você está correndo atrás da felicidade — disse ela —, e eu também. Mas se continuássemos seguindo pelo mesmo caminho, só um de nós a encontraria.❞ "Quando Nossa Música se Afogou no Rio" é um conto de fantasia e drama, originalmente escrito para a edição de 2024 do Concurso Literário Aline Alencar — que trouxe como tema "o som do amor".
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Publicação Literunico
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Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
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@JuNaiane · há 1 ano
Muito linda a ilustração, gostei do seu conto, fez meu coraçãozinho romântico doer 🩵🩷
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@beatrizkath há 1 ano
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Olá a todos e muito prazer! Meu nome é Beatriz, uma nutricionista recém-formada e apaixonada por arte — principalmente literatura e ilustração. Crio personagens e histórias de fantasia, quase sempre com doses generosas de drama, um poucos de mistério e muitos elfos ✨ Atualmente, tenho um conto publicado de forma gratuita — "Quando Nossa Música se Afogou no Rio" — e um livro em processo de escrita, além de meia dúzia de ideias para futuras histórias. Neste perfil, pretendo publicar alguns contos, textos, possíveis poemas e outras peças curtas de ficção, além de atualizações e novidades sobre meus outros projetos. Caso decida me acompanhar nesta jornada, seja muito bem-vindo(a) e espero que goste! 💖
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@novidadesliterunico há 1 ano
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António Reis foi poeta e cineasta português, conhecido por sua obra sensível, ligada à cultura popular e à vida rural. Com filmes como Trás-os-Montes e versos marcados por lirismo contido, ele deixou uma marca única na arte portuguesa do século XX. Crônicas da vida privada: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1104">Aqui!</a> #literunico #cinemapoético #AntónioReis
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 223 *Criado mudo* No criado mudo, a luz no meu abajur se tornou testemunha da minha falha. Sonhando acordada, repassando cada palavra detalhada… Querendo o impossível, distante. Não podendo dar-se ao prazer… relutante. Enquanto tudo me faz pensar em você… A cada instante. MarU
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@tibianchini · há 1 ano
Se o seu criado mudo não fosse mudo, Te diria que nada é impossível... (Como ele não fala, eu mesmo digo 😜) Adoro seus poemas introspectivos... 🙃
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@ricardovillardo há 1 ano
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Sei que nunca vai me olhar como o dono do seu sonho. Nem tampouco me amar, como ama o tal estranho. Vivo em conto encantado, que sozinho imaginei. Nele, ao fim, de seu lado, feliz para sempre fiquei. Eu já te amei sem medida, e sempre vou te amar. Mesmo em outra partida, não deixarei de lembrar. Nem tempo, nem distância, farão meu amor sumir. É chama em perseverança, que insiste em não cair. Ninguém vai compreender o motivo desse ardor. Nasceu sem eu perceber, transformando-se em amor. Eu te amei, vou amar, mas guardo tudo em segredo. Se um dia me procurar, verá só silêncio e medo. Sei que nunca vai me ver como o dono dos seus sonhos. Mesmo se fosse me ter, não seria em tom risonho.
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@bibliogreyce há 1 ano
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bibliogreyce 26/8/2025 Mais um livro de ficção sobre biblioteca e não tem bibliotecário... Aliás, se tivesse bibliotecário nem seria necessário chamar um detetive pra investigar o desaparecimento dos livros kkkkkkkkk 5 4 https://www.threads.com/@bibliogreyce/post/DN05arSYrah