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@classicos há 8 meses
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Afonso Arinus Autor: Crispiano Neto Lançamento: Final do século XX Neste poema, Crispiano Neto revisita as feridas históricas deixadas pelo preconceito e pela desigualdade. Ao evocar Afonso Arinos — referência à luta contra o racismo institucional —, o autor não apenas homenageia, mas também denuncia. A poesia torna-se ferramenta de memória e resistência, clamando por um Brasil que reconheça sua dívida com os marginalizados. A força dos versos está no compromisso com a verdade e na urgência de justiça. Neto escreve como quem se recusa a esquecer, como quem exige que a história mude de tom. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Barão do Rio Branco Autor: Crispiano Neto Lançamento: Final do século XX Neste poema, Crispiano Neto enaltece a figura do diplomata que redesenhou as fronteiras do Brasil com palavras em vez de armas. O Barão do Rio Branco surge não apenas como personagem histórico, mas como símbolo da inteligência a serviço da paz. Neto resgata a memória do estadista para lembrar que a grandeza de uma nação também se constrói com diplomacia, estratégia e diálogo. Seus versos ecoam um patriotismo crítico, que valoriza o saber e a negociação em tempos de conflitos e incertezas. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 8 meses
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Desafio #189 Rendição Não quero salvação, quero pecado bem-feito. Teu juízo enfraquecido, meu leito em combustão. O medo esquecendo o caminho conhecido. Rio enquanto ardo, sussurro orações entre os dentes. Te batizo “meu amor” como se fosse blasfêmia. Me beija com furor, me engole em agonia. Me deixa marcada: poesia cravada em papel de bar. Não venha com ternura fora do enredo. Me morda onde dói mais, não tem segredo. Quero teu corpo implorando perdão pelas vezes que me sonhou vestida. Quero morrer de amor todo dia, sem anestesia, me afogando nos teus ais, num delírio que me despe: sinfonia. 💞 Cr💞s Ribeiro
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem a Marcel Proust (1871–1922). Autor de uma das obras mais monumentais da literatura: Em Busca do Tempo Perdido, Proust revolucionou a forma como pensamos a memória, o tempo e a subjetividade. Seus longos parágrafos e frases sinuosas nos conduzem por um mergulho profundo nas sensações e lembranças mais sutis da existência. “O verdadeiro ato da descoberta não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos.” — Marcel Proust Para o lado de Swann: À procura do tempo perdido, vol. 1: <a href="https://www.literunico.com.br/books/996">Aqui!</a> #aniversárioliterário
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@eduliguori há 8 meses
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As vezes no meio da noite fico perguntando por que? entre nuvens e as estrelas esse vazio seco universal rompe a temida atmosfera essa devassa oca vastidão escura e sempre silenciosa astros assim tão distantes o vácuo e o frio opressor galático e imenso o amor vaga pelo espaço perdido Edu Liguori
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@fksilvain há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/187' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A revelação e o limite" completo</a></p></div>
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@fksilvain há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/186' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A responsabilidade e o desespero" completo</a></p></div>
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@fksilvain há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/185' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A calcinha e o teste" completo</a></p></div>
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@fksilvain há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/184' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A confissão e o visitante" completo</a></p></div>
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@literunico há 8 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 51 Comente na Biblioteca sobre um livro brasileiro que mescla realismo e mistério, especialmente com elementos de ficção científica ou especulativa, valorizando autores que expandem os limites da narrativa nacional. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 189 O Olhar Além da Matéria Não era só um homem: Aquele homem viu. Viu o tempo por dentro, viu o destino quebrando trilhos, viu a si mesmo como um surto de outra civilização. Seu corpo caminhava pela cidade, mas sua mente vagava entre a lógica terrestre e os vestígios de um chamado que não vinha daqui. E quem o escutou? Só os que ousam ver sem precisar tocar. Indicação: O Homem que Viu – Rubens Teixeira Scavone <h5><span style='color: red;'>#RubensTeixeiraScavone-OHomemQueViu</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/994'><strong>Rubens Teixeira Scavone - O Homem Que Viu</strong></a></p>
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@CrisRibeiro há 8 meses
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#Desafio 188 Entre o Silêncio e o Grito Verbo calado, poeta sem páginas, adormecido nas dobras do burnout. Espera que a vida o sopre de volta, preso no arborecer da própria mente: pensamentos em galhos, ramificados, espessos, impenetráveis. E eu sou incêndio, não aprendi a sussurrar. Labareda de urgência, abraço que arde, vontade crua de agora. Quero estrada, grito, suor, gozo, pele que fala e não apenas o verso. Nos amamos fundo, como só os desajustados sabem amar: atravessando paredes, entrelaçando mentes brilhantes e almas esgarçadas. Mas ele precisa se erguer. E eu, me conter (e conter, pra mim, é sangrar em silêncio). Entre nós, o tempo é bicho feroz. Ele o doma. Eu o acuso. Eu grito. Ele se fecha. Eu cobro. Ele se encolhe. Eu espero em dor. Ele com esperança. Nesse nó de dois intensos, com feridas ainda abertas, nos reconhecemos, nos repetimos, nos ferimos e tantas vezes, nos curamos. Queria dizer: “Vou ficar contigo.” Mas ele sussurra em clamor: “Antes, preciso existir.” E quem sou eu para exigir voo de quem reaprende o chão? Mesmo assim, me pego sonhando com a poesia que ele vai escrever, com o amor que, se for, será inteiro. Quando o tempo decidir, enfim, nos sincronizar. Cr💞s Ribeiro
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@luscaluiz há 8 meses
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"TROVAS" ㅤ xvi. Nem sempre acerta-se a mão, há dias de forças inertes; tudo, porém, é lição — numa semente se verte… ㅤ xvii. A história é circular bem sabia o Eclesiastes tudo tem de retornar sob as vestes de outras artes… ㅤ xviii. A nossa lida diária é única eternidade, a vida é uno e vária: arquétipo da Trindade. ㅤ xix. Experimento... Comprimo... Corto... Dou nova ordem... Risco... O verso mais cristalino é em regra o mais arisco. ㅤ xx. A boa alma arrependida é a mais bela oração: nada há de mais belo em vida que uma grave confissão…
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@luscaluiz há 8 meses
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"A FORMA COMO RESPONSABILIDADE DO POETA" Vivemos num tempo em que a poesia parece ter se emancipado de toda exigência de forma. Escreve-se qualquer coisa, de qualquer modo, e chama-se isso de poema. Mas essa liberdade, celebrada como conquista, tem custado caro à própria arte poética. O que define uma obra de arte? E o que os poetas precisam aprender com os outros artistas? No vídeo “O que é uma obra de arte?”, Olavo de Carvalho apresenta seis critérios fundamentais para distinguir uma obra de arte de uma simples intenção expressiva. Em resumo: 1. A obra de arte possui acabamento – é uma forma finalizada; 2. Essa forma é sensível – pode ser apreendida por um dos sentidos; 3. A obra não apenas tem uma forma: ela consiste numa forma; 4. A forma é a finalidade, não um meio para transmitir uma mensagem; 5. O conteúdo sugerido é irrelevante sem a forma que o realiza; 6. A arte não é uma declaração de valores – ela cria formas que os contêm. Esses critérios restabelecem o núcleo do que foi perdido na poesia contemporânea: a responsabilidade formal. E essa responsabilidade se amplia quando olhamos para outras artes. O que os poetas podem aprender com os outros artistas? No artigo “O que os poetas podem aprender com os outros artistas?”, Brian Belancieri mostra como o ofício do poeta se empobrece quando se isola da disciplina que rege o trabalho de um músico, de um dançarino, de um ator ou de um cozinheiro. Todos esses artistas partem de um fundamento comum: o domínio técnico e a dedicação ao acabamento. Belancieri afirma que a arte é levada adiante pelos “mestres do ofício”, aqueles que mantêm sua produção nos limites da excelência, que educam pela forma e que preservam a arte como legado humano. O poeta, portanto, não é isento: tem o dever de escrever bem, de elevar a linguagem e de cultivar a memória viva da poesia. É nesse ponto que as palavras de Brian ganham peso pedagógico: > “Um pintor que erra a perspectiva está acabado. Uma orquestra que desafina não se apresenta duas vezes. Um escultor inapto não engana ninguém. Mas, com poesia, parece que tudo é permitido.” A que se deve essa permissividade? Talvez ao fato de que o erro na poesia não grita – ele se esconde. Ou melhor, é escondido por quem o comete, sob o pretexto do subjetivismo. Mas esse autoengano é fatal. Porque o leitor não é responsável por completar a obra. Quem escreve precisa entregar a forma: precisa alcançar, não apenas sugerir. Assim, uma obra de arte se justifica pela sua forma final, não pela emoção que motivou sua criação. A forma é a instância objetiva onde a poesia se realiza. Fora disso, tudo é rascunho. Referências – Carvalho, Olavo de. O que é uma obra de arte? Vídeo no YouTube. Disponível em: – Belancieri, Brian. O que os poetas podem aprender com os outros artistas? Newsletter Substack. Disponível em: https://open.substack.com/pub/brianbelancieri/p/o-que-os-poetas-podem-aprender-com-f14?utm_source=share&utm_medium=android&r=1hgj6g
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@leandro-israel-a6Mdc há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/8sHZWIWZq0E2aMRN2FZOvxyhmaH2kj7UgnVC2oa3.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/37' target='_blank'><strong>AS HISTÓRIAS DE LIZAEL</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/37/chapters/191' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Briga no CABARÉ sangrento" completo</a></p></div>
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@yasmin97 há 8 meses
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Começa com uma pontada depois vai aumentando... sempre devagarinho, Sempre torturando... quando pontada começa, vem o desespero... e o seu martírio... Corda, remédio coisas que podem acabar com aquilo que as pessoas chamam de vida. mas que para ela é apenas uma coisa tremendamente vazia! você sabe o que vem depois da existência? e se isso for apenas a essência? A dor é passageira, ela vai embora depois que você a controla! VITÓRIA quando ela voltar, mais forte você estará! e assim sucessivamente será! ela não vai te derrotar! VOCE VENCERÁ!
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@yasmin97 há 8 meses
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Como Uma folha Ao vento nunca fico em só lugar. como folha ao vento, sou lento em me apegar. Uma folha quando caí, ou fica o resto da vida no chão ou segue por ai, conhecendo esse mundão. sou uma folha ao vento, nunca em um só lugar. conheço muitas folhas para depois me distanciar. essa vida é solitária, mas gosto de voar. mas voar com outra folha é melhor para se agradar. vou voando por ai como folha ao vento, ate que encontre outra folha. que queira voar comigo Ao relento. Yasmin sousa de oliveira (ESSE TEXTO E OUTRAS POESIAS FORAM PUBLICADOS NO MEU PERFIL DO AMINO, O PERFIL FOI DESATIVADO E POR ISSO ESTOU REPOSTANDO AS POESIAS DE LÁ AQUI)
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@yasmin97 há 8 meses
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Escute Minha Alma! Me Mostre O caminho! Acabe Com essa Angústia! que Alivio Sozinho! Escrever é um talento? Ou é só um Passatempo? Se não me encontro na terra, onde Irei me encontrar? Saturno? Urano? Netuno talvez... Diga onde está! Minha Alma estelar. (Esse poema assim como outros já foi publicado no site amino, apesar de não se encontrar mais lá, a autora sou eu, apenas apaguei meu perfil lá e migrei para cá com minhas poesias e prosas.)
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@leandro-israel-a6Mdc há 8 meses
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primeira heroína lesbica.. um conto da BRABA Título: “PEIXERA LGBTQIA: Fúria Santa na Delegacia Profana” (por Leandro Israel) O DESPERTAR DA PADILHA Joana Padilha acordou ao som metálico de bips. As pálpebras pesavam, o corpo doía. Estava numa cama de ferro, lençóis simples, paredes de pedra e concreto queimado. Brasões entalhados no cimento anunciavam: Serviço Ultrassecreto do Sertão. Peixeira cruzada com Bíblia e estrela de mandacaru. Três figuras a observavam. Lara Porreta segurava seu ombro. Joaquim Baltazar, com voz grave, anunciou que fora salva pelo Falcão — antigo membro da temida Roda. Ele apenas acenou e saiu em silêncio, a peixeira balançando à cintura. Joana tentou resistir. Aquilo tudo parecia delírio de rádio pirata. Mas Lara foi firme: — A gente era lenda porque precisou ser. Agora é carne, sangue e aço. O sertão precisa de você, Padilha. E você precisa lembrar de quem é. Nas entranhas da base subterrânea, a heroína lésbica Jasmim Venenosa treinava com seu facão. Os golpes cortavam o ar, firmes como sua alma. Jacó Rochedo apareceu e disse: — Tua lâmina tá limpa, mas tua alma tá mais afiada. Jasmim sorriu com dor e verdade. Ali, renascida, era agora discípula do sertão. Uma novata já falava seu nome como quem ora. Nas sombras, Galego Ralf Valente assistia, silencioso. Do outro lado do sertão, Lizana Arretada reapareceu em Mussuripe. Ferida, cambaleante, bateu na porta da médica Joice. Recebeu cuidados, café amargo com açúcar e um silêncio cheio de confiança. Mais tarde, procurou abrigo na casa da avó Isaura, que a acolheu entre lágrimas, comida e afeto. Lá, conheceu Bem-te-vi — um ajudante de pedreiro, moreno, suado, com braços de quem carrega o mundo. Os dois se tocaram como quem se cura do que o mundo deixou em carne viva. Na manhã seguinte, Lizana caminhou até a delegacia da Patrulha do Sertão. O silêncio era denso. Ninguém falava. Até que uma granada atravessou a janela. Explosão. tem continuação.....
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@leandro-israel-a6Mdc há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/a0mPykcoRhiVZHLpsbpztt0avwTtxg5bNxZk4PzZ.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/39' target='_blank'><strong>Nas quebrada do sertão há HERÓIS Para o povo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/39/chapters/202' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "CENA 3 — "O Exotista do Sertão"" completo</a></p></div>
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@jjr há 8 meses
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Cartas. "...nossos olhos se encontram Num silêncio puro E Carinhosamente Brincam de adivinhações Onde Mãos, bocas e pele Desejam-se..." JJr.
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