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@aleituracria há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Recursão</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/960'><strong>Recursão</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 49/365<br /> <br /> <br /> Comente na Biblioteca em uma obra em que o autor, por meio da linguagem, enfrenta as amarras de seu tempo, transformando dor e exclusão em transcendência lírica.</p>
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@aleituracria há 8 meses
Público
<h5><span style='color: red;'>#AúltimacasadaruaNeedless</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/932'><strong>A última casa da rua Needless</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 48/365 <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que encare a multiplicidade da identidade como um dilema e uma força criativa.</p>
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@aleituracria há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Quartodedespejo-Diáriodeumafavelada</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1024'><strong>Quarto de despejo - Diário de uma favelada</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -46/365 <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a poesia atua como denúncia social, expondo injustiças, omissões históricas ou descasos culturais. Obras que não se calam diante da fome, da miséria ou da negligência com a arte e seus criadores.<br /> <br /> Estou roubando novamente, mas fica aí uma indicação de leitura pra você e pra mim.</p>
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@aleituracria há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Amáquinadomundorepensada</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1023'><strong>A máquina do mundo repensada</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 46/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro de poesia em que a forma clássica não diminui o pensamento crítico, obras que exploram métrica, rima e equilíbrio formal, mas sem abrir mão da ironia, da filosofia e da leitura profunda do mundo.<br /> <br /> Não li, então estou roubando, mas para não deixar de postar estou indicando esse.</p>
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@aleituracria há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Acirurgiã-Umthrillerpsicológicoeletrizante,repletodereviravoltas</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Diário</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/968'><strong>A cirurgiã - Um thriller psicológico eletrizante, repleto de reviravoltas</strong></a></p><p>Achei o livro repetitivo e cansativo; fiquei pelo contexto do livro. <br /> Em breve a resenha de tudo o que achei!</p>
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@aleituracria há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Osegredodaempregada(Aempregada–Livro2)</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1022'><strong>O segredo da empregada (A empregada – Livro 2)</strong></a></p><p>Livro: O segredo da empregada<br /> Autora: Freida McFadden<br /> Páginas: 288 | +16 anos<br /> <br /> Millie é uma mulher esforçada, com um passado complicado e muita sede por fazer a diferença no mundo; ela não suporta ver mulheres sofrendo, e quando isso acontece, o seu sangue ferve.<br /> No segundo volume da trilogia, conhecemos a vida atual da personagem principal e como ela tem passado após os últimos acontecimentos na família Winchester. Após a curta temporada naquela família, Millie e Enzo tornaram-se mais íntimos, tanto romanticamente quanto em relação às injustiças do mundo. Foi assim que ela acabou criando certa fama entre as famílias, por ser uma empregada que fazia muito mais do que os serviços da casa.<br /> <br /> Contudo, Enzo foi forçado a deixá-la, e por isso, os seus recursos para auxiliar as mulheres foram cortados. Millie então se dedicou a estudar para ser uma assistente social e tentar apenas trabalhar para pagar os estudos. Com a ausência do italiano, ela procurou se dedicar ao máximo à sua nova vida, e até mesmo começou a namorar.<br /> <br /> Tudo parece estar caminhando normalmente, até que ela perde o seu trabalho atual e fica desesperada por outro. Por isso, quando Douglas Garrick entra em contato com ela, a única resposta que ela pode fornecer é um grande sim. A casa dos Garricks é suntuosa, mas não parece ser uma família comum, pois ela não pode fazer contato com Wendy, além de ter de cumprir tarefas estranhas e meticulosas.<br /> <br /> Não demora muito até Millie entender que Wendy sofre nas mãos do marido. O seu lado protetor fala mais alto, e logo ela arquiteta um plano para ajudá-la. Mas, novamente, nada nos livros da Freida é o que parece.<br /> <br /> O livro é composto por duas partes, algo que faz parte do modus operandi da escritora. A primeira parte é mais lenta, apesar da fluidez sempre presente na escrita da autora. Dá pra sentir que tudo é um jogo de ilusão, e até mesmo previsível, mas com a segunda parte, a autora faz o nome e deixa o leitor mais imerso na história, ansiando pelo desfecho.<br /> <br /> É uma ótima leitura: fluida, bem desenvolvida e surpreendente.</p>
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@classicos há 8 meses
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Livro: Last Poem (Último Poema) Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Last Poem é um encerramento calmo e coerente com tudo o que Caeiro acreditou. Ele se despede da vida com a mesma simplicidade com que sempre a descreveu: sem medo, sem mistério, sem transcendência. Diz que morre como quem fecha os olhos — sem drama, sem eternidade, apenas um fim natural. Nesse último gesto poético, reafirma que o verdadeiro milagre está nas coisas visíveis, e que morrer não é mais espantoso do que uma árvore perder suas folhas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Há poetas que são artistas Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro critica os poetas que moldam seus versos como quem esculpe mármore — com arte, sim, mas também com artifício. Para ele, a poesia verdadeira não é feita, é dita como se se respirasse, sem enfeites ou intenções. Caeiro rejeita a ideia de poesia como construção estética; sua própria escrita é natural como o vento, espontânea como o que se vê sem pensar. A arte, quando consciente demais, afasta da verdade. Ele prefere a pureza do que simplesmente acontece. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Há metafísica bastante em não pensar em nada Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Este é um dos versos mais icônicos de Caeiro, onde ele desafia a tradição filosófica com sua simplicidade radical. Para ele, não pensar em nada — apenas ver, sentir, estar presente — já é uma forma profunda de sabedoria. A verdadeira metafísica, diz Caeiro, está no corpo que sente o sol, na pedra que existe sem dúvida. Ao negar o pensamento abstrato, ele propõe uma outra filosofia: a do instante vivido, sem mistério nem ilusão. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Hoje de manhã saí muito cedo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro narra uma caminhada matinal com a naturalidade de quem vive em total harmonia com o mundo ao redor. Não há lição, nem mensagem escondida — apenas a vivência direta do instante. Ele sai cedo, vê as coisas como são e sente-se feliz porque não pensa demais. O sol, o campo, o corpo em movimento — tudo é suficiente. O poema celebra a liberdade de existir sem interpretar, de viver antes do pensamento. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro revela um desejo calmo: o de ter tempo e sossego para ser apenas um com o mundo, sem esforço, sem pressa, sem pensar. Não é uma ambição grandiosa, mas uma aspiração humilde — viver como as plantas, como a luz do dia, como as coisas que simplesmente são. Esse anseio reflete sua filosofia de não-interferência: observar, existir, respirar. Caeiro quer a liberdade de nada precisar ser além do que já é. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Estou doente Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Em Estou doente, Caeiro trata a doença não como tragédia, mas como um estado simples do corpo — algo que acontece, como o frio ou a chuva. Ele não dramatiza, não extrai lições, nem procura sentidos ocultos. Apenas observa: está doente, e é só isso. Sua postura diante da fragilidade é a mesma que tem diante da saúde: presença, aceitação e calma. O poema revela uma serenidade radical — a de quem não se perturba nem mesmo quando o corpo falha. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Gozo os campos sem reparar para eles Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Gozo os campos sem reparar para eles expressa o núcleo da filosofia poética de Caeiro: viver sem questionar, sentir sem interpretar. O eu lírico percorre os campos não para entendê-los, mas para simplesmente estar neles, em total entrega ao presente. Não há busca por significado oculto ou beleza idealizada — há apenas o prazer puro do contato com a natureza. Essa atitude revela a grandeza da simplicidade que Caeiro tanto valorizava: existir é bastante, olhar já é um milagre. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Falas de civilização, e de não dever ser Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro rejeita com firmeza os discursos sobre civilização, progresso ou destino coletivo. Para ele, essas ideias são artifícios que afastam o ser humano do real e do simples. Quando alguém fala de “civilização”, Caeiro sente que está ouvindo algo que nega a verdade imediata das coisas — o campo, o sol, o corpo. A sua resposta é clara: não se deve ser outra coisa senão aquilo que já se é. Uma crítica ao excesso de pensamento e à perda da ligação com o natural. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Falaram-me os homens em humanidade Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro escuta os homens falarem em "humanidade" — um conceito abstrato que para ele não tem valor real. Ele rejeita essas ideias coletivas, que não cabem na sua forma de ver o mundo. Para Caeiro, não existe "a humanidade", mas sim cada homem, cada coisa, cada instante, únicos e suficientes em si. A simplicidade da sua visão desmonta os grandes discursos e devolve tudo ao que é visível, presente e tocável. Ele não quer saber do mundo ideal — quer apenas o mundo real, que se vê sem pensar. #domíniopúblico #Clássicos
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@novidadesliterunico há 8 meses
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"O essencial é saber ver, Saber ver sem estar a pensar, Saber ver quando se vê..." Fiquem ligados no perfil @classicos para ler as suas poesias de forma gratuita.
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem a Rubens Teixeira Scavone. Rubens é considerado um dos precursores da ficção científica brasileira moderna, escrevendo obras que combinavam especulação filosófica, tecnologia e crítica social. Também transitou por gêneros como o ensaio, a poesia e a crônica. "A ficção científica é a metáfora da inquietação humana diante do desconhecido." O Homem Que Viu: <a href="https://www.literunico.com.br/books/994">Aqui!</a> #aniversárioliterário
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@EscritosdeVitorHugo há 8 meses
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Morrendo de Medo Eu estou morrendo de medo. Eu estou morrendo tremendo, morrendo com medo, tremendo de frio, o frio do medo. Morro mais. A todo tempo morro um pouco mais. Vão morrendo todos que eu amo, e o medo vai me escalando, me tomando em seu desespero. Meu medo não tem acalento, não tem nem mesmo alívio. Eu desperto com medo morrendo, e durmo temendo o morrido. Eu sigo tremendo de medo. Eu sigo morrendo com frio. Eu tento esquecer que eu morro, mas morro, não tem outro jeito. É essa cruz nos meus ombros, ter medo do próprio destino.
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@MarU há 8 meses
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#Desafio 188 *Fuja* Fuja… enquanto ainda há tempo! Antes de se acostumar, se entregar, se prender, antes de querer ficar, antes de querer ser. Fuja… Não caia nessa conversa, não queira pegar intimidade, não queira fazer parte… Antes que seja tarde, previna-se, preveja. Fuja! Ouça. Leia este alerta. Já te deixarei avisado, para não dizer que era “papo”. O precavido ouviu o recado, e você me ouça: não se perca! Pois… se ficar? Talvez eu não queira mais ir… e permaneça. Pode acontecer que eu fique como você, bem aqui… e, perdidamente apaixonada, me entregue a uma paixão não planejada… Que surgiu, assim de repente, do nada… de forma crescente, mas ainda controlada. Então, seja eloquente… Seria loucura! Pois agora, não há desculpa. Você é inteligente e está consciente, não há “porquê” em tornar nossas vidas complicadas! Nosso “caso” exige uma atitude drástica, de autopreservação pura. Fuja! Fuja, enquanto ainda não sente nada minha falta. Consequências de me amar e me ter apaixonada podem ser evitadas. Fuja, e não me diga nada! ou… você vai (vi)ver! MarU
@CrisRibeiro · há 8 meses
Quero q continuação para saber a fofoca!
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