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@Albertobusquets há 1 ano
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Não sei dançar. Tinha vergonha. Depois, me achava desengonçado. Depois, porque "músico não dança"... Trocando de desculpas como quem troca de camisa. Então percebi que posso bailar com palavras: valseando com o belo, casualmente com a vida, headbanging com o destino. Musicais da Broadway numa praia deserta, para uma história épica sob a orquestra do mar. Ou serenata de estrelas para se ouvir despreocupado, debruçado à janela, deixando somente o corpo balançar. Sim, não deixa de ser Mais uma desculpa pra boi dormir... Aí eu soneto uma paixão para me redimir. Alberto Busquets. #Desafio 058
@CrisRibeiro · há 1 ano
Belíssimo, bailarino!
@JuNaiane · há 1 ano
Que poema mais gracioso, você baila com as palavras 🥰❤️
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Sonhar ou não sonhar? Sonhos, neles tudo é possível, o amor querido retorna, as péssimas escolhas são desfeitas, os bons tempos renascem, a fantasia do inconsciente faz tudo parecer fantástico É no sonhar, que seus mais profundos desejos se realizam, lá a realidade parece perfeita. Aquela bela fantasia nos parece tão real que quando despertamos, mal sabemos discernir se era sonho ou se era real. Nossa razão sabe que tudo não passou de uma ilusão, mas nossos sentidos juram de pés juntos que tudo aquilo era real! Só depois de tardiamente cairmos na real, é que sentimos a dor de sermos cuspidos para fora do mundo dos sonhos, para adentrar o sombrio mundo real! Poucas são as coisas mais cruéis que um bom sonho, que nos mostra a perfeição do que nunca alcançaremos, os amores que nunca mais teremos e os entes queridos que nunca mais abraçaremos, para que no fim nos faça encarar nosso próprio fracasso! Um sonho acabado é tudo o que é preciso para mostrar a um homem o quão impotente ele é diante do mundo. Talvez fosse melhor não sonharmos maís! Mas ao mesmo tempo me pergunto o que seria de nossas vidas, se não tivéssemos ao menos um bom sonho para inventar boas memórias!
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@classicos há 1 ano
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Livro: Livro das Donas e Donzelas Autor: Júlia Lopes de Almeida Lançamento: 1887 Livro das Donas e Donzelas é uma obra de Júlia Lopes de Almeida que se propõe a refletir sobre o papel da mulher na sociedade brasileira do século XIX, abordando temas como casamento, comportamento e a posição das mulheres dentro da estrutura social. A obra é composta por uma série de textos que discutem as expectativas e as limitações impostas às mulheres, principalmente as donzelas e donas, conforme os padrões da época. Com uma crítica sutil e incisiva, a autora revela as dificuldades enfrentadas pelas mulheres para conquistar sua autonomia, ao mesmo tempo em que expõe as tensões entre as convenções sociais e os desejos pessoais das protagonistas. A obra se destaca pela forma como coloca em questão as normas sociais e as relações de poder entre os sexos, defendendo a necessidade de maior liberdade e valorização da mulher. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Viúva Simões Autor: Júlia Lopes de Almeida Lançamento: 1899 A Viúva Simões é um romance que trata das questões da moralidade e da condição feminina na sociedade brasileira do século XIX. A obra acompanha a vida de uma mulher, a viúva Simões, que, após a morte de seu marido, enfrenta o julgamento social e as dificuldades de se manter dentro dos padrões esperados pela sociedade. A narrativa foca nos dilemas emocionais e sociais da protagonista, que, ao buscar a felicidade e a autonomia, se vê confrontada com as rígidas normas da época sobre o comportamento das mulheres viúvas. Júlia Lopes de Almeida, com um olhar crítico, explora os limites da liberdade feminina e as consequências de tentar ultrapassar os moldes impostos pela sociedade conservadora. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Falência Autor: Júlia Lopes de Almeida Lançamento: 1881 A Falência é um romance que examina a sociedade carioca do final do século XIX, com ênfase na classe média e nos valores da época. A trama acompanha a história de uma jovem chamada Eugênia, que se vê em meio a uma crise familiar e financeira quando seu pai, um comerciante, entra em falência. A obra explora as relações familiares, o impacto da decadência financeira sobre a moral e as expectativas sociais, além das escolhas e sacrifícios que os personagens precisam fazer para sobreviver. Júlia Lopes de Almeida, com grande habilidade, utiliza o romance para criticar a superficialidade das aparências e as rígidas normas sociais que moldam as atitudes e destinos dos indivíduos, especialmente das mulheres. #domíniopúblico #Clássicos
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 58 *Sonho* Por ventura, me caberia Viver do sonho, sua magia? Me deixar levar, Sem pensar em nada. Me iluminar, me envolver, Me encantar, me fazer amada. Por ventura, me caberia Sonhar e, em luz, resplandecer, Sentir do sono só o sonho E a vontade de alvorecer? Por ventura, me caberia Amanhecer com o sonho, A desfrutar nosso café E não mais dormir de sono, Mas, acordada, viver você. MarU
Lindo e profundo amiga! As vezes também quero morar nos meus sonhos! Excelente poema como sempre!🥰☺️👏
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Intrusa Autor: Júlia Lopes de Almeida Lançamento: 1887 A Intrusa é um romance psicológico e de crítica social que aborda as complexas relações familiares e os conflitos morais dentro da sociedade brasileira do século XIX. A obra gira em torno de um triângulo amoroso em que uma mulher, considerada "a intrusa", entra na vida de uma família e desafia suas normas e expectativas. Júlia Lopes de Almeida utiliza a narrativa para questionar a moralidade da época, explorando temas como o papel da mulher na sociedade, o ciúmes e o conceito de "honra". A história revela as nuances dos sentimentos humanos e as tensões entre o desejo e a repressão, retratando as consequências que a quebra de convenções pode trazer para os indivíduos e suas relações. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Sacrifício Autor: Franklin Távora Lançamento: 1884 O Sacrifício é um romance que aborda temas de amor, honra e tragédia, situando-se no contexto social e político do Brasil do século XIX. A trama gira em torno de um dilema moral vivido pelo protagonista, que é forçado a fazer um grande sacrifício por causa de sua honra e pelos interesses das pessoas que ama. A obra reflete sobre o peso das escolhas individuais e as consequências que essas decisões podem ter sobre a vida pessoal e social do personagem. Franklin Távora utiliza a narrativa para discutir questões de ética, justiça e sacrifício pessoal, dentro de um cenário de conflitos internos e externos que marcam a época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Matuto Autor: Franklin Távora Lançamento: 1881 O Matuto é uma obra que retrata as tensões sociais e culturais entre o homem do campo e a sociedade urbana brasileira do século XIX. A história foca em um protagonista rural, o "matuto", que é simples, ingênuo e desconectado das normas e da cultura das cidades. O romance aborda a luta do matuto por sua dignidade e a forma como ele é tratado pelos urbanos, muitas vezes com desprezo e preconceito. Franklin Távora explora, com sensibilidade e crítica, as disparidades entre o campo e a cidade, destacando o impacto da modernização sobre as tradições rurais e os valores do interior. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: O Cabeleira Autor: Franklin Távora Lançamento: 1876 O Cabeleira é um romance que mistura elementos de aventura, drama e crítica social, ambientado no Brasil do século XIX. A obra narra a história de um jovem rebelde, conhecido como Cabeleira, que vive nas periferias do Recife. Com seus longos cabelos, ele é visto como um símbolo de resistência e de confronto com as normas sociais da época. A trama aborda questões como a luta de classes, o confronto com a autoridade e a busca por liberdade em um Brasil marcado por desigualdades. Através de sua narrativa envolvente, Franklin Távora critica a opressão e a rigidez da sociedade, destacando as contradições e os dilemas dos personagens que buscam um espaço de autonomia. #domíniopúblico #Clássicos
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@edsonbas há 1 ano
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Só de olhar para aquilo já me embrulhava o estômago. Enquanto aquela pessoa almoçava, tomando junto uma lata de cerveja em temperatura ambiente, um líquido viscoso e azedo ia subindo pela minha garganta. Me dava ânsia de vômito. Uma parada que o ônibus faz no meio de uma longa viagem é importante porque ali a gente desce, estica as pernas, vai ao banheiro, come alguma coisa, alguns fumam um cigarro etc. Mas tem gente que prefere ficar lá dentro mesmo, uns dormindo, outros escutando música, mexendo em seus celulares ou comendo algo que trouxeram de casa. Nem sempre dá tempo de terminarem a refeição e, quando retornamos, acabamos presenciando, de camarote, o grotesco espetáculo. Era uma colherada, com uma daquelas colheres de plástico, na comida já fria dentro do marmitex, seguida de uma golada na cerveja. E eu imaginando o arroz com feijão se misturando com a espuma morna, com um pouco do gosto do alumínio da latinha, e virando uma massaroca que parecia descer, pelo menos um pouco dela, direto pela garganta, sem nem ao menos ser mastigada. Às vezes escorria um fio da bebida pelo canto da boca e a língua, coberta por um pouco daquilo que estava dentro da boca, logo ia buscar de volta. Por mais que a gente tente, não consegue parar de olhar para essas coisas. Não sei o que é isso, mas eu virava a cabeça para o outro lado e quando me dava conta, já estava encarando aquela cena de novo. Parece que esse tipo de coisa atrai nossa atenção, é irresistível, é como um imã. Será que o ser humano, por natureza, gosta de se torturar? Passei todo o restante da viagem suando, com azia e mal-estar. Aquela imagem não saía da minha cabeça. Quando desci do ônibus, peguei minha mala no bagageiro e fui direto ao guichê da empresa para comprar a passagem de volta. Pedi pelo amor de Deus uma poltrona na janela. No corredor, nunca mais!
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@classicos há 1 ano
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Livro: À Margem da História Autor: Euclides da Cunha Lançamento: 1909 (póstumo) À Margem da História é uma coletânea de ensaios e artigos em que Euclides da Cunha analisa a ocupação da Amazônia e a situação dos povos indígenas. Com um olhar crítico e detalhado, o autor denuncia a exploração e a violência sofridas pelas populações nativas diante do avanço da civilização. Além disso, a obra reflete sobre as dificuldades da integração da região amazônica ao restante do Brasil, abordando questões geopolíticas, sociais e econômicas. Esse livro reafirma o compromisso de Euclides com a justiça social e a defesa dos povos originários. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Um Paraíso Perdido Autor: Euclides da Cunha Lançamento: 1908 Um Paraíso Perdido é um ensaio em que Euclides da Cunha descreve a região amazônica com uma combinação de rigor científico e sensibilidade literária. O autor destaca a grandiosidade da natureza, os desafios da ocupação humana e a influência das populações indígenas na construção da identidade local. Com uma visão ao mesmo tempo admirativa e crítica, Euclides retrata a Amazônia como um território de imenso potencial, mas também de conflitos e exploração. #domíniopúblico #Clássicos
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@eliz_leao há 1 ano
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Feito de sal, Amargo, fel E céu azul. Feitos de mel Manjar de deuses Na noite enluarada. Caminhantes do planeta azul. Galgam muros, Plantam flores, Deixam viver. Destróem tudo Pincelam horror, E enchem de dor, O outro ser. Onde pisam, Levam sorrisos Onde tocam, A cura dão. Tantos destinos tocados Tantos destinos alados Tantos destinos Destinados a padecer. Preferimos viver. Onde a ponte seja, A troca esteja, E onde o abraço cura. Seja intempéries Mas de amor! Nunca de dor. Eliz Leão
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo... Destinados a padecer, preferimos viver 🥹❤️
@MarU · há 1 ano
Que lindo, que profundo, que intenso. Amiga, você escreve com tanto sentimento! Sua sensibilidade é imbatível. 🥹❤️👏👏👏👏👏
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@classicos há 1 ano
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Livro: Peru versus Bolívia Autor: Euclides da Cunha Lançamento: 1907 Peru versus Bolívia é um ensaio geopolítico no qual Euclides da Cunha analisa o conflito territorial entre os dois países sul-americanos no início do século XX. Com seu olhar crítico e aprofundado, o autor examina as disputas fronteiriças, os aspectos históricos e as influências externas na região amazônica. O texto reflete sua preocupação com a ocupação e exploração da Amazônia, além de evidenciar sua visão sobre o papel do Brasil na mediação desses conflitos. #domíniopúblico #Clássicos
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@uiaramei há 1 ano
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Fixada uiaramei 27/2/2025 Já começo dizendo que: podem me cancelar!Aviso importante: respeito é inegociável.Não dou espaço nem tolero desrespeito a escritores, sejam independentes ou não. Aqui há dedicação, esforço, sonhos e trabalho — e ninguém é obrigado a aceitar ofensas. Críticas construtivas são bem-vindas, mas falta de respeito não será tolerada.Se passar dos limites, leva block. Simples assim. Leitores idiotas levarão block.
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@classicos há 1 ano
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Livro: Ondas e Outros Poemas Esparsos Autor: Euclides da Cunha Lançamento: Publicação póstuma "Ondas e Outros Poemas Esparsos" é uma coletânea póstuma que reúne poesias escritas por Euclides da Cunha ao longo de sua vida. Conhecido principalmente por suas obras de cunho histórico e sociológico, Euclides também explorou a poesia como forma de expressão. Seus versos refletem temas como a natureza, a condição humana e a contemplação filosófica, mostrando uma faceta mais intimista do autor. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Canudos e Outros Temas Autor: Euclides da Cunha Lançamento: 1903 (coletânea publicada postumamente) "Canudos e Outros Temas" reúne textos e ensaios de Euclides da Cunha sobre diversos assuntos, com destaque para reflexões e aprofundamentos acerca da Guerra de Canudos, um dos eventos mais marcantes da história brasileira. Além disso, a coletânea traz análises sobre geografia, sociologia, política e cultura do Brasil no início do século XX. A obra reforça a visão crítica e detalhista do autor, complementando sua magistral narrativa apresentada em Os Sertões. #domíniopúblico #Clássicos
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@aleituracria há 1 ano
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📌 Segundo Livro: O Mistério do Trem Azul (26 de fevereiro a 10 de março) 26 de fevereiro: Leia até a página 16 27 de fevereiro: Leia até a página 32 28 de fevereiro: Leia até a página 64 1º de março: Leia até a página 81
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