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@maedovankar há 10 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/125' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Prólogo" completo</a></p></div>
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@maedovankar há 10 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/124' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Nota da Autora" completo</a></p></div>
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@literunico há 10 meses
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Você se assenta em mim como gota d'água em solo seco, desidratado. Necessário, se torna parte da minha derme. Nutre, como oásis. Fecha fendas, curando. Raiz vai criando. Você se assenta em mim feito seda sobre a cama, lençol arrumado. Nosso cenário. O pensamento já nos despe Como o verdadeiro milagre Abre os caminhos, penetrando. O prazer se revelando Vinho escorrendo Taça que transborda Na minha sede te bebendo, Do meu sonho, não me acorda. Entre a pele e teu perfume Teu cheiro é combustão; O desejo que se assume Espelho, contraste... Visão És neblina que me invade, toque quente em noite fria; devaneio que persuade minha calma e ousadia. Oceanos se tocando, sem limite ou despedida; Entre o tempo mergulhando no horizonte encontra vida. Entre olhares repetidos, Fica a paixão se entreolhando; no sussurro dos sentidos, nossos prazeres comungando. Eder e Eliz #🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
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@aleituracria há 10 meses
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<h5><span style='color: red;'>#DoContratoSocial</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/928'><strong>Do Contrato Social</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -37/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a política é pensada a partir da dúvida, e não da doutrina, obras em que o autor questiona as estruturas.<br /> <br /> Gosto muito desse livro e acho que todos deveriam ler!</p>
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@aleituracria há 10 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Casadesegredos-Casadesegredos-vol.1</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/733'><strong>Casa de segredos - Casa de segredos - vol. 1</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -36/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que a terra não é cenário, mas destino, obras onde o vínculo com o solo é sagrado, político, inevitável. Quando a terra dá e tira, e quem a habita precisa aprender a colher sem esquecer que também é colhido.<br /> <br /> Os personagens do livro fazem de tudo para voltar para casa.</p>
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@aleituracria há 10 meses
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<h5><span style='color: red;'>#AúltimacasadaruaNeedless</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/932'><strong>A última casa da rua Needless</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 35/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que a narrativa se dá de dentro para fora, onde o mundo é percebido por um sujeito obsessivo, atormentado, e a linguagem revela não os fatos, mas os labirintos da mente.<br /> <br /> Um dos melhores suspense que eu li nos últimos tempos. Tem uma narrativa maravilhosa, e o plot twist é incrível.</p>
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@aleituracria há 10 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Oduqueeeu(OsBridgertons–Livro1):OlivrodeDaphne</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/662'><strong>O duque e eu (Os Bridgertons – Livro 1): O livro de Daphne</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -34/365 <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde o desejo é o foco e a ruptura, obras em que amar, querer não é leveza, mas uma dificuldade, é conflito ou quebra do tradicional.<br /> <br /> Eu sou fã de romances de época, e esse é um dos meus preferidos e reflete muito da proposta do desafio em questão.</p>
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@novidadesliterunico há 10 meses
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Henrique Maximiano Coelho Netto nasceu em 21 de fevereiro de 1864, em Caxias, no Maranhão, e faleceu em 28 de novembro de 1934, no Rio de Janeiro. Sua escrita era marcada por um estilo exuberante, lírico e descritivo, com forte influência do romantismo, naturalismo e simbolismo. Ele sabia equilibrar lirismo com crítica social, e muitas de suas histórias giravam em torno da moral, da família, da natureza e da vida urbana. Confira algumas obras dele lá no perfil @classicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: O Turbilhão Autor: Coelho Netto Lançamento: Início do século XX O Turbilhão é uma obra marcada pela intensidade emocional e pelo drama social. Coelho Netto conduz o leitor por uma narrativa em que paixões, conflitos morais e tragédias pessoais giram como em um redemoinho — um verdadeiro turbilhão de sentimentos. A prosa vibrante e imagética do autor revela personagens arrastados por forças que não controlam: desejo, culpa, ambição e destino. Combinando crítica social e sensibilidade literária, o romance mostra como a vida pode subitamente sair do eixo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: O Duplo Autor: Coelho Netto Lançamento: Início do século XX Em O Duplo, Coelho Netto mergulha no universo do fantástico e do psicológico, explorando a ideia da duplicidade da alma humana. A narrativa envolve mistério e inquietação, ao abordar a sensação de ver refletido em outro aquilo que está oculto em si mesmo. Com forte carga simbólica e um estilo refinado, o autor investiga temas como identidade, consciência e conflito interior. A presença do “duplo” evoca angústias existenciais e questiona os limites entre realidade e ilusão. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Mano Autor: Coelho Netto Lançamento: Início do século XX Mano é uma narrativa comovente que reflete a infância, os laços familiares e as descobertas afetivas no ambiente do lar brasileiro tradicional. Coelho Netto utiliza sua escrita envolvente e poética para explorar o olhar infantil diante do mundo, com ternura, imaginação e sensibilidade. A figura de “Mano” representa tanto a fraternidade quanto a pureza da infância, em contraste com a dureza da vida adulta. A obra é um retrato delicado da formação do caráter e da memória emocional. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: A Conquista Autor: Coelho Netto Lançamento: Início do século XX Nesta obra, Coelho Netto mistura lirismo e crítica social para retratar o drama de personagens imersos em um Brasil em transformação. Com estilo rebuscado e emotivo, ele explora os contrastes entre aspiração e realidade, amor e sacrifício, mostrando a luta por realização pessoal em meio a convenções sociais opressoras. A conquista a que o título se refere não é apenas material, mas também emocional e moral — revelando a complexidade dos sentimentos humanos e os conflitos entre desejo e dever. #domíniopúblico #Clássicos
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@CrisRibeiro há 10 meses
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#Desafio 176 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Incêndio em Sussurros Arrepios caminham por mim: sabem teu nome. Te olho e tua boca não precisa dizer, teu olhar já me manda despir. Levanta minha saia antes do pensamento. Tens a urgência dos intensos. Me rouba com violência delicada, com ternura que morde e olhos que pedem mais do que a fala ousa. Teus lábios, grossos como promessas não feitas, se encaixam nos meus: nosso pecado consentido. Tua língua desce, sem mapa, sem rumo. Vai fundo no pescoço, lambe o medo, me despe de história. Me rebatiza com saliva, me escreve com gemidos: sou teu poema entre espasmos nada sacros. Mãos despudoradas, feito culpa boa, moldam meus seios erguem altar. Teus dedos me procuram, me invadem com loucura, descobrem cada curva, mistério que se entrega. Calcinha encharcada de intenções não ditas. Palavras que não se falam em voz alta (mas a gente diz). Teu fogo derrete meu juízo. Teu corpo me encontra no exato segundo em que minha língua te silencia de prazer. Sou tua. Aberta. Molhada de coragem. Espalhas meus joelhos no lençol, me lês com digitais, página por página, gemido por entrelinha. Toco tua nuca. Entre um beijo e outro, te escapa a confissão. Goza comigo com pressa, com fúria. E dentro do gozo, te escrevo. Te tomo. Te invento. Me queimo. E me deixo tremer. Cr💞s Ribeiro
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@jjr há 10 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 ~*~ Égua castanha Raça forte. Tuas ancas Abrem a desejos Posições. Me sinto despudorado Ao desejo Lhe possuir. Fartar Minha boca teus seios, Consumir Lingua Nas dobras. Puro desejo Não me contenho Enrigecido Até em pensamento. Deliciosa. ~*~ JJr.
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@Cilene há 10 meses
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À Distância de um Olhar Ela tocou a taça no queixo porque precisava do toque. O vinho tingia o cristal como um presságio. Os olhos dele, mesmo do outro lado da tela, tiravam suas roupas com mais precisão do que mãos ousadas. “Você sempre me põe alguma vontade”, ele dissera. “Qual a de hoje?”, ela provocara, já imaginando que leria uma boa resposta no calor que subia pelas coxas. A mensagem chegou como um sussurro que atravessava o vidro: “Começa com mergulhar os dedos na tua taça, depois na tua boca, te olhando os olhos de muito perto.” Ela sentiu a boca se entreabrir, não pela surpresa, mas pela antecipação. O dedo úmido do vinho poderia ter sido dele, roçando seu lábio inferior, empurrando devagar para dentro, como quem oferece um segredo para ser guardado entre dentes e saliva. “Essa carinha de reação é bem como pensei a sua boca mesmo”, ele completou. Ela respondeu com um “hmmmm”, mas seu corpo inteiro falava outras línguas, outras urgências. E então ele afundou mais fundo nas palavras: “Se viesse um gemidinho assim, iriam também outros dois dedos na tua boceta, sem tirar os da tua boca e ainda te olhando os olhos de muito perto.” A cena se desenhava perfeita em sua mente — os olhos fixos, os dedos orquestrando uma dança entre lábios e carne pulsante. Ela respondeu com um arrepio e uma confissão: “que cena perfeita.” E ele seguiu, sabendo que já não havia como parar e nem queria recuar: “Os dedos todos e os olhos todos continuariam, até você gozar. Sem outro toque, sem mais proximidade do que estar perto, te olhando e tocando a boca e a boceta por dentro.” Ela adorou a maldade dessa ideia, mas desafiou: “Será que consegue? Ficar longe?” “Consigo”, ele disse. “A visão do teu corpo a essa curta distância e os teus movimentos… Eu seria capaz de te olhar assim muito tempo. Mas nem acho que seria preciso tanto tempo até você gozar.” “Não, não seria”, ela admitiu mais rapidamente do que deveria. E ele concluiu como quem sela um feitiço: “O movimento do teu quadril, bicando nos meus dedos. Aqui, só a construção da cena me põe vontade de um gozo. Imaginar também o teu corpo ao ler, aumenta minha vontade.” Ela fechou os olhos, imaginou o tamanho e a dureza da vontade, sendo empurrada para dentro de si. E isso arruinou qualquer chance de um minuto a mais. Gozou com força e vazio. Sem vergonha e sem pele. Ali mesmo, entre letras, vinho e desejo teleguiado.
@CrisRibeiro · há 10 meses
Arrasou!
@robsonmachado · há 10 meses
Simplesmente extraordinário 👏🏾👏🏾👏🏾❤️‍🔥
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@eliz_leao há 10 meses
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Arde, pulsa, Teu cerne em minha carne, Esmiúça, o forno. Ascendente, crescente. Impulsa, entre minha coxas, Úmidas. A labareda, que alimenta, Desde o início do dia. E crepitando, escapa entre Os lábios, Os da boca e os do sexo. Latejam, anseiam, Teu falo. Ébria de desejo, Dispo, todas as coisas, Que me tornam Aparte, de ti. E fluo, deliciosamente Meus pensamentos, Cativos do teu gozo, Que acompanha o meu. Meu sexo banha o teu. Eliz Leão 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
@CrisRibeiro · há 10 meses
Sexxxtou com 🔥
@JuNaiane · há 10 meses
Delícia 🥵
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@novidadesliterunico há 10 meses
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Homenagem João Guimarães Rosa (1908-1967). É um dos maiores escritores da literatura brasileira, conhecido por sua linguagem inovadora e profunda exploração da alma humana e do sertão. Ele reinventava palavras, misturava termos populares, arcaicos e eruditos, criando um português literário muito particular. O ritmo e o vocabulário de suas obras são fortemente influenciados pela oralidade e pela fala do sertanejo. “O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e afrouxa, sossega e depois desinquieta.” - João Guimarães Rosa Grande sertão: veredas:<a href="https://www.literunico.com.br/books/665">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@purapoesia há 10 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 não quero outra coisa senão seu corpo não quero outra coisa senão o mergulho dentro de ti almejo teu eriço o mamilo enrijecido o ofego e o gemido o fogo de tua derme os lábios melados quero a sentir escorrendo sobre minha carne dura quero ouvir tua loucura ver o delírio de olhos fechados e bocas abertas mastiga-me comemo-nos embora não se sacie nosso desejo febril.
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@MarU há 10 meses
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#Desafio 164 *“Bom dia!” acalorado* De olhos fechados, deitados, eu me viro, e você sente meu cheiro adocicado. A textura sedosa e fria dos meus cabelos cacheados aguça seus sentidos. Me explora… Aninha o rosto na minha nuca, sente meu perfume feminino e o calor da minha pele… nua… te devora. Eufórico, me cheira, me roça… tem delírios… me beija. Seus instintos sentem, fêmea no cio, fareja. Se achega mais perto do meu corpo… viril. Me abraça, aconchegado, com essas mãos fortes na minha cintura… arrepio. Me puxa com jeitinho, colado… Se excita. Me desperta… encharcada e sedenta, com este “bom dia” acalorado, me atenta. Me devora! MarU
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