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@jjr há 11 meses
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~~~§§§~~~ Na beleza de meu canteiro, todas lindas flores escolhidas a dedo. ~~~ Majestosa, meu Copo de Leite & Rosa amarela, do caule a flor me ilumina bela. ~~~ Margarida menina graciosa, decidida e pensativa me fascina. ~~~ A Camélia com seus olhos e pétalas agraciadas. ~~~ Toda travessa Maria-Sem-Vergonha ao pecado um convite. ~~~ Tulipa sensual disfarçada com sua calma. ~~~ A Orquídea de beleza cigana entorpecente as minhas órbitas. ~~~ São meninas-mulheres-moças embelezando o mundo com seus aromas e irradiando seu sorriso. ~~~ Cada uma um diferente paraíso. ~~~§§§~~~ JJr.
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@jjr há 11 meses
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------ Patas de elefante. Pegadas. Lembranças guardadas entre os vales do tempo. Memórias de uma caminhada. ---------- JJr.
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@jjr há 11 meses
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-#-- Do odor das dunas as flores no deserto. O beijo do furacão ao solo apaixonado. Somente ensolação, miragens que ofuscam minha visão agraciando-me pela iliusão. --#-- JJr.
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@tibianchini há 11 meses
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**Não, não quero** Ter que olhar no teu rosto que me instiga, E fingir indiferença e naturalidade, Para que ninguém te veja em mim mais que uma amiga... Ter que te abraçar como um velho amigo, Sem deixar que sintas o calor do meu corpo em chamas Exigindo a brisa fresca da tua alma-abrigo. Estar perto desse corpo, que, um dia, Nos meus devaneios ou em uma outra vida, Me perdi e me encontrei, e fiz moradia. Ter que ouvir teu murmurar doce e risonho Sem me arrepiar e me denunciar, Nem cruzar a tênue linha entre o possível e o sonho. Ter você tão perto, e tão fugaz, Como névoa que me envolve, mas não prende... Como promessa não cumprida, e audaz. Ter que te ignorar com tal esmero Que este amor se dissolva em "como vai?" Não, não quero.
@tibianchini · há 11 meses
(... Ou quero?)
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 151 *Amor e fé* Como explicar saudades do que não se conhece? Amor pelo que nunca se viu. Desejo pelo desconhecido. Acreditar poder alcançar o inalcançável… Encontrar brechas e dobras no tempo e espaço. Querer ser querido e digno de algo divino. Desafiar a razão e o impossível por um único e principal motivo: o amor inexplicável que sinto e acredito, sem ter certeza da reciprocidade. O amor transcendental que transpõe barreiras para alcançar algo além da razão. Advindo e impulsionado pela emoção, a fusão da fé com a esperança. Acreditando no invisível, caminhando em direção ao incerto, com o coração aceso, movido pela perseverança de um lampejo. Algo que, com olhos humanos, não vejo. Preciso usar a alma como bússola de precisão. Como explicar o amor, se para o amor não há explicação? MarU
@JuNaiane · há 11 meses
Alcançar o inalcançável 🥰
@tibianchini · há 11 meses
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻 (de pé)
@EscritosdeVitorHugo · há 11 meses
Poema lindíssimo amiga! Espetacular como sempre! Você é sempre uma inspiração pra mim!🥰 E de fato não há nada mais complicado do que o amor!
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@rafaelaraujoescritor há 11 meses
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O Dilema da Poesia e o Poeta De onde nasce a poesia? Das entranhas do poeta, ou talvez da criatividade volátil do poeta. Mas, no fundo, o poeta é sem rosto, sem olhos, e até sem boca. O poeta bate contra a parede, invisível. Carrega a maca com seu próprio corpo machucado, mas não chora, porque feridas se cicatrizam com sua poesia. Talvez seja daí que a poesia nasce: do completo que é vazio, do vazio que enlouquece, da loucura... de não saber de onde nasce a poesia. Afinal, a poesia só nasce. Por Rafael Araújo
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@EscritosdeVitorHugo há 11 meses
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O Mundo Além dos Olhos Até onde vão os nossos olhos? até onde vai o nosso toque? Quantos sons o nosso ouvir não alcança? Quantos cheiros não podemos sentir? Quais os segredos que o mundo esconde, que nós, presos em nosso falho corpo, jamais descobriremos? Quais são as cores que se escondem, o cheiros que não sentimos, quais são essas coisas que nossa percepção não alcança? Pode haver um mundo escondido sob nossa narinas, pode haver um mar por trás do véu que achamos ser a realidade! Talvez lá esteja o sentido quero não encontrarmos em nossa existência, ou talvez lá encontremos a cruel verdade que a muito já suspeitavamos, que nada tem sentido e a vida talvez seja uma piada de mau gosto
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@fksilvain há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/122' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A ruiva e o grisalho" completo</a></p></div>
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@escritormarcosgonbaz há 11 meses
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Estrelas Um punhado de estrelas Apanhei do universo Depositei com delicadeza Em meus versos. E fiz poesia para ti Minha galáxia espiral Catavento cósmico feliz Musa estelar astral. Inspiração da criação És aglomerado de sóis Semente de constelação E o cosmos só para nós.
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@luscaluiz há 11 meses
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A poesia, em sua materialidade enquanto poema, não se resume a ser apenas "expressão dos sentimentos"; ela é a construção consciente de imagens, sons e ideias que transcendem a mera subjetividade, buscando estabelecer um diálogo sensorial e intelectual com o leitor, ancorado em linguagem, forma e intenção estética.
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@luscaluiz há 11 meses
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A poesia se constrói por meio de imagens, enquanto a narrativa se desenrola através de ações. Isso porque o cerne dos sentimentos humanos é inefável, inalcançável em sua totalidade. Só é possível aproximar-se deles, e é nesse ponto que entram as imagens e as ações. A matéria-prima do escritor não são os sentimentos em si, mas a experiência humana concreta. Nesse sentido, ambos criam uma conexão por meio da atmosfera que o autor constrói com diversos recursos técnicos, capaz de evocar sentimentos análogos nos leitores. Daí surge a polissemia, que ressoa em cada indivíduo conforme suas próprias vivências.
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@nanderfer há 11 meses
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Numa noite dessas, estava eu no ponto de ônibus. Naquele horário, os únicos seres ao meu lado eram um cachorro revirando uma lata de lixo e mendigo adormecido, quiçá morto, vá saber… Nas minhas costas uma mochila abrigava o meu Acer. Um notebook idoso que eu só não o aposentava porque teria que vender um rim e alma para comprar outro. - Passa a mochila prá cá, vagabundo. - Foi a voz que ouvi logo atrás de mim. O assaltante, sorrateiro e silencioso como um câncer de próstata, encostou algo pontiagudo na minha cintura. Gaguejando falei que eu não tinha dinheiro. - Acabou, parça, passa a mochila pra cá. - Ele insistiu. Eu repeti que eu não tinha dinheiro. - Eu sou escritor. - Concluí. Foi aí que o assaltante afastou o canivete de mim. - Foda cara. Tu é escritor mesmo? - Ele questionou me encarando com um misto de constrangimento e tristeza, como quem olha o time do coração chafurdado na zona do rebaixamento. Eu confirmei cabisbaixo. - Porra, maninho, como tu foi fazer uma coisa dessas? Eu disse que eram as más companhias. Era tudo culpa do Stephen King, do Tolkien, da Anne Rice, dessa turma… Falei também que eu escrevi um livro e que dava para contar a quantidade de leitores nos dedos da mão direita do presidente. O assaltante, comovido, me abraçou e ainda me deu algumas moedas para me ajudar. No ônibus, refleti sobre a minha condição e decidi abandonar a carreira literária. Infelizmente não consegui. O desejo de contar histórias é mais forte que eu. Cheguei em casa e escrevi essa história aqui: https://tinyurl.com/mrxazeky
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@aleituracria há 11 meses
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<h5><span style='color: red;'>#OExorcismodaMinhaMelhorAmiga</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/764'><strong>O Exorcismo da Minha Melhor Amiga</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -13/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que trate o absurdo com naturalidade — obras em que o insólito acontece sem alarde, onde a realidade se curva levemente, quase sem perceber, à lógica dos sonhos e da angústia.<br /> <br /> <br /> Livro: O Exorcismo da Minha Melhor Amiga<br /> Autor: Grady Hendrix<br /> Páginas: 313 | +16 anos<br /> <br /> Ambientada nos anos oitenta, entre os anos de 1982 a 1988, o livro narra a amizade entre Abby e Gretchen. Esse belo laço de amizade começou no aniversário de Abby, quando ela convidou todos os alunos da sala para sua festa, mas Gretchen foi a única a comparecer.<br /> <br /> Nessa época, a situação financeira das duas era semelhante. Contudo, o tempo foi passando e os pais de Abby enfrentaram problemas financeiros quando seu pai perdeu o emprego. Nem mesmo a diferença social ou a mudança na aparência de Abby, que estava passando por uma puberdade difícil em comparação com a beleza de Gretchen e das outras amigas, Margaret e Glee, foram capazes de enfraquecer aquela amizade. Até que, num dia de tédio, as amigas, agora com dezesseis anos, decidiram se divertir com drogas ilícitas, e em um rompante de ousadia, Gretchen decidiu nadar à noite no escuro e ficou perdida até a madrugada. Abby, Glee e Margaret saíram à sua procura, mas somente ao amanhecer Abby encontrou a amiga em uma sinistra construção abandonada.<br /> <br /> Os dias foram passando e Abby viu a amiga usando as mesmas roupas, que acumulavam sujeira e suor. Gretchen não tomava mais banho nem escovava os dentes, tornando-se reclusa e depressiva. E, por mais que Abby quesesse ajudar a amiga, os pais de Gretchen, os Langs, eram extremamente protetores e preconceituosos em relação à condição financeira de Abby.<br /> <br /> Abby viu a amiga se transformar até que um dia Gretchen surge linda e imaculada, com um brilho emanando de seu novo corte de cabelo. Num passe de mágica, todo aquele aspecto repugnante da amiga desaparece, assim como a amizade das duas. Para piorar, nem Glee nem Margaret estão falando com Abby. Embora nada mude os pensamentos de Abby de que algo está acontecendo com a melhor amiga, parece que todos estão contra ela, até que uma pessoa parece acreditar; o exorcista, o irmão Lemon.<br /> <br /> Senti que estava lendo o roteiro de uma série que adoraria assistir, pois a história consegue ser singular mesmo com a enxurrada de referências. E, no final, tudo se trata da amizade e de como esse elo é forte o suficiente para suportar qualquer coisa.</p>
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@aleituracria há 11 meses
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<h5><span style='color: red;'>#OssegredosdeColinBridgerton(OsBridgertons–Livro4)</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/763'><strong>Os segredos de Colin Bridgerton (Os Bridgertons – Livro 4)</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -12/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que o amor seja trabalhado com rigor formal, onde a métrica, a rima e a estrutura não contenham a emoção, mas a lapidem até torná-la insuportavelmente bela.<br /> <br /> Livro: “Os Segredos de Colin Bridgerton”<br /> Autora: Julia Quinn<br /> Páginas: 525 | +16 anos<br /> <br /> O quarto livro da série narra o romance do terceiro filho do abecedário Bridgerton. Para o leitor, a figura simpática e sagaz de Colin não é estranha, já que esse personagem cativante já havia agraciado as páginas dos outros livros. Outra figura de destaque é Penelope Featherington, que há muito nutria uma paixão platônica por Colin, sem esperança de que esse sentimento fosse correspondido.<br /> <br /> Os anos passaram, e Penelope, aos 28 anos, já era considerada uma solteirona. Colin, aos 33 anos, era o novo alvo da mãe, para que finalmente parasse de viajar e se casasse com uma jovem da sociedade. Não foi necessário a intervenção de Violet Bridgerton para que Colin reconhecesse que ele e Penelope nutriam um belo sentimento de amizade. A bela jovem de cabelos castanhos avermelhados havia amadurecido e se tornado uma mulher. O olhar sobre aquela jovem que considerava uma irmã, transformou-se ao longo das páginas, cativando o leitor.<br /> <br /> A simplicidade desse romance é apenas um atrativo para as camadas que a autora se propôs a trabalhar. Penelope seria a “nerd” nos dias atuais; sua beleza demorou para “florescer”, e sua apresentação como dama nunca foi das melhores. Em contraposição, a autora coloca Cressida Cowper, uma personagem oposta a ela, e esse confronto é apresentado em vários momentos do livro. O caminho traçado por Penelope é a verdadeira “jornada do herói”, com leveza e momentos cômicos trabalhados pela autora.<br /> <br /> Além de Penelope se apaixonar mais ainda por um Colin diferente, compreendendo seus anseios e sonhos, vemos uma personagem descobrindo sua força e voz. Lady Danbury se mostra uma amiga e incentivadora chave para esse ganho de confiançar. Além do livro revelar momentos cruciais sobre a verdadeira face da Lady Whistledown. O único ponto negativo foi concluir o momento romântico um pouco cedo demais, sem explorar mais a paixão entre os personagens. No mais, é um livro incrível, fluido e com momentos de romance, encorajamento e comédia.</p>
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@aleituracria há 11 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Apacientesilenciosa</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/650'><strong>A paciente silenciosa</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 11/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que o silêncio seja o centro do mistério, obras em que o que não é dito, o que é ocultado ou calado, conduz a trama, define os personagens e sustenta o abismo do leitor.<br /> <br /> Livro: “A Paciente Silenciosa”<br /> Páginas: 364<br /> Autor: Alex Michaelides | +16 anos<br /> <br /> Theo Faber é um terapeuta, cujo maior anseio profissional, é ajudar uma famosa pintora que parou de falar após cometer um ato contra a vida do seu marido. Ele acredita ser capaz de fazer com que Alicia Berenson saia do seu atual torpor e se reabilite, após ficar anos sem emitir palavra alguma.<br /> <br /> A narrativa fica por conta de Theo, que nos apresenta toda a trama. Alicia tinha uma psique atormentada; viveu uma infância triste e infeliz, expressando suas dores por meio de sua arte. Casada com um fotógrafo que não era tão talentoso quanto ela com os pincéis, Gabriel mostrava-se um marido disposto a cuidar da esposa. Contudo, certo dia, motivada por uma razão tão silenciosa quanto ela, tirou a vida do homem que jurou amar. Todos esses fatos são apresentados e narrados por Theo, que, logo no início do livro, consegue o emprego no Grove, clínica na qual Alicia foi internada.<br /> <br /> Paralelo à história da pintora e à ansiedade incontrolável de Theo em ajudá-la, somos apresentados à vida pessoal do terapeuta. Em alguns momentos, o autor fornece pequenas informações sobre os problemas enfrentados pelo terapeuta com sua família disfuncional e infância complicada. Nesse momento, é possível compreender o motivo dele querer tanto ajudar a silenciosa Alicia.<br /> <br /> Contudo, sua intuição o leva a desempenhar o papel de investigador e procurar todos que já foram próximos a ela; algo que fere totalmente os princípios da profissão, e ele rompe essas barreiras a todo momento. Sua vontade de ajudar beira ao fanatismo, algo que por vezes é apontado por alguns personagens, fazendo o leitor se aprofundar cada vez mais nessa história, com a necessidade de compreender todas as motivações e ligar os pontos. Além dos problemas na infância, o casamento de Theo não anda bem, e são nesses pequenos momentos que sua verdadeira face vem à tona, e podemos o enxergar com mais nitidez.<br /> <br /> O final do livro é surpreendente, mas senti falta de maiores indícios no começo e no meio, para que o final se tornasse mais forte. Foi sem dúvida um final arriscado, que só faz sentido realmente no final; nesse momento, as peças se encaixam.</p>
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Homenagem a Contardo Calligaris (1948-2021) Contardo defendia abertamente os direitos das minorias, como a população LGBTQIA+, e se posicionava contra qualquer forma de preconceito ou opressão. Suas colunas tratavam com empatia de temas como sexualidade, liberdade de escolha e identidade de gênero — sempre defendendo o direito ao prazer, ao erro e à singularidade de cada um. “A maior parte das pessoas não quer liberdade: quer segurança.” — Contardo Calligaris O sentido da vida: <a href="https://www.literunico.com.br/books/762">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Homenagem a Murilo Rubião (1916-1991) Murilo Rubião foi um autor de poucos contos — cerca de 33 ao todo — publicados ao longo de sua vida em apenas alguns livros. Mas cada texto é extremamente lapidado, denso e original.Apesar de pouco conhecido pelo grande público, Rubião é muito respeitado entre estudiosos da literatura e cultuado por leitores mais atentos. Sua obra dialoga com a psicanálise, o existencialismo e o surrealismo, o que a torna rica para interpretações simbólicas. Murilo Rubião – Obra completa: <a href="https://www.literunico.com.br/books/757">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@eduliguori há 11 meses
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Um cálice de vinho anilina o ano (não) tem trezentos e sessenta e cinco dias (não) vivo bem sozinho ela é só uma menina estes artigos isentos sobre o amor idiossincrasias após o vinho me afaste a gratidão chegue mansinho e segure com força me destrua paixão sugue contorça chega de falácias brutas são as núpcias Edu Liguori
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