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@novidadesliterunico há 1 ano
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@JuNaiane · há 1 ano
Cris arrasou nessa: https://www.literunico.com.br/CrisRibeiro/post/3761?ref=11
@josimary184 · há 1 ano
segue: https://www.literunico.com.br/fernandafrankka/post/3547?ref=184
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 113 CÍRIO AOS ANJOS CAÍDOS (epígrafe) Acendo vela para quem ardeu demais. Para quem virou pecado por ter nascido mulher no lugar errado. Minha fé é marginal. Minha prece, sem joelhos. Só acendo círio para anjo que cai lutando. ⸻ Para mulheres de fogo e ferida, que vendem o que o mundo sempre tomou: antes por força, agora por preço; nunca por escolha. Abrem as pernas, fecham o peito. Escondem o medo no porão da infância. Querem o amor, mas ele mora longe: num país sem nome, sem mapa, sem retorno. A vida, mesquinha, roubou-lhes o tempo, estuprou o sentir. Fez do lençol, cadafalso. Da noite, um bicho faminto. Elas deitam mas o descanso é miragem, e o prazer, rumor de coisa extinta. Todos já fomos seus filhos: uns, de ventre; outros, no grito de uma boca que cospe “puta!” achando que ofende. Mas não sabem (não sabem) que puta é guerra, é templo profanado, é coragem ofertada a conta-gotas. Cada gozo pago carrega um grito que resiste. Cada gemido falso esconde uma ausência: fome, fúria e flor. A elas, meu respeito. E mais: meu abraço nu, minha escuta limpa, meu poema sem moral. Porque as reconheço: ímpias, santas, feridas, ferozes, verdadeiras. Mulheres. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Bravíssimo! 😮👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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Dez-tormentas Já não há mais ninguém por aqui. Como se fala de poesia com paredes gélidas? O meu poema? É a minha poesia. O meu brado retumbante? Às vezes, é apenas o meu silêncio. A minha felicidade não é tão completa. Mas também não é tão superficial. Esconder-se no próprio vazio é como pular no abismo da alma. Quando se deve pular nesse abismo superlotado de máquinas quase humanas? Aliás, o cair não é mais como cair de bicicleta. E qual abismo é tão real quanto o purgatório? Não existe abismo sem luz, tampouco abismo cheio de trevas. Para a viver no mundo só precisamos ter em mente que existe uma única regra que é... viver. © 2025 Rafael Araújo
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 113 - Fale sobre um livro que fale sobre livros ou histórias contadas! #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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#Dia 315 Templança Mantém-se firme entre o excesso e o nada, Não se exalta, tampouco se retrai. É chama branda, em lâmpada velada, Que ao menor sopro nem se apaga, nem subtrai. Templança habita o gesto, comedida, Modera o ímpeto, adia o clamor. É bússola de direção convertida, É mão serena no rumor do ardor. Não há poder que nela se alardeia, Nem voz que insista em além se impor Mas seu silêncio, ao fim, prevalecia Onde o alarde não sustenta o furor. Virtude antiga, rara e esquecida, Templança é adubo da alma sem cor. Eder B. Jr.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 112 *Horizonte* Vou olhar Da janela, Mirando O horizonte. Vou apertar Bem os olhos, Tentando enxergar, Do sol, Os raios Fulgurantes… Para além Das nuvens, No céu Fumegante. Vou permanecer Estática… Uns instantes, Desfrutando Da luz, Abduzida. Vou recarregar As energias De vida, Por qualquer Triz De luz que brilha. Vou aceitar O carinho Do vento, Nos meus cabelos Cacheados. Vou permanecer Neste momento, Pelo tempo Que for necessário… Renovar Minhas energias, Captando luz Pela retina, Convertendo Impulsos elétricos, Com a alma Luminosa E a mente Imagética. MarU
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@Albertobusquets há 1 ano
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Quando partido, um coração nunca volta a ser o mesmo. Rachaduras, cicatrizes, pedacinhos perdidos por aí... Nisso, os japoneses têm razão: Preencha as marcas com o ouro dos pequenos prazeres do dia-a-dia... Xícaras de um bom chá em uma varanda ensolarada, livros, amigos, paisagens, lugares... Logo ele estará mas forte, mais sábio, e muito mais belo. Recrie seu coração após o baque: Escolha mais vida; menos Prozac. Alberto Busquets. #Desafio 113
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@eduliguori há 1 ano
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Chega o dia em que a lua de sua fantasia se despe e você enfim só enxerga cinza, areia e pedras nesse mesmo momento largue as suas chinelas os sonhos e toda a poeira Edu Liguori
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@eduliguori há 1 ano
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De repente tudo sumiu não tinha azul nem anil Só tão somente só que esperança era pó Restou sonho nenhum dos dois agora era um Edu Liguori
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@inifada152 há 1 ano
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Diario de uma escritora atrasada: agora sim terminei o resumo da historia, o resumo dos capitulos e as escaletas, agora falta só dar aquele start da primeira linha para começar a escrever hihi
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@JuNaiane há 1 ano
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O Outono perdeu a cor Levando embora O seu amor De folha em folha Se transfigurou Recolheu-se, recuou Seguiu inverno, despertou A confiar nas suas raízes Até brotar melhor que antes. Desafio 365/111
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@classicos há 1 ano
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Livro: Crepúsculo Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Crepúsculo, Auta de Souza evoca o instante melancólico entre o dia e a noite como metáfora da transição, da saudade e da contemplação espiritual. A suavidade do entardecer reflete o tom lírico e introspectivo da autora, que transforma a natureza em espelho de sentimentos profundos e etéreos. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Cores Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Cores, Auta de Souza pinta com palavras as emoções humanas e os matizes da alma. Através de uma poesia marcada pelo simbolismo e espiritualidade, ela transforma sentimentos em imagens cromáticas, revelando um universo sensível, onde as cores expressam tanto a beleza da vida quanto suas angústias mais profundas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Contrastes Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Contrastes revela a sensibilidade poética de Auta de Souza diante das dualidades da existência: luz e sombra, alegria e dor, fé e desalento. Com versos delicados e introspectivos, a autora costura imagens que expressam o conflito entre o mundo terreno e o anseio pelo divino. Uma joia do simbolismo poético brasileiro com toques místicos e emocionais. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Consolo Supremo Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Consolo Supremo é um poema que reflete a fé profunda de Auta de Souza, marcada pela busca de paz e redenção na figura divina. Com um lirismo sereno, a autora transforma a dor em esperança, revelando o alento que encontra na espiritualidade. É um exemplo da poesia religiosa e intimista que permeia sua obra, tocando o leitor com doçura e profundidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Clarisse Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Clarisse, Auta de Souza pinta com palavras o retrato de uma mulher etérea, talvez real, talvez idealizada. A poeta, com sua sensibilidade característica, costura imagens de pureza, beleza e espiritualidade, criando uma figura que transita entre o terreno e o celestial. É um poema breve, mas repleto de emoção e lirismo, típico da fase mística e intimista da autora. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Ciúme Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Ciúme, Auta de Souza dá voz a um sentimento dolorosamente humano. Com versos delicados e ao mesmo tempo intensos, a poeta expõe o desconforto do amor que teme ser traído. É um poema que mistura doçura e inquietação, revelando como até os corações mais puros podem ser tocados pelo veneno da dúvida. Uma joia da lírica romântica brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Chorando Autor: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Chorando, Auta de Souza revela sua sensibilidade diante da dor humana. O poema carrega a musicalidade melancólica típica de sua escrita, expressando uma tristeza serena e resignada. Seus versos fluem como lágrimas, trazendo à tona temas como perda, saudade e a esperança de consolo espiritual. Uma obra que toca profundamente quem já enfrentou o luto ou a solidão. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Celeste Autor: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Celeste é um exemplo da poesia de alma e elevação espiritual que consagrou Auta de Souza. Neste poema, ela mescla o sagrado com o humano, pintando uma imagem etérea da figura feminina que dá nome ao texto. É uma celebração à pureza e à transcendência, permeada por imagens suaves e um tom contemplativo. Auta transforma dor e fé em beleza poética. #domíniopúblico #Clássicos
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