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@literunico há 1 ano
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"Sair de um ventre de mulher, para entrar no ventre da terra!... Eis tudo que se sabe." Aluísio Azevedo Hoje celebramos o nascimento de um dos mestres do Naturalismo brasileiro. Aluísio Azevedo não apenas escreveu, ele escancarou as misérias, os desejos e as contradições humanas com um olhar nu, cru e profundamente humano. Entre o nascimento e a morte, ele nos legou palavras que ainda nos estremecem. Seu legado permanece vivo, como um sonho ligeiro… entre dois nadas.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 104 - Fale sobre um livro que tenha cenas de contemplação da natureza, artística, de deuses, qualquer tipo de admiração dos personagens por algo. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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#Dia 307 Frenesi Fala alto. Anda rápido. Ri sem notar o riso. Frenesi nunca espera resposta, não escuta conselho, não lê rodapé, nem aviso Quer tudo. Agora. Com sabor de urgência Gosto de exagero. Das mãos, o abuso Põe tudo pra fora O corpo, a pungência Desespero? Frenesi é falta de centro, vértice girando o arco Visão, paladar, tato! Onde estariam sentidos? No fim... Quando o ar some e a vertigem dorme Frenesi fica ali: meio rindo, meio por cair meio querendo Tudo de novo. Eder B. Jr.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 104 Foi ontem… 13 de abril. Dia do beijo. Beijo. Estalado, molhado, colado. Na boca, na nuca, no susto. De mãe, de filho, de amante (quero!). No roubo, na oferta, arriscado… Beijo que diz: fica. Beijo que grita: vai. Com pressa, com língua, ou vontade. Eu beijo. Porque falar é fácil. Beijar, meu bem, é arte. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
💞😘😘😘
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@Albertobusquets há 1 ano
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Quero escrever um poema de saudade. Na madrugada, minha dor abraça meu travesseiro. Na dor, meu travesseiro é o que tenho à mão, e ao meu corpo. Nunca bastará. Quero voltar aos sonhos. Na verdade, não: Quero, bem acordado, trazer-te para cá. A saudade se manteria presente, como a lenha infinita que nosso amor queimará. Alberto Busquets. #Desafio 104
@CrisRibeiro · há 1 ano
“Se eu digo:venha! Você terá a lenha pro meu fogo acender…”
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@inifada152 há 1 ano
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Diaria de uma ilustradora quase frustrada: eeeeeeweeeeeeeeeeeeeeee aprendi a pintar vrido ( ta errado de proposito memo, tô feliz e vou falar do jeito que quero) e de arrasto acho que cheguei perto de como pintar água Então sem mais delongas , a obra prima dessa noite Ah água tá! o vidro também passei raiva , ai não valeu
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo!
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@inifada152 há 1 ano
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Diario de escrita de uma escritora em pânico com vida dupla: Ahh não aguento mais pintar, mas preciso exercitar para melhorar o desenho mas AAAH não consigo escrever e minha escrita estou sentindo que está começando a mofar ou criar pó? Teias de aranha ainda não cheguei nesse estado. Espero que termine logo os exercicios da minha outra vida e que não me arraste até o fim de noite, porque EU PRECISO ESCREVER AAAAAH!
@CrisRibeiro · há 1 ano
❤️
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Doença do Fabrício Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Doença do Fabrício" é um conto curto que combina humor e crítica social, marcas registradas de Artur Azevedo. Na narrativa, a suposta enfermidade de Fabrício serve de pretexto para revelar traços de egoísmo, hipocrisia e exagero presentes nas relações familiares e sociais da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Conselho do Marido Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Conselho do Marido" é uma peça curta em que Artur Azevedo brinca com as dinâmicas do casamento e os papéis sociais entre marido e mulher. Com seu humor característico e crítica sutil, o autor revela como conselhos bem-intencionados podem desencadear situações inesperadas e cômicas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Casadinha de Fresco Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Casadinha de Fresco" é uma peça cômica em um ato em que Artur Azevedo ironiza os casamentos por conveniência e os jogos de aparência típicos da sociedade da época. Com diálogos rápidos e situações hilárias, a obra expõe, com leveza e inteligência, as motivações escondidas por trás de certas uniões amorosas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Capital Federal Autor: Artur Azevedo Lançamento: 1897 "A Capital Federal" é uma comédia teatral em quatro atos que retrata a vida na então capital do Brasil, o Rio de Janeiro, no final do século XIX. Com humor refinado e crítica social afiada, Artur Azevedo expõe o arrivismo, a hipocrisia e os jogos de interesse da burguesia urbana. A peça é um retrato fiel dos costumes da época, marcada pela elegância da linguagem e pela leveza com que trata temas sérios. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Ama-Seca Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Ama-Seca" é um conto curto em que Artur Azevedo lança um olhar crítico e irônico sobre as relações familiares e os costumes da sociedade brasileira. Com sua prosa ágil e espirituosa, o autor expõe, de maneira sutil, os contrastes sociais e os conflitos de afeto e autoridade dentro do lar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Almanjarra Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A Almanjarra" é uma crônica bem-humorada em que Artur Azevedo retrata, com sua escrita leve e irônica, as peculiaridades da vida cotidiana e dos tipos humanos do Brasil urbano de sua época. Através de observações sagazes, o autor transforma um simples episódio em uma crítica social sutil e divertida. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A "Não-me-toques"! Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX "A 'Não-me-toques'!" é uma peça cômica em um ato, em que Artur Azevedo retrata com humor afiado os exageros do ciúme e da vaidade feminina. Através de diálogos ágeis e situações cotidianas, o autor satiriza os costumes da sociedade burguesa brasileira, mantendo sua marca registrada de crítica social embalada por leveza e inteligência. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: 345 Autor: Artur Azevedo Lançamento: Final do século XIX (data exata desconhecida) "345" é um conto breve e espirituoso em que Artur Azevedo, mestre da crônica e do teatro de costumes, utiliza o número como ponto de partida para uma narrativa carregada de ironia e crítica social. Com sua prosa leve e bem-humorada, o autor evidencia os vícios e as contradições da sociedade carioca da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Carne Autor: Júlio Ribeiro Lançamento: 1890 "A Carne" é uma obra em que Júlio Ribeiro explora os aspectos viscerais da existência humana, revelando a materialidade e os instintos do corpo com um olhar crítico e naturalista. A narrativa destaca o embate entre o desejo carnal e as convenções sociais, conduzindo o leitor a uma profunda reflexão sobre a natureza humana e suas dualidades. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Prosopopeia Autor: Bento Teixeira Lançamento: 1601 "Prosopopeia" é uma obra poética do período colonial em que Bento Teixeira utiliza uma linguagem barroca para dar voz à natureza e aos sentimentos humanos por meio da personificação e de ricas metáforas. Considerada uma das primeiras manifestações literárias significativas no Brasil, a obra mescla elementos clássicos e inovadores, antecipando a formação de uma identidade literária nacional. #domíniopúblico #Clássicos
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@tiagoandreatto há 1 ano
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Você Tem Certeza? (Prévia 3) Adriana - Bom dia! Atendente - Bom dia! Posso ajudar? Adriana - Eu vim para a seleção de atores. Atendente - Perdoe senhora. Não me informaram de nenhuma seleção. Vou perguntar e já volto. Adriana - Tá bem! A resposta de Adriana veio carregada de uma tensão crescente, oriunda da ansiedade que tomava conta de todo o seu corpo. Desde pequena ela sofria com taquicardias e sudoreses em situações que fugiam de seu controle. Sua mãe a colocou no teatro por causa disso e a arte foi grande aliada, ajudando-a a melhorar bastante. Só que desde o telefonema e a possibilidade de uma nova chance de mostrar o seu valor, ela sentiu-se mais tensa do que o normal. Não conseguira dormir direito e isto estava incomodando-a demais. Atendente - Realmente Dona…? Adriana - Adriana! Adriana Amorim. Atendente - Então, Dona Adriana. Não está havendo nenhuma seleção aqui hoje. Pelo menos, não nos avisaram nada. Adriana - Está bem… (um tanto decepcionada) … Tamara - Adriana!? Perdoe o atraso! Adriana - Imagine… Acabei de chegar também! A voz suave, mas também imponente, surgiu como um tiro, daqueles certeiros e causou uma espécie de rebuliço, uma espécie de combustão, que transformou a antiga tensão em um novo tipo de tensão. Uma dessas que não acontecem rotineiramente, nem propositalmente. Uma dessas tensões que chegam sem avisar e que há tempos Adriana não sentia. Adriana - (Uau! Não sei se fico insegura ou fico excitada… O que eu tô dizendo!? Tá pensando que tem quantos anos? 15?... Foi uma época boa, mas eu era uma criança. Nada a ver agora! Você é uma mulher casada! Para de pensar bobagens) Tamara - Vamos escolher uma mesa? Adriana - Claro, claro! Te acompanho. Tamara - Aquela, naquele cantinho charmoso. Tem uma vibe bem romântica. Adriana - (Romântica!? O que ela quis dizer com isso?) - Ali tá bom. Tamara, desde pequena, foi dessas crianças que atraíam todos os olhares. Inicialmente pelas manhas barulhentas que fazia. Filha única, fazia escândalos que envergonhava os pais, que gente da mais alta classe, tentavam resolver tudo com uma boa conversa. A pequena já era muito esperta e se aproveitava disso a seu favor. Na adolescência os meninos babavam por ela e as meninas também. Todas queriam ser ela. Já na vida adulta, as coisas não mudaram muito e ela adorava… Adorava “maltratar” os homens. Tamara - Perdoe. Sinto que você está um pouco tensa, um pouco nervosa. Eu entendo! Adriana - (Entende? Como assim!? Será que ela sentiu a mesma tensão que eu senti?) Ah… Só um pouquinho, mas é que a vida profissional tem sido um pouco difícil ultimamente e de repente surge essa ligação… a sua ligação, falando do teste para elenco. Confesso que fiquei um pouco ansiosa… Mas, me diz mais sobre a seleção. Tamara - Nós chegaremos lá… Tenha calma. Vamos aproveitar o café… Ainda temos tempo pra conversar sobre todo o resto. Agora eu quero é que você pegue o cardápio, análise bem e escolha aquilo que você sempre teve vontade de experimentar, mas por acasos, nunca provou. Adriana - (Como ela consegue? Me deixar super nervosa e extremamente calma ao mesmo tempo. Que tempero é esse que ela tem que me atrai dessa forma?) Humm… Tentador esse convite, mas não vim preparada para extravagâncias. Vou ficar no cafezinho básico mesmo. Tamara - Deixa disso, Dri. Eu sinto que você não é dessas que se contentam com o básico da vida. Dá pra notar, te olhando, que você tem uma ânsia por experimentar coisas novas, novos sabores… Então vai! Faz isso, que é por minha conta. É o meu primeiro presente pra você. Adriana - (encabulada) Primeiro presente!? Tamara - Sim, presente! E de onde eu venho, presente a gente não questiona. A gente só aceita. Adriana - Então, tá! Mas me diga, de onde você vem? Tamara - Eu venho do mundo! Venho de todo o lugar e ao mesmo tempo de nenhum em específico. Adriana - (Então você é dessas “femme fatale”, toda cheia de mistérios… interessante. Será uma andarilha, que pula de galho em galho sem criar laços… Ah! Como eu queria ser assim) E desse lugar aí que você veio, tem alguma explicação para não ter mais ninguém aqui para a seleção ou está esperando mais alguém? (Ai socorro! Será que eu fui muito grossa? Não devia ter perguntado desse jeito, deselegante.) Tamara riu, mas não foi daqueles sorrisos fáceis de decifrar. Estaria ela rindo da maneira, sem jeito, de Adriana perguntar? Ou estaria ela rindo de Adriana. Um riso de superioridade de alguém que está no comando da situação, podendo controlar os rumos da conversa, da maneira que quisesse. Tamara - Não… Não vem mais ninguém. É apenas você que eu quero! Tá quase pronto e chega primeiro aqui no Literunico. Breve na Loja
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@inifada152 há 1 ano
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Diaria de uma ilustradora quase frustrada: Resumo da ópera, tentando pintar uma cor acabei aprendendo a pintar outra e descobri como pintar metal dourado e cristal. Como? não tenho ideia kkkk As imagens abaixo são dos detalhes, quem quiser comentar sobre onde melhorar ficaria grata. Só tente explicar facilmente, porque eu demoro muito tempo pra entender alguma coisa
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