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@jjr há 11 meses
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Rainha. Minha Dádiva Teu caminhar Viajar Ês tu Última peça Vence Sem lutar Me entrego Sou seu Teu rei Teu peão O que desejares Xeque-mate. ~♡~ JJr.
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@CrisRibeiro · há 11 meses
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 246 Abro o caderno aponto o lápis mordo a borracha mastigo tédio cru. O dia cinza-arrogante tem um bebê chorando o caminhão de lixo passando um carro berrando saldão imperdível. Na pia a torneira pinga. Um compasso perfeito para minha falta de inspiração que tenta me convencer: não tenho nada a dizer. Mas, veja só o peito me trai: desperta ensolarado como se houvesse um azul lá fora que nao recebeu o memorando do caos. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 245 A Rosa Esquecida Ninguém me quis. Lábios pálidos demais para o festim dos olhos. Pétalas poucas. Sem a abundância dos buquês de luxo. Mas havia ventre. Seiva ardendo em silêncio. Perfume febril pedindo bocas. Caule latejando: coxa que espera. Cravaram-me na terra, abri-me em espasmos. Raízes-dedos buscando calor. Gozei o escuro. Bebi húmus. Penetrei a sombra. Fome antiga. Flores de vitrine: Belas. Rápidas. Órfãs. Vasos frios sem orgasmo. Sem raiz. Eu, esquecida Aprendi a eternidade na penetração da terra. Não sou ornamento. Sou carne. Úmida. Sou boca. Aberta. Sou rosa. Inteira. Cr💞s Ribeiro
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@literunico há 11 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Independência e Soberania</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/independencia-e-soberania-68bd895f6393c'>Clique aqui</a></p>
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@evandro-nunes-da-silva-z8u2L há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/IF1E8FgTBT5EhefWtHKqMlHbtMv8ABYCGMdJilTL.png' style='max-width:50%; height:auto;'>XQQZLIT3ZXQXZLIT4ZXQ<a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'>QZLIT6ZXQO FUNERAL DA PROSTITUTAXQZLIT7ZXX</a>XQZZLIT9ZXQXQQQZZLIT10XQ
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/IF1E8FgTBT5EhefWtHKqMlHbtMv8ABYCGMdJilTL.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'><strong>O FUNERAL DA PROSTITUTA</strong></a></p></div>
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@evandro-nunes-da-silva-z8u2L há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZCbaSWpFT4tCzyRAHbuzDz2CbLcYiU3pzNG15MCb.png' style='max-width:50%; height:auto;'>XQQZLIT3ZXQXZLIT4ZXQ<a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'>QZLIT6ZXQO FUNERAL DA PROSTITUTAXQZLIT7ZXX</a>XQZZLIT9ZXQXQQQZZLIT10XQ
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZCbaSWpFT4tCzyRAHbuzDz2CbLcYiU3pzNG15MCb.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'><strong>O FUNERAL DA PROSTITUTA</strong></a></p></div>
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 231 *Por hoje* Por hoje, já chorei. Por hoje, me deitei e não comi. Por hoje, senti e me maltratei. Por hoje, optei por dormir. Por hoje, já desabafei com alguém. Por hoje, já me calei e encolhi. Escolhi dar tempo ao tempo, em respeito ao meu momento… e desta forma, acordei, ainda em tempo de me recuperar do tempo que sofri. Com olhos inchados, mas não mais escorridos… olhos marcados em verde claro, colorido. Pois quando choro, é que ficam mais bonitos. Por hoje, a esperança deixou recado. Por hoje, o tempo teve seu papel timbrado. Por hoje, senti o ressentimento equilibrada. Por hoje, deixei vir… e consegui deixar passar tudo do todo que trago aqui… passe, e o tempo, passará. Deixa passar! MarU
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@tibianchini · há 11 meses
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Pedro Homem de Mello foi um poeta, ensaísta e etnógrafo português cuja escrita se destacou pela musicalidade, pelo lirismo e pelo enraizamento na cultura popular. Seu trabalho está profundamente ligado às tradições do norte de Portugal, sobretudo ao folclore e à poesia popular, que ele ajudou a preservar e valorizar. Com sensibilidade estética e riqueza de imagens, seus poemas exaltam a terra, o amor e a memória coletiva. Poemas 1964 - 1979: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1114">Aqui!</a> #literunico #PedroHomemdeMello #poesiaportuguesa
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@rosana858 há 11 meses
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Nesta crônica, realidade e imaginação se entrelaçam no cenário histórico do Parque do Ipiranga, no Brasil. Entre sombras de estátuas e rajadas de vento, o bronze ganha voz para questionar o presente, lembrando que a independência não é apenas um feito do passado, mas uma construção cotidiana. Um diálogo poético e inquietante com a História, que revela como o silêncio das esculturas ainda guarda ecos que insistem em ser ouvidos. As Vozes do Bronze A manhã soprava uma brisa de saudosismo quando decidi caminhar pelo Parque do Ipiranga. De repente, ouvi alguém me chamar. Olhei para um lado, depois para o outro… nada. Apenas silêncio e o farfalhar das árvores. — Ei, estou falando com você! — a voz insistiu. Engoli em seco. Para não parecer maluca, calei-me e apenas pensei: quem será? A resposta veio de pronto: — Sou eu, aqui na escadaria! Levantei os olhos. Lá estava ele: Dom Pedro I, em sua estátua monumental diante do Museu do Ipiranga. Sua presença era imponente, como se pudesse realmente descer os degraus e caminhar entre os mortais. Convencida de que talvez tivesse exagerado nos drinks da noite anterior, comecei a me afastar discretamente, torcendo para que ninguém aparecesse e me flagrasse naquela cena patética. Mas antes que eu desse o primeiro passo, uma rajada de vento arrancou meu chapéu. Corri atrás dele, que rodopiou pelo ar e foi pousar… exatamente aos pés do Imperador. Foi então que ouvi, claramente: — Então está tentando me ignorar? Fiquei paralisada, arrepiada dos pés à cabeça. Algo dentro de mim ecoou forte — afinal, não é todo dia que se tem a chance de conversar com uma celebridade de bronze. Respirei fundo e resolvi entrar no jogo daquele improvável diálogo. — Ok… está tudo bem com você? — O que você acha? — respondeu Dom Pedro, com ironia. — Bem… vejo que está reluzente. Imponente, centralizado no alto da escadaria, espada em riste… uma cena e tanto. — Pois saiba que, por pouco, não deixo de ser estátua — replicou ele, num tom grave. — Minha vontade é descer estas escadarias e chamar todos os que estão ali no monumento. Talvez assim percebam que não são apenas figuras de bronze enfeitando o jardim. Eu me virei, olhei para o Altar da Pátria. O ar pareceu vibrar. Ouvi o relinchar dos cavalos, os cascos ressoando contra o nada. Um a um, os personagens ganharam voz. Os soldados da independência bradaram: — Lutamos com sangue e suor por um país livre. E hoje? O que vemos é a dignidade acorrentada à ganância! As figuras femininas ergueram seu grito uníssono: — Somos o símbolo de uma pátria justa e soberana. Mas olhem ao redor: a corrupção corrói, a desigualdade cresce, e nossos filhos são esquecidos! Até os cavaleiros se manifestaram: — Marchamos para abrir caminhos de futuro. Mas o presente anda em círculos, preso a velhas mazelas. Então, a Liberdade ergueu-se na biga e falou do alto do monumento. O vento carregou suas palavras: — Vocês celebram, mas ainda há correntes invisíveis que ameaçam a esperança de todos. Dom Pedro suspirou fundo e murmurou, como quem fala consigo mesmo: — Às vezes me arrependo de ter dito aquele “Fico”. Será que valeu a pena permanecer para ver o Brasil devastar suas florestas, dizimar seus povos indígenas e poluir suas águas? Olhem para isso… cadê o Rio Ipiranga? Transformaram-no num riacho sufocado pelo concreto. O chão pareceu tremer. As sombras das estátuas se alongaram, ameaçando se desprender do granito. A espada do Imperador brilhou como fogo quando ele a ergueu ainda mais alto. Olhando para o parque, sua voz ecoou: — Estamos irados! Vocês esqueceram que a independência não é apenas um grito no passado, mas uma conquista diária. Não adianta erguer esculturas se o povo continua cego pela ignorância e sem voz diante do poder! O vento soprou mais forte, fazendo tremer a bandeira nacional ao longe. Eu estava ali, muda, sem saber se fugia ou se aplaudia. Afinal, não é todo dia que a História nos cobra sob a claridade impiedosa do sol. Saí apressada. Talvez ninguém acreditasse em mim. Talvez nem eu mesma devesse acreditar. Mas uma certeza ficou: a História ainda fala — e grita — quando precisa. E ao longe, irônico e solene, ecoava o som de uma banda militar, anunciando mais um 7 de Setembro. Instagram:@rschumaher
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@eduliguori há 11 meses
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Tenho uma tristeza alegre uma melancolia saudosa uma esperança tênue uma dor que lateja sou agridoce poeta de lágrimas secas da maré de lua cheia dia a dia noite após noite decido dar mais uma chance sorrio encabulado imaginando você que nem existe mas me move lá vem o sol Edu Liguori
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@Ciprys há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/eWnbJ5bNzXxbEmOSQYaVPxskwURJVQdPCDz3zw4c.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/145' target='_blank'><strong>Os Expedicionários</strong></a></p></div>
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@jjr há 11 meses
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COISAS DE DESTINO. Sincero Desde a 1ª Ver & Sentir Teus olhos O tempo Escrito nas mãos Só para você. Tempo passa Vejo & Desejo Vontades Guardadas De passagem Feito você Amor Sincero Sem apego É o que desejo. Coisas reais Sem dependência Difíceis De achar Sabedoria Tua Nua Reservada Só para mim. ~*~ JJr.
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Rachid Boudjedra é um dos grandes nomes da literatura argelina contemporânea. Com uma prosa densa, crítica e politicamente engajada, ele explora temas como identidade, religião, sexualidade e opressão em uma linguagem que desafia convenções. Sua obra é marcada por inovação estilística e por uma voz corajosa diante de tabus sociais e políticos. Topografia ideal para uma agressão caracterizada: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1113">Aqui!</a> #literunico #RachidBoudjedra #LiteraturaÁrabe
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@JuNaiane há 11 meses
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Maldita ansiedade distorcendo a verdade; me faz errar os passos e cambalear aos tropeços Se eu me olho no espelho quase não me reconheço; brincando com meus medos retorcendo os meus dedos Verdades entalhadas falsidades pre-moldadas, a mente colapsada, memória fragilizada Se sentir é minha fraqueza viverei nessa certeza: morrerei sensível, mas não fingirei ser menos que isso — Voltarei ao início. #desafio 365/230
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@CrisRibeiro · há 11 meses
Sou sua fã!
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 244 Pele de Papel O lápis invade. A folha treme. Carne branca: pele de escrever. Arranha. Penetra. Revela o que a alma não quer mostrar. Promessas quebram. Palavras queimam. Nada fica. Tudo arde. Às vezes é mais: gozo que explode, sol no quarto, grito no peito. Escrevo para durar. Mal e sal na mesma boca. O papel me veste, me morde, me salva. Imortal. Que morde. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 243 Não. Cresce. Não. Cresce. Sussurra. Sibila. Se espinha. Sim. Treme. Sim. Treme. Bate. Pulsa. Insiste. Chiado corta. Silêncio fura. Dor chega. Raspa ossos. Chiado amanhece. Caminho esfarela. Areia. Vento. Costelas. Vida rouba. Arranca asas. Mãos de vento. Escolhas: Perco. Encontro. Eco. Sopro. Rumor. Futuro chama. Rosto de quem se foi. Sussurra. Cintila. Vidro que brilha. Cr💞s Carneiro
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 230 *Fadiga* Prendo os cabelos de lado, me olho no espelho, deixando a roupa cair do corpo, parando nos pés descalços. Afasto, com as pontas dos dedos, caminho suave para o chuveiro. Giro o registro, testo a temperatura com a mão. O vapor toma o banheiro, sinto na pele gotículas em formação. Molho o corpo, dos ombros para baixo. A água que cai… renova meu vigor. Me ensaboo, me enxáguo… e satisfeita, desligo tudo e saio. Com o corpo molhado, te vejo, deitado… e ofereço minha pele, meu cheiro e sabor, para você seca-los… com a língua… e depois cavalga-lo, até o raiar do dia, ou se acabar em mim, de fadiga… afogado de paixão. MarU
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@CrisRibeiro · há 11 meses
Uau!
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 242 íris Pulso parte, pele perfura, punho preso. Corrente cerra, cobre, crava, ferro fere. Cinza cai, tarde tomba, tudo tóxico. Do estalo do aço parte o passo, ponto puro: rastro riscado, risco de cor. Céu cravado, claro, curto, sinto nos olhos. Cr💞s Ribeiro
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@isaferautora há 11 meses
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No turbilhão da vida, entre pressas e desvios, o amor maduro não cede — ele é raiz. Não vive de fogo breve, mas de propósito eterno: ser abrigo, mesmo quando tudo é tempestade. -- Isa Fernandes ❤️