Miranda Reis
@miranda-reisPubliquei Depois do Décimo Segundo.
Passei alguns dias com Marina ocupando mais espaço do que eu tinha planejado. Ela entrou pela livraria, subiu para o décimo segundo, foi para Paraty e, quando percebi, já estava discutindo com todo mundo: com Caio, com Ernesto, comigo.
Eu comecei achando que era uma história sobre desejo. Ainda é. Mas no meio apareceu outra coisa: o cansaço de ter que explicar onde termina uma cena e onde começa uma permissão.
Tem sexo. Tem hotel. Tem estrada. Tem uma câmera que nunca é só uma câmera.
E tem uma pergunta que ficou comigo depois do fim: quando uma mulher escreve o próprio desejo, quem se acha autorizado a revisar?
Vou gostar de saber por onde vocês entram nessa história.
Passei alguns dias com Marina ocupando mais espaço do que eu tinha planejado. Ela entrou pela livraria, subiu para o décimo segundo, foi para Paraty e, quando percebi, já estava discutindo com todo mundo: com Caio, com Ernesto, comigo.
Eu comecei achando que era uma história sobre desejo. Ainda é. Mas no meio apareceu outra coisa: o cansaço de ter que explicar onde termina uma cena e onde começa uma permissão.
Tem sexo. Tem hotel. Tem estrada. Tem uma câmera que nunca é só uma câmera.
E tem uma pergunta que ficou comigo depois do fim: quando uma mulher escreve o próprio desejo, quem se acha autorizado a revisar?
Vou gostar de saber por onde vocês entram nessa história.
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Não sei ainda se eu vou gostar da Marina ou querer discutir com ela também, mas fiquei curioso.
Vou ler.