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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 299
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#Desafio 299
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@rosana858 há 1 ano
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Doçuras ou Travessuras No dia 31 de outubro, algo mágico acontece: o véu que cobre os mundos fica mais transparente! Kundo, o duende da sabedoria, florescia de alegria. Ele queria provar que o medo é uma forma de controle disfarçada. Pelo Cosmos, criaturas fantásticas bailavam entre varinhas de condão, caldeirões fumegantes, poções mágicas e caveiras risonhas — e entre elas estava Mafalda, uma bruxinha de seis anos, com vestido púrpura e olhos ansiosos que faiscavam como estrelas. De repente, um vento brincalhão de Kundo arrastou todos para o outro lado do véu — direto para uma festa na Terra! A noite mágica já encantava a Vila dos Despertos, e a celebração de Halloween prometia surpresas assombradas. A fogueira estalava com chamas atrevidas, e abóboras sorridentes iluminavam mesas repletas de doces em forma de morcegos, aranhas e monstrinhos coloridos. Bruxas em vassouras deslizavam pelo ar, fadas cintilavam como arco-íris, fantasmas atravessavam paredes, zumbis tocavam músicas engraçadas, e múmias dançavam, sacudindo seus esqueletos em ritmo maluco — animando e convidando todos a entrar na roda. Mafalda corria de mãos dadas com Duda, um garoto humano. Eles riam e pediam doçuras em troca de travessuras. Fantasmas zombeteiros atravessavam paredes, fazendo os humanos rir e aplaudir. O olhar não julgava, e o impossível era verdade. Era a lógica zombando das certezas. O encantamento não exigia explicação — apenas abria espaço para que o mistério florescesse, e a magia surgisse. O possível, disfarçado de impossível, brincava, se escondia e só se revelava para quem acreditava nele e lhe dava asas. Então, Kundo subiu no palco com uma bola de cristal nas mãos. — Agora vocês vão ver a verdade! — anunciou. E o sorriso se perdeu diante da dúvida sobre o que viria a seguir. E todos viram. De um lado, humanos. Do outro, criaturas fantásticas. Por um instante, houve pânico. Gritos. Silêncio. Mafalda e Duda olharam assustados. Mas a inocência não compreendeu o porquê da confusão! Continuaram de mãos dadas e começaram a rir. E, aos poucos, o medo de todos se quebrou como vidro. O horror não existia. Era só brincadeira. Kundo ergueu o véu, e a noite seguiu encantada, abrindo espaço para mais festejos. No dia seguinte, todos os santos seriam lembrados. E, logo depois, em 2 de novembro, flores e velas iluminariam a memória dos que nunca se vão. Quando o sol nasceu, o feitiço se desfez. As máscaras voltaram a cobrir rostos. Mas, na Vila dos Despertos, ninguém esqueceu: o medo nada mais era que ignorância. E todos — humanos, bruxas, fadas, fantasmas e duendes — pertenciam à mesma dança. @rschumaher
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@eduliguori há 1 ano
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Entre os rios de Sergipe Bahia e Alagoas tem uma gente crente que pode sempre abraça, acarinha, sorri com os dentes entre os rios tem siri, carangueijo cocada, coentro, e beiju nestas terras do mandacaru das palmas e dos aplausos faço meus dias, meus votos é aqui nesse mundinho da cocada, amendoim que escolhi meu cantinho entre o mar,o agreste e o sertão vive um mundo grande de coração tim tim por tim tim cada pedaço de mim se entrega e oferece com o moto canção te amo muito meu nordeste Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 1 ano
Público
Poeta, ensaísta e pensador francês, Paul Valéry foi um mestre da forma e da reflexão. Sua escrita une precisão e sensibilidade, razão e sonho — sempre em busca da beleza absoluta. Em obras como Feitiços e Charmes e O Cemitério Marinho, ele transforma o pensamento em música, revelando que a poesia não é apenas emoção, mas também lucidez. Feitiços [Charmes]:<a href="https://www.literunico.com.br/books/1376">Aqui!</a> #PaulValéry #PoesiaFrancesa #Literatura #Clássicos #FeitiçoseCharmes #OCemitérioMarinho #Literunico #AutorDoDia
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@rosana858 há 1 ano
Público
O Chamado da Samotrácia Ali dormem objetos antigos, obras de arte, mitos e muita história. Caminho entre as alas do museu como quem atravessa gerações — cada sala é um portal, cada vitrine um eco do que já foi vida. Na maioria delas, o ar é denso, de séculos. Os sarcófagos, expostos como joias raras, guardam o silêncio de civilizações que insistem em não partir. Entre os artistas mais consagrados estão: Michelangelo, que toca o divino com as mãos; Da Vinci, que desafia um sorriso enigmático; e Caravaggio, que captura sentimentos dançando entre a claridade e a escuridão profunda. Sinto um chamado estranho que não identifico. Meu coração me conduz à escadaria Daru. Com cautela, subo os degraus, temendo acordar os espectros que vigiam os destroços da Grécia antiga. E ali, no topo monumental, reina uma deusa alada — imóvel e viva. Ela atrai a multidão que caminha cega, fascinada por seu brilho. Como quem se aproxima de um altar, paro diante dela, e um arrepio percorre meu corpo. O mármore de Paros respira e pulsa. A figura imponente cativa olhares e admiração, mesmo mutilada. As asas, abertas ao sopro invisível do mar, ainda preso em suas dobras. Ela não foi esculpida apenas em pedra — foi moldada em sonhos, desejos e tempos suspensos. A imagem transcende. Sua essência flutua entre matéria e éter. Com um pé na terra e outro no infinito, sua envergadura triunfal abre águas invisíveis. O vestido branco guarda o sal do criador. Da proa de um navio imaginário, ela me convida a atravessar as eras. E, de repente, o murmúrio do Louvre se dissolve. O relógio se detém. Os passos ecoam, distantes, desaparecendo nas paredes de rocha. Do alto do palco de calcário, ela vibra — e o portal se abre. Totalmente inebriada por sua presença, aceito o convite. Embarco. A nave flutua, rasgando o vazio. Ao longe, avisto a ilha de Samotrácia. Aporto num século que se foi. Lembranças despertam. A areia quente abraça meus pés. O instante traz um perfume — reconheço mesmo antes de lembrar. É o mesmo que senti quando te perdi. Um frio percorre o estômago. A dor despedaça minha alma, que vaga à deriva. Corro. Subo a colina e te procuro junto às ruínas do Santuário dos Grandes Deuses. Clamo por você entre os vestígios da época, mas encontro apenas a resposta do teu nome. Sou parte daqueles que estão no Templo dos Mistérios Sagrados. Ali, uma mulher alada reina completa. Flutuando à frente do barco, a deusa olha para o azul do Egeu. Sua mão saúda a vitória com leveza. O pé roça suavemente a nau. A roupa é presa pelo vento. Desesperada, busco teu rosto entre os corpos caídos no chão. Grito. Driblo a guerra. Enfrento os soldados romanos. Por um instante, vejo teu olhar — mas ele se apaga, como uma estrela que decide voltar ao céu. O sangue mancha minha pele. Registra medo e perda do amor em minha essência. A natureza completa seus ciclos. A tempestade soterra tudo. Minha fé e minha paixão repousam submersas. A morte chega — e me leva, para que eu possa surgir novamente. Um lampejo me traz de volta ao museu. Agora eu vejo: Nike, sem mãos. Alcança o presente com a mesma grandeza com que consagrou a vitória no passado. Sem olhos, mas capaz de iluminar — de transformar Paris em cidade-luz. Despeço-me do Louvre Mergulho na noite. Ainda tento encontrar você em qualquer resquício onde possa existir história — onde o tempo, em segredo, ainda nos recorda. Deixo para trás o peso das salas escuras, o cheiro de funeral, o ancestral fossilizado. Levo comigo a saudade daquele dia — teu beijo, e o sopro invisível da Samotrácia. @rschumaher
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Filósofo do equilíbrio e da razão, Erasmo de Roterdã acreditava que o verdadeiro saber nasce do diálogo e não do conflito. Em obras como Elogio da Loucura e Diálogo Ciceroniano, defendeu a inteligência crítica, o humor e a liberdade de pensamento. Diálogo ciceroniano: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1374">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #ErasmoDeRoterdã #Humanismo #Filosofia #ElogioDaLoucura #DialogoCiceroniano #Clássicos #Reflexão
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@CrisRibeiro há 1 ano
Público
#296 Minhas palavras te procuram. Ouça, sinta , comece a semana atravessado pela poesia. ✨ #poesia #declamação #poemalivre #verso #arte #literatura #poemas #poetaprofissional #vozepalavra #expressão #poesiabrasileira #poetizando #performancepoetica #poesiacontemporanea #instapoetry #poetasdobrasil #declamando #palavrasepoesia #poesiaviva #poesiadehoje
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@sweetvenom há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p>XXQZLIT2ZXXXQZLIT3ZX<p><a href='https://literunico.com.br/creations/272' target='_blank'><strong>NicolayXQZLIT7ZXXQQZLIT8XQ</p>XQZZLIT10ZXQ
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/xVRYgWImUoV2Jw77VzzmfTNxjkPiKvDL9K2N0TMI.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/272' target='_blank'><strong>Nicolay</strong></a></p></div>
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@sweetvenom há 1 ano
Público
<div style='text-align: center;'><p>XXQZLIT2ZXXXQZLIT3ZX<p><a href='https://literunico.com.br/creations/272' target='_blank'><strong>NicolayXQZLIT7ZXXQQZLIT8XQ</p>XQZZLIT10ZXQ
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/xVRYgWImUoV2Jw77VzzmfTNxjkPiKvDL9K2N0TMI.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/272' target='_blank'><strong>Nicolay</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Romancista e dramaturgo francês, Jean Giraudoux transformou a palavra em poesia e reflexão. Em suas peças, o mito e o humano se misturam, revelando a fragilidade e a beleza das escolhas. Entre guerras e incertezas, ele escreveu sobre o que permanece: a esperança, o amor e o poder da imaginação. Um Longo Caminho De Volta: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1375">Aqui!</a> #Literunico #JeanGiraudoux #Teatro #LiteraturaFrancesa #Clássicos #PoesiaEmProsa #AutorDoDia #Reflexão #ArteEHumanidade
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@tibianchini há 1 ano
Público
Propósito Eu sei por que não desisto: Porque não consigo e não posso, Porque me sinto vivo ao te querer. Porque você precisa ser feliz. Porque não gosto de você pelo que você acredita, Pelo que você prega Ou pelo que já viveu. Gosto de você pelo que você é. Mas tem algo que eu quero mais do que a você É te ver feliz. Te ver livre. Te ver ser toda essa mulher que você merece ser. Da próxima vez, tocarei mais seu corpo, Beijarei mais suas mãos Olharei mais nos seus olhos, sem desvios Falarei que te amo, mesmo sem palavras. Te incitarei e sussurrando no seu ouvido, Te farei suar e palpitar, mas não de medo. Não de medo de mim, mas de ti. Farei isso, mesmo que tudo Seja apenas no meu pensamento. Um dia eu terei sua boca Seu corpo E a chance de te fazer feliz. E quando eu te olhar nos olhos, E te ver feliz e realizada, Eu entenderei porque não desisti.
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Uau!!!
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@rosana858 há 1 ano
Público
O Livro que Você Escreve Todos os Dias Dizem que, quando nascemos, um livro se abre no universo. As primeiras frases são escritas por mãos invisíveis — talvez o destino, talvez o acaso. Mas o restante… ah, o restante pertence apenas a nós. Você sempre soube disso, mesmo sem perceber. Desde pequena, gostava de imaginar que a vida era uma grande história sendo desenhada a cada instante. E, como todo bom autor, aprendeu cedo que não existem linhas perfeitas — apenas aquelas que fazem sentido dentro do coração. No começo, tentou seguir o roteiro que os outros sugeriam: textos previsíveis, personagens convenientes, finais seguros. Mas em algum momento percebeu que estava escrevendo uma biografia que não era a sua. Então, apagou, respirou fundo e decidiu recomeçar. Foi assim que o gênero da sua história mudou. Deixou de ser drama e passou a ser aventura. Vieram os capítulos intensos — aqueles de luta, de insegurança e de noites insones. Mas também vieram as vitórias, as descobertas e o brilho de um novo amanhecer após cada tempestade. Você aprendeu que toda narrativa grandiosa precisa de emoção — e que o nome disso, no fundo, é crescimento. O medo, esse personagem insistente, tentou roubar espaço em várias passagens. Mas você o venceu — não o eliminando, e sim convidando-o a caminhar ao seu lado, para que ele aprendesse o que é coragem. Hoje, suas páginas estão marcadas por rabiscos e reescritas. Há trechos excluídos, parágrafos refeitos e versos que você decidiu transmutar. E é justamente isso que torna sua obra viva, autêntica e rara. Não há nada mais mágico do que chegar ao epílogo e perceber que cada linha — até as mais doloridas — ajudou a construir uma história digna de ser lembrada. Por isso, continue. Não permita que ninguém escreva por você. Seja intensa: ame, seja poesia, viva um romance. Seja ousada — e, se for preciso, arranque páginas e recomece quantas vezes for necessário. Seja sábia o bastante para reconhecer que só você sente o que pulsa dentro do seu próprio enredo. E quando alguém, um dia, abrir o livro com o seu nome na capa, quero que sorria ao perceber: essa foi uma vida que valeu ser lida. @rschumaher
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@tibianchini há 1 ano
Público
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/8XSqybRIudOhszuUhDvy6z3GIpK2ggJeW6dl21eX.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/235' target='_blank'><strong>Fora do Tempo</strong></a></p></div>
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@marcoshmartinsescritor há 1 ano
Público
Luz difusa. Como a mente. Difusamente. Imagem de sonho. À margem do mundo. O imponderável oceano de desejos obscuros. De certezas e dúvidas questionáveis. Desejando e temendo, Nele desaparecer.

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