rosana858
@rosana858O Livro que Você Escreve Todos os Dias
Dizem que, quando nascemos, um livro se abre no universo. As primeiras frases são escritas por mãos invisíveis — talvez o destino, talvez o acaso. Mas o restante… ah, o restante pertence apenas a nós.
Você sempre soube disso, mesmo sem perceber. Desde pequena, gostava de imaginar que a vida era uma grande história sendo desenhada a cada instante. E, como todo bom autor, aprendeu cedo que não existem linhas perfeitas — apenas aquelas que fazem sentido dentro do coração.
No começo, tentou seguir o roteiro que os outros sugeriam: textos previsíveis, personagens convenientes, finais seguros. Mas em algum momento percebeu que estava escrevendo uma biografia que não era a sua. Então, apagou, respirou fundo e decidiu recomeçar.
Foi assim que o gênero da sua história mudou.
Deixou de ser drama e passou a ser aventura.
Vieram os capítulos intensos — aqueles de luta, de insegurança e de noites insones. Mas também vieram as vitórias, as descobertas e o brilho de um novo amanhecer após cada tempestade. Você aprendeu que toda narrativa grandiosa precisa de emoção — e que o nome disso, no fundo, é crescimento.
O medo, esse personagem insistente, tentou roubar espaço em várias passagens. Mas você o venceu — não o eliminando, e sim convidando-o a caminhar ao seu lado, para que ele aprendesse o que é coragem.
Hoje, suas páginas estão marcadas por rabiscos e reescritas. Há trechos excluídos, parágrafos refeitos e versos que você decidiu transmutar. E é justamente isso que torna sua obra viva, autêntica e rara.
Não há nada mais mágico do que chegar ao epílogo e perceber que cada linha — até as mais doloridas — ajudou a construir uma história digna de ser lembrada.
Por isso, continue.
Não permita que ninguém escreva por você.
Seja intensa: ame, seja poesia, viva um romance.
Seja ousada — e, se for preciso, arranque páginas e recomece quantas vezes for necessário.
Seja sábia o bastante para reconhecer que só você sente o que pulsa dentro do seu próprio enredo.
E quando alguém, um dia, abrir o livro com o seu nome na capa, quero que sorria ao perceber:
essa foi uma vida que valeu ser lida.
@rschumaher
Dizem que, quando nascemos, um livro se abre no universo. As primeiras frases são escritas por mãos invisíveis — talvez o destino, talvez o acaso. Mas o restante… ah, o restante pertence apenas a nós.
Você sempre soube disso, mesmo sem perceber. Desde pequena, gostava de imaginar que a vida era uma grande história sendo desenhada a cada instante. E, como todo bom autor, aprendeu cedo que não existem linhas perfeitas — apenas aquelas que fazem sentido dentro do coração.
No começo, tentou seguir o roteiro que os outros sugeriam: textos previsíveis, personagens convenientes, finais seguros. Mas em algum momento percebeu que estava escrevendo uma biografia que não era a sua. Então, apagou, respirou fundo e decidiu recomeçar.
Foi assim que o gênero da sua história mudou.
Deixou de ser drama e passou a ser aventura.
Vieram os capítulos intensos — aqueles de luta, de insegurança e de noites insones. Mas também vieram as vitórias, as descobertas e o brilho de um novo amanhecer após cada tempestade. Você aprendeu que toda narrativa grandiosa precisa de emoção — e que o nome disso, no fundo, é crescimento.
O medo, esse personagem insistente, tentou roubar espaço em várias passagens. Mas você o venceu — não o eliminando, e sim convidando-o a caminhar ao seu lado, para que ele aprendesse o que é coragem.
Hoje, suas páginas estão marcadas por rabiscos e reescritas. Há trechos excluídos, parágrafos refeitos e versos que você decidiu transmutar. E é justamente isso que torna sua obra viva, autêntica e rara.
Não há nada mais mágico do que chegar ao epílogo e perceber que cada linha — até as mais doloridas — ajudou a construir uma história digna de ser lembrada.
Por isso, continue.
Não permita que ninguém escreva por você.
Seja intensa: ame, seja poesia, viva um romance.
Seja ousada — e, se for preciso, arranque páginas e recomece quantas vezes for necessário.
Seja sábia o bastante para reconhecer que só você sente o que pulsa dentro do seu próprio enredo.
E quando alguém, um dia, abrir o livro com o seu nome na capa, quero que sorria ao perceber:
essa foi uma vida que valeu ser lida.
@rschumaher
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