Sylvvia Rubraurora
@sylvviarubra#desafio 365 dias
Dia 46 - Poemas de outrora
Areias (fevereiro, 2000)
Amor, amor,
e agora?
Como me verei a sós?
Não há alegria, há a aurora
e o romper dela
a tudo destrói:
corrói a alma, fere o ser
esmaece a vida, faz-me escrever.
Amor, amor,
não há o que se saber.
Como ter o olhar
de um girassol
se vejo apenas
pedras no caminho?
Não se escreve versos livres
se os olhos da alma a nada podem ver.
Amor, amor,
adeus?
É, anoiteceu o dia
não se pode reverter:
esgotou o tempo
da ampulheta de nossas
vidas... Amor
amor, esgotamos eu e você!
Dia 46 - Poemas de outrora
Areias (fevereiro, 2000)
Amor, amor,
e agora?
Como me verei a sós?
Não há alegria, há a aurora
e o romper dela
a tudo destrói:
corrói a alma, fere o ser
esmaece a vida, faz-me escrever.
Amor, amor,
não há o que se saber.
Como ter o olhar
de um girassol
se vejo apenas
pedras no caminho?
Não se escreve versos livres
se os olhos da alma a nada podem ver.
Amor, amor,
adeus?
É, anoiteceu o dia
não se pode reverter:
esgotou o tempo
da ampulheta de nossas
vidas... Amor
amor, esgotamos eu e você!
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