Sylvvia Rubraurora
@sylvviarubra#desafio 365 dias
Dia 51- Fale sobre um livro que você não entendeu ou teve bastante dificuldade para entender.
Há livros de conforto; livros instigantes; livros que trazem novas perspectivas a cerca de algum conhecimento que você já tem; livros que te ensinam algo novo; que te fazem rir ou chorar... e há livros que te chamam de burra. É o caso de “Ideias para uma Fenomenologia Pura e para uma Filosofia Fenomenológica”, de Edmund Husserl.
O filósofo e matemático busca um olhar filosófico que se contrapôs ao pensamento positivista do século 19. Talvez por nossa escola (ao menos nos anos 80 e 90 quando estudei) ainda fosse tão cartesiana, ou ainda na universidade as discussões filosóficas fossem tão dialéticas, eu me peguei batendo a cabeça para apreender o sentido da intencionalidade da consciência acerca dos fenômenos.
Não entenderam a última coisa que eu disse? Também não. Sigamos.
Dia 51- Fale sobre um livro que você não entendeu ou teve bastante dificuldade para entender.
Há livros de conforto; livros instigantes; livros que trazem novas perspectivas a cerca de algum conhecimento que você já tem; livros que te ensinam algo novo; que te fazem rir ou chorar... e há livros que te chamam de burra. É o caso de “Ideias para uma Fenomenologia Pura e para uma Filosofia Fenomenológica”, de Edmund Husserl.
O filósofo e matemático busca um olhar filosófico que se contrapôs ao pensamento positivista do século 19. Talvez por nossa escola (ao menos nos anos 80 e 90 quando estudei) ainda fosse tão cartesiana, ou ainda na universidade as discussões filosóficas fossem tão dialéticas, eu me peguei batendo a cabeça para apreender o sentido da intencionalidade da consciência acerca dos fenômenos.
Não entenderam a última coisa que eu disse? Também não. Sigamos.
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