tiagoandreatto
@tiagoandreatto#desafiodeescrita
A luz sobrepassa ao pequeno furo do telhado
As teias de aranha brilham no teto
A comunhão de cores quase imperceptíveis é um aviso do que está por vir
O sopro na janela é um alívio
No pensamento um farto rodízio
Uma mistura de ideias mal passadas
E um fervor de queimar o carvão
Não há uma obrigação
Não existe uma motivação aparente
Apenas um vão no espaço-tempo, dentro
Denso e intenso, desejando ser preenchido
Em pauta um contrato vitalício
Uma necessidade de não desperdício
No céu, provavelmente não haverá fogos de artifício
Talvez, um forte indício que ganhar ou perder
É indiferente ao precipício
Já não importa o princípio
Nem o resultado finito
Apenas o ato de consumir toda a tinta e o grafite
E dar a eles um nobre significado
A luz sobrepassa ao pequeno furo do telhado
As teias de aranha brilham no teto
A comunhão de cores quase imperceptíveis é um aviso do que está por vir
O sopro na janela é um alívio
No pensamento um farto rodízio
Uma mistura de ideias mal passadas
E um fervor de queimar o carvão
Não há uma obrigação
Não existe uma motivação aparente
Apenas um vão no espaço-tempo, dentro
Denso e intenso, desejando ser preenchido
Em pauta um contrato vitalício
Uma necessidade de não desperdício
No céu, provavelmente não haverá fogos de artifício
Talvez, um forte indício que ganhar ou perder
É indiferente ao precipício
Já não importa o princípio
Nem o resultado finito
Apenas o ato de consumir toda a tinta e o grafite
E dar a eles um nobre significado
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