tiagoandreatto
@tiagoandreatto>> Erupção (Conteúdo FREE)
Quando a pena se junta às nuvens
Muito do que foi contado se vai
Mas as pedras lançadas por Jenny
Como queria, que necessárias não fossem mais
O oitavo andar até pôde ser algo plausível
Diante dos horrores e pesadelos
Mas ninguém é merecedor de crucificação
Muito menos as vítimas, que invariavelmente
Sofrem com os dedos apontados e olhares de vilão
Tem coisas que mudam lentamente
Outras não mudam jamais
A falha do homem reside na crença
De se achar que é perfeito demais pra errar
Derrubam-se as casas e as cartas do castelo
As plantações secam e contaminam o solo
O mal resiste e reside escondido
Vivendo onde mais se esperava proteção
E rouba dos sonhos os pedacinhos
Deixando os desenhos sem sentido
A distribuir versões mentirosas
Que sugam o gosto todinho
No fim os corpos declinam no campo de batalha
Deixando lições por poucos apreendidas
E com armas sempre em mãos
Sem pena nenhuma na erupção
Quando a pena se junta às nuvens
Muito do que foi contado se vai
Mas as pedras lançadas por Jenny
Como queria, que necessárias não fossem mais
O oitavo andar até pôde ser algo plausível
Diante dos horrores e pesadelos
Mas ninguém é merecedor de crucificação
Muito menos as vítimas, que invariavelmente
Sofrem com os dedos apontados e olhares de vilão
Tem coisas que mudam lentamente
Outras não mudam jamais
A falha do homem reside na crença
De se achar que é perfeito demais pra errar
Derrubam-se as casas e as cartas do castelo
As plantações secam e contaminam o solo
O mal resiste e reside escondido
Vivendo onde mais se esperava proteção
E rouba dos sonhos os pedacinhos
Deixando os desenhos sem sentido
A distribuir versões mentirosas
Que sugam o gosto todinho
No fim os corpos declinam no campo de batalha
Deixando lições por poucos apreendidas
E com armas sempre em mãos
Sem pena nenhuma na erupção
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