tiagoandreatto
@tiagoandreattoQue se abra uma fenda no tempo
Pra esconder todos os erros, defeitos
E tudo mais que se possa deixar
E na realidade paralela criada por ela
Que seja constante a inconstância ofegante
De nunca saber onde é que vai dar
O mistério é o que move o segredo
E move o tempero que torna o insosso
Fruto proibido nesse lugar
Quimera da vida, achar que se basta
Na ilha perdida que se encontra
Em lugar comum
Tão comum
Que nem se pode imaginar
Quisera o querer ser mais do que um ser
Vislumbre desejo que não vence o medo
De ser um finito, buraco no tempo escondido
Que não se pode enxergar
Que se abra uma fenda no tempo
Leve consigo todo o mal intrínseco
Que o bem não é capaz de apagar
E na realidade dispersa
Indigesta e inquieta
Tão farta de tudo
Que falta espaço no espaço infinito
Paradoxo do tempo, buraco no tempo
Que um dia não há de acabar
Pra esconder todos os erros, defeitos
E tudo mais que se possa deixar
E na realidade paralela criada por ela
Que seja constante a inconstância ofegante
De nunca saber onde é que vai dar
O mistério é o que move o segredo
E move o tempero que torna o insosso
Fruto proibido nesse lugar
Quimera da vida, achar que se basta
Na ilha perdida que se encontra
Em lugar comum
Tão comum
Que nem se pode imaginar
Quisera o querer ser mais do que um ser
Vislumbre desejo que não vence o medo
De ser um finito, buraco no tempo escondido
Que não se pode enxergar
Que se abra uma fenda no tempo
Leve consigo todo o mal intrínseco
Que o bem não é capaz de apagar
E na realidade dispersa
Indigesta e inquieta
Tão farta de tudo
Que falta espaço no espaço infinito
Paradoxo do tempo, buraco no tempo
Que um dia não há de acabar
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