tiagoandreatto
@tiagoandreatto>> Modernidade
Andamos cegos ao desfiladeiro,
As notas escoando do gordo globo,
E as sombras, cada vez mais abaixo
As víboras nos abraçam com força,
E fartos, seguimos comendo as beiradas
Reclusos as gaiolas escancaradas
A saída, uma tecla inalcançável,
A pomba branca já não aguenta o peso da granada
E as mentes insanas dominaram as ruas
Um poço, uma piñata, uma batata queimando
Triturando as florestas transformando-as em códigos
Tão crível que as borboletas se foram
Serrados os dedos, mantiveram-se ocupados
Amarrando os balões com as cores do arco-íris
Sugando o recomeço à espera do fim de todos
Andamos cegos ao desfiladeiro,
As notas escoando do gordo globo,
E as sombras, cada vez mais abaixo
As víboras nos abraçam com força,
E fartos, seguimos comendo as beiradas
Reclusos as gaiolas escancaradas
A saída, uma tecla inalcançável,
A pomba branca já não aguenta o peso da granada
E as mentes insanas dominaram as ruas
Um poço, uma piñata, uma batata queimando
Triturando as florestas transformando-as em códigos
Tão crível que as borboletas se foram
Serrados os dedos, mantiveram-se ocupados
Amarrando os balões com as cores do arco-íris
Sugando o recomeço à espera do fim de todos
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