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@classicos há 1 ano
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Li hoje quase duas páginas Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Caeiro confessa, com uma sinceridade quase infantil, que leu “quase duas páginas” de um pensador — e isso bastou para lhe causar enjoo. Ele rejeita a filosofia que complica, que explica demais, que transforma as coisas simples em labirintos abstratos. Para ele, pensar demais é afastar-se do real. O poema é um manifesto contra o excesso de reflexão e a favor de uma vida vivida com os sentidos, não com teorias. Caeiro reafirma seu princípio: não é preciso compreender para viver — basta ver. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Leve, leve, muito leve Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema breve e essencial, Caeiro capta a leveza como essência da existência. “Leve, leve, muito leve” — assim passa a vida, como uma brisa, como um pensamento que mal se forma. Não há peso nas coisas, só o instante que vem e vai. O poeta não se agarra a significados nem se perturba com mistérios: ele apenas sente, como quem deixa tudo escorrer pelas mãos sem tentar segurar. É um convite ao desapego, à contemplação, à aceitação tranquila de que a vida é feita de passagens silenciosas. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Leram-me hoje S. Francisco de Assis Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Ao ouvir falar de São Francisco de Assis, Caeiro reconhece afinidades, mas recusa qualquer santidade. Ele admira o amor simples do santo pelas coisas da natureza, mas afirma que seu próprio olhar é ainda mais puro — pois não vê Deus em nada, apenas as coisas tal como são. Amar uma flor, para Caeiro, não é ver nela um símbolo divino, mas simplesmente amá-la porque é uma flor. O poema é um manifesto da sua filosofia sem transcendência: ver, tocar, sentir — sem precisar de explicação. Ele nos lembra que o mundo não precisa de interpretações sagradas para ser sagrado. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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A neve pôs uma toalha calada sobre tudo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Neste poema, Caeiro contempla a neve como quem observa o mundo pela primeira vez. A imagem da “toalha calada” que cobre tudo é uma metáfora da paz silenciosa da natureza — um manto de simplicidade que transforma o mundo sem barulho, sem pretensão. Fiel ao seu olhar direto e sensorial, ele não busca significado oculto: apenas reconhece, com doçura, que a beleza das coisas está no que elas são, e não no que representam. O silêncio da neve é o mesmo silêncio do poeta — pleno, presente, suficiente. #domíniopúblico #Clássicos
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Hoje, o perfil @classicos irá finalizar as postagens dos poemas de Alberto Caeiro heterônimo de Fernando Pessoa. Lembrando que todas as obras disponibilizadas são retiradas do site Domínio Público (http://www.dominiopublico.gov.br) ! Dentro do site a leitura é mais confortável, mas você pode acessar as obras diretamente através do site do domínio também. Boa leitura!
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@JuNaiane · há 1 ano
Estou amando ler todos 🥰
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Sousândrade (1832-1902). Joaquim de Sousa Andrade, conhecido como Sousândrade, nasceu em 9 de julho de 1832, no Maranhão. É considerado um precursor do modernismo pela linguagem experimental e pela crítica social presente em sua obra — muito à frente de seu tempo. "O rinoceronte do lucro pisa a flor do trabalho." O Guesa: <a href="https://www.literunico.com.br/books/995">Aqui!</a> #aniversárioliterário
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 189 *Faltou o beijo* Às vezes, nosso dia começa com um café fresco e um “bom dia!” seco. Como todos os dias, mas com um “bom dia!” seco, o dia não será o mesmo. A suavidade do dia ficou presa nesse “bom dia!” mais ou menos. Um gesto simples poderia ter mudado todo o desfecho: faltou o beijo. A contragosto, recebo e percebo: amor e café, prefiro ferventes, não mornos. MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
Sempre calientes 🩷🔥
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@eduliguori há 1 ano
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Às vezes odeio ser poeta desgosto sentir tanto e saber o gosto amargo da derrota às vezes sinto raiva deste sistema que sequestra me encanta e desaponta amarrota às vezes sou tão só que ouço meu peito as células e o sangue que me sabota Edu Liguori
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@JuNaiane · há 1 ano
Te entendo.
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@tibianchini há 1 ano
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Ponto final? Ainda estou aqui. Não te abandonei. Ainda vivo por ti Ou não vivo, não sei... Calado. Não por vontade. Por imposição. Devastado. Saudade. Desilusão. Tanto a dizer, Tanto pra se amar! Mas você não quer. Nem pensar. Nada acabou. Não te esqueci. Mas é a escolha que você fez, E preciso entender que perdi – ou nunca tive, talvez. Nada acabou. Mas é tarde. E, apesar dos seus milhões de "nãos", Algo ainda arde: Eu, inteiro, em suas mãos. Você me pediu pra desistir. Pra resolver o que você não conseguia. Para não tentar, me afastar, fugir. Chegou o dia. Hei de seguir, bem ou mal; Levarei, para sempre, esta paixão. Solução de um só não é, afinal, Solução. Seguirei com esta flecha, que me dói, Perfurando eternamente o coração. Mas lembre-se: sempre foi Sua a decisão. Nada acabou, é certo. Mas, se fosse Possível arrancar de dentro de mim Seu sorriso, seu olhar, sua voz doce, Eu jamais o faria, mesmo assim. Amar você não é uma escolha, Mas ter você, sim. É como uma derrota, que me olha Não é minha escolha, enfim. Ainda estou aqui, e, juro Corro pra ti ao primeiro chamado, Com brilho nos olhos e coração puro: Agora, a decisão é do seu lado. Mas não vou invadir sem pedir licença: Não vou causar mais na sua vida incerta. Enfrente seus medos. Os vença. Me convide. Deixe a porta aberta. Nada acabou, mas talvez, nunca comece. O que é uma pena! Te faria tão feliz! Não te esquecerei. Mas, não esquece: Não foi porque eu não quis.
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@rafaelaraujoescritor há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/mzraT8LzTZ9bOlFUrjl6qBLyACfbwuAJwacwwDbX.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/34' target='_blank'><strong>A Floresta - Contos Fabulosos</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/34/chapters/199' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A lebre, a raposa e o macaco." completo</a></p></div>
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@JuNaiane · há 1 ano
No início parecia uma fábula, saí traumatizada hahaha
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Recursão</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/960'><strong>Recursão</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 49/365<br /> <br /> <br /> Comente na Biblioteca em uma obra em que o autor, por meio da linguagem, enfrenta as amarras de seu tempo, transformando dor e exclusão em transcendência lírica.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#AúltimacasadaruaNeedless</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/932'><strong>A última casa da rua Needless</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 48/365 <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que encare a multiplicidade da identidade como um dilema e uma força criativa.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Quartodedespejo-Diáriodeumafavelada</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1024'><strong>Quarto de despejo - Diário de uma favelada</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -46/365 <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a poesia atua como denúncia social, expondo injustiças, omissões históricas ou descasos culturais. Obras que não se calam diante da fome, da miséria ou da negligência com a arte e seus criadores.<br /> <br /> Estou roubando novamente, mas fica aí uma indicação de leitura pra você e pra mim.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Amáquinadomundorepensada</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1023'><strong>A máquina do mundo repensada</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 46/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro de poesia em que a forma clássica não diminui o pensamento crítico, obras que exploram métrica, rima e equilíbrio formal, mas sem abrir mão da ironia, da filosofia e da leitura profunda do mundo.<br /> <br /> Não li, então estou roubando, mas para não deixar de postar estou indicando esse.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Acirurgiã-Umthrillerpsicológicoeletrizante,repletodereviravoltas</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Diário</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/968'><strong>A cirurgiã - Um thriller psicológico eletrizante, repleto de reviravoltas</strong></a></p><p>Achei o livro repetitivo e cansativo; fiquei pelo contexto do livro. <br /> Em breve a resenha de tudo o que achei!</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Osegredodaempregada(Aempregada–Livro2)</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1022'><strong>O segredo da empregada (A empregada – Livro 2)</strong></a></p><p>Livro: O segredo da empregada<br /> Autora: Freida McFadden<br /> Páginas: 288 | +16 anos<br /> <br /> Millie é uma mulher esforçada, com um passado complicado e muita sede por fazer a diferença no mundo; ela não suporta ver mulheres sofrendo, e quando isso acontece, o seu sangue ferve.<br /> No segundo volume da trilogia, conhecemos a vida atual da personagem principal e como ela tem passado após os últimos acontecimentos na família Winchester. Após a curta temporada naquela família, Millie e Enzo tornaram-se mais íntimos, tanto romanticamente quanto em relação às injustiças do mundo. Foi assim que ela acabou criando certa fama entre as famílias, por ser uma empregada que fazia muito mais do que os serviços da casa.<br /> <br /> Contudo, Enzo foi forçado a deixá-la, e por isso, os seus recursos para auxiliar as mulheres foram cortados. Millie então se dedicou a estudar para ser uma assistente social e tentar apenas trabalhar para pagar os estudos. Com a ausência do italiano, ela procurou se dedicar ao máximo à sua nova vida, e até mesmo começou a namorar.<br /> <br /> Tudo parece estar caminhando normalmente, até que ela perde o seu trabalho atual e fica desesperada por outro. Por isso, quando Douglas Garrick entra em contato com ela, a única resposta que ela pode fornecer é um grande sim. A casa dos Garricks é suntuosa, mas não parece ser uma família comum, pois ela não pode fazer contato com Wendy, além de ter de cumprir tarefas estranhas e meticulosas.<br /> <br /> Não demora muito até Millie entender que Wendy sofre nas mãos do marido. O seu lado protetor fala mais alto, e logo ela arquiteta um plano para ajudá-la. Mas, novamente, nada nos livros da Freida é o que parece.<br /> <br /> O livro é composto por duas partes, algo que faz parte do modus operandi da escritora. A primeira parte é mais lenta, apesar da fluidez sempre presente na escrita da autora. Dá pra sentir que tudo é um jogo de ilusão, e até mesmo previsível, mas com a segunda parte, a autora faz o nome e deixa o leitor mais imerso na história, ansiando pelo desfecho.<br /> <br /> É uma ótima leitura: fluida, bem desenvolvida e surpreendente.</p>
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@classicos há 1 ano
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Livro: Last Poem (Último Poema) Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (parte da obra dos heterônimos de Fernando Pessoa, em domínio público) Last Poem é um encerramento calmo e coerente com tudo o que Caeiro acreditou. Ele se despede da vida com a mesma simplicidade com que sempre a descreveu: sem medo, sem mistério, sem transcendência. Diz que morre como quem fecha os olhos — sem drama, sem eternidade, apenas um fim natural. Nesse último gesto poético, reafirma que o verdadeiro milagre está nas coisas visíveis, e que morrer não é mais espantoso do que uma árvore perder suas folhas. #domíniopúblico #Clássicos
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