Correspondências · Literunico

Amor Eterno

Cartas e histórias de família para compartilhar no Litverso.

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@MarU há 1 ano
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#Desafio 197 *O sentir* Hão silêncios que falam, e entendimentos que calam, sorrisos que completam, nos infestam e acalmam. E são processos internos compreender o que sente, silente, sabendo-se consciente, buscando o sentido de sentir. Concluir dentro de si a consistência, se permitir sorrir sem peso na consciência, afeiçoar-se com inocência pela essência de algo novo e despretensioso. E de novo, o sentir… somente o sentir. O silêncio fala mais alto quando não nos falamos, e lidando me ponho na falta que me faz ter você aqui. MarU
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Amor,teoricamente</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1066'><strong>Amor, teoricamente</strong></a></p><p>Livro: Amor, teoricamente!<br /> Autora: Ali Hazelwood<br /> Páginas: 368 | +16 anos<br /> <br /> Elise Hannaway é uma física teórica que atualmente está enfrentando sérios problemas financeiros. Diante disso, a cientista encontra uma forma de conseguir um extra: trabalhando como namorada de mentirinha em um aplicativo de namoro. Por muito tempo, a vida dela gira em torno de trabalhar como professora adjunta e ser namorada de mentirinha. Até que um processo seletivo para o seu ramo de trabalho surge, e ela precisa aproveitar a oportunidade.<br /> <br /> No seu trabalho como namorada fake, ela conheceu Greg, uma pessoa muito legal por quem ela nutriu uma forte amizade. Elise só não contava que o irmão do Greg, Jack Smith, é, na verdade, o odiado Jonathan Smith-Turner, um físico experimentalista que escreveu um paper deturpando a sua área de atuação. Além disso tudo, ele é uma das pessoas que ela teria que impressionar para conseguir essa vaga.<br /> <br /> É muito interessante acompanhar todo o processo seletivo e os desafios que a Elise precisa enfrentar para conseguir essa vaga, e como ela amadurece, se reencontra e se torna uma mulher mais firme.<br /> Aos poucos, o leitor compreende as questões pessoais que fizeram com que o Jack fizesse o que fez e, ao mesmo tempo, é impossível não se tornar uma grande admiradora dele.<br /> <br /> A autora também aborda assuntos sérios, como as mulheres no meio científico e toda a discriminação sofrida por elas. Além disso, Elise tem questões pessoais com o fato de desapontar as pessoas, e como isso afetava a relação dela com os seus próprios desejos. A história proporciona uma experiência enriquecedora, fluida e divertida. E os momentos mais românticos são desenvolvidos com maestria pela autora.<br /> <br /> É o tipo de leitura que deixa a mente leve e o coração quentinho.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Misery:Loucaobsessão</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1065'><strong>Misery: Louca obsessão</strong></a></p><p>Livro: Misery - Louca Obsessão<br /> Autor: Stephen King<br /> Páginas: 328 | +17 anos<br /> <br /> Paul Sheldon acabou de finalizar mais um manuscrito, e, desta vez, ele apostou em uma história diferente, uma que o colocaria no hall de autores mais “sérios”. Ele deve todo o seu status à série de livros que o fez ser reconhecido, as histórias de Misery e o triângulo amoroso dos seus livros.<br /> Como de costume, Paul viajava para terminar seus livros em silêncio. Mas desta vez, foi surpreendido por uma nevasca intensa no caminho, forte o bastante para causar um grave acidente.<br /> <br /> Annie Wilkes é uma ex-enfermeira que vive sozinha na companhia de alguns animais de fazenda e, coincidentemente, é também a fã número 1 dos livros do Paul. Por acaso, ela o encontra, leva o pobre homem com as pernas quebradas para casa, o enche de analgésicos fortes o bastante para viciar e o mantém preso.<br /> <br /> Além de ser mentalmente instável, Annie também mantém certa obsessividade com relação a Misery, personagem dos livros do Paul. Por isso, quando ela vê o novo manuscrito dele e entende que aquela história não é sobre sua personagem favorita, algo dentro dela se revela. Em um acesso de loucura, o autor entende a real faceta da personalidade da sua enfermeira. Com isso, Annie decide deixar Paul sozinho e acaba deixando-o sem remédios e alimento por mais de dois dias. Nesse momento, o livro tem o seu primeiro ato de tensão e ação, pois, nas primeiras páginas, a narrativa reflete a desorientação do Paul diante de tantos remédios, e a quantidade de devaneios do personagem é capaz de diminuir a intensidade da história.<br /> <br /> Apesar de Annie demonstrar ser uma mulher simples, sua inteligência é perturbadora e sua mente é criativa no que diz respeito a torturas. Mas logo, Paul entra na dança e faz de tudo para agradá-la, inclusive escrever um novo livro da Misery.<br /> <br /> O livro não foi o que eu esperava. A todo momento, a minha ansiedade pedia por tensão, mas, em troca, eu recebi longos devaneios do Paul, pensando em momentos da sua infância e divagando sobre a história que estava escrevendo. Acredito que a melhor coisa dessa história foi justamente a inspiração do King ao escrevê-la, utilizando o artifício de que todo autor tem fãs persistentes.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#AssistentedoVilão</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/939'><strong>Assistente do Vilão</strong></a></p><p>Livro: Assistente do Vilão<br /> Autora: Hannah Nicole Maehrer<br /> Páginas: 512 | +14 anos<br /> <br /> Evie Sage faria tudo por sua família, e, por isso, desde que sua mãe abandonou o lar, ela desistiu da sua juventude para cuidar do pai que sofre com um problema de saúde e da irmã, que é apenas uma criança. Contudo, após se ver sem emprego e vagando solitária pela floresta, Evie acaba esbarrando em um homem jovem, alto e moreno. Mal sabia ela que aquele homem é o notório Vilão que anda aprontando na vila onde ela reside. Não demorou para que Trystan (o vilão) se encantasse pela personalidade espontânea de Evie, convidando-a para ser a sua assistente.<br /> <br /> Pelo bem de todos, inclusive o seu próprio, Evie manteve a informação do novo emprego selada a sete chaves e, com isso, assumiu toda a estranheza que aquele cargo fornecia à sua vida. Contudo, aos poucos, a dinâmica no castelo, com todos os funcionários do vilão e o próprio Trystan, se tornou a melhor parte do seu dia; ela se sentia feliz e importante naquele cargo.<br /> <br /> A autora tem um estilo de escrita muito leve e cômico, e a história é por vezes um pouco infantil, mas não achei esse fato negativo; pelo contrário, foi uma experiência muito positiva ver os motivos pelos quais Trystan é tão mal-humorado sendo revelados e como a química entre os dois é singular e vital para a história.<br /> <br /> Assim como Trystan esconde muito mais do que podemos imaginar, Evie descobre que o seu passado vai muito além daquilo que foi informado a ela, e, no final, tem até um plot twist interessante e muito doloroso para um dos personagens. O mundo construído pela autora não ficou muito nítido, pois, apesar de se tratar de um contexto medieval, ao mesmo tempo ela informa que existem tecnologias avançadas, para além da magia que envolve a história. Outro ponto que não foi explorado foi justamente o fato de alguns personagens possuírem poderes mágicos e outros não.<br /> <br /> No final, só o que importa é a dinâmica entre a Evie e o Trystan, e alguns pontos misteriosos dos passados de ambos. A escrita é fluida, engraçada e cativante.</p>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Hoje celebramos o aniversário de Luiz Coronel! ✨ Poeta, publicitário, cronista e pensador da alma sul-rio-grandense, Luiz Coronel é uma das vozes mais singulares da literatura brasileira contemporânea. Com seu estilo lírico, filosófico e muitas vezes impregnado de regionalismo, Coronel construiu uma obra que dialoga com a tradição gaúcha sem abrir mão da universalidade da condição humana. Seja em poemas, aforismos ou reflexões, ele transforma o cotidiano em paisagem poética — onde o campo, o tempo e o silêncio ganham voz. Amor, Seja La Como For: https://www.literunico.com.br/books/1045
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@eduliguori há 1 ano
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Entrei na piscina gelada senti os músculos vivos a dor do choque úmido gritei em silêncio o som do homem que já morreu e reviveu novo após todos isso é sim o nosso futuro aquele universo escuro das profundezas azuis na piscina fui eu e teu o que você já esqueceu Edu Liguori
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@MarU · há 1 ano
🥹 essa escrita é única, Eduzíssimo!❤️
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 196 *Brincadeiras entre adultos* Adentrou a câmara, despida de vestes. Serena, nua, pura, caminha, como faquir, desfilando sob brasas. Seus passos, uma dança. Seu corpo, sinuosas curvas. Convida, carente: — A cama é sua. Vem! Olhos abertos, mede. Chama em verde, ao brilho que repete o convite. Com as mãos esguias, guia-se em seu templo, alisando suavemente… com autocuidado e respeito. Da boca ao pescoço, desce… aos seios. Vai descendo, mamilos tesos. Sua pele, seus finos pelos… O olhar fito convoca, expressa desejo intenso. Não para, tem tara. Provoca. Desliza seus dedos, fazendo a curva no umbigo. Param um pouco. Paralisa-o. A ponta dos dedos, apontam as unhas, ao paraíso. E, como se num aviso, seus olhos, sua boca, sua respiração pouca, premeditam. Deslizando em movimento lento… Todos os dedos, descendo rumo ao monte Vênus. Entrelaçando dedos entre pelos, fluidos e carnes. Aos poucos… os olhos se fecham, a boca, levemente, se abre. Sem pudores nem medos, se possuindo com vontade. Introduzindo seus dedos, deslizando facilmente, lisos… Se melando de fluidos, exalando cheiros característicos, e emitindo som de gemido. Suave… Sentindo… Transmitindo a ardência em arfares reprimidos. Explodindo em pulsares. Abrindo os olhos… E finalmente, convida-o com voz suave: — Vem! Sua vez de brincar com a minha tez. MarU
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Sensacional como sempre! O que é isso
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Sensacional como sempre! 👏❤️
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@eliz_leao há 1 ano
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Fios soltos Cabelos ao vento O zéfiro que brinca Sementes do tempo Do tempo Que vê chover Do tempo que vê nascer Dente de leão E suas flores Amarelo madurecer Enquanto passa O firmamento Em infinitos E compassados Tempos Tempo de ver a vida Germinar Levada pela brisa Um sopro a todo momento Dente de leão E seus lindos fios Livres em Fluxos de pensamentos. Eliz Leão
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@MarU · há 1 ano
Que lindo, amiga. 🥹❤️
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 195 Desalinhados Sentiam-se vozes fora do coro,   com compasso próprio,     existindo além do ritmo. Marginais da criação,   sussurros     num mundo       gritando         padrões. E numa dessas sinfonias tortas da vida,   se esbarraram     na mesma frequência. O desafino   (que surpresa)     encantou. A entropia   se fez fértil.    O sentimento,   inevitável,     brotou. Intenso, como só os divergentes sabem ser:   sem lógica,     sem razão,       sem rédeas,         sem medo. Tornaram-se   a ferida mais bonita     no tecido liso       da ordem. Daquelas que   ardem com gosto,     se tatuam no peito,       se orgulham na pele.                E, sem pedir licença, se nomeiam de amor. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😘🌹
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😍😘🌹
@MarU · há 1 ano
aquele poema... amores.
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🥹🥰🤌 aquele poema… amores.
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Ovelhas Abrem-se as porteiras, disparam as ovelhas! Correm como podem, anseiam por centeio Giram, Giram o moinho, sofrem, sofrem as ovelhas! Cansam, Cansam as ovelhas! Morrem, Morrem não tão velhas! Gritam, choram as ovelhas. Perdidas rogam por socorro! Cegas se enganam em falsas promessas! Mudas se engasgam com os próprios sussurros! O Gritos só ficam na mente, os choros se perdem pra sempre, o medo no fim sempre vence! E as ovelhas despertam de novo! Abrem-se os portões, disparam as ovelhas!
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@jjr há 1 ano
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~♥~ Leona clara limpa Lua irradia pelos pêlos. Paixão e desejo. Pequenos vulcões olhos flamejem instintos. Meu sílios sobre os teus, cativos, fumaça da imaginação alma e coração. Tua caneta, pena cultivai poesie sem redoma ao seu meu eu espaço. Acometa meu abbraccio laços assim sem fim. Infinito sim. ~♥~ JJr.
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@jjr há 1 ano
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§§§ Cavalos alados em meio a tormenta de nuvens. Como neblina, molhadas crinas. Tempestades vão e vem Selvagens, trovões os clarões. §§§ JJr.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Novidade no site do @classicos As obras de Bernardim Ribeiro, Alcântara Machado e Georg Büchner já estão disponíveis no nosso acervo digital. Três autores de universos muito distintos, mas com um ponto em comum: a intensidade da linguagem e o impacto que causam até hoje. Bernardim Ribeiro, com sua melancolia renascentista, canta amores e saudades. Alcântara Machado retrata a alma urbana da São Paulo modernista com humor e crítica. Georg Büchner expõe os dilemas humanos com vigor político e poético. Explore esses clássicos no nosso site: literatura de domínio público, acessível para todos que amam palavras que atravessam o tempo. #domíniopúblico #Clássicos #BernardimRibeiro #AlcântaraMachado #GeorgBüchner
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@classicos há 1 ano
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Écloga de Jano e Franco Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Na Écloga de Jano e Franco, Bernardim Ribeiro transforma o campo em palco de confidências e melancolia. Dois pastores conversam — e, através deles, ecoam as dores da ausência, do amor perdido e da saudade profunda. A linguagem simples e musical revela um mundo em que a natureza reflete o estado da alma. Com doçura e sofrimento, Bernardim inventa o bucolismo sentimental português: menos idealizado, mais humano, onde os pastores choram não por mitologia, mas por amor de verdade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Hontem pôs-se o sol Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Neste lamento breve e carregado de simbolismo, Bernardim Ribeiro observa o pôr do sol como metáfora do fim — da luz, da esperança, talvez do amor. A simplicidade do verso esconde uma dor contida, quase resignada, típica do lirismo renascentista português. Não há exagero, só melancolia: o mundo escurece por fora porque algo se apagou por dentro. É poesia da perda, feita com a delicadeza de quem sabe que o silêncio também fala. #domíniopúblico #Clássicos
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Publicação Literunico
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@classicos há 1 ano
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Cantiga Sua à Senhora Maria Coresma Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Nesta cantiga, Bernardim Ribeiro tece versos delicados e melancólicos para a Senhora Maria Coresma, símbolo de uma paixão idealizada e da dor amorosa renascentista. Com a suavidade típica do lirismo trovadoresco, o poeta derrama sentimento em imagens de natureza, saudade e devoção. É um canto onde o amor não se concretiza — apenas se sente, se sofre e se canta. Bernardim faz da ausência uma presença poética, e da dor, uma forma de beleza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Mana Maria Autor: Alcântara Machado Lançamento: 1936 (publicado postumamente) Em Mana Maria, Alcântara Machado assume um tom mais íntimo e narrativo, sem perder o olhar atento às transformações sociais do Brasil urbano. A protagonista é uma jovem nordestina que migra para São Paulo, e sua trajetória é símbolo de deslocamento, choque cultural e resistência silenciosa. Com uma prosa mais amadurecida, o autor mescla lirismo e crítica social, dando voz a quem raramente a tinha. É o Brasil das mulheres, das migrações internas, do contraste entre tradição e metrópole. Um livro sensível, forte e injustamente pouco lembrado. #domíniopúblico #Clássicos
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