CINEMA de papel

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@Autoraandreia há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZWXWyaHfJy8N1MKruOkoxQgw3gADxJN7MKvAtpvw.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268' target='_blank'><strong>HADES - O Novo Don - Série Irmãos D'Angelo - Livro I</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268/chapters/1088' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "PRÓLOGO" completo</a></p></div>
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@Autoraandreia há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZWXWyaHfJy8N1MKruOkoxQgw3gADxJN7MKvAtpvw.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268' target='_blank'><strong>HADES - O Novo Don - Série Irmãos D'Angelo - Livro I</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268/chapters/1088' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "PRÓLOGO" completo</a></p></div>
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@Autoraandreia há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZWXWyaHfJy8N1MKruOkoxQgw3gADxJN7MKvAtpvw.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268' target='_blank'><strong>HADES - O Novo Don - Série Irmãos D'Angelo - Livro I</strong></a></p></div>
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@tibianchini há 1 ano
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🌒 O "Sim" 🌘 Há um instante entre o sim e o não, Entre o "quero" e o "não devo": É ali, nesse segundo que não pesa, Que se decide tudo – ou nada. Há um furacão que adormece em nós, À espera de um alô, uma fresta, um acaso. Mas os dias passam enquanto fugimos, Enquanto fingimos que o tempo passou. Há paz em ser minha; há vida em meu abraço. Mas, se jamais deres o passo, em breve O anseio pelo chamado se converterá Na desilusão de não ter sido. E sequer precisas dar esse passo; basta que chames. Antes que a chance tenha passado, A possibilidade se converta em sonho, E o tempo se torne "nunca mais". O maior erro não é amar: é fingir que passa. Porque, quando o corpo pedir e não houver resposta, Quando a única herança for o arrependimento, O fim nos lembrará que o início era possível. *** Quantas vezes já te imaginei chegando? Quantas madrugadas já chorei Por um beijo que nem existiu? Quantos "e se" já enterraram o "sim"? Um dia, amanhã ou depois, Terás ido embora, Terei ficado distante... E o que hoje poderia ser O gemido contido do gozo incontrolável Se tornará o grito silencioso de desespero Por não mais poder sentir, com fôlego suspenso, O toque dos meus dedos e o calor dos meus braços. Não é só pele o que se perde, Nem só sexo o que se adia. É a alma que aprende a viver sozinha, O olhar que esquece como brilha ao ver o outro. É o silêncio que cresce onde havia riso, A cama que esfria antes mesmo de ser compartilhada, O nome que morre na garganta Antes de sequer ser sussurrado. *** Então vem. Ou chama. Ou apenas diga: "Estou aqui. Tenho medo, mas estou aqui." Porque o amor não precisa de certezas. Precisa de coragem. De um gesto. De um "sim" que rompa o silêncio. Vem. Antes que o "talvez" vire "nunca". Antes que o "amanhã" vire "tarde demais". Antes que o nosso encontro, sempre adiado, Vire a lenda de um amor que quase foi. Vem – que eu prometo: Não seremos dois estranhos Que, um dia, quase se tocaram; Seremos o instante que o tempo não apagou. Porque cada verso que você escreveu Eu já senti. Já vivi. Já perdi. Já desejei de volta. E quando, enfim, estivermos frente a frente, Com as mãos tremendo e os olhos cheios, Só te direi uma coisa – também emocionado: "Você veio. E o mundo, finalmente, faz sentido." 🔥💘 Para todos que ainda têm tempo. Chamem. Vão. Amem. Antes que o "nunca mais" chegue em silêncio.
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@tibianchini · há 1 ano
Grande, né... Mas necessário, às vezes. Obrigado pela leitura (e pela paciência de o ler... kkkk)
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo
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@JuNaiane há 1 ano
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Deixa eu traduzir com minha língua o quanto eu te desejo; enquanto eu te beijo, me leia do avesso com teu olhar travesso.
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@JuNaiane há 1 ano
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Saudade... Sentimento que arde, no meu peito um desastre; coração faz alarde declarando vontades, quer cruzar a cidade procurando um ninho — passarinho, sempre sabe o caminho para onde quer voltar.
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@JuNaiane há 1 ano
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Coração cansado não aguenta o enfado de correr atrás do outro de causar mais um estrago. Coração quebrado não suporta outro buraco coração dilacerado não suporta ser amado.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 240 *Bom dia!* Seguro o ímpeto de chamá-lo de “meu”, pois quero-te livre… E de entregar-me também a você, pois quero manter minha liberdade de escolher. Sendo consciente, ainda assim me aposso e me entrego, sem nenhuma pretensão de poder. Vou e volto quando quero, e ainda assim, o dia todo o espero, e esmero a chance de poder estar com você. Faço do dia um tormento, quando, o dia todo, com você no pensamento, não for possível saciar a impossível vontade de só falar com você. E o mesmo dia vira, em instantes, plena alegria, quando, com seu doce “bom dia!”, me alivia a agonia e ilumina minha vida, me fazendo crer que importo pra você. Meu livre-arbítrio está preso, detido nesse sorriso lindo, encantado no brilho dos seus olhos, seguindo a melodia da sua voz calma. Enfeitiçado pelo desejo de peles, de contato, cheiros, de gostos… atraído pela essência da alma que o habita e me cativa, livremente entregue, toda pra você. MarU
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@PauloFlorindo há 1 ano
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Ressuscitado Como exemplar roda de uma engrenagem bem azeitada  Espero, sinceramente, que tudo se acabe Em estilhaços de bomba nas têmporas Voando igual a borboletas amarelas à procura daquela flor viciada em clorofórmio e ali, crucificarei, enfim, as minhas certezas para no terceiro dia ressuscitar. Mas, então, ficará a dúvida: em qual vida, viverei?
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@PauloFlorindo há 1 ano
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Este aviso é para quem ainda não leu meu livro. Basta clicar e dar uma conferida. Se gostar, são poucos capítulos de muita adrenalina. Se não agradar seu gosto literário, grato pela atenção. Abraço a todas e todos que escrevem e leem. https://www.literunico.com.br/creations/255
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@purapoesia há 1 ano
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Selvageria Cavalgava selvagem Cravando a unha em minha crina Me tendo entre as coxas Me engolindo gulosa Areia movediça Estocava-se violenta Apunhalando o pudor Roçava e melava o ventre Ia e voltava, se contraía Tomei-me pelo torpor E ela, sedenta, me tomou Arfantes, desidratados, minguantes Ali morremos de amor.
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@MarU · há 1 ano
❤️‍🔥 uaaaal! quantos elementos fortes… sexxxtou 🥵
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@sam_alves_escritora há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@rosana858 há 1 ano
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O Sentido de Existir Ela dormia serena entre baldes, vassouras e rastelos. O ar cheirava a fertilizantes, pesticidas e substrato. Ninguém sabia desde que época estava ali — talvez anos, talvez décadas — à espera de uma oportunidade que a fizesse despertar. O espaço era abafado, escuro, e o ar pesado, mas nada disso a incomodava. Não sentia desconforto — desconhecia que podia existir vida fora do frasco que a aprisionava. Diariamente, pessoas entravam e saíam, e vozes de diferentes timbres ecoavam pelo pequeno depósito. Até que, num dia qualquer, uma menina curiosa resolveu abrir a porta emperrada. O armário revelou infinitos potes de vidro cobertos de poeira. Em um deles, uma etiqueta amarelada trazia a palavra quase apagada: “Baobá.” A garota passou a mãozinha sobre o recipiente e descobriu que, dentro dele, repousavam pequenas sementes. Com esforço, abriu a tampa corroída pela ferrugem. O pote, escorregadio, caiu de suas mãos — e o cristal se partiu. Assustada, temendo a bronca dos adultos, recolheu os grãos e os guardou em outro recipiente, devolvendo-o à prateleira. Fechou novamente a porta da estante, deixando os gérmens outra vez, encarcerados no tempo. Mas, no instante em que o vidro se quebrou, uma bolinha branca aproveitou o breve sopro de liberdade e saltou. Ela se lançou ao desconhecido e buscou refúgio entre as fibras do velho capacho. Ali ficou — esquecida. Até que, um dia, sentiu frio. Sua casca gelou. Agora estava exposta, fora do abrigo transparente. Uma bota suja de lama pisou sobre ela, que aproveitou para grudar-se à sola, encontrando morada temporária. Cada passo era um atrito, um chamado. Então, escondida nas ranhuras, começou a mover-se. A princípio, ficou assustada. Não conhecia o mundo. O passo apressado do seu hospedeiro pisou numa poça d’água. Ela se soltou do couro e mergulhou. Sentiu-se mole, desamparada, com saudade da antiga morada entre as amigas adormecidas. A chuva veio forte e a levou para longe. Agora, em um sulco profundo, ela começou a vibrar. Havia algo acontecendo dentro dela — algo que não conseguia mais conter. O calor do sol a envolvia. Os pássaros cantavam. A brisa trazia perfumes adocicados e lhe afagava. Então, seu invólucro começou a rachar. Ela ouviu uma voz que vinha do seu interior. Era o chamado da vida — que exige evolução. Desesperada, agarrou-se à terra — e, desse esforço, nasceram raízes frágeis que, aos poucos, se firmaram. Sua base aprofundou, fortaleceu. Quando olhou para si, percebeu que seu topo também havia se rompido — e dali brotavam folhas verdes. Cresceu. Atingiu altura considerável. Saiu do buraco. Deu abrigo aos animais. Mas ainda sentia que seu desígnio não estava completo. Absorveu a luz. Respirou o ar. Fez fotossíntese. Floresceu. Encantou. Coloriu o mundo. Atraiu abelhas e insetos que dançaram em torno dela. Ofereceu seu pólen, que se transformou em mel. Na estação seguinte, viu suas flores perderem as pétalas. Mas agora sabia: não é preciso temer a transformação. Gestou com plenitude seus frutos — e, ao vê-los amadurecer, servindo de alimento, sorriu satisfeita. Seu destino estava quase cumprido. Aproveitou o vento, espalhou sua memória genética, permitindo que seu legado viajasse para além do tempo — onde cada semente renasceria, não por acaso, mas por coragem — cumprindo o propósito de existir em plenitude. Ela, árvore. @rschumaher
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Autor de Ligações Perigosas, Laclos transformou o desejo em literatura e a sedução em arte. Escreveu sobre o poder, o jogo e o perigo escondido nas palavras. Sua obra revela o coração humano — elegante, cruel e irresistível. “A razão é o disfarce mais delicado do desejo.” As Ligações Perigosas: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1352">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #PierreLaclos #LiteraturaFrancesa #Classicos #LigaçõesPerigosas #PoesiaDoPensar
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 239 *Texturas* A textura dos seus cabelos na nuca, minha pele, bochecha a bochecha, colada na sua… sua barba, macia. Sua pele, seu cheiro, seu toque leve, minha mão te acariciando os cabelos. Seu arrepio ao sentir-se entre meus dedos. O som da respiração… transpiração. Abraço quente, nossos corpos colados, calados, se sentem. Atração que exala, escala à fusão de se encontrar… nos toques. Suas mãos passeando pelo meu corpo, sem norte, contendo a vontade de me agarrar. Buscando caminhos, dedilhando as dobras da minha roupa, pensando o que faria se a situação fosse outra! Tornar palpável o que a mente imagina, deixando a mão se guiar na silhueta feminina. Olhos nos olhos, as cores se misturam na mensagem interna que um ao outro transmitiam, buscando aprovação… sentir se permitia colorir nossas vidas com um pouco de emoção. MarU
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@tibianchini · há 1 ano
Uaaaaaau.
Traduzido automaticamente do inglês.
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Uaaaaaau!...
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@bruno há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/RUu0fjpQcfcpt9E0HHcv5AgGjz1Ia6ClflTEIf2R.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/266' target='_blank'><strong>Ludouz: O Punho do Papai Noel</strong></a></p></div>
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 286 Neve. Calor. Lidiane: palavras que queimam e derretem ao mesmo tempo. Forte e frágil, doce e audaciosa. Riso que escapa, choro que grita. A verdade não anda em linha reta, nós também não. E por que deveríamos? Que este declame encontre seus olhos, seu coração, e se perca no peito como seu talento se espalha no meu. Amiga, espero que goste🌹 @calorliterario_
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@calorliterario_ · há 10 meses
Só vi agora, nem mereço tanto carinho! Obgda, Cris!
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