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@jjr há 11 meses
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Minha flor do sol Gosto da tua cara de campo. Olhos como margaridas Brilhando Lábios feitos amor perfeito Pintado Faço um castelo com nuvens na minha mente Cama dos deuses Vinho de sangue Que corre faz amor e paixão Distância não é nada perto dos sonhos Eu te agracio com palavras O amor é amor Por outras palavras. ♪ ♪ ♪ ♪ Minha flor do Sol Eu gosto de sua face de campo Olhos feito margaridas Brilhando Lábios feito amor perfeito Pintada Faço castelo de nuvens em minha mente Cama dos deusas Vinho do sangue Que corre Feito amor e paixão A distribuição não é nada preto dos sonhos Agracio-te com palavras O amor é amor Em outras palavras. ♪ ♪ ♪ ♪ JJr.
Traduzido automaticamente do inglês.
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My flower of the Sun I like your country face Eyes like daisies Shining Lips made perfect love Painted I make a castle out of clouds in my mind Bed of the gods Blood wine That runs made love and passion Distance is nothing close to dreams I grace you with words Love is Amor In other words. ~♡~ Minha flor do Sol Eu gosto de tua face de campo Olhos feito margaridas Brilhando Lábios feito amor perfeito Pintada Faço castelo de nuvens em minha mente Cama dos deuses Vinho do sangue Que corre feito amor e paixão A distância não é nada perto dos sonhos Agracio-te com palavras Love is amor Em outras palavras. ~♡~ JJr.
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@deivesferraz há 11 meses
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Movimentando um pouco a conta aqui 😊 Fiz um mini conto de Horror/Ação ⚠️ ATENÇÃO: Leitura não recomendada para pessoas sensíveis, contém linguagem imprópria 🔞⚠️ Empatia Deives Ferraz Maldita Mãe Natureza! Minhas mãos tremem, e uma gota de suor escorre pela minha têmpora. Logo agora? Preciso secar na calça a mão que atira. Não posso errar. E nessa distância que estou, isso é muito fácil de acontecer. Eu entendo, Mamãe, que a senhora possua uma sabedoria de milhões de anos de evolução, mas que porra de ideia foi essa de fazer o ser humano sentir em si as dores que causa no outro? Merda! A lente do telescópio está quase embaçando com minha transpiração. Preciso me acalmar. Quando isso começou mesmo? Umas 2 ou 3 gerações, parece. As histórias dizem que foi um fuzuê quando um médico deu um tapa num bebê recém-nascido e sentiu a ardência na própria pele. Haha. Sorte dos antigos que não tinham essa empatia forçada. Eu sei, eu sei. O ser humano estava se destruindo. Fazer um abusador sentir a dor do que está fazendo no próprio rabo, ou um narcisista sentir a dor da humilhação que está causando, é uma forma bem eficiente de manter a paz entre teus filhos. Felizmente você deixou de fora dores consentidas. Isso me garante algum divertimento quando estou amarrado na cama daquela gostosa do bar, toda sexta. Obrigado Mãe! O que a senhora não esperava era o quão criativos são teus filhos. Sem essa criatividade eu não teria emprego. Espero que não me julgue. O que posso fazer se atiro tão bem? E quem tem poder aquisitivo paga para outras pessoas sentirem dor por elas? É… Eu não mato pessoas. Eu evito que quem quer matar sinta a dor do assassinado. Fica a sugestão do seu próximo upgrade: dor por infligir dor encomendada. Chegou aquele babaca. O que eu tô dizendo? Nem conheço o filho da puta. — To vendo o alvo. — falo ao telefone. — E o que eu tenho a ver com isso? — Preciso de uma dose de dopamina pra parar de tremer. Pode passando a segunda parte do que foi acordado! — Vou passar, sim. Quando tiver a prova do serviço feito. — Eu não tô com muita paciência hoje. Ele já está saindo do carro e a janela de oportunidade é curta. Vai coçando a mão. O gatilho não anda antes da notificação do banco. — Porra! Tá! Meu celular vibra. Fico feliz com o valor que vejo na notificação. — Obrigado! Só um segundo. Mordo uma das minhas luvas de motoqueiro. Melhor evitar quebrar meus dentes de novo. Sorte que ele parou pra falar com o porteiro. Tô bem mais calmo agora. Respiro fundo e puxo o maldito gatilho. O projétil leva uns segundos pra chegar no alvo. Sei que o vento vai desviar a rota. Espero que o suficiente pra acertar onde deve. Mas não consigo acompanhar o que acontece pela lente. Tenho que me jogar para trás e segurar a vontade de berrar com a dor que sinto na cabeça. Todos meus ossos dos crânio parecem descolar da carne e do cérebro. O zunido no ouvido é de enlouquecer. Me contorço com as mãos nas orelhas, tentando manter a luva entre os dentes. Minha visão fica totalmente branca e as órbitas parecem que vão escorregar para fora da cara. — Morre, desgraçado! Sei que é tudo uma ilusão, mas a dor é bem real. Não consigo pensar em nada, além de espernear e me arrastar pelo chão. Se errei o tiro, nós dois vamos ficar inúteis, até ele parar de sentir dor. De repente, como se tivessem desligado um botão, a dor amena. A visão volta aos poucos, já consigo me levantar com dificuldade e tirar uma foto do corpo estirado no chão. — Ainda está aí? — Você pediu pra esperar, não foi? — To mandando a foto do alvo. — Tu é o melhor, sempre! Jogo o telefone de lado pra respirar. Preciso me aposentar.
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@tavaresautor há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/VTj125O54R2aN3w8NzNrYFaJlBpXmjuQrSNZMY0V.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/318' target='_blank'><strong>A parte difícil sou eu sem você</strong></a></p></div>
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@tavaresautor há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/VTj125O54R2aN3w8NzNrYFaJlBpXmjuQrSNZMY0V.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/318' target='_blank'><strong>A parte difícil sou eu sem você</strong></a></p></div>
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@rosana858 há 11 meses
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O Riacho que Desejava ser Mar Mais que opinião alheia, importa a verdade que você carrega de si. Ele nascia no alto da serra, entre árvores frondosas, com uma vista deslumbrante. Deslizava pelas fendas feito um véu de noiva: leve, sereno, quase etéreo. Os animais que habitavam aquele lugar o observavam e murmuravam: — Ele é estreito, raso… suas cachoeiras não têm cor. Nada se compara ao mar, vasto, profundo, da cor do céu. O riacho, de tanto ouvir, começou a acreditar. Cada vez que olhava lá do alto, sentia-se pequeno, insignificante. Afinal, era apenas um fio de prata, e o rival, imenso, parecia ter todo o poder do mundo. Ele observava os navios cruzando o tapete azul e se entristecia ainda mais. Queria ser gigante, abrigar tubarões, ser palco das acrobacias das baleias, berço de pérolas. Em suas piscinas só nadavam peixinhos, que refletiam sua pequenez. Mas o desejo de crescer era intenso. Sonhava em encontrar aquele que lhe causava inveja e perguntar-lhe o segredo da grandeza. De tanto desejar, a força de seus pensamentos provocou uma tempestade em seu próprio abrigo. Rochas enormes rolaram da montanha em fúria e caíram lá embaixo com estrondo. Ignorando o desastre que havia provocado, ficou orgulhoso: se as pedras podiam descer, ele também podia. Então, deixou-se levar pela chuva torrencial, esticou seus braços fluentes e deslizou até a praia. Ao chegar à areia, o sol era intenso e seu líquido cristalino se turvou, misturado à terra, à poluição e à pressa. Desesperado, correu em direção ao sonhado arquétipo. Uma onda veio ao seu encontro e o envolveu num abraço firme e salgado. O rio, assustado, se deixou levar. Misturou-se à maré profunda, sentiu o gosto do sal, das embarcações, a densidade do oceano, o poder que antes lhe parecia inalcançável. Então ouviu pessoas comentando sobre sua beleza, sobre a delicadeza de sua bruma multicolorida, sobre a importância de suas águas cristalinas. Olhou para cima e sentiu vergonha dos sentimentos que carregava dentro de si. Saudade da origem, do silêncio, do verde da serra, das flores, da pureza de sua nascente. E foi assim que descobriu seu valor: cada um tem sua medida, seu brilho. Ele era doce, essencial, único. E sua beleza, diferente da do mar, era igualmente grandiosa. Infiltrou-se no solo o mais fundo que pôde, aconchegou-se num lençol freático e se deixou levar de volta ao seu leito no topo da colina, onde vive até hoje, amigo de todos os seres da floresta, mas sem permitir que a opinião alheia interfira em sua autoestima. Havia aprendido: ignorava o que pensavam sobre ele. Agora sabia seu valor.
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@rosana858 · há 11 meses
Obrigada Jusley. Fico feliz que tenha gostado.
@JuNaiane · há 11 meses
Que lindo, amei! 🥰
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 308 Atrium Vestae Colunas gastas, elas nunca dormem sopram o fogo da deusa. Algo pulsa entre os ossos da pedra: a memória respira devagar. Mãos de mármore, rostos perdidos, o calor ficou dançando nas cinzas. Sussurram: “Não é o fogo que protege Roma, é o amor que guardamos ou o que ousamos tocar.” Acendo em mim o mesmo lume, não de templo, mas de peito. Cada silêncio é chama pequena, cada sombra carrega vento: o mundo ainda guarda memória. Viver é cuidar do fogo e não deixar o frio invadir, não deixar a pele esquecer o que pulsa no coração. Cr💞s Ribeiro
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@daianasuzart há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/6F9pOFnROOrFyMnPfCyKfF2CNvSIV4mHeDSWFN8U.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/302' target='_blank'><strong>A Ferida que ainda Doía!</strong></a></p></div>
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 307 Lição nenhuma Meu primeiro casamento durou dez anos. Os três últimos se arrastaram por gratidão. Como deixar alguém tão bom, sem parecer ingrata, sem morrer um pouco junto? Dizem que na vida a gente aprende a lição. Eu não. Tropeço nas mesmas pedras, de sandálias novas, no mesmo chão cansado. O amor, pra mim, é um bicho manco: segue, mesmo sangrando. Vem com pena, fica por teimosia. E eu fico mesmo quando já fui, mesmo quando o amor já fechou a porta por dentro. Cris Ribeiro
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Roland Barthes, esse leitor apaixonado que fez da leitura um ato de desejo. 📚✨ Entre fragmentos, textos de prazer e diários de luto, ele nos ensinou que não lemos apenas histórias: lemos também a nós mesmos, nas entrelinhas. Sua escrita é convite e provocação — mistura de teoria e afeto, crítica e poesia — que abre brechas para sentir o texto, não só analisá-lo. “O texto que escrevo deve me dar prazer.” O prazer do texto: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1425">Aqui!</a> #RolandBarthes #Literunico #AutorDoDia #TeoriaLiterária #LeituraQuePensa #LeituraQueSente
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@GilbertoHSG há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/nwbrAtPqE2Vamj24SARSO8QQk87jcMfBYgx7i5Cy.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/41' target='_blank'><strong>Contos de Centurion - O Nascer da República</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/41/chapters/1438' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "O Fogo de Ruaside" completo</a></p></div>
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Romancista da paixão e da consciência, Dostoiévski mergulhou na face mais íntima do ser humano: culpa, fé, delírio e redenção. Em obras como Crime e Castigo, O Idiota e Os Irmãos Karamázov, ele inventou vozes capazes de confrontar a razão com a angústia — transformando o romance em investigação moral. Sua escrita é febril e compassiva: não perdoa a hipocrisia, mas procura entender o que leva o homem ao abismo. Ler Dostoiévski é aceitar o espelho incômodo que a grande literatura nos oferece — e sair dele mais humano, ainda que perturbado. Nota: algumas passagens de sua obra reproduzem preconceitos de sua época; por isso, recomendamos leitura crítica e contextualizada. Noites brancas : <a href="https://www.literunico.com.br/books/1424">Aqui!</a> #FiódorDostoiévski #CrimeeCastigo #OsIrmãosKaramázov #LiteraturaRussa #Filosofia #PoesiaDaProsa #LiterunicoJornal #LeituraReflexiva
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@rafaelaraujoescritor há 11 meses
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Religião, Humanidade e o Tempo: Um Ensaio sobre Fé e Crítica</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://literunico.com.br/ideas/religiao-humanidade-e-o-tempo-um-ensaio-sobre-fe-e-critica-6911dc6a9c766'>Clique aqui</a></p>
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Oliver Goldsmith (1728–1774) escreveu com ternura e ironia sobre a vida comum. Em The Vicar of Wakefield revelou a dignidade do cotidiano; em The Deserted Village cantou a paisagem rural e denunciou o custo humano do “progresso”; em She Stoops to Conquer recuperou o riso como arma de crítica social. Sua prosa une simplicidade e compaixão: Goldsmith prefere corrigir pela piedade e pelo riso, não pela aniquilação. Ler Goldsmith é reencontrar uma literatura que acolhe — e que, ao acolher, nos faz mais humanos. O Vigário de Wakefield: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1423">Aqui!</a> #OliverGoldsmith #LiteraturaInglesa #Clássicos #TheVicarOfWakefield #TheDesertedVillage #SheStoopsToConquer #Literunico #PoesiaEProsa #LeituraRecomendada
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@rafaelaraujoescritor há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p>X<img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/TlGW2ns76X56p0sI5mjnx95V0ruFn8JnRrTOZNvm.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p>XZLIT4ZXQ<a href='https://literunico.com.br/creations/313' target='_blank'><strong>O RITUALXQZLIT7ZX</a></p>XQZZLIT10ZXQ
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/TlGW2ns76X56p0sI5mjnx95V0ruFn8JnRrTOZNvm.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/313' target='_blank'><strong>O RITUAL</strong></a></p></div>
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@tibianchini há 11 meses
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Uma história que não foi feita por uma IA (mas me esforcei pra fazer parecer que sim)
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@JuNaiane · há 11 meses
Adorei 😄
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Cientista, contador de estrelas e poeta da ciência. Sagan nos ensinou que olhar o cosmos é também olhar para nós mesmos — com humildade, curiosidade e responsabilidade. Em Cosmos e Pálido Ponto Azul, ele lembrou que somos passageiros numa pequena ilha cósmica e que a sabedoria nasce do espanto informado pela razão. ✨ “Somos o modo do cosmos conhecer a si mesmo.” O mundo assombrado pelos demônios: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1410">Aqui!</a> #CarlSagan #Cosmos #PálidoPontoAzul #Ciência #Humanismo #Curiosidade #LiterunicoJornal #CiênciaParaTodos #Reflexão #LeituraEssencial
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@cassescreve há 11 meses
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Só uma colher de chá dos 50 primeiros capítulos de CDSCCB por um precinho para os meus assinantes. A história ainda está muito longe de acabar, além de muitas revelações a partir do capítulo 50. Sem contar que vem com os primeiros 50 capítulos deixei com algumas ilustrações bem quentes +18 para quem adquirir.
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@cassescreve há 11 meses
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Sinopse: Victor Calderón, um bilionário implacável que não acredita no amor, está à beira de fechar o maior contrato de sua carreira, mas para isso, precisa de algo que nunca desejou: um casamento. Quando Clara Martins, sua doce e dedicada assistente, surge como a candidata ideal para um contrato de casamento por conveniência, a princípio, ambos veem isso como uma solução simples. Clara, lutando para salvar a clínica da família da falência, aceita a proposta, sem saber os segredos sombrios que Victor esconde.Enquanto os dois vivem uma intensa jornada de negócios e atração, Clara descobre um lado vulnerável e escondido de Victor que abala todas as suas certezas. Conforme os sentimentos começam a surgir, o contrato se torna uma linha tênue entre a conveniência e o desejo. No entanto, o passado obscuro de Victor ameaça destruir tudo, e segredos que ele enterrou profundamente vêm à tona, testando o amor nascente entre os dois
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Publicação Literunico
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R$ 15,00 · pode evoluir para coleção e Aurora
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@chico-viana-lwd0u há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/49NPmrFOXgtYDXJtACCENw9Chlyi3vFkPJyZOxBW.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/315' target='_blank'><strong>O evangelho da podridão; culpa e melancolia em Augusto dos Anjos</strong></a></p></div>

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