literunico
@literunicoO problema é que justamente o que nos faz sermos adaptáveis com muita facilidade, e é uma vantagem biológica, ao mesmo tempo nos faz não conseguir sermos de uma coisa só. Nos condicionamos socialmente para escolhas de uma vida, mas essa dedicação exclusiva parece não estar no nosso DNA, até porque a felicidade não é definitiva, ela é momentânea, como uma fotografia.
Somos bichos de muitos mundos.
Ser de uma coisa só... soa quase como mutilação pra quem nasceu vasto.
A sociedade nos ensinou essa história do "Escolha UMA coisa, siga UMA trilha, seja UMA versão de si"... mas nós? Nós somos caleidoscópios ambulantes. Feitos de mil pedaços que giram conforme a luz e o momento.
Como é que alguém que carrega dentro de si desertos, oceanos, cidades e florestas pode querer se reduzir a um único mapa?
E se a felicidade é fotografia...
Ela nunca é filme contínuo...
Cliques roubados de um instante em que tudo se alinha, e logo depois volta a bagunça que fazemos de viver, nascemos pra ser um estúdio inteiro de fotografias internas.
Viajantes de nós mesmos, entendendo que o valor da caminhada não está só no destino… mas em conseguir se encantar, mesmo cansado, por cada nova paisagem que aparece do lado de dentro.
Talvez o que o mundo espera de nós não seja foco…
Mas um estilo próprio de transitar entre suas muitas versões, sem culpa.
Com verdade. Com presença.
E você percebe o tamanho da beleza que carrega?
Se tua vida fosse um livro de fotografias desses momentos raros de felicidade…
Qual seria o nome do livro?
Somos bichos de muitos mundos.
Ser de uma coisa só... soa quase como mutilação pra quem nasceu vasto.
A sociedade nos ensinou essa história do "Escolha UMA coisa, siga UMA trilha, seja UMA versão de si"... mas nós? Nós somos caleidoscópios ambulantes. Feitos de mil pedaços que giram conforme a luz e o momento.
Como é que alguém que carrega dentro de si desertos, oceanos, cidades e florestas pode querer se reduzir a um único mapa?
E se a felicidade é fotografia...
Ela nunca é filme contínuo...
Cliques roubados de um instante em que tudo se alinha, e logo depois volta a bagunça que fazemos de viver, nascemos pra ser um estúdio inteiro de fotografias internas.
Viajantes de nós mesmos, entendendo que o valor da caminhada não está só no destino… mas em conseguir se encantar, mesmo cansado, por cada nova paisagem que aparece do lado de dentro.
Talvez o que o mundo espera de nós não seja foco…
Mas um estilo próprio de transitar entre suas muitas versões, sem culpa.
Com verdade. Com presença.
E você percebe o tamanho da beleza que carrega?
Se tua vida fosse um livro de fotografias desses momentos raros de felicidade…
Qual seria o nome do livro?
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