literunico
@literunicoBué, bué, bué, que coisa mais chata!
O pátio, tão quieto, a vila fechada
Chiquinha reclama, reclama, reclama!
"Foi o tonto do Chaves! Não foi minha culpa!"
Com lágrimas fingidas, tão cheia de astúcia,
Transforma o problema em ideia oportuna!
Ai, ai, ai, que vida cruel!
Devolva o meu churro, eu quero com mel!
E entre soluços, seu jeito encanta,
Num choro que sempre termina em uma trama!
De tranças dançantes, sardas na cara,
Quem não se rende à menina tão rara?
"Não fui eu, juro! Foi o Chaves, coitado!"
E o público ri, já cativado.
Chiquinha chorona, rainha do drama,
Fez do pátio o maior palco
Bué, bué, bué, que vida sofrida!
Mas quem não queria essa amiga querida?
Eder B. Jr.
O pátio, tão quieto, a vila fechada
Chiquinha reclama, reclama, reclama!
"Foi o tonto do Chaves! Não foi minha culpa!"
Com lágrimas fingidas, tão cheia de astúcia,
Transforma o problema em ideia oportuna!
Ai, ai, ai, que vida cruel!
Devolva o meu churro, eu quero com mel!
E entre soluços, seu jeito encanta,
Num choro que sempre termina em uma trama!
De tranças dançantes, sardas na cara,
Quem não se rende à menina tão rara?
"Não fui eu, juro! Foi o Chaves, coitado!"
E o público ri, já cativado.
Chiquinha chorona, rainha do drama,
Fez do pátio o maior palco
Bué, bué, bué, que vida sofrida!
Mas quem não queria essa amiga querida?
Eder B. Jr.
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