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@autoramarianaaguiar

Mariana Alves Aguiar
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O mundo da literatura ainda é elitizado porque, na real, tudo acaba sendo muito caro. E aí eu fico pensando: como a gente pode mudar isso? Será que não vale a pena incentivar mais a leitura em escolas e bibliotecas públicas, que podem ajudar a quebrar essa barreira?

Vejo muita gente falando que 'o brasileiro não gosta de ler' ou que 'não sabe o que é bom'. Mas será que o problema tá mesmo no gosto ou na dificuldade de acesso?

O que vocês acham? Como podemos tornar a literatura mais acessível?
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Tenho pensado muito sobre descanso mental e percebi que preciso voltar a meditar e criar uma rotina saudável para a leitura. 樂✨

Descansar vai além de apenas parar de trabalhar tanto no CLT ou como escritora; é sobre pausar e ter momentos que realmente recarregue a mente e nos traga equilíbrio de todos os sentidos. Quero voltar a incluir meditação na minha rotina diária, algo que sempre me ajuda a manter a calma e o foco.

Também estou animada para retomar o hábito de leitura, começando por reler 'Os Quatro Compromissos', do Don Miguel Ruiz, um livro que sempre me inspira a viver de forma mais consciente. Além disso, como estou participando de um clube do livro, vou reler 'A Metamorfose', de Franz Kafka, nossa primeira leitura do ano.

E vocês? Como estão cuidando da mente e reservando tempo para si mesmos? Já tentaram meditar, ler algo especial ou apenas relaxar hoje? 律‍♀️✨
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Fiquei pensativa esses dias. Sei que buscamos acolhimento nos livros, mas uma pergunta surgiu na minha mente: 'Será que sabemos o que queremos ser acolhidos dentro de uma leitura? 樂'

Já repararam como a leitura pode melhorar ou até piorar nosso estado emocional? Percebi isso comigo. Não sei se existe algo comprovado, mas comecei a prestar atenção no meu consumo literário e, aos poucos, fui escolhendo títulos que me animam ou me ajudam de alguma forma.

E vocês? Já sentiram algo assim? Escolhem suas leituras pensando no bem-estar ou leem sem refletir sobre isso? ✨ Vamos conversar!
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Em comemoração ao 'Dia do Leitor', decidi deixar que as palavras fluam em versos.

'Me perguntes onde viajei
E eu declaro que em diversos locais.
Nem precisei tirar passaporte
Ou enfrentar filas para bilhetes.

Eu apenas degustei das mais belas páginas,
Embebedei-me de palavras
E juntei frases que viraram cenários.

Um dia estava em um mundo de alta fantasia,
No outro, perdido em ficção histórica.
Mas sabes mesmo o que me encanta?

É o dom de ler,
De imaginar, criar e carregar mensagens.
Cada livro é uma viagem,
E em cada uma, eu mudo um pouco mais e agir no meu mundo real

– Mariana Aguiar'

Após desse versos meus, me conta aqui, você, leitor, por quais mundos já viajou?
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Boa noite! Hoje estamos celebrando a incrível conquista da Fernanda Torres no Globo de Ouro, um marco para a cultura brasileira. Mas isso me fez pensar: por que não temos momentos recentes assim na literatura?

Apesar de conquistas no passado, como prêmios Jabuti e autores reconhecidos internacionalmente, não vemos escritores brasileiros ganhando grandes prêmios globais atualmente, como o Nobel ou o Booker.

Será que é uma questão de mercado, divulgação ou valorização? O que vocês acham que falta para nossa literatura alcançar esse reconhecimento novamente?
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Ontem me peguei refletindo e agora quero dividir algo com vocês e ouvir suas opiniões.

Incluindo quase todo o nicho literário aqui, ok? Então, aqui vai minha pergunta:
Vocês sentem falta de livros leves na bolha literária de vocês?

Eu sei que no gênero romance encontramos alguns, mas ainda sinto falta na minha bolha. Queria mais livros que fossem aquele abraço perfeito para tirar a ressaca literária, sabe?

E foi dessa necessidade que surgiu minha proposta: escrever livros assim. Leves, aconchegantes, que deixam o coração quentinho.

Mas e vocês? Quando criam suas histórias, é porque sentem falta de algo no mercado ou não pensam nisso? Qual é o processo criativo de vocês? Quero saber.
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2025 chegou, e com ele, novas metas!
Lembram daquela reflexão sobre deixar o futuro seguir seu curso e viver o presente? Ela continua sendo minha verdade. Já parou para pensar em quantas vezes ficamos tão presos em planos que esquecemos de sorrir para o agora?

Então, minha meta mais simples — e talvez mais desafiadora — para 2025 é essa: viver o meu presente.
E já estou começando a fazer isso, passo a passo.

Agora, para quem escreve aqui: já está pensando no próximo projeto para 2025? Em que fase você está? Que tal trocarmos ideias sobre nossos processos de escrita?

Minha dica de hoje é simples, mas poderosa:

Pesquise o assunto que quer explorar e valorize o Brasil, pois você é brasileiro.

Ambientar sua história no Brasil pode ser incrível! É uma oportunidade de mostrar ao mundo (e até a outros brasileiros) a beleza do local onde você mora ou do cenário que escolheu. Insira a cultura, a culinária, os costumes… cada lugar tem seu brilho único.

Vamos juntos fazer 2025 um ano de histórias inesquecíveis?
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♥️ Reflexão do dia: ♥️

Se você planta tomates, inevitavelmente vai colher diferentes tipos: os considerados "bonitos", os "feinhos" e até aqueles estragados.

Mas vamos focar nos "bonitos" e nos "feinhos". Curiosamente, o sabor de ambos é o mesmo. A diferença? Os "bonitos" são mais valorizados, mais caros e mais facilmente encontrados nos mercados. Já os "feinhos", muitas vezes, são descartados ou vendidos em locais que acolhem essa realidade – seja por consciência, seja por necessidade, com preços mais acessíveis.

E por que isso acontece? Porque a sociedade tem um padrão. O que foge da perfeição é ignorado ou desvalorizado, mesmo que tenha o mesmo valor essencial.

Assim como nos tomates, essa reflexão se estende a muitos aspectos da vida, especialmente aos serviços voltados para pessoas que precisam de acessibilidade. Quando esses serviços existem, infelizmente, são alvo de questionamentos de quem não precisa deles, como se sua existência fosse desnecessária.

Mas lembre-se: não estamos falando de tomates.
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2025 chegou, e eu estou em um momento de renovação comigo mesma. E sabe o que eu aprendi e quero compartilhar com vocês?

Não vivam apenas ansiosos pelo futuro, nem presos a planos excessivos. Vivam o presente! O agora é o que temos de mais real, e esticar demais o tempo só nos deixa exaustos.

Mas aí você deve estar pensando:
"Mariana, você acabou de dizer para viver o presente, e agora quer que eu pense no futuro?!"

E a minha resposta é: sim! Precisamos viver o presente, mas também dar ao universo uma direção sobre o que desejamos para o futuro. A diferença é: não vamos viver no futuro, mas alinhar nossas intenções.

E como fazer isso? Aqui vai uma dica:
Pegue um caderninho e uma caneta, sente-se em um momento tranquilo e conecte-se com você mesmo. Pergunte: o que eu realmente quero para 2025?

Anote seus desejos, metas e sonhos. Mas lembre-se: esses desejos devem ser sobre você, sem interferir na vida do outro. Afinal, ninguém gosta de ter sua vida alterada sem consentimento, certo?

Depois de escrever, guarde sua lista. Siga vivendo o presente. E quando perceber que algo está caminhando na direção dos seus desejos, colabore com o universo. Faça sua parte!
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