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Carbono (Nanoconto)
A história era sempre a mesma, mas, a cada página que passava, ia ficando mais fraca.
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Coelho (Nanoconto)
Ele correu pela horta que eu corro, comeu da horta que eu como. Depois saltou, e eu saltei com ele, o coelho.
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Número (Nanoconto)
Demorei muito tempo para ligar. Tanto que o número já tinha até mudado.
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Mentira (Nanoconto)
Contei achando que não iria colar. Colou! Não era uma história muito boa, mas funcionou. Por meio da mentira acabei conseguindo o que queria de verdade.
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Olhos (Nanoconto)
Aqueles olhos pareciam estar me observando em todos os lugares que eu fosse. Eu tinha essa sensação, mas, por mais que procurasse, não os encontrava. Até que o dia chegou. Ficamos olhando uns dentro dos outros. Será que eram realmente eles? Nunca vou saber. Mas passaram a ser.
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Confusão (Nanoconto)
Me contaram que ontem ao anoitecer eu saí de casa e andei pela noite da cidade. Luzes me rodeavam, estavam nos postes, letreiros e em todos os lugares que eu entrava. Disseram que fiz coisas do arco da velha: bebi, xinguei, briguei. Mas hoje quando acordei estava tudo escuro.
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Cobertor (Nanoconto)
Meus pés sempre ficam para fora. O frio que eu sinto vem de dentro, do vazio sem tamanho que alguém deixou ao sair. Não existe cobertor interno. Por isso, não importa o quanto eu me cubra, meus pés sempre ficam para fora.
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Dinossauro (Nanoconto)
Enquanto caminhava, observava a bola de fogo cada vez maior. Uma grande explosão! Tudo ficou gelado. Hoje olha tudo lá de cima enquanto voa.
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Cachorro (Nanoconto)
Já não aguentava mais aquele cachorro, então resolvi dar fim nele.
Tempos depois, enquanto tomava banho, senti uma vontade incontrolável e comecei a latir.
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Viagem (Nanoconto)
Quando a levamos pela primeira vez à praia, ela era muito novinha. Quando voltamos, todos éramos crianças com mais ou menos a mesma idade.
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