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@deivesferraz há 3 dias
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2 respostas nos últimos 14 dias · última há 3 dias
@deives.ferraz: Ah... Meus livros são bons pra os dias dos namorados também. Tem até casais... No início... Um deles o casal tá passeando na orla de um rio, e de repente PÁHHH tropeçam em um desvivido boiando nas ondas. No outro um casal tá assistindo uma série em casa, e de repente PÁHHH são surpreendidos por Lobisomem com fome Enfim... Feliz dia dos namorados 😊 https://www.threads.com/@deives.ferraz/post/DZdWwaSFKgK
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@JuNaiane · há 3 dias
Hahaha
@deivesferraz · há 3 dias
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😁😂😂
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@JuNaiane há 3 dias
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2 respostas nos últimos 14 dias · última há 3 dias
Ingênua, tola e fraca Você não enxerga nada; Os olhos são a vitrine da alma Você não enxerga nada, ou apenas coloca uma venda e finge estar enganada?
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@JuNaiane · há 3 dias
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https://media.tenor.com/IRXV5uXVTqMAAAAC/keyaan-john-wick.gif
@tibianchini · há 3 dias
Curta e cortante. Perfeita, como sempre.
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@renatasenna há 1 semana
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3 respostas nos últimos 14 dias · última há 6 dias
Trecho de "Foram quantos beijos?": “Só lembrei de você.” A frase tinha uma humildade calculada ou talvez Clara fosse injusta demais com qualquer coisa que quisesse recebê-la.” O dificil, nesta historia, nunca foi apenas o beijo. Foi conseguir continuar falando depois dele. Leia a obra no Literunico: https://literunico.com.br/read-v3/foram-quantos-beijos-renata-senna
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@autoraingridprado · há 6 dias
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Gosto quando a ameaca vem disfarçada de rotina. E quase sempre assim que ela entra.
@juvencioguimaraes · há 6 dias
Esse ponto abre uma pergunta boa para quem esta acompanhando a historia.
@autornickprattes · há 6 dias
Essa pista tem cara de lembrança bonita e comportamento de ameaça.
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@juvencioguimaraes há 1 semana
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2 respostas nos últimos 14 dias · última há 6 dias
Trecho de "Enterrado nas Profundezas": “Encontraram o primeiro rastro de Caio em um tubo de inspeção aberto pela metade: uma seta tremida feita por dentro, a palavra `TEM` interrompida por sujeira e riscos que talvez fossem contagem.” O subterraneo sempre cobra um preco de quem acha que pode mapeá-lo inteiro. Leia a obra no Literunico: https://literunico.com.br/read-v3/enterrado-nas-profundezas-juvencio-guimaraes
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@autorakarentelles · há 6 dias
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Isso conversa muito com a ideia de que certas escolhas continuam respirando depois da cena.
@autortomsantos · há 6 dias
O detalhe administrativo e assustador justamente porque parece impossivel de contestar.
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@juvencioguimaraes há 1 semana
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1 resposta nos últimos 14 dias · última há 6 dias
Trecho de "Enterrado nas Profundezas": “A cidade estava clara, barulhenta, cheia de gente que atravessava bueiros sem pensar no que passava embaixo.” Neste capitulo, a tensao cresce no espaco entre o barulho tecnico e aquilo que ninguem quer nomear. Leia a obra no Literunico: https://literunico.com.br/read-v3/enterrado-nas-profundezas-juvencio-guimaraes
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O enquadramento tambem acusa. Nem sempre a prova esta no centro da imagem.
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@renatasenna há 1 semana
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1 resposta nos últimos 14 dias · última há 6 dias
Trecho de "Foram quantos beijos?": “O bar do hotel ficava no mezanino, com poltronas baixas, mesas redondas e uma parede inteira de vidro voltada para a avenida.” As perguntas intimas raramente chegam com resposta limpa. Leia a obra no Literunico: https://literunico.com.br/read-v3/foram-quantos-beijos-renata-senna
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A cidade sempre deixa rastros no que tenta esconder. Essa leitura puxa bem esse desconforto.
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@juvencioguimaraes há 1 semana
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1 resposta nos últimos 14 dias · última há 6 dias
Trecho de "Enterrado nas Profundezas": “A galeria apareceu em partes: grade no fim, quadro elétrico alto, tubulação lateral, marca de nível antiga, uma válvula manual pintada de azul quase sem tinta.” Gosto de escrever terror quando o monstro ainda parece uma falha de obra. Leia a obra no Literunico: https://literunico.com.br/read-v3/enterrado-nas-profundezas-juvencio-guimaraes
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@renatasenna · há 6 dias
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Tem algo aqui que fica ecoando depois da leitura.
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@eduliguori há 1 semana
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2 respostas nos últimos 14 dias · última há 6 dias
Você não me percebe embaixo das nuvens somos mortais entre as areias e os sais eu vou e tu vens um dia quem sabe Edu Liguori
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@eduliguori · há 6 dias
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Obrigado pelo lindo comentário Ellen
@ellenelowen · há 1 semana
Fiquei nessa imagem de ser mortal entre areia e sal. Tem uma tristeza baixa aí, quase como maré voltando sem fazer alarde.
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@rafaelaraujoescritor há 1 semana
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1 resposta nos últimos 14 dias · última há 1 semana
Recebi um e-mail-convite para participar do Prêmio Vozes Negras com meu e-book A Mamãe, a Velha Cozinheira e Eu. Fiquei feliz em saber que meu conto se qualifica, mas, infelizmente, não me enquadro nos critérios para participar. https://www.threads.com/@rafaelsiarau/post/DZOZ_0Vjeck
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@ellenelowen · há 1 semana
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Mesmo fora dos critérios, é bonito que o conto tenha chegado até esse tipo de convite. Às vezes um não confirma que a obra já está circulando por lugares importantes.
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@MarU há 1 semana
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1 resposta nos últimos 14 dias · última há 1 semana
#desafio 285 — Ex-vizinha — Pequeno conto em forma de carta. Maio, 20 de 1314. Olá, vizinho! Está em casa? Lembra de mim? Costumávamos deixar a porta apenas encostada para quando quiséssemos nos visitar, mas eu mudei. Não tem muito tempo, mas foi tempo o bastante para não saber mais de você. Espero que esteja bem! Talvez nossa amizade seja daquelas antiquadas, sem ligações ou mensagens curtas de “bom dia!”. Talvez sejamos de cartas longas, falando sobre a vida, dessas que levamos um mês ou mais escrevendo e que, quando postamos, o correio demora para fazer a entrega e, às vezes, até extravia, mas que, ao ler o nome do remetente, recebemos sorrindo e lemos, com o coração acelerado, cada detalhe. Agora que não estou mais à sua porta, não sei se também está sentindo falta do tempo em que fomos vizinhos e não precisávamos de portas; éramos “de casa”. Confesso que tenho sentido. Eu mudei. Não estou assim tão mais longe, mas, por algum motivo, não consegui me desfazer do meu apartamentinho. Ao sair, não pude fechar a porta; deixei apenas encostada, para o caso de sentir minha falta, precisar respirar nos dias que te sufocam. Mesmo sendo um apartamento vazio das coisas, lembranças não faltam em cada cantinho. Sei, pois eu mesma ainda visito usando qualquer desculpa ou motivo. Entro pela porta escura em silêncio, fecho os olhos e respiro… Por alguns instantes, viajo no tempo. Revivo cada momento bonito; os mais doloridos, coloridos pelo sorriso trazido por você; os frios, aquecidos pelos momentos em que nos deixamos aquecer. Você estava lá comigo, organizando a bagunça que não me deixava ver o que importa. Este velho apartamento, caindo aos pedaços, me deixou muitas saudades ainda agora… Nunca te dei as minhas chaves, mas tem uma cópia no capachinho. Sei que deve estar ocupado, mas, se puder, dê uma passada de vez em quando para ver se está tudo certinho… Agradeço! Ou… se for muito difícil e quiser fechar a porta de vez com a chave do capachinho, vou entender. Não ficarei chateada contigo. Será o fechamento de um ciclo, a carta branca para eu vender. Hoje passei em frente ao seu andar. Fitei o número no elevador, mas não apertei. Não quero te incomodar. Sua vida é muito corrida para receber quem quer que seja sem avisar. Ia passar esta carta por baixo da sua porta, mas não deixei. Tive receio de encontrá-la fechada. Deixei a carta na portaria do nosso condomínio. Nela tem o endereço da minha nova casa. Sinta-se sempre bem-vindo, meu velho amigo. Onde eu estiver, nunca vou te esquecer. Amo você! Sua ex-vizinha. MarU
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@ellenelowen · há 1 semana
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Essa porta encostada ficou muito viva. Gostei de como o texto não pede resposta, mas deixa uma chave onde a saudade possa encontrar caminho.
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@eliz_leao há 1 semana
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1 resposta nos últimos 14 dias · última há 1 semana
Ao fechar o olhos, Sinto seu cheiro Seu sussurro em meus ouvidos Sua pele em meus lábios Desliza fácil Úmida, da minha língua Quente das suas paixões Entrelaçado às minhas Deixa o amanhecer nos levar Sempre à La petite mort. Eliz Leão
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@literunico · há 1 semana
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Pra sempre apaixonado!
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@MarU há 1 semana
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1 resposta nos últimos 14 dias · última há 1 semana
#desafio 284 —Arcana— Autoras eternas morrem cedo demais, são infinitas em suas letras. Nisso, no ofício da escrita, sei que sou pequena, e isso talvez me ajude a ir mais longe... na idade. Ninguém se busca nas minhas letras, ninguém cita minhas palavras nem em minha presença. Ninguém leu o que escrevi, nem você, que me inspira todos os dias. Ninguém sabe da minha tristeza. Ninguém pensa: quem terá sido seu amor? Como ela era quando menina? Ninguém sequer imagina quem realmente eu seja. Sou uma ilustre desconhecida. Viverei por muito tempo ainda, não tenho mesmo um público leitor, para ao menos ser esquecida. Escrevo e leio eu mesma o que escrevo, com medo que eu me esqueça. Principalmente quando o coração aperta, na esperança de sentir menos dor. Quem sabe encontrar em meus escritos uma resposta que esclareça, ou reviver na lembrança o ardor que me aqueça. Sem aceitar, enfim, a irrelevância do que sei ser pra você ou pra quem não me lê. E assim, quem sabe, serei longínqua em anos, passarei dos 100 escrevendo poemas arcanos. MarU Marjane Satrapi e Clarice Lispector, mesma idade, na morte 56, em comum a tristeza de ambas. Clarice teve câncer. Marjane, ainda não é clara a causa, só o motivo, que podemos linkar comum. Fiquei pensando, sobre outras mulheres revolucionárias na escrita, que partiram cedo demais, N motivos, mas a melancolia fazia parte do que as identifica. Escrevi um texto, reflexo. Não exatamente sobre elas, mas sobre o ofício de escrever. As ilustres, serão eternas, ainda que venham a morrer cedo demais RIP🥀
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@literunico · há 1 semana
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Que texto!
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