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@paola523 há 1 ano
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A consideração de hoje é temporária Ela depende da sua utilidade, em um dia você é tudo e no outro você simplesmente não é nada .
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#OMistériodoTremAzul</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/321'><strong>O Mistério do Trem Azul</strong></a></p><p>Livro: O Mistério do Trem Azul<br /> Autora: Agatha Christie<br /> Páginas: 240 | +12 anos<br /> <br /> Os mistérios em trens da autora sempre têm um toque especial, e esse não foi diferente. Nesse romance, a história se desenvolve, os personagens são apresentados, e só após isso o investigador da vez é apresentado. Hercule Poirot está mais egocêntrico do que nunca, o que tornou a leitura divertida.<br /> <br /> Um crime é cometido no vagão azul, em meio à ganância de alguns personagens e à desilusão de outros. Confusa com todas as mudanças em sua vida, Ruth Kettering está acompanhada apenas de sua dama, Ada Mason, algumas roupas e rubis caríssimos que o seu pai, o milionário Van Aldin, comprou para presenteá-la.<br /> <br /> Há muitos anos, Ruth foi apaixonada por um homem galanteador, que cometia alguns atos fora da lei. Preocupado com a sua filha, o senhor Van Aldin a obrigou a casar-se com Derek. Dez anos depois, o casamento, que não fora por amor ou carinho, já não era funcional, e o pai de Ruth implorou para que ela se separasse. Com a separação, Derek ficaria na rua da amargura; além disso, ele ainda possuía uma amante, que teria muito a perder com a pobreza de Derek.<br /> <br /> Outra história paralela é da senhoria Katherine Grey, que foi dama de companhia da senhora Harfield e herdou uma fortuna desconhecida por seus amigos e parentes. Com a grande quantia de dinheiro, ela decide viajar de trem e visitar uma prima. Estando lá, ela e Ruth fazem uma rápida amizade e trocam confidências. Nesse momento, a senhoria Grey se torna uma aliada de Hercule na investigação de quem pode ter cometido esse crime.<br /> <br /> Mais uma vez, é quase impossível desvendar um mistério de Agatha; acho que ela tinha prazer em escolher personagens mais distantes da história e sem motivação aparente. Mesmo assim, ler os livros dela se tornou um passatempo, no que tange ao desenvolvimento da história, a atenção aos detalhes e ao quebra-cabeças que ela elabora. Nesse romance em questão, achei que o detetive estava no auge das características que o fazem ser quem ele é.<br /> <br /> Apesar de não ter gostado do culpado, recomendo a história para todos os amantes de suspense e para aqueles que desejam começar a ler livros do gênero.</p>
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@lorran94 há 1 ano
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O menino Havia um menino cheio de sonhos, Queria voar e se tornar um super-herói. Perdeu-se dentro de si E nunca mais se reencontrou. Entre agressões e embriaguez, Seu sonho se apagou. A realidade? Ao ter o sonho roubado, O oprimido se tornou opressor. Nas ruas, buscou algo parecido com o amor, Mas só encontrou dor, desilusão e sofrimento. O menino colheu o que não plantou, Foi vítima daquilo que não escolheu. Levaram-no para um túmulo frio e vazio. E, cheio de sonhos, Foi vítima de uma covardia Que encerrou sua história. Aquele menino cheio de sonhos Agora só existe na memória.
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@eduliguori há 1 ano
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Poetas Ah os poetas Sempre por aí Malditos em praças sem coretos De braços com a noite incorretos Sempre assim Ah os poetas Edu Liguori
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@lorran94 há 1 ano
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A velha senhora Sentada no banco da praça, uma velha senhora de olhos marejados escondia em seu sorriso a dor de quem já sofreu muito nesta vida. Seus olhos demonstravam aflição. Me pergunto: como pode haver tanta injustiça? Mantinha-se em silêncio, mas era possível observar quanta dor ela sentia. Riquezas? Luxo? Não era isso que ela queria! Aquela velha senhora sentada na praça, sem dizer uma palavra, Só queria que a vida fosse gentil com ela um dia.
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@berthamachadoo há 1 ano
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Qual é o sabor da carne humana? Uns dizem que parece frango, outros dizem que parece uma carne mais adocicada. Existe até quem diga que não se diferencia em nada da carne animal, e é apostando nisso, que um senhor com aparência humilde e gentil decide vender churrasco com uma carne digamos… diferenciada. • Churrasco Grego •
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@miria561 · há 1 ano
Uauuu
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@literunico há 1 ano
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Ela foi o impacto na nossa vida, Amiga. A pessoa certa e exata que a gente precisava pra entender, aprender, conhecer. Veio como onda serena num mar em fúria — e nos ensinou a boiar, a respirar mesmo quando o mundo parecia afogar. "Imarginação", Em espuma e sal, da voz que acalma a tempestade, de abraço que é cais, de presença que é farol. De Marte ou de Vênus, Distantes planetas Alma que reluz Não importa os locais mas sem tanto faz Marcantes seus fatos de risos, partilhas, de poesias profundas, Mesmo se comedidas Sem se afogar abrigo e correnteza, presente e espaço, Agora, Marge é ocê oceanonós marés da lembrança, conchas de memória, reflexos de sol que ainda dançam sobre as águas cristalinas Porque quem é mar não limita: transborda. Eder B. Jr. Parabéns, @MarU
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@MarU · há 1 ano
🥹❤️🙏🏻 Que lindo! Ual… Gratidão, migo 🙏🏻🥳🥰 Vocês foram exatamente este mesmo impacto na minha vida, absolutamente recíproco. Amo vocês, meus lindos!
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@JuNaiane há 1 ano
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E agora, o que irei fazer? Vou continuar a escrever palavras sem dedica-las a você E no fundo, você irá saber... Sempre foi sobre você. #desafio 365/89
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@eliz_leao há 1 ano
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Eu sou o fio da navalha Que corta a carne e rasteja Que decepa e desalma aquilo que não ousa ser meu. A alma falha Que cala e consente o estupro Que paga,e normaliza, a soltura dos réus, amigos meus. Que vilipendía, vivas ou mortas, Meninas, mulheres, famílias Que vende e organiza o ataque. Que estuda a maneira mais vil, de culpá-la, Por existir e pelo meu desejo planejado, cultivado, de sangrá-la, por se recusar a ser minha. O objeto do meu desejo e poder. O machismo cala, enquanto você consente. Eliz Leão
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@omathreis há 1 ano
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Redenção Ele abriu os olhos com dificuldade, sua cabeça latejava; tudo parecia ser mais uma enorme ressaca. Depois de algumas tentativas e algumas ânsias de vômito, ele conseguiu se sentar naquela cama que nada se assemelhava com a dele. O desespero se instaurou rapidamente em sua mente. — Que lugar é esse? Ele olhou ao redor, procurando algum indício que pudesse fazê-lo entender onde estava, mas não obteve sucesso. O quarto era escuro, não tinha janela, e a única fonte de luz era a lâmpada que balançava acima de sua cabeça, lançando sombras trêmulas por todo o cômodo, presa por um cabo solto que caía do teto, onde deveria estar fixada. As paredes estavam manchadas, e um líquido negro e viscoso vazava do teto e escorria pela parede à sua direita. O cheiro que impregnava o ar era quase insuportável, uma mistura de mofo, ferrugem e mais alguma coisa que ele não conseguia distinguir e preferiu não pensar muito sobre o que poderia ser. A única saída parecia ser uma grande porta metálica que se erguia à sua frente, mas não tinha nenhuma maçaneta na parte de dentro, ou algo que o fizesse acreditar que seria fácil abri-la. Ele tentou se lembrar de como poderia ter ido parar ali, mas sua mente estava completamente bagunçada; todas as suas memórias não passavam de grandes borrões. Até seu próprio nome lhe escapava. Um caderno de capa preta que estava no chão, ao lado da cama, chamou sua atenção. Ele o alcançou e começou a folhear, passou por algumas folhas em branco até encontrar palavras trêmulas escritas em letras garrafais. “VOCÊ PRECISA SE LEMBRAR” “VOCÊ PRECISA ACEITAR” “VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO!” Seu estômago revirou. Sentiu um arrepio gelado na nuca, como se alguém estivesse respirando muito perto de seu pescoço. Mas, ao girar o corpo, encontrou apenas o vazio. Ele se revirou mais algumas vezes, procurando por algo que nem sabia o que era — ou se queria encontrar. Então, ele congelou. Seu coração martelava no peito. Ele se virou na direção da porta. O som de algo arranhando o concreto irrompeu e quebrou o silêncio da sala, que, a essa altura, já tinha permitido com que ele conseguisse escutar a estática da energia que alimentava a lâmpada. Por alguns segundos, o silêncio se fez presente de novo, mas o som do concreto sendo rasgado do lado de fora da porta se repetiu. Lento. Deliberado. E uma voz. Uma voz baixa e rouca, sussurrando palavras soltas, sem sentido. “SOZINHO” “FALSAS PROMESSAS” “SONHOS DESPEDAÇADOS” “SOZINHO, SOZINHO, SOZINHO, SOZINHO” Ele recuou, sentiu o ar faltar quando pisou em algo gelado e viscoso. Olhou para a parede onde o líquido negro escorria, e agora ela estava quase toda encharcada; aquilo tinha alcançado seus pés. Ele se abaixou e encostou o dedo no líquido a fim de investigar o que era e, no mesmo instante, se arrependeu. Era aquilo que estava impregnando o ar com cheiro de ferrugem: sangue. A lâmpada piscou violentamente. Ele percebeu que sua sombra já não o acompanhava. Ele estava agachado, mas sua sombra continuava em pé. Ele se ajoelhou, o desespero tomou conta de todo o seu ser. Ele gritou. Gritou o mais forte e alto que conseguia. Sua cabeça girava, sua mente parecia querer lhe pregar algum tipo de peça — ou até mesmo abandoná-lo. Sua consciência foi tomada por uma série de visões, visões de outras pessoas presas nesse mesmo quarto, partilhando de um mesmo desespero, se afogando nessa mesma existência miserável. Demorou um pouco, mas ele finalmente percebeu: não eram outras pessoas, eram versões dele mesmo. Preso sozinho nesse quarto escuro, batendo a cabeça contra a parede enquanto tentava escrever palavras com sangue em mais uma folha em branco, em mais uma tentativa falha de entender toda aquela merda que fazia ele ser ele. Ele voltou a si quando aquele barulho de coisa rasgando irrompeu pela sala mais uma vez, mas agora não era concreto que rasgava — era metal. (acesse o epub para ler o texto completo!)
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@eliz_leao há 1 ano
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Voe como os ventos, que cortam os mares, Singrando as marés, soprando velas. Voe nas asas do beija-flor, tão rápido quanto, Enquanto brinca de ser delicadeza. Voe, nos lábios de um marinheiro que assovia, cantando sua música favorita, no balanço do mar. Voe, como as nuvens no céu cinzento, procurando um vislumbre de sol. Voe como um filhote de águia, que salta do pico nevado mais alto, em busca da alegria e da imensidão, que lhe representa a liberdade. Eliz Leão Fly like the winds that cut through the seas, Sailing the tides, blowing out the sails. Fly on the wings of the hummingbird, as fast as, While playing at being delicate. Fly on the lips of a sailor who whistles, singing his favorite song, in the swaying of the sea. Fly like the clouds in the gray sky, looking for a glimpse of sun. Fly like a baby eagle, that jumps from the highest snowy peak, in search of joy and immensity, that represents freedom. Eliz Leão
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@eliz_leao há 1 ano
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Ah, aquela mulher/menina Tão cheia de emoções A vida é toda ela O brilho é todo dela Transpira alegria, choro, belezas. Exulta, grita, divina. Furacão em movimento, Vive de abraços, beijos, sorrisos e acolhimento. Tua sina é encantar. Risos soltos, loucos Brisa que leva a voz doce, cristalina. Onde toca, essa menina, florescerá. Sente tudo, a dona do amar, do ser, engrandecer, ela vive mais que viver, ela inspira, alegria, felicidade, força vitalícia, ela é Mar! Com toda a motriz, que a guia, ela amanhece o dia, ela é aMar. Eliz Leão Para @MarU Feliz aniversário.
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@MarU · há 1 ano
Amiga, não canso de ver! Além de lindo o poema, forte, bem estruturado e extremamente sensível e emocional pra mim, ainda tem o teu talento natural para o vídeo, a voz incomparável, a leitura interpretação sensível. Estou tão tão admirada, com este presente mais que lindo. E torcendo, por apesar de saber da sua questão pessoal e da dificuldade que foi me presentear assim hoje, mas estou torcendo por mais. Sua luz é na natural, parece ter nascido pra arte. Linda! 🥹❤️🫂 Amo você demais, amiga… Gratidão que nem em todas as palavras do mundo eu poderia estressar por texto. Mas ainda irei, se não em palavras em gestos, sei que haverão oportunidades! 🥹🫂❤️❤️❤️🥰🥳 Amucê
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@eliz_leao há 1 ano
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Desnude a alma. Ninguém te escuta, Quando as portas e janelas Fechadas, escondem você. Ninguém te vê. Seja. Intempérie ou calmaria. Somos feitos de tristezas e alegrias. Por isso, desnude. Reconheça seu verdadeiro eu. Pois às vezes, você se esconde tanto dos outros, que se perdeu. Tua alma, não floresceu? Floresça e deixe outras flores, Se enxergarem, no perfume que é só teu. Eliz Leão
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 89 *Trinta e oito anos do meu silêncio* Silêncio, Dentro de mim. Silêncio… Silêncio! O tempo passou, Dentro de mim. Silêncio… Silêncio… Em silêncio, Estou refletindo. Em silêncio, Conversando comigo. Em silêncio… Em silêncio! Em silêncio, O tempo passou, E dentro de mim, Em silêncio, Estou refletindo “o silêncio”, Conversando comigo. Em silêncio… Em silêncio… Sem silêncio, Os anos passaram, Mais de três décadas E menos do que quatro. Hoje, estou em silêncio… E sem silêncio, os anos passaram. O silêncio encontraram tarde, Silêncio nem sempre calado. Silêncio tão turbulento Quanto um mar agitado. Silêncio almejado, Nem sempre alcançado. Silêncio bradado Nos ecos dos quatro ventos, Silêncio vazado de dentro Nos olhos molhados. Hoje, estou em silêncio, Nesta única vida. Em silêncio… Mas dentro deste silêncio, Já vivi tantas outras! Já fui várias versões Da mesma pessoa. Muda… No meu silêncio, O silêncio muda a pessoa! E o silêncio? O silêncio… Hoje, estou em silêncio. Dentro de mim, O tempo passou. Estou refletindo, Conversando comigo… Os anos passaram! Hoje, estou em silêncio. Mas já foram turbulentos. Hoje, estão em silêncio, Nesta única vida. Mas já vivi outras, Versões da mesma pessoa. E o silêncio? Ah, o silêncio… Ecoa, ardendo, revivendo Cada fagulha de mim. Gritando, reacendendo Minha essência No que ficou abafado, Afogado por cada “silêncio” Que guardei ao longo dos anos. “Trinta e oito anos de silêncios.” Hoje, tenho muito a refletir. MarU
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@eliz_leao · há 1 ano
Um bebê 🩷
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 87 - Fale sobre um livro que o foco narrativo era o principal da obra. Esse é clássico. A grande dúvida sobre "traiu ou não traiu?" só existe porque o narrador em 1ª pessoa é extremamente parcial e contamina a história toda com seu ciúme doentio. Dia desses, depois de ler com meus alunos o conto "Pai contra mãe", de Machado de Assis, um deles resolveu pegar "Dom Casmurro" em quadrinhos na biblioteca da escola. Ele gostou e disse que acha que Capitu não traiu, que Bentinho era ciumento demais. Mais uma alma convertida. 🙌🏻 #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 89 - Fale sobre um livro que trata de obras de arte. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 88 - Fale sobre um livro que você indicaria para um pré-adolescente. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 87 - Fale sobre um livro que o foco narrativo era o principal da obra. #Link365TemasLivros
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@JuNaiane há 1 ano
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Morrer, um pouquinho cada dia sem a tua companhia Quem sabe eu te encontre ainda além... Em uma próxima vida. #desafio 365/88
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@dani_ln há 1 ano
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A DIVINDADE FELINA Ele olha pela janela, sabe-se lá o que, talvez um animal por instinto de caça, uma nuvem passageira, um inseto qualquer ou simplesmente contemplando sua soberania diante desse mundo inferior. Ele olha, preguiçoso, para um ou outro mortal, oferendando uma ínfima parcela de sua divindade adorada pelas civilizações antigas e amada pelas modernas. Humanos escravizados felizes que moram em seu lar, dormem em suas camas e pagam com serviço insatisfatório de servidão, com alimentos irrelevantes, portas fechadas e banhos cheios de fragrâncias infernais, responsáveis por horas de limpeza a língua até que a exaustão o reivindique antes de tirá-las dos pelos, feitos para o afago, imaculados por dias de caprichadas lambidas. Ele olha, perfeito e arrogante, exigente em seu andar macio, altivo, faz aquilo que quer, quando quer, como quer, não respeita limites, comandos ou chamados, é rei, é rainha, é sublime, é deidade. Ali está ele, olhando doce, curioso, calculando o ângulo perfeito para pular em frente ao livro, ao caderno, ao computador, ao prato de comida, qualquer coisa que tenha mais atenção do que ele, porque ele tem que ser o centro de todas as atenções. Sabe o poder que tem e o exerce sem culpa. Tão lindo, no simples ato de existir, distinto até ao beber água. Encantador de humanos ele é, domina a arte de dobrar-nos ao seu dispor com um olhar, leva-nos ao céu com o leve toque de uma pata delicada, desmancha-nos em carícias, abraços extravagantes e humilhantes vozes infantis, obriga-nos a ofendê-los com beijos indesejados e destrói-nos com dias de sumiços no mundo, que é seu por direito. Gatos, deuses terrenos, nascidos para a liberdade, para a vida mansa, líderes naturais, lideram até mesmo uma matilha se assim desejarem, vivem a brincar, dormir e reinar. Mas há aquele momento, o momento da mais alta alegria desses meros criados à disposição da soberania de seus mestres felinos, em que eles se regalam com os travesseiros de carne e ossos que somos e descansam sobre nós, colados em nossas peles compensando-nos com seu calor e um beijo ocasional, num sono sereno. O mais diminuto suspiro preenche-nos do mais puro amor em seu ronronar curativo porque, quando eles escolhem amar, amam profundamente como nenhum ser humano é capaz de amar. *Texto registrado na CBL - Câmera Brasileira do livro em 29/05/2020 - 07:48.
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