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Imensidões Halloween Açúcar e Pimenta Códice Fora do Tempo Chamas Elementais
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@jjr há 1 ano
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~♥~ Leona clara limpa Lua irradia pelos pêlos. Paixão e desejo. Pequenos vulcões olhos flamejem instintos. Meu sílios sobre os teus, cativos, fumaça da imaginação alma e coração. Tua caneta, pena cultivai poesie sem redoma ao seu meu eu espaço. Acometa meu abbraccio laços assim sem fim. Infinito sim. ~♥~ JJr.
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@jjr há 1 ano
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§§§ Cavalos alados em meio a tormenta de nuvens. Como neblina, molhadas crinas. Tempestades vão e vem Selvagens, trovões os clarões. §§§ JJr.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Novidade no site do @classicos As obras de Bernardim Ribeiro, Alcântara Machado e Georg Büchner já estão disponíveis no nosso acervo digital. Três autores de universos muito distintos, mas com um ponto em comum: a intensidade da linguagem e o impacto que causam até hoje. Bernardim Ribeiro, com sua melancolia renascentista, canta amores e saudades. Alcântara Machado retrata a alma urbana da São Paulo modernista com humor e crítica. Georg Büchner expõe os dilemas humanos com vigor político e poético. Explore esses clássicos no nosso site: literatura de domínio público, acessível para todos que amam palavras que atravessam o tempo. #domíniopúblico #Clássicos #BernardimRibeiro #AlcântaraMachado #GeorgBüchner
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@classicos há 1 ano
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Écloga de Jano e Franco Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Na Écloga de Jano e Franco, Bernardim Ribeiro transforma o campo em palco de confidências e melancolia. Dois pastores conversam — e, através deles, ecoam as dores da ausência, do amor perdido e da saudade profunda. A linguagem simples e musical revela um mundo em que a natureza reflete o estado da alma. Com doçura e sofrimento, Bernardim inventa o bucolismo sentimental português: menos idealizado, mais humano, onde os pastores choram não por mitologia, mas por amor de verdade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Hontem pôs-se o sol Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Neste lamento breve e carregado de simbolismo, Bernardim Ribeiro observa o pôr do sol como metáfora do fim — da luz, da esperança, talvez do amor. A simplicidade do verso esconde uma dor contida, quase resignada, típica do lirismo renascentista português. Não há exagero, só melancolia: o mundo escurece por fora porque algo se apagou por dentro. É poesia da perda, feita com a delicadeza de quem sabe que o silêncio também fala. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Cantiga Sua à Senhora Maria Coresma Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Nesta cantiga, Bernardim Ribeiro tece versos delicados e melancólicos para a Senhora Maria Coresma, símbolo de uma paixão idealizada e da dor amorosa renascentista. Com a suavidade típica do lirismo trovadoresco, o poeta derrama sentimento em imagens de natureza, saudade e devoção. É um canto onde o amor não se concretiza — apenas se sente, se sofre e se canta. Bernardim faz da ausência uma presença poética, e da dor, uma forma de beleza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Mana Maria Autor: Alcântara Machado Lançamento: 1936 (publicado postumamente) Em Mana Maria, Alcântara Machado assume um tom mais íntimo e narrativo, sem perder o olhar atento às transformações sociais do Brasil urbano. A protagonista é uma jovem nordestina que migra para São Paulo, e sua trajetória é símbolo de deslocamento, choque cultural e resistência silenciosa. Com uma prosa mais amadurecida, o autor mescla lirismo e crítica social, dando voz a quem raramente a tinha. É o Brasil das mulheres, das migrações internas, do contraste entre tradição e metrópole. Um livro sensível, forte e injustamente pouco lembrado. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Laranja-da-China Autor: Alcântara Machado Lançamento: 1928 Em Laranja-da-China, Alcântara Machado experimenta com ainda mais liberdade a fusão entre jornalismo, crônica e literatura. A cidade de São Paulo volta a ser cenário e personagem, mas agora com um olhar mais irônico, cosmopolita e modernista. Os textos transitam entre o comentário social e o humor refinado, sempre com linguagem ágil e ritmo de conversa. Alcântara captura o espírito de um tempo em que o Brasil buscava se reinventar — e ele, com seu estilo direto e fragmentado, antecipava o futuro da prosa urbana brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Contos Avulsos Autor: Alcântara Machado Lançamento: Década de 1920 (em revistas e jornais); obra reunida postumamente Em Contos Avulsos, Alcântara Machado reafirma seu domínio da crônica urbana e do retrato social, com textos breves, cheios de ritmo e observação. São histórias que flagram a cidade em pequenos gestos, sotaques, silêncios — um Brasil em trânsito entre a tradição e a modernidade. Mesmo nos contos aparentemente simples, há crítica, ternura e ironia. Alcântara escreve como quem escuta, e traduz o cotidiano em literatura viva, marcada pela fala popular e pelo olhar agudo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Brás, Bexiga e Barra Funda Autor: Alcântara Machado Lançamento: 1927 Neste retrato vibrante da São Paulo imigrante e popular, Alcântara Machado transforma bairros em personagens e personagens em vozes de uma cidade em transformação. Com linguagem ágil, oral e cheia de humor, o autor capta o cotidiano dos italianos, operários e pequenos comerciantes com lirismo e ironia. As histórias curtas, entrecortadas por gírias e sotaques, revelam uma cidade pulsante, em conflito entre o velho e o novo. Um marco do modernismo brasileiro — leve na forma, profundo no olhar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Woyzeck Autor: Georg Büchner Lançamento: Incompleto — publicado postumamente em 1879 Em Woyzeck, Büchner mergulha nas profundezas da miséria humana com brutal honestidade. Inspirado em um caso real, o drama acompanha um soldado pobre e explorado, levado ao limite pela opressão social, pelos experimentos científicos e pela humilhação cotidiana. A peça é fragmentária, intensa e inovadora — um grito pré-existencialista que antecipa o teatro moderno. Woyzeck não é só vítima: é espelho de um sistema que desumaniza. Büchner não julga, apenas revela. E o que revela é dolorosamente atual. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Leonce e Lena Autor: Georg Büchner Lançamento: 1836 Neste drama satírico, Büchner desmonta os rituais do poder e do amor com ironia e leveza. Leonce, o príncipe entediado, e Lena, a princesa prometida, fogem de um destino arranjado — apenas para cair nele por acaso. A peça, escrita com um humor fino e filosófico, questiona se há mesmo espaço para liberdade em um mundo guiado por convenções e absurdos. Mais do que uma comédia romântica, é um espelho da sociedade que ri de si mesma — e faz o leitor rir, ainda que desconfiado. #domíniopúblico #Clássicos
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@tibianchini há 1 ano
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Amor (im)Possível (poema gêmeo do poema de ontem) E se um dia, numa esquina: "Oh! Você? Olá, menina!" "Como vai? Você está bem?" E me sorrires também, E, assim, a brisa fina Das paixões que vão e vêm Nos será a heroina De um romance ou algo além. E se um dia, com esmero, Te mostrar quanto te quero, E o quanto podes ser minha, Mesmo que não estejas sozinha!... Acho que, sendo sincero, Lembrarás do amor que tinha E, nesse dia, eu espero, Tornar-te-ás minha rainha. Ah! Se um dia, um belo dia, Te chamar com alegria "Oi, sumida!", e você, Aproveitar pra dizer: "Há muito que eu queria Contar que sua eu vou ser: Não fique triste, sorria! Nosso amor vai renascer!" Ou, se um dia, o seu juízo Lhe aconselhar, sem aviso: "Não apague o seu ardor! Vá atrás dele, onde for!" Você sabe o que é preciso: Me procure, por favor, E me diga, com um sorriso: "O que eu sinto é amor". Mas, um dia, se pensar Que ainda pode me amar, Não se envergonhe: me chama, Que eu corro pra sua cama!... Mas, até lá, vou esperar, Sem fazer, da vida, um drama, E com a certeza singular Que só se tem quando ama.
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@JuNaiane · há 1 ano
Amei muitoo, gostei mais desse 😍
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Desejo</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Diário</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/677'><strong>Desejo</strong></a></p><p>Confira o meu diário lá no Clube do Livro.</p>
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@jjr há 1 ano
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https://loja.uiclap.com/titulo/ua104359/
Traduzido automaticamente do inglês.
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https://loja.uiclap.com/titulo/ua104359/
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@jjr · há 1 ano
Obrigado pelo carinho Jusley!😊
@JuNaiane · há 1 ano
Amei 🥰
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Walter Benjamin (1892–1940). Autor de obras como "A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica", Benjamin foi um pensador à frente de seu tempo, preocupado com as transformações provocadas pela modernidade e os impactos da técnica na experiência humana. "Não há documento da cultura que não seja também um documento da barbárie." (Walter Benjamin, "Teses sobre o conceito de história", 1940) A Hora das Crianças: Narrativas Radiofônicas: https://www.literunico.com.br/books/1044
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@eduliguori há 1 ano
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Cabocla tema de poema de sonho e emoção nessa praia e restinga feito flor do mandacaru brilha sobre a areia respira soberana sorri pra esse poeta que tanto já te ama sem nem ter ainda o prazer de conhecer esse aroma de caju cabocla pequena da pele feito canela acredita em teu destino saia da janela e cante o amor em Aracaju Edu Liguori
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@JuNaiane · há 1 ano
Lindo!
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@tibianchini há 1 ano
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Amor (in)Condicional Se fosse o que eu procuro Se tu fosses mais maduro Se a boca fosse maior Se o hálito fosse melhor Se o cabelo fosse escuro Ou o olho de outra cor Se não fosse isso, eu juro Te daria o meu amor.   Se a viagem fosse pra longe, Se eu não quisesse virar monge Se meu namoro fosse aberto Se o que sinto fosse certo Se a coragem não me foge Se a viagem fosse pra perto Ah, meu bem, se não fosse hoje Eu seria teu, decerto. Se eu ficasse com saudade Se eu tivesse vontade Se o que eu sinto por ti Fosse impossível não sentir Se fôssemos da mesma idade Se meu emprego permitir Se eu te amasse de verdade Já estarias aqui. Se houvesse mais sentimento Se fosse em outro momento Se não fosse só paixão Se não fosse o coração Ou o tamanho do “documento” Se fosse em outra encarnação Sem as desculpas que invento Serias uma opção.   Se não fossem tantos "ses" Marido, mulher, bebês Se eu fosse bi-homo-cis Se fosse em outro país Se fosse essa a nossa vez Se fosse o que eu sempre quis Talvez – e apenas talvez Seríamos um par feliz.
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@JuNaiane · há 1 ano
Adorei, Ti!
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