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@tamarasfawkes há 1 ano
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Ainda não sei o que escrever na dedicatória dos livros físicos! Gesus amado me ajude.
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@tibianchini · há 1 ano
Bem-vinda ao clube... Kkkkk Mas sempre dá certo, fica fria...
@MarU · há 1 ano
Igual eu… 🥹❤️
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@tamarasfawkes há 1 ano
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Queridos, a promoção termina hoje às 23:59 < 3 ERREI, termina amanhã 10/6, mas somente AQUI. Confira O Meu Nome é LEGIÃO digital e físico na #LojaLiterunico ;)
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@tibianchini há 1 ano
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TUCSON (Poemas antigos 014) Algumas pessoas sabem que a maioria dos meus poemas antigos foi feita para um grande amor da juventude, que me acompanhou até uns 12 anos atrás e terminou de forma um tanto complexa. Seu nome era Divina. Ela tinha olhos furta-cor, corpo escultural, sorriso maliciosamente bonito (os mais atentos já devem tê-la reconhecido em diversos poemas meus por aqui). Era uma mulher forte que enfrentava o mundo (literalmente: saiu do interior de Minas para viver a vida nos EUA, e depois de ter vencido por lá, voltou para a roça). *** Ela é passado, mas os poemas são eternos. Havia feito estes poemas para ela. A ideia já se tornou tão irreal, tão absurda,  qmas nao me importo em postar aqui... I Meu amor está em Tucson, Tu, que sabes como sou, Tu, que aceitas meus defeitos, Arizona, here I go! Lá, não tenho mordomias, Nem sou amigo do Rei; Mas amo lá uma prenda, Amo tanto, que nem sei... Se aqui eu não sou feliz, Lá não serei jamais triste, Pois lá tenho quem me diz Que o amor por lá existe; E sem fazer qualquer chiste, Dar-me-á o que sempre quis. II Vou me embora para Tucson: Tu, que sonhas como eu Tu, que sangras minhas mágoas Tu, que sentes que sou teu. Lá tenho a mulher que eu quero, E a cama me importa pouco; Lá eu tenho quem mais amo E amo, e amo como louco!... Mas é vazia sua cama; Talvez seja esta a sina De todo mortal que ama... Meu amor é brisa fina Que dia e noite te chama: Divina. Não deveria mais pensar nisso. Não penso, juro. Virou passado. Hoje tenho meu Amor, "minha prenda", a mulher da minha vida. Mas a estrutura e delicadeza dos sonetinhos, as trovinhas infantis de criança que vai para o parque e, principalmente, a homenagem ao Bandeira valem que seja publicado. Como eu sempre digo: ninguém lê, nem mesmo ela irá ler (não que me importe...) Meu Amor está alhures, Quanto mais longe, melhor: Já não quero aquela prenda... Arizona, nevermore! Lá não há reis ou rainhas, Lá não poderei viver: Lá não tenho mordomias Lá não tenho o que fazer. Prefiro ficar aqui: Outro amor um dia chega Me dá um beijo e sorri!... Meu amor não mais me cega: Ah, meu anjo, minha nêga! Como ainda espero a ti!... Estou ficando piegas demais. Acho melhor parar de fazer poemas. *** Mas, calma: isso foi há 12 anos. É como o whisky: as coisas ficam melhores com o tempo.
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@jjr há 1 ano
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Quanto de teu calor Fustigou meu coração? Não sei ao certo Muitos verão O calor e a imensidão Do ser, do coração. Sombras de pensamentos Em ti Tenho febre Mas não vou morrer Meu remédio é Teu ser Abrasando os corpos Refrescando o viver Em dias de lua Toda cheia De orgulho Se fazes Aceito Teus desejos Como um pierrot A vida nunca se desfaz E continuo Arlequim encantado Nessas estações. ~*~ JJr.
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#ABibliotecadaMeia-Noite</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/723'><strong>A Biblioteca da Meia-Noite</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 20/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a inquietação interior se revela com intensidade lírica, obras em que o conflito é íntimo e o poema ou a prosa se tornam o único lugar possível para que o excesso da alma não transborde em silêncio.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Ocairdanoite</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/86'><strong>O cair da noite</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 19/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que celebre uma data histórica ou cívica, não como registro formal, mas como vivência, memória ou sátira, onde a data se torna palco para revelar o espírito de uma época ou a ironia do tempo.<br /> <br /> Nesse conto do Isaac Asimov, narra um momento histórico no planeta Lagash.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#MarcelDuchampouocastelodapureza</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/805'><strong>Marcel Duchamp ou o castelo da pureza</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -18/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a arte é linguagem e conflito, em que a criação estética não é apenas expressão, mas embate, entre visões de mundo, crenças, escolas, tradições e destinos.<br /> <br /> Fiz meu TCC na pós de História da Arte sobre o pensamento e forma de pensar do Duchamp, e em como ele subverteu a arte tradicional.</p>
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Uma Atriz Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor A Uma Atriz é um poema de exaltação apaixonada, em que Castro Alves homenageia uma artista dos palcos com a intensidade típica de sua lírica romântica. Com linguagem refinada e tom elevado, o poeta mistura admiração estética e emoção pessoal, conferindo à figura da atriz um brilho quase mítico. A obra revela sua sensibilidade diante da arte e da expressão teatral. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Tarde Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente em coletâneas de sua obra lírica A Tarde é um poema contemplativo em que Castro Alves pinta, com palavras, o cenário poético e sereno do entardecer. Utilizando imagens luminosas e tons suaves, o autor transmite a melancolia e a beleza que marcam o fim do dia. A obra expressa a sensibilidade romântica de Alves diante da natureza e do tempo, revelando seu olhar lírico e profundo sobre o cotidiano. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Senzala Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente, integra a coletânea Os Escravos (1883) A Senzala é um poema emblemático do engajamento social de Castro Alves. Com forte carga emocional e denúncia, o autor retrata o sofrimento e a opressão vividos pelos escravizados no Brasil. Através de imagens intensas e linguagem combativa, o poema condena a brutalidade da escravidão e clama por justiça e liberdade. É uma das peças mais representativas de sua poesia abolicionista. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Duas Flores Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente, amplamente divulgado nas edições completas de sua obra A Duas Flores é um dos poemas mais delicados e simbólicos de Castro Alves. Nele, o poeta oferece uma lírica homenagem à amizade, comparando duas almas amigas a flores unidas pela harmonia e pelo afeto. Com versos suaves e imagéticos, a obra destaca o valor do vínculo humano e da ternura em meio aos sofrimentos da vida. É um poema de beleza singela e profunda emoção. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Canoa Fantástica Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente, é parte da produção poética dispersa de Castro Alves A Canoa Fantástica é um poema de forte inspiração romântica e simbolista, em que Castro Alves conduz o leitor por uma viagem alegórica sobre as águas do imaginário. Com imagens de sonho e transcendência, o poeta transforma a canoa em metáfora para a travessia da existência, o desejo de liberdade e o anseio por mundos ideais. A linguagem é rica em musicalidade e fantasia, revelando sua veia visionária. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Cachoeira de Paulo Afonso Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado em 1876, postumamente, na coletânea Os Escravos A Cachoeira de Paulo Afonso é um dos poemas mais vigorosos de Castro Alves, onde ele descreve com intensidade épica a grandiosidade da queda d’água localizada no rio São Francisco. Através de imagens sonoras e visuais arrebatadoras, o poeta transforma a natureza em espetáculo sublime e selvagem. A obra é marcada por uma linguagem poderosa, ritmo envolvente e forte emoção estética. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Cachoeira Autor: Castro Alves Lançamento: Escrito por volta de 1868, inspirado na cidade de Cachoeira, na Bahia A Cachoeira é um poema em que Castro Alves celebra a cidade homônima no Recôncavo Baiano, exaltando sua natureza, história e papel cultural. Com versos repletos de entusiasmo e admiração, o poeta retrata a cidade como símbolo de bravura, tradição e beleza. A composição reflete sua ligação afetiva com a Bahia e sua habilidade em unir paisagem e identidade nacional em forma poética. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Boa Vista Autor: Castro Alves Lançamento: Provavelmente escrito entre 1867 e 1868, inspirado em paisagens de Salvador, Bahia A Boa Vista é um poema lírico-descritivo em que Castro Alves contempla a paisagem da cidade de Salvador a partir do mirante da Boa Vista. Com versos delicados e imagens sensoriais, o poeta retrata a beleza natural e o sentimento de encantamento diante do cenário baiano. A obra revela seu dom de transformar contemplação em poesia, mesclando emoção, paisagem e identidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Meu Irmão Guilherme de Castro Alves Autor: Castro Alves Lançamento: Provavelmente escrito entre 1866 e 1868, durante sua juventude literária A Meu Irmão Guilherme de Castro Alves é um poema profundamente pessoal, em que Castro Alves expressa sua afeição e admiração pelo irmão. Com um tom íntimo e melancólico, o poeta revela sentimentos de fraternidade, carinho e memória afetiva, entrelaçando emoção familiar com sua sensibilidade literária. A obra destaca a dimensão humana do autor e seu olhar poético mesmo diante dos vínculos cotidianos. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Maciel Pinheiro Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado originalmente em 1868, dentro da produção poética reunida do autor A Maciel Pinheiro é um poema escrito por Castro Alves em homenagem ao jurista e político Maciel Pinheiro, figura influente do século XIX. Com seu estilo vibrante e oratório, o poeta exalta a inteligência e o espírito público do homenageado, reafirmando seu próprio compromisso com as grandes causas sociais e políticas de seu tempo. A composição reflete o tom engajado e combativo que marca a fase mais madura do autor. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: A Luís Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado originalmente em 1867, como parte da obra Espumas Flutuantes A Luís é um poema vibrante e emotivo de Castro Alves, escrito em homenagem ao poeta romântico Luís de Camões. Com uma linguagem carregada de exaltação e lirismo, o poema reflete a admiração de Alves pelo legado camoniano e projeta ideais de liberdade, arte e luta. É uma ode que une dois gigantes da literatura lusófona por meio da força da palavra poética. #domíniopúblico #Clássicos
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