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@Albertobusquets há 11 meses
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Silêncio. Os ventos cessaram. Os mundos pararam enquanto eu contava as estrelas em seus olhos. Silêncio. O calmo azul marinho faz com que pareça que é no céu que navegamos. Silêncio. E o fogo nos seus lábios me aquece e me nutre, Enquanto, de mãos dadas, navegamos não ao sol poente, Mas ao nascente lunar que espelha a luz da sua pele para pavimentar de prata a rota do nosso drakkar. Alberto Busquets #Desafio 078
@CrisRibeiro · há 11 meses
A La Busquets!
@JuNaiane · há 11 meses
Lindo!
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 79 *Pontos pra ela* Essa noite, Não nos acertamos! Carcoma em meu peito, A dor retoma, implacável. Incrédula, sucumbindo Em meio à guerra. Hoje perdemos! Pontos pra ela. Perdemos! O amor, afinal, não vence todas. O mal também triunfa. O amor, às vezes, cansa. Exaustos das batalhas, Sem fôlego de tanto tentar, Entregue à exaustão, fraco, Lhe resta chorar e, talvez, Aceitar os fatos! Não dá… Não dá! Às vezes… Não adianta tentar! MarU
@JuNaiane · há 11 meses
O amor é difícil, mas amar vale a pena ❤️
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@tiagoandreatto há 11 meses
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Eu busco uma justiça sincera Que apaga as velas E age em favor Eu busco olhar pro oriente Um olhar consciente Sem peso ou rancor Não quero que me tragam rótulos Que me vendam em módulos Como me suicidar Não quero que venham ao montes Construindo elefantes Que ninguém vai montar Só quero A lucidez da partida Que sabe que um dia termina E não há como voltar Me quero Em riscos eternos Rabiscos gritantes Que se façam notar Eu busco curar a cegueira Ouvir vida alheia Num gesto de cor Sou pêndulo sedento Que se move entre o tempo Fingindo ser a ator Não quero que me tragam flores Que me lembrem dores Que vão me matar Só quero A doce partida Que sempre termina Como uma vontade de voltar
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@eduliguori há 11 meses
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Quando a hora não passa certamente algo está errado já que devassa como voa, quando algo está certo quando a hora se apega verdadeiramente algo está parado nada se entrega tudo congelado tique-taque nem mais existe é silêncio digital nefasta fase terminal me liga, me chama, me grita me beija, me reconquista quero a morte do tempo lento quero carinho, abraço, rosto ao vento contigo o tempo voa me sinto vivo e à toa Edu Liguori
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@brunob612 há 11 meses
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Amiúde Poeta fugaz que tenta se decifrar respira e encara seu caos olha para trás e tira sua máscara enferrujada
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@fksilvain há 11 meses
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 79 - Fale sobre um livro que lhe ensinou muito. Usei esse livro na monografia da minha Especialização em Mídias na Educação. Naquela época estava envolvida com educomunicação, tínhamos projeto de mídias na escola envolvendo um jornal, uma rádio, uma revista, produção de filmes. Acho esse livro bem acessível, fácil de entender, ao contrário do seu irmão "Pedagogia do Oprimido", que é pesado, denso. #Link365TemasLivros
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 079 Queria, de todo o peito, um dia sem mim. Sem peso, sem pressa, sem verbo, sem rima. Um dia de nada, um nada de dia. Mas temo, desconfio, suspeito: quando esse dia vier, nem estarei para saber. E se acaso ainda restar de mim vulto, sombra ou gesto, fito o espelho, pergunto em silêncio: Quem és? O espelho embaça e, meio sem graça, não diz. Cr💞s Ribeiro
@CrisRibeiro · há 11 meses
💞💞💞 será? Um alívio, talvez? 😂
@Albertobusquets · há 11 meses
Um dia sem você é eternidade, moça 🥹💞
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@ellen há 11 meses
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O terceiro dia amanheceu com um céu de tonalidade cinzenta, como se as nuvens carregassem uma quietude refletida no horizonte. Decidi começar o dia em um local que sempre me fascinou pelas histórias de tempos antigos: o Monte Saint-Michel, na Normandia. O simples pensamento de atravessar a estreita passagem que leva à ilha já fazia minha mente flutuar em possibilidades. Sozinha, mas impulsionada por uma curiosidade infinita, preparei-me para mergulhar em um lugar que, mesmo vazio, ressoava com a presença do passado. À medida que me aproximava, a visão da abadia ao longe me enchia de uma espécie de reverência. A estrutura, imponente contra o céu nublado, parecia suspensa no tempo, uma obra de fé e determinação que sobrevivia à ausência de qualquer atividade humana. Comecei a caminhada pela passarela que ligava a terra firme ao monte, sentindo o vento gelado varrer meu rosto. O som das ondas ao longe era a única trilha sonora, um lembrete de que a natureza continuava, indiferente à ausência de qualquer espectador além de mim. Ao atravessar o portal de entrada, fui saudada por ruas estreitas e sinuosas, ladeadas por edifícios de pedra. Como se cada pedra tivesse sido testemunha de séculos de histórias que agora permaneciam em silêncio. O vazio aqui era diferente, não era apenas a ausência de pessoas, mas a presença palpável de memórias. Memórias de peregrinos subindo em oração, de comerciantes oferecendo suas mercadorias, de monges entoando cantos litúrgicos no alto da abadia. Agora, eu estava ali, sozinha, percorrendo os mesmos passos que eles haviam trilhado, mas sem ouvir os murmúrios das vozes. Chegar ao topo foi como entrar em outro mundo. A vista era deslumbrante: o mar estendia-se até o infinito, e as areias, reveladas pela maré baixa, formavam padrões misteriosos que pareciam mapas de lugares ainda por descobrir. A abadia, imponente e silenciosa, um labirinto de corredores e capelas que exalavam um ar de mistério e transcendência. Os passos que eu dava ecoavam ligeiramente nas paredes, criando uma melodia efêmera que desaparecia quase tão rápido quanto surgia. Sentada em uma das janelas altas, com as mãos segurando meu diário, comecei a escrever. Não era apenas sobre o que eu via, mas também o que sentia, uma conexão profunda com algo maior do que eu mesma. Não era apenas a paisagem ou a arquitetura, mas a sensação de estar em um lugar onde o tempo e o espaço se entrelaçavam de forma única, oferecendo uma espécie de consolo para a minha solidão. Continuei explorando cada canto da abadia, absorvendo os detalhes sutis que, sem a presença de outras pessoas, pareciam quase gritantes. As colunas esculpidas à mão, cada uma com suas pequenas variações, contavam histórias de artesãos que haviam dedicado suas vidas a um trabalho que nunca veriam concluído. Os vitrais, mesmo com a luz cinzenta do dia, lançavam uma paleta de cores suaves sobre as pedras gastas do chão. Esses fragmentos de luz dançavam ao meu redor, como se quisessem lembrar que, mesmo no silêncio, a beleza não desaparece. Enquanto caminhava, cheguei ao claustro. Era um espaço aberto, rodeado por arcadas que davam vista para o céu. O vento soprou mais forte ali, e por um momento fechei os olhos, deixando a sensação me envolver. Senti como se aquele espaço fosse um lugar de pausa, uma chance para refletir sobre o que significava estar naquele mundo espelhado. Eu me perguntava, mais uma vez, quem eu era neste contexto, uma viajante solitária, uma observadora, ou algo mais? Não havia ninguém para me definir, ninguém para afirmar ou negar minha existência. Talvez eu fosse uma história que escrevia a si mesma, um reflexo que ganhava forma apenas ao ser visto. Olhando para o horizonte, percebi como o Monte Saint-Michel parecia desafiar a natureza, resistindo ao tempo, às marés, ao abandono. Ele continuava ali, como uma prova de que a persistência, mesmo em solidão, pode ser um ato de beleza e força. Senti que havia algo profundamente inspirador nessa ideia, existir, mesmo quando ninguém está olhando, e encontrar significado na simples presença. O caminho de volta à base da ilha parecia diferente, como se algo em mim tivesse mudado. As ruas vazias agora pareciam um convite para continuar explorando, e não um lembrete da ausência. O som das ondas ao longe soava mais reconfortante, e o vento parecia menos frio. Como se o próprio monte, em seu silêncio, tivesse compartilhado algo comigo, uma verdade que só poderia ser encontrada em lugares como aquele. Chegando novamente à passarela, olhei para trás uma última vez. O Monte permanecia imponente, um guardião de histórias e memórias. Mas, desta vez, não senti tristeza ao deixá-lo. Havia uma sensação de gratidão. O próximo capítulo me aguardava, e eu sabia que, onde quer que fosse, encontraria outra peça desse quebra-cabeça invisível que era o meu mundo.
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@ellen há 11 meses
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"O vazio não é ausência, mas possibilidade. Cada silêncio guarda uma história esperando para ser contada, cada espaço em branco é um convite para a criação." ✨
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@literunico há 11 meses
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Bom dia! Palavra do dia: #ℝ𝕖𝕟𝕠𝕧𝕒çã𝕠 Frase do dia: "Eu quero curar, eu quero sentir, o que eu pensei que nunca fosse real." — Chester Bennington, "Somewhere I Belong" Datas comemorativas de hoje, 20 de março de 2025: Início do Outono (Equinócio de Outono) Dia Internacional da Felicidade Dia Mundial da Saúde Bucal Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude Dia Mundial Sem Carne Dia Nacional da Aquicultura Dia Nacional de Atenção à Disfagia Aniversariantes: Chester Bennington (1976-2017) Mateus Solano (1981) Edson Celulari (1958) Fernando Torres (1984) Spike Lee (1957) Holly Hunter (1958) Xavier Dolan (1989) Freema Agyeman (1979) A palavra do dia, Renovação, reflete o espírito do equinócio de outono, uma época de transformação e equilíbrio. Neste dia, também celebramos a felicidade, a saúde bucal e a importância de práticas sustentáveis, como a redução do consumo de carne. A imagem de hoje representa a renovação e o equilíbrio característicos do equinócio de outono, simbolizando a harmonia entre luz e escuridão e a transição para uma nova estação.
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@edsonbas há 11 meses
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A raquete de matar pernilongo me proporciona um certo prazer. Confesso que acho esse prazer um tanto quanto estranho, mas sei, também, que o compartilho com muitas outras pessoas. Lá no meu prédio mesmo, já ouvi aquele estalo que ela produz quando algum inseto encosta na sua trama eletrificada vindo de janelas de diversos apartamentos. Tem dias que parece até que estou jogando tênis com um dos meus vizinhos, eu dou uma raquetada de cá e escuto o estalo da raquete dele de lá. Outros dias tenho a impressão que estou ouvindo metralhadoras. A responsável pelo desenvolvimento dessa raquete deve ser a indústria do entretenimento, que quis trazer a emoção dos videogames para a vida real. Eles pensaram em tudo: elementos do esporte, de jogos de estratégia e de guerra. Caçamos sem precisar de uma licença, nem curso para aprender a utilizar uma arma de fogo. É uma "diversão" que ajuda a descarregar nossa raiva, sede de vingança e a suar um pouco, assim como no esporte. Existe um ditado que diz que "a vingança é um prato que se come frio", mas quando se trata de pernilongos, a minha vingança é em forma de churrasco. Já disse que eu mesmo acho estranho, mas o prazer de ver aquele mosquito agarrado na raquete enquanto a gente segura o botão e ele vai torrando, deixando subir uma fumacinha, inseticida nenhum é capaz de proporcionar. Sou sádico? Sou! Mas esse bicho também é. A gente acaba de espantar e ele volta para a nossa orelha. Uma picada na perna ou no braço é ruim, coça, mas o zumbido na orelha é só para atrapalhar a gente a dormir mesmo, ele nem pica ali. Só estou jogando o jogo dele.
@fksilvain · há 11 meses
Ah, que texto ótimo! Sou desse time. É tão gratificante torrar mosquitos!
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@eduliguori há 11 meses
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Quanto mais tarde cedo fica sem alarde silêncio amplifica não bastam os sons nem as imagens tampouco as letras morrem os bons pelas pastagens secas e neutras quanto mais tarde arde a garganta bebida covarde que não adianta vivem sós pelas salas e dormitórios se enroscam em nós copos e cinzeiros inglórios nas altas horas não existem demoras desistem calados pobres exilados Edu Liguori
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@pammellamarins há 11 meses
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Prólogo O amor tem suas regras. Eu sei porque fui eu quem as escreveu. Ou pelo menos, eu achava que sabia. Se tem uma coisa que nunca precisei enfrentar, foi a resistência de um mortal ao destino. Eu cravo flechas certeiras em corações distraídos, e eles tropeçam, se beijam e vivem felizes para sempre—ou, no mínimo, vivem intensamente até que tudo desmorone em tragédia. Mas ela… ela é um problema. Nenhuma flecha funciona. Nenhuma conexão desperta. Nenhuma centelha acende. E agora estou aqui, preso nessa bagunça, olhando para ela como se fosse uma equação impossível de resolver. O pior? Estou começando a gostar do desafio.
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@mkfault há 11 meses
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Queria fechar os olhos e ter esse livro prontinho pra publicar! Meus processos são longos, apesar da escrita rápida. Letícia me exige muita leitura, pesquisa, testes. Enquanto a história da trevosa não se conclui, aproveite para ficar por dentro do meu novo lançamento "CARNE E OSSO", com previsão de lançamento para julho #darkromance #kindleunlimited
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@literunico há 11 meses
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#Dia 298 Excentricidade Ela entra sem aviso, colorida, Traços vivos, gestos sem freio. Excentricidade não tem medida, Segue o próprio e único enredo. Na voz, um tom inesperado, Atitude, dança sem compasso. Excentricidade é o item ousado, Que escapa de todo seu espaço. Onde há regras que restringem, Ela risca novas direções. Excentricidade não se finge, Vive além das projeções. Não é erro, nem artifício, Mas essência que brilha em ser. Excentricidade é puro vício, De quem ousa sem temer. Eder B. Jr.
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@EscritosdeVitorHugo há 11 meses
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Preso, Perdido e Vazio Alma vazia, solidão angustiante, o nada me abraça, me esgana, me tritura; minha mente se despedaça, o acaso me esmaga, o destino me larga! Eu não queria estar no topo, e nem mesmo isso eu almejo; eu só queria estar em algum lugar, saber meu caminho, achar uma rota! Mas, sozinho, na escuridão de meu sombrio aposento, me vejo perdido nas penumbras da noite, consumido pelas incertezas da vida! São tantos os caminhos à frente, que me perco enquanto cruzo todos eles, sem nunca chegar a lugar algum! Me olho no espelho e me vejo preso! Preso aos prazeres que não tenho, preso aos sucessos que não tive e que tanto desejo! Preso, perdido e vazio! Até quando ficarei perdido no mar imenso de água escura, que me guia sem rumo, que me prende a tormentas da tempestade impiedosa? Até quando ficarei eu, preso, perdido e vazio?
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@fksilvain há 11 meses
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 78 - Fale sobre um livro que todos deveriam ler. A humildade não veio hoje. 😂😂😂😂😂😂 Vamos aproveitar para fazer um merchandising. 🤭 Acho que me superei nesse livro e que todos que gostaram da minha escrita em algum outro livro deveriam ler esse, porque vão gostar. E para os que não conhecem minhas obras, seria um ótimo ponto de partida. Claro que, brincadeiras à parte, apesar de toda uma carga dramática e dos alivios cômicos, "Carícias sob o céu" ainda é um romance de amor, então desse "todos" estão excluídos os leitores que não curtem o gênero (não sabem o que estão perdendo 😂😂😂). Leiam! #Link365TemasLivros
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@marina há 11 meses
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Já estou com saudades ❤️🥰! Para quem planeja esquiar na próxima temporada, é hora de garantir sua viagem 🎿! Agora é o momento...
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@CrisRibeiro há 11 meses
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É uma honra declamar os versos de uma poetisa de alma e arte tão lindas. Este poema dá voz a tantas mulheres, a seus silêncios e suas dores, e poder interpretá-lo foi uma experiência muito emocionante. Ainda mais por fazê-lo em um lugar especial para você, que representa união e, espero, a eterna capacidade de renascer. Com todo carinho, amiga. Amo você!
@CrisRibeiro · há 11 meses
Obrigada, moço.
@Albertobusquets · há 11 meses
Coisa mais linda!!! 💞
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