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@ricardovillardo há 1 ano
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@classicos há 1 ano
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Livro: Rousseau e as Relações Internacionais Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: Século XVIII Embora mais conhecido por sua filosofia política e social, Rousseau também refletiu sobre temas ligados às relações entre Estados. Em textos como o Resumo do Projeto de Paz Perpétua (inspirado em Abade de Saint-Pierre), ele expressa um ceticismo profundo quanto à possibilidade de uma paz duradoura entre nações. Para Rousseau, os Estados agem como indivíduos em estado de natureza: movidos por interesses, ambição e desejo de dominação. Mesmo defendendo a paz como ideal, ele reconhece que a lógica da guerra parece inerente ao sistema internacional. Sua visão crítica antecipa debates modernos sobre poder, soberania e equilíbrio entre nações. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Do Contrato Social Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: 1762 Em Do Contrato Social, Rousseau formula uma das teorias políticas mais influentes da modernidade. Partindo da ideia de que “o homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado”, ele propõe que a verdadeira liberdade só é possível quando os indivíduos se unem em um pacto coletivo, formando a vontade geral. Nesse contrato, todos se submetem à lei, mas como coautores dela, permanecem livres. A obra é uma defesa da soberania popular, da igualdade civil e da participação direta na vida pública — fundamentos que inspirariam revoluções e democracias no mundo todo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Discurso sobre as Ciências e as Artes Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: 1750 Nesta obra que o lançou à fama, Rousseau argumenta que o progresso das ciências e das artes não tornou os homens melhores, mas sim mais corruptos e vaidosos. Escrito como resposta a um concurso da Academia de Dijon, o discurso desafia o otimismo iluminista ao afirmar que a cultura refinada mascara a decadência moral. Segundo Rousseau, a busca pelo conhecimento e pelo prestígio afasta o ser humano da virtude natural. Com estilo ousado e crítico, ele propõe uma reflexão sobre os verdadeiros valores que deveriam guiar a sociedade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens Autor: Jean-Jacques Rousseau Lançamento: 1755 Nesta obra fundamental da filosofia política, Rousseau investiga como a desigualdade surgiu entre os seres humanos e quais formas dela são legítimas. Ele propõe uma visão do “bom selvagem”, argumentando que no estado de natureza o homem era livre, igual e feliz, e que foi a vida em sociedade — com a propriedade privada e as instituições — que corrompeu essa condição original. O discurso é uma crítica feroz à civilização e à injustiça social, questionando os pilares da organização moderna. Com estilo provocador e profundo, Rousseau abre caminho para o pensamento revolucionário que marcaria o Iluminismo. #domíniopúblico #Clássicos
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@GilbertoHSG há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/WroHg9Wq4XXwc9iJkTInhOLyocO8pIXlbwNrsCo3.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27' target='_blank'><strong>A Era do Verbo - Histórias de criação</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27/chapters/170' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 6 - O Primeiro Confronto" completo</a></p></div>
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@JuNaiane há 1 ano
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Eu carrego algo aqui dentro; Algo maior do que eu. Algo que foi forjado entre sangue e lágrimas de uma versão que precisou morrer para que eu pudesse renascer. Carrego aqui dentro um ímpeto por liberdade que não aceita prisão, não aceita imposição, não aceita ser submetido ou subjugado — Esse ímpeto sou eu — Faca afiada de dois gumes; Forjada por alguém que sobreviveu. #desafio 365/172
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Tão eu ! 🥺
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@eduliguori há 1 ano
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Vou me embora daqui vou para Pasárgada ou qualquer outro lugar me perder ou esquecer vou me levar pro mundo vestindo apenas um abadá uma pena na mão e o coração vou me enganar consciente de que sou apenas aquele poeta que vive nas areias e ri contente contando conchas e ondas do mar Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem à Pearl Sydenstricker Buck (1892–1973). Foi uma escritora americana e a primeira mulher americana a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, em 1938. Ela também recebeu o Prêmio Pulitzer em 1932. Ela nasceu nos Estados Unidos, mas cresceu na China, onde seus pais eram missionários. Essa vivência marcante influenciou profundamente sua obra. "O segredo da alegria no trabalho está em uma palavra: excelência. Saber fazer algo bem é desfrutá-lo." — Pearl S. Buck A boa terra: <a href="https://www.literunico.com.br/books/925">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Hoje, o perfil @classicos irá disponibilizar algumas obras em domínio público do filósofo. Fiquem ligados! Jean-Jacques Rousseau foi um filósofo, escritor e compositor suíço do século XVIII, nascido em Genebra em 1712 e falecido em 1778. Ele é considerado um dos principais pensadores do Iluminismo e teve enorme influência na filosofia política, na educação e na literatura.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio175
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#Desafio175
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@jjr há 1 ano
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Sexus em Histórias. (E-PUB LIVRE) Uma coleção de 8 contos quentes postados aqui no letrado.
Traduzido automaticamente do inglês.
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Sexus in Stories. ((E-PUB FREE)) A collection of 8 hot short stories posted here on literunico.
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@jjr há 1 ano
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.§. A guardar gotas d'água sob minha face. Façam-se seus, lábios a me beijar. És tua chuva em corpo meu. Abraça-me em gotas envolta a meu corpo sacia-me ausente teu ser. .§. JJr.
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@jjr há 1 ano
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I Arquibancadas lotadas, fogo e água. Coloridas ao céu rajadas do fogo em resplendor. Canhões de luzes multicor. Rodopiam a lagoa em fila o coral. O palco de nuvens céu seu ponto final. --- II Segue-se o trovão dos tenores, logo tenoras de vozes graciosas. Abaixo seus globos de cores. Fogos de artificio multicores da sinfonia embelezando e criando harmonia. --- III Três linguagens numa canção encantando a multidão. Ao silêncio da voz o estrondo dos trovões. Assobio dos cometas e suas caldas com suas chuvas de prata. Desintegrando fogos como planetas os raios de luz brincam com suas silhuetas. --- IV Das velas que se acendem a imensidão da multidão. A água e o fogo simbolizando paz e união de total beleza na escuridão. Gaita de folio a Noel, sopros dos ventos do céu. Pré Natal em espetáculo e canção. --- JJr.
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@tibianchini há 1 ano
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Preguiça Ainda está escuro. Tento abrir os olhos, um de cada vez. As pontas dos cabelos me revelam que o frio é intenso lá fora; o frio é intenso mesmo ali dentro do meu quarto, fora do universo que se encerra abaixo do meu edredom. Um dos olhos abertos tenta dar uma esticada até o relógio, para saber as horas; a íris reclama do frio que bombardeia o globo ocular, e a pálpebra volta a protege-la. O outro olho tenta; agora é a sua vez. São seis e quarenta e oito, é o que consegue decifrar a retina. Quarenta e oito! Faço um movimento com a perna. Um mísero movimento. Ela sai do seu lugar de conforto e vai para um canto mais frio da cama, aquele canto que o edredom não aqueceu porque, até aquele momento, não havia nenhuma perna ali para ser aquecida. O edredom é um ser inteligente: usa seu poder de aquecimento em pontos específicos da cama, justamente para proteger aquele que lhe é senhor. Volto correndo com a perna ao lugar de origem; este será o último movimento que farei com esta perna. Estico a mão e pego o controle da TV. Está passando um documentário em alemão sobre a Tchecoslováquia. Deixo o volume no mínimo para não acordar minha amada; ela não gosta de tchecos ou alemães, não gosta de documentários invadindo a madrugada e, como eu, não gosta de ter que acordar em manhãs de frio. No mundo dos sonhos da minha amada, ela nem faz questão de saber que existiu, em algum tempo e lugar, um país que era dois, depois de ter sido vários, e que acabou virando nenhum. Ela não precisa entender alemão em seu träumerei. Tampouco eu preciso entender o que dizem: a mim basta que meus olhos se movimentem um pouco, que os tímpanos se aqueçam, que o cérebro comece a pegar no tranco. As ruas tchecas são tão frias quanto o mundo lá fora. A voz do narrador alemão vem embargada daquele vapor que nos sai da boca nos dias frios; vem sedenta e carente de um bom conhaque para aquecê-la. Hitze, bitte! Há chuva lá fora. As gotas batem na janela e no telhado, e parecem que vão acabar escorrendo ali, na minha cama. Sinto mentalmente o pingar nas roupas, no chão, sinto calafrios imaginários, sinto que preciso me levantar e ir trabalhar logo. Sinto frio e sinto que o mundo lá fora não importa, seja aqui ou na antiga Tchecoslováquia, seja heute, gestern ou langen Zeit. Deixa a chuva lá fora no mundo que imagino ser real; é aqui que quero ficar, com minha amada e meu edredom, no meu universo particular. Quero ficar aqui, abraçado a ela, sentindo o calor do seu corpo a dormir, sentindo que poderia ficar ali por milhares de quarenta-e-oitos minutos, sem me cansar. Mas o despertador desperta. Cumpre sua função, de fazer barulho e se tornar insuportável. Cumpre sua função, de destruir com um ruído todo aquele universo maravilhoso de instantes atrás, e, ao mesmo tempo, fazer o ruído das gotas parecerem um atrativo a mais para sair da cama. O despertador desperta, como a me dizer: “E agora? Vai me dar atenção ou eu vou ter que ficar aqui, gritando com você?”, sendo que o simples fato de prestar atenção em qualquer coisa já me faz entender que estou acordado, que não há mais volta, que chove lá fora e a Tchecoslováquia ficou no passado e o que tenho é o hoje e tenho que levantar. Ele apenas cumpre a função para a qual foi criado, e a cumpre bem, e não o posso condenar por isso. Levanto. Jogo as pernas, o cabelo e os olhos ao frio de fora. Já o dia não está mais tão escuro. Respiro fundo, olho para a cama e para a amada (que neste instante se fundem em uma única aspiração) e lhes digo, em tom de melancolia: Vou ali na Tchecoslováquia. À noite a gente se encontra novamente.