(A)MAResia.
(Parte II)
~~~~*~~~~~
Mergulharam na água e saíram.
Deitaram-se lado a lado na areia acariciando-se.
Mãos aos cabelos. Carinhos.
Ela segurou seu membro em movimentos novamente, flácido, forçou os movimentos e ele endureceu. Ela alegrou-se e desceu para suga-lo por inteiro. Ele gemia, prazer explodindo. Forçava a cabeça dela para engoli-lo todo.
De repente puxou-a pelos cabelos e a jogou na areia deitada ele dominando-a. Ela sentiu um prazer imenso pela dor.
~§~
Areia gelada
Montados
Pernas e pelos
Movimentos pelo corpo
Empurrava
Força
Joelhos no chão
Unhas em suas costas
Movimentos vagarosos
Paixão
Mordidas
Pescoço, orelha
Gemidos
Movimentos rápidos
Força total
Gritos de prazer
Gozo e explosão.
~§~
Exaustos, deitados
Levantaram-se é seguiram o caminho até a casa.
Entraram e foram tomar banho juntos. Apenas carícias.
Fincou seus dedos junto com a água quente no sexo dela.
Ela gemia e chupava os bicos do seio dele.
Mordeu seu pescoço com força arrancando sangue.
Ele gritou de prazer e dor enquanto os movimentos dela ficavam espasmódicos e ela era vencida caindo de joelhos ao chão.
Logo pegou seu membro e começou a suga-lo devagar, estava sem forças e ele não irrigeceu, estavam Exaustos.
Saíram do banheiro e deitaram-se no tapete.
Adormeceram e findara-se o primeiro dia...
(A)MAResia.
(Parte I)
~~~~§~~~~
Eles saíram ao final do entardecer para dar um passeio na areia da praia.
Haviam alugado a casa de praia de temporada por um aplicativo de locações para três dias e este era o primeiro dia.
Estavam se conhecendo e resolveram passar uns dias juntos somente os dois e aproveitar o momento.
O casal combinava, tímidos e reservados porém responsáveis.
Com certeza iriam engatar um namoro logo logo.
Caminhavam dentre carícias e resolveram entrar na água.
~§~
Água gelada
Corpos & Arrepios
Seios enrijecicidos
Pulavam aos olhos
Desejos dele
~§~
Mãos dadas
Passos e
Brincadeiras
~§~
Segurou-a pela cintura
Abraçaram-se
Carícias
Seu membro vivo
Colados
~§~
Beijos revoltosos
A língua saciando-se
Saliva doce
Lambeu seus lábios
~§~
Subiu seu pescoço
Agarrou os cabelos
Ela delirou
Puxou lentamente
Mas forte
~§~
Suas órbitas
Loucas
Olhar cerrado
Gemidos
~§~
Ela, agarrou teu sexo
Movimentos longos
Água e movimentos
Tesão
~§~
Chupou o peito dele
Gemeu e apertou
Cintura e dedos
Fortes.
~§~
Ele puxou a perna dela
Segurou-a e penetrou-a
Ela gemeu e levantou a cabeça
Prazer aos céus
~§~
As pernas entrelaçaram
Abaixo a cintura dele
Ele levantado-a
Cima-baixo
Cima-baixo
~§~
Movimentos
~§~
Gemiam ao gelo
Água e prazer
Sabor de suor
Salgada
~§~
Movimentos rápidos
Unhas nas costas dele
Ardor, dor e gozo
Arfantes
~§~
...
Enquanto caminhava
ela surgiu nua sem cores
sombra luz e doces curvas
um momento um fragmento
o tormento do desejo infindo
a saliva preenchia a boca
o corpo cavernoso inchado
sequestrado sob a pele de outrem
puro nervoso faminto
instinto assassino
a história do olho
Edu Liguori
O Instante
(Micro-conto)
Um instante. A bola caiu na rua.
- Deixa que eu pego!
Um instante. Olhos derrotados pelos dias insones.
Um instante. A enorme jamanta à própria sorte.
Um instante. A bola quicou. A criança pulou e a pegou no ar.
Criança e bola. Ambas pegas em pleno ar.
Um instante, um único instante. Uma vida toda.
O unboxing mais esperado chegou!! 🤩
Vem ver esses spoilerzinhos do que terá amanhã no lançamento de "Os Quatro Elementos da Natureza e a Princesa da Terra" 🎉
Espero todos vocês lá 💫
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~*§*~
Soprou seu aroma o vento,
suas pernas um canteiro a exalar
que a borboleta veio provar.
Na mutua sede do toque observada observou,
pairou com o vento para outro lugar.
Seu fascínio disfarcei na beleza de toca-la
pois seu olhar me revelou encantada.
~~~*§*~~~
JJr.
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Caneta e Papel.
Romance ideal.
Paixão.
Papel da Caneta aguarda o beijo,
traçam juntos suas linhas de desejo.
Desenhos, histórias, rimas e prosas.
Caneta fala, Papel sentimentos espalha.
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JJr.
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| rede inerte |
| da planície asfalto abaixo a natureza do homem |
| vaga-lumes em vastidão pontos amontoados por todos lados |
| céu nublado nem um pouco estrelado |
| imóvel e paralisado fecho meus olhos a deitar-me |
| lentamente traz-me o balançado inconsciente |
~~~~~~~~
JJr.
#Desafio 149
*Amante do vento*
Às vezes,
converso com o vento,
e num sopro
ele me fala:
— Já fazia muito tempo
que você
não me encontrava.
E num gesto
de carinho supremo,
com amor
acaricia meus cabelos…
alisa meu rosto,
eriça meus pelos,
arrepia meu corpo,
assanha minha saia…
E me abraça
com fulgor de rajadas.
Me deixa sem jeito
e desajeitada,
Mas eu adoro
ficar toda arrepiada!
Confesso ao vento
que o amo,
e ele responde,
me espiralando,
que em mim
sempre pensava,
e sentiu muito
minha falta…
por me amar
também assim.
Sabia
que um dia
pra ele
eu voltava.
Eu amo o vento!
MarU
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/113' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A festa e o filme" completo</a></p></div>
Harmonia
Aprecio o leve e o profundo,
o silêncio sereno que abriga
uma vertigem de sentimentos.
Rasgo sorrisos despreocupados
e coleciono confidências tuas:
as histórias que brilham
e as que pesam.
Sou porto,
sou abrigo,
mas também anseio teu colo
nos dias de tempestade interna.
Celebro o sol em sua exuberância,
mas me encanto com o frio
quando teu calor me veste
e minha presença te abriga
como um gesto invisível de cuidado.
Brindamos em mesas elegantes,
mas também dividimos risos
no asfalto quente e improvisado
de uma esquina qualquer.
Há beleza na harmonia silenciosa das contradições,
e tudo encontra sua justa medida
quando habitamos o instante
com a companhia certa.
Do amor
Está coisa que abrasa
Fundo
No coração e na mente
Te trazer
para mim
Em mente e pensamentos
Transmitir
Sei que
Você sente
Somos iguais no prazer
Inconsequentes
A todo custo
Loucos por Tesão
Uma paixão infinita
Fogo Ardente.
~*~
JJr.
Reflexão sobre a vida feita numa madrugada qualquer
(Poemas Antigos 012)
É um poema com estrutura de soneto, rasgado ao meio por devaneios e explicações. Tudo devidamente rimado, apesar da fluidez da estrofe que se enfiou ali, no meio...
Desejais que todos os homens fossem irmãos,
E que a paz fosse possível? Desejais
Que não mais houvessem mortes pelas mãos,
E que, enfim, todos nós fôssemos iguais?
Desejais que as Guerras fossem pela Paz,
Pela conversão das meretrizes, dos Pagãos;
Que fôssemos livres, felizes, Cristãos?
Desejais muito; desejais demais.
. A vida não nos dá a chance, por menor que possamos ser,
. De entrar e invadir os seus domínios, É ela quem
. Nos guia; e não adianta nem pensar em querer
. Digladiar contra o que nos é mais forte: Estamos sem
. chance alguma - mal nos sustentamos sobre os pés.
. Quem sois Vós, para achar-vos mais importante
. Que a própria vida, que nos sopra? Quem sois? Quem És?
. Sois por ventura Deus? Nada sois; sois da vida um breve infante.
Desejais o que não vos é permitido sonhar:
Eis vosso ignominioso pecado.
Desejais tudo, quando apenas deveriam desejar
Viver, sem almejar ser salvo ou condenado:
Nada tendes a fazer, a não ser esperar
E viver, ao vosso jeito, seja ele certo ou errado.
Homenagem a Adolfo Caminha (1867-1897)
Adolfo Caminha foi um escritor brasileiro do final do século XIX, conhecido por sua atuação na estética naturalista. Sua obra se destacou por abordar temas ousados para a época, como a homossexualidade, o racismo, e a crítica social, o que o colocou entre os autores mais polêmicos do Naturalismo brasileiro.
Adolfo Caminha: um polígrafo na literatura brasileira do século XIX (1885-1897): <a href="https://www.literunico.com.br/books/751">Aqui!</a>
#aniversárioliterário
#diadecelebrarescritor
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