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@eduliguori há 8 meses
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Entrei na piscina gelada senti os músculos vivos a dor do choque úmido gritei em silêncio o som do homem que já morreu e reviveu novo após todos isso é sim o nosso futuro aquele universo escuro das profundezas azuis na piscina fui eu e teu o que você já esqueceu Edu Liguori
@MarU · há 8 meses
🥹 essa escrita é única, Eduzíssimo!❤️
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@MarU há 8 meses
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#Desafio 196 *Brincadeiras entre adultos* Adentrou a câmara, despida de vestes. Serena, nua, pura, caminha, como faquir, desfilando sob brasas. Seus passos, uma dança. Seu corpo, sinuosas curvas. Convida, carente: — A cama é sua. Vem! Olhos abertos, mede. Chama em verde, ao brilho que repete o convite. Com as mãos esguias, guia-se em seu templo, alisando suavemente… com autocuidado e respeito. Da boca ao pescoço, desce… aos seios. Vai descendo, mamilos tesos. Sua pele, seus finos pelos… O olhar fito convoca, expressa desejo intenso. Não para, tem tara. Provoca. Desliza seus dedos, fazendo a curva no umbigo. Param um pouco. Paralisa-o. A ponta dos dedos, apontam as unhas, ao paraíso. E, como se num aviso, seus olhos, sua boca, sua respiração pouca, premeditam. Deslizando em movimento lento… Todos os dedos, descendo rumo ao monte Vênus. Entrelaçando dedos entre pelos, fluidos e carnes. Aos poucos… os olhos se fecham, a boca, levemente, se abre. Sem pudores nem medos, se possuindo com vontade. Introduzindo seus dedos, deslizando facilmente, lisos… Se melando de fluidos, exalando cheiros característicos, e emitindo som de gemido. Suave… Sentindo… Transmitindo a ardência em arfares reprimidos. Explodindo em pulsares. Abrindo os olhos… E finalmente, convida-o com voz suave: — Vem! Sua vez de brincar com a minha tez. MarU
@EscritosdeVitorHugo · há 8 meses
Sensacional como sempre! 👏❤️
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@eliz_leao há 8 meses
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Fios soltos Cabelos ao vento O zéfiro que brinca Sementes do tempo Do tempo Que vê chover Do tempo que vê nascer Dente de leão E suas flores Amarelo madurecer Enquanto passa O firmamento Em infinitos E compassados Tempos Tempo de ver a vida Germinar Levada pela brisa Um sopro a todo momento Dente de leão E seus lindos fios Livres em Fluxos de pensamentos. Eliz Leão
@MarU · há 8 meses
Que lindo, amiga. 🥹❤️
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@CrisRibeiro há 8 meses
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#Desafio 195 Desalinhados Sentiam-se vozes fora do coro,   com compasso próprio,     existindo além do ritmo. Marginais da criação,   sussurros     num mundo       gritando         padrões. E numa dessas sinfonias tortas da vida,   se esbarraram     na mesma frequência. O desafino   (que surpresa)     encantou. A entropia   se fez fértil.    O sentimento,   inevitável,     brotou. Intenso, como só os divergentes sabem ser:   sem lógica,     sem razão,       sem rédeas,         sem medo. Tornaram-se   a ferida mais bonita     no tecido liso       da ordem. Daquelas que   ardem com gosto,     se tatuam no peito,       se orgulham na pele.                E, sem pedir licença, se nomeiam de amor. Cr💞s Ribeiro
@CrisRibeiro · há 8 meses
😍😘🌹
@MarU · há 8 meses
🥹🥰🤌 aquele poema… amores.
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@EscritosdeVitorHugo há 8 meses
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Ovelhas Abrem-se as porteiras, disparam as ovelhas! Correm como podem, anseiam por centeio Giram, Giram o moinho, sofrem, sofrem as ovelhas! Cansam, Cansam as ovelhas! Morrem, Morrem não tão velhas! Gritam, choram as ovelhas. Perdidas rogam por socorro! Cegas se enganam em falsas promessas! Mudas se engasgam com os próprios sussurros! O Gritos só ficam na mente, os choros se perdem pra sempre, o medo no fim sempre vence! E as ovelhas despertam de novo! Abrem-se os portões, disparam as ovelhas!
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@jjr há 8 meses
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~♥~ Leona clara limpa Lua irradia pelos pêlos. Paixão e desejo. Pequenos vulcões olhos flamejem instintos. Meu sílios sobre os teus, cativos, fumaça da imaginação alma e coração. Tua caneta, pena cultivai poesie sem redoma ao seu meu eu espaço. Acometa meu abbraccio laços assim sem fim. Infinito sim. ~♥~ JJr.
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@jjr há 8 meses
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§§§ Cavalos alados em meio a tormenta de nuvens. Como neblina, molhadas crinas. Tempestades vão e vem Selvagens, trovões os clarões. §§§ JJr.
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Novidade no site do @classicos As obras de Bernardim Ribeiro, Alcântara Machado e Georg Büchner já estão disponíveis no nosso acervo digital. Três autores de universos muito distintos, mas com um ponto em comum: a intensidade da linguagem e o impacto que causam até hoje. Bernardim Ribeiro, com sua melancolia renascentista, canta amores e saudades. Alcântara Machado retrata a alma urbana da São Paulo modernista com humor e crítica. Georg Büchner expõe os dilemas humanos com vigor político e poético. Explore esses clássicos no nosso site: literatura de domínio público, acessível para todos que amam palavras que atravessam o tempo. #domíniopúblico #Clássicos #BernardimRibeiro #AlcântaraMachado #GeorgBüchner
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@classicos há 8 meses
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Écloga de Jano e Franco Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Na Écloga de Jano e Franco, Bernardim Ribeiro transforma o campo em palco de confidências e melancolia. Dois pastores conversam — e, através deles, ecoam as dores da ausência, do amor perdido e da saudade profunda. A linguagem simples e musical revela um mundo em que a natureza reflete o estado da alma. Com doçura e sofrimento, Bernardim inventa o bucolismo sentimental português: menos idealizado, mais humano, onde os pastores choram não por mitologia, mas por amor de verdade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Hontem pôs-se o sol Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Neste lamento breve e carregado de simbolismo, Bernardim Ribeiro observa o pôr do sol como metáfora do fim — da luz, da esperança, talvez do amor. A simplicidade do verso esconde uma dor contida, quase resignada, típica do lirismo renascentista português. Não há exagero, só melancolia: o mundo escurece por fora porque algo se apagou por dentro. É poesia da perda, feita com a delicadeza de quem sabe que o silêncio também fala. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Cantiga Sua à Senhora Maria Coresma Autor: Bernardim Ribeiro Lançamento: Início do século XVI Nesta cantiga, Bernardim Ribeiro tece versos delicados e melancólicos para a Senhora Maria Coresma, símbolo de uma paixão idealizada e da dor amorosa renascentista. Com a suavidade típica do lirismo trovadoresco, o poeta derrama sentimento em imagens de natureza, saudade e devoção. É um canto onde o amor não se concretiza — apenas se sente, se sofre e se canta. Bernardim faz da ausência uma presença poética, e da dor, uma forma de beleza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Mana Maria Autor: Alcântara Machado Lançamento: 1936 (publicado postumamente) Em Mana Maria, Alcântara Machado assume um tom mais íntimo e narrativo, sem perder o olhar atento às transformações sociais do Brasil urbano. A protagonista é uma jovem nordestina que migra para São Paulo, e sua trajetória é símbolo de deslocamento, choque cultural e resistência silenciosa. Com uma prosa mais amadurecida, o autor mescla lirismo e crítica social, dando voz a quem raramente a tinha. É o Brasil das mulheres, das migrações internas, do contraste entre tradição e metrópole. Um livro sensível, forte e injustamente pouco lembrado. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Laranja-da-China Autor: Alcântara Machado Lançamento: 1928 Em Laranja-da-China, Alcântara Machado experimenta com ainda mais liberdade a fusão entre jornalismo, crônica e literatura. A cidade de São Paulo volta a ser cenário e personagem, mas agora com um olhar mais irônico, cosmopolita e modernista. Os textos transitam entre o comentário social e o humor refinado, sempre com linguagem ágil e ritmo de conversa. Alcântara captura o espírito de um tempo em que o Brasil buscava se reinventar — e ele, com seu estilo direto e fragmentado, antecipava o futuro da prosa urbana brasileira. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Contos Avulsos Autor: Alcântara Machado Lançamento: Década de 1920 (em revistas e jornais); obra reunida postumamente Em Contos Avulsos, Alcântara Machado reafirma seu domínio da crônica urbana e do retrato social, com textos breves, cheios de ritmo e observação. São histórias que flagram a cidade em pequenos gestos, sotaques, silêncios — um Brasil em trânsito entre a tradição e a modernidade. Mesmo nos contos aparentemente simples, há crítica, ternura e ironia. Alcântara escreve como quem escuta, e traduz o cotidiano em literatura viva, marcada pela fala popular e pelo olhar agudo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Brás, Bexiga e Barra Funda Autor: Alcântara Machado Lançamento: 1927 Neste retrato vibrante da São Paulo imigrante e popular, Alcântara Machado transforma bairros em personagens e personagens em vozes de uma cidade em transformação. Com linguagem ágil, oral e cheia de humor, o autor capta o cotidiano dos italianos, operários e pequenos comerciantes com lirismo e ironia. As histórias curtas, entrecortadas por gírias e sotaques, revelam uma cidade pulsante, em conflito entre o velho e o novo. Um marco do modernismo brasileiro — leve na forma, profundo no olhar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Woyzeck Autor: Georg Büchner Lançamento: Incompleto — publicado postumamente em 1879 Em Woyzeck, Büchner mergulha nas profundezas da miséria humana com brutal honestidade. Inspirado em um caso real, o drama acompanha um soldado pobre e explorado, levado ao limite pela opressão social, pelos experimentos científicos e pela humilhação cotidiana. A peça é fragmentária, intensa e inovadora — um grito pré-existencialista que antecipa o teatro moderno. Woyzeck não é só vítima: é espelho de um sistema que desumaniza. Büchner não julga, apenas revela. E o que revela é dolorosamente atual. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Leonce e Lena Autor: Georg Büchner Lançamento: 1836 Neste drama satírico, Büchner desmonta os rituais do poder e do amor com ironia e leveza. Leonce, o príncipe entediado, e Lena, a princesa prometida, fogem de um destino arranjado — apenas para cair nele por acaso. A peça, escrita com um humor fino e filosófico, questiona se há mesmo espaço para liberdade em um mundo guiado por convenções e absurdos. Mais do que uma comédia romântica, é um espelho da sociedade que ri de si mesma — e faz o leitor rir, ainda que desconfiado. #domíniopúblico #Clássicos
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