Eu sinto
Eu sinto muito
Sinto por que te deixei pra trás quando eu mais precisava de alguém por perto
Eu sinto muito por mim
Que te deixei ao meu lado quando eu menos precisava ser puxada pra baixo
E eu sinto muito por não sentir mais nada
[CONTO GRATUITO]
✨ Quando Nossa Música se Afogou no Rio ✨
Um humano e uma sereia se apaixonam durante o verão e passam a se encontrar à beira de um rio. Porém, em uma tarde, o humano se depara com a sereia esperando por ele enquanto observa de forma melancólica a caixinha de música que ele lhe deu de presente em seu último encontro. Ele se aproxima com um mau pressentimento sobre a conversa que o espera.
❝— Você está correndo atrás da felicidade — disse ela —, e eu também. Mas se continuássemos seguindo pelo mesmo caminho, só um de nós a encontraria.❞
"Quando Nossa Música se Afogou no Rio" é um conto de fantasia e drama, originalmente escrito para a edição de 2024 do Concurso Literário Aline Alencar — que trouxe como tema "o som do amor".
Olá a todos e muito prazer!
Meu nome é Beatriz, uma nutricionista recém-formada e apaixonada por arte — principalmente literatura e ilustração. Crio personagens e histórias de fantasia, quase sempre com doses generosas de drama, um poucos de mistério e muitos elfos ✨
Atualmente, tenho um conto publicado de forma gratuita — "Quando Nossa Música se Afogou no Rio" — e um livro em processo de escrita, além de meia dúzia de ideias para futuras histórias.
Neste perfil, pretendo publicar alguns contos, textos, possíveis poemas e outras peças curtas de ficção, além de atualizações e novidades sobre meus outros projetos.
Caso decida me acompanhar nesta jornada, seja muito bem-vindo(a) e espero que goste! 💖
António Reis foi poeta e cineasta português, conhecido por sua obra sensível, ligada à cultura popular e à vida rural. Com filmes como Trás-os-Montes e versos marcados por lirismo contido, ele deixou uma marca única na arte portuguesa do século XX.
Crônicas da vida privada: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1104">Aqui!</a>
#literunico #cinemapoético #AntónioReis
#Desafio 223
*Criado mudo*
No criado mudo,
a luz no meu abajur
se tornou testemunha
da minha falha.
Sonhando acordada,
repassando
cada palavra
detalhada…
Querendo o impossível,
distante.
Não podendo
dar-se ao prazer…
relutante.
Enquanto tudo
me faz pensar
em você…
A cada instante.
MarU
Sei que nunca vai me olhar
como o dono do seu sonho.
Nem tampouco me amar,
como ama o tal estranho.
Vivo em conto encantado,
que sozinho imaginei.
Nele, ao fim, de seu lado,
feliz para sempre fiquei.
Eu já te amei sem medida,
e sempre vou te amar.
Mesmo em outra partida,
não deixarei de lembrar.
Nem tempo, nem distância,
farão meu amor sumir.
É chama em perseverança,
que insiste em não cair.
Ninguém vai compreender
o motivo desse ardor.
Nasceu sem eu perceber,
transformando-se em amor.
Eu te amei, vou amar,
mas guardo tudo em segredo.
Se um dia me procurar,
verá só silêncio e medo.
Sei que nunca vai me ver
como o dono dos seus sonhos.
Mesmo se fosse me ter,
não seria em tom risonho.
#Desafio 234
Disseram
“calma”,
entendi
“alma”:
fui tempestade.
Quando rogaram
“espere”,
eu já tinha partido.
A solidão,
às vezes,
me foi amante
mais fiel
que qualquer
corpo quente.
E ainda assim,
meus desejos
não pedem
licença.
Cr💞s Ribeiro
Guillaume Apollinaire foi um dos poetas mais inovadores do século XX. Nascido em 1880, ele rompeu com as convenções formais da poesia tradicional e tornou-se uma figura essencial do movimento modernista europeu. Autor de obras como Alcools (1913) e Calligrammes (1918), Apollinaire foi pioneiro nos poemas visuais, misturando texto e imagem em composições que desafiavam a linearidade da leitura.
Joaquim Nabuco: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1090">Aqui!</a>
#literunico #MartinAmis #LiteraturaModerna
A sinopse e a capa do meu novo conto:
Lilian é uma bruxa discriminada pelo sua magia rara, um dom natural para as trevas, portanto, seus feitiços normalmente provocam acidentes e por isso, ninguém quer fazer amizade com ela.
Mateus é um bruxo que por mais dedicado e esforçado que seja, ainda não entende o tipo de magia que possui, podendo desde criar chamas vivas a se teleportar para outro lugar.
O professor Jânio precisa organizar uma festa de halloween na escola, e vê nisso, a oportunidade de unir esses dois jovens desastrados para os ajudar a conquistarem novos amigos enquanto se livra de sua obrigação.
Ele só não esperava que os dois fossem transformar a festa em um show de travessuras.
Em breve!
Em português dizemos:
Siga em frente, a vida continua.
Em poesia dizemos:
Mesmo que sua alma carregue o peso de mil lutos,
Mesmo que o peso disso o leve junto
Mesmo que o sorriso deixe sua face
Como o ar dos seus pulmões,
No momento da dor,
Mesmo assim, você sobreviverá.
Assim como o tempo transpõe a qualquer um de nós
Sua hora também virá
E aí, então, a última lágrima
Descerá por sua pele serena
Ao encarar de frente
A derradeira imagem
Que estamparia o fim,
Dentro da tua retina.
Eliz Leão
#Desafio 222
*não nos meus sonhos*
Um pouco mais
do que pensa…
além da amizade,
contemplamento.
Admiração de verdade…
liberdade,
(mais do que mostro),
pensamentos.
E junto,
o medo de tomar liberdades
e bagunçar seus sentimentos.
Não devo,
não posso,
contenho.
Mas não em meus pensamentos,
não nos sonhos que invento…
Ali,
me entrego
e te tenho.
MarU
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/vFUVhWAuh00XZDIu2luMNWQyPUkso5D9OAot0lwF.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/64' target='_blank'><strong>A moça que escapou pelas palavras</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/64/chapters/244' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A moça que escapou pelas palavras" completo</a></p></div>
Martin Amis escrevia com ferocidade e elegância.
Seus romances combinam humor ácido, crítica social e inteligência provocadora.
Observou as contradições do nosso tempo com estilo próprio — irreverente, direto, inconfundível.
Os bastidores - Como escrever: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1101">Aqui!</a>
#literunico #MartinAmis #LiteraturaModerna
#Desafio 232
Eco
Peregrino.
Desavisado.
Entregava-se
ao mundo,
com a doçura
de ignorar
o perigo.
Olhar frágil,
quase um sussurro.
Falando
de destinos,
de dons divinos…
Cada gesto:
um traço vulnerável,
um convite
à intimidade,
desafinando
a solidão.
No fundo:
apenas um menino.
Ferido,
febril,
pele lanhada
de curiosidade
de medo.
Bebia vinho,
fogo líquido
que dissipa calor.
Saboreando dor
e prazer,
sem permitir
engasgar…
De…
Novo…
De…
Novo…
Engasgar…
De…
Novo…
Com a própria
vida.
Cr💞s Ribeiro
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