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@evandro-nunes-da-silva-z8u2L há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/IF1E8FgTBT5EhefWtHKqMlHbtMv8ABYCGMdJilTL.png' style='max-width:50%; height:auto;'>XQQZLIT3ZXQXZLIT4ZXQ<a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'>QZLIT6ZXQO FUNERAL DA PROSTITUTAXQZLIT7ZXX</a>XQZZLIT9ZXQXQQQZZLIT10XQ
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/IF1E8FgTBT5EhefWtHKqMlHbtMv8ABYCGMdJilTL.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'><strong>O FUNERAL DA PROSTITUTA</strong></a></p></div>
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 250 Beijo Sombras, toques Rosto encostado na brisa Silêncio que curva o mundo Lábios que se encontram sem pressa Segredos que a pele entende antes da boca Leve, doce Você sou eu Eternos Cr💞s Ribeiro *** O Beijo, de Edvard Munch
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 249 Ciúme Sussurro inquieto. Erva daninha que aperta. Acalme-se. Amor não é estufa; é vento que espalha sementes sem forçar brotos. O outro floresce você também: cada pétala em seu tempo; cada raiz respirando. Liberdade não seca; aduba. Alimente o próprio jardim com a sombra da beleza que cresce longe de você. Afrouxe as correntes: desamarre as trepadeiras que prendem o peito. É leve amar… sem cercas sem estacas que sufocam o caule. Descubra que o coração é solo fértil, onde tudo que se planta cresce. E nunca se esgota. Cr💞s Ribeiro *** Quadro Ciúme, de Edvard Munch
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@CrisRibeiro há 1 ano
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# Desafio 248 Amor não combina com dor. Não cria. Não alimenta. Não a estende. É temente. Amor cuida acolhe liberta. Deixa crescer voar e, se quiser, voltar. Amor é mais que dois: é tudo. Para alguém ser feliz. Porque amor, quando é amor, não combina. Com dor. Cr💞s Ribeiro • Quadro Amor e Dor, de Edvard Munch.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 247 Gritou. Nada respondeu. Olhos vazios. Mãos fechadas. Silêncio que pesa. Rugiu. Animal antigo. Corpo nu. Pele riscava a própria carne. Sangue quente escorrendo verdade. Pisou no chão do mundo que fingia não existir. Cada passo, um golpe. Cada marca, um juramento. Ninguém socorreu. Ninguém viu. Ninguém podia. A dor era dela. A resistência, dela. A vida, dela. Respirou fundo. Rugido contido. Fogo no olhar. Incandescente. Invencível. No silêncio do abandono, ela se erguia. Sempre. Cr💞s Ribeiro *** Quadro O grito, de Edvard Munch.
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@jjr há 1 ano
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Rainha. Minha Dádiva Teu caminhar Viajar Ês tu Última peça Vence Sem lutar Me entrego Sou seu Teu rei Teu peão O que desejares Xeque-mate. ~♡~ JJr.
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@CrisRibeiro · há 1 ano
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 246 Abro o caderno aponto o lápis mordo a borracha mastigo tédio cru. O dia cinza-arrogante tem um bebê chorando o caminhão de lixo passando um carro berrando saldão imperdível. Na pia a torneira pinga. Um compasso perfeito para minha falta de inspiração que tenta me convencer: não tenho nada a dizer. Mas, veja só o peito me trai: desperta ensolarado como se houvesse um azul lá fora que nao recebeu o memorando do caos. Cr💞s Ribeiro
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 245 A Rosa Esquecida Ninguém me quis. Lábios pálidos demais para o festim dos olhos. Pétalas poucas. Sem a abundância dos buquês de luxo. Mas havia ventre. Seiva ardendo em silêncio. Perfume febril pedindo bocas. Caule latejando: coxa que espera. Cravaram-me na terra, abri-me em espasmos. Raízes-dedos buscando calor. Gozei o escuro. Bebi húmus. Penetrei a sombra. Fome antiga. Flores de vitrine: Belas. Rápidas. Órfãs. Vasos frios sem orgasmo. Sem raiz. Eu, esquecida Aprendi a eternidade na penetração da terra. Não sou ornamento. Sou carne. Úmida. Sou boca. Aberta. Sou rosa. Inteira. Cr💞s Ribeiro
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@literunico há 1 ano
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Independência e Soberania</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/independencia-e-soberania-68bd895f6393c'>Clique aqui</a></p>
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@evandro-nunes-da-silva-z8u2L há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/IF1E8FgTBT5EhefWtHKqMlHbtMv8ABYCGMdJilTL.png' style='max-width:50%; height:auto;'>XQQZLIT3ZXQXZLIT4ZXQ<a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'>QZLIT6ZXQO FUNERAL DA PROSTITUTAXQZLIT7ZXX</a>XQZZLIT9ZXQXQQQZZLIT10XQ
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@evandro-nunes-da-silva-z8u2L há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZCbaSWpFT4tCzyRAHbuzDz2CbLcYiU3pzNG15MCb.png' style='max-width:50%; height:auto;'>XQQZLIT3ZXQXZLIT4ZXQ<a href='https://www.literunico.com.br/creations/146' target='_blank'>QZLIT6ZXQO FUNERAL DA PROSTITUTAXQZLIT7ZXX</a>XQZZLIT9ZXQXQQQZZLIT10XQ
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 231 *Por hoje* Por hoje, já chorei. Por hoje, me deitei e não comi. Por hoje, senti e me maltratei. Por hoje, optei por dormir. Por hoje, já desabafei com alguém. Por hoje, já me calei e encolhi. Escolhi dar tempo ao tempo, em respeito ao meu momento… e desta forma, acordei, ainda em tempo de me recuperar do tempo que sofri. Com olhos inchados, mas não mais escorridos… olhos marcados em verde claro, colorido. Pois quando choro, é que ficam mais bonitos. Por hoje, a esperança deixou recado. Por hoje, o tempo teve seu papel timbrado. Por hoje, senti o ressentimento equilibrada. Por hoje, deixei vir… e consegui deixar passar tudo do todo que trago aqui… passe, e o tempo, passará. Deixa passar! MarU
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@tibianchini · há 1 ano
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Pedro Homem de Mello foi um poeta, ensaísta e etnógrafo português cuja escrita se destacou pela musicalidade, pelo lirismo e pelo enraizamento na cultura popular. Seu trabalho está profundamente ligado às tradições do norte de Portugal, sobretudo ao folclore e à poesia popular, que ele ajudou a preservar e valorizar. Com sensibilidade estética e riqueza de imagens, seus poemas exaltam a terra, o amor e a memória coletiva. Poemas 1964 - 1979: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1114">Aqui!</a> #literunico #PedroHomemdeMello #poesiaportuguesa
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@rosana858 há 1 ano
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Nesta crônica, realidade e imaginação se entrelaçam no cenário histórico do Parque do Ipiranga, no Brasil. Entre sombras de estátuas e rajadas de vento, o bronze ganha voz para questionar o presente, lembrando que a independência não é apenas um feito do passado, mas uma construção cotidiana. Um diálogo poético e inquietante com a História, que revela como o silêncio das esculturas ainda guarda ecos que insistem em ser ouvidos. As Vozes do Bronze A manhã soprava uma brisa de saudosismo quando decidi caminhar pelo Parque do Ipiranga. De repente, ouvi alguém me chamar. Olhei para um lado, depois para o outro… nada. Apenas silêncio e o farfalhar das árvores. — Ei, estou falando com você! — a voz insistiu. Engoli em seco. Para não parecer maluca, calei-me e apenas pensei: quem será? A resposta veio de pronto: — Sou eu, aqui na escadaria! Levantei os olhos. Lá estava ele: Dom Pedro I, em sua estátua monumental diante do Museu do Ipiranga. Sua presença era imponente, como se pudesse realmente descer os degraus e caminhar entre os mortais. Convencida de que talvez tivesse exagerado nos drinks da noite anterior, comecei a me afastar discretamente, torcendo para que ninguém aparecesse e me flagrasse naquela cena patética. Mas antes que eu desse o primeiro passo, uma rajada de vento arrancou meu chapéu. Corri atrás dele, que rodopiou pelo ar e foi pousar… exatamente aos pés do Imperador. Foi então que ouvi, claramente: — Então está tentando me ignorar? Fiquei paralisada, arrepiada dos pés à cabeça. Algo dentro de mim ecoou forte — afinal, não é todo dia que se tem a chance de conversar com uma celebridade de bronze. Respirei fundo e resolvi entrar no jogo daquele improvável diálogo. — Ok… está tudo bem com você? — O que você acha? — respondeu Dom Pedro, com ironia. — Bem… vejo que está reluzente. Imponente, centralizado no alto da escadaria, espada em riste… uma cena e tanto. — Pois saiba que, por pouco, não deixo de ser estátua — replicou ele, num tom grave. — Minha vontade é descer estas escadarias e chamar todos os que estão ali no monumento. Talvez assim percebam que não são apenas figuras de bronze enfeitando o jardim. Eu me virei, olhei para o Altar da Pátria. O ar pareceu vibrar. Ouvi o relinchar dos cavalos, os cascos ressoando contra o nada. Um a um, os personagens ganharam voz. Os soldados da independência bradaram: — Lutamos com sangue e suor por um país livre. E hoje? O que vemos é a dignidade acorrentada à ganância! As figuras femininas ergueram seu grito uníssono: — Somos o símbolo de uma pátria justa e soberana. Mas olhem ao redor: a corrupção corrói, a desigualdade cresce, e nossos filhos são esquecidos! Até os cavaleiros se manifestaram: — Marchamos para abrir caminhos de futuro. Mas o presente anda em círculos, preso a velhas mazelas. Então, a Liberdade ergueu-se na biga e falou do alto do monumento. O vento carregou suas palavras: — Vocês celebram, mas ainda há correntes invisíveis que ameaçam a esperança de todos. Dom Pedro suspirou fundo e murmurou, como quem fala consigo mesmo: — Às vezes me arrependo de ter dito aquele “Fico”. Será que valeu a pena permanecer para ver o Brasil devastar suas florestas, dizimar seus povos indígenas e poluir suas águas? Olhem para isso… cadê o Rio Ipiranga? Transformaram-no num riacho sufocado pelo concreto. O chão pareceu tremer. As sombras das estátuas se alongaram, ameaçando se desprender do granito. A espada do Imperador brilhou como fogo quando ele a ergueu ainda mais alto. Olhando para o parque, sua voz ecoou: — Estamos irados! Vocês esqueceram que a independência não é apenas um grito no passado, mas uma conquista diária. Não adianta erguer esculturas se o povo continua cego pela ignorância e sem voz diante do poder! O vento soprou mais forte, fazendo tremer a bandeira nacional ao longe. Eu estava ali, muda, sem saber se fugia ou se aplaudia. Afinal, não é todo dia que a História nos cobra sob a claridade impiedosa do sol. Saí apressada. Talvez ninguém acreditasse em mim. Talvez nem eu mesma devesse acreditar. Mas uma certeza ficou: a História ainda fala — e grita — quando precisa. E ao longe, irônico e solene, ecoava o som de uma banda militar, anunciando mais um 7 de Setembro. Instagram:@rschumaher
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@eduliguori há 1 ano
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Tenho uma tristeza alegre uma melancolia saudosa uma esperança tênue uma dor que lateja sou agridoce poeta de lágrimas secas da maré de lua cheia dia a dia noite após noite decido dar mais uma chance sorrio encabulado imaginando você que nem existe mas me move lá vem o sol Edu Liguori
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@Ciprys há 1 ano
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/eWnbJ5bNzXxbEmOSQYaVPxskwURJVQdPCDz3zw4c.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/145' target='_blank'><strong>Os Expedicionários</strong></a></p></div>
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@jjr há 1 ano
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COISAS DE DESTINO. Sincero Desde a 1ª Ver & Sentir Teus olhos O tempo Escrito nas mãos Só para você. Tempo passa Vejo & Desejo Vontades Guardadas De passagem Feito você Amor Sincero Sem apego É o que desejo. Coisas reais Sem dependência Difíceis De achar Sabedoria Tua Nua Reservada Só para mim. ~*~ JJr.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Rachid Boudjedra é um dos grandes nomes da literatura argelina contemporânea. Com uma prosa densa, crítica e politicamente engajada, ele explora temas como identidade, religião, sexualidade e opressão em uma linguagem que desafia convenções. Sua obra é marcada por inovação estilística e por uma voz corajosa diante de tabus sociais e políticos. Topografia ideal para uma agressão caracterizada: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1113">Aqui!</a> #literunico #RachidBoudjedra #LiteraturaÁrabe
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@JuNaiane há 1 ano
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Maldita ansiedade distorcendo a verdade; me faz errar os passos e cambalear aos tropeços Se eu me olho no espelho quase não me reconheço; brincando com meus medos retorcendo os meus dedos Verdades entalhadas falsidades pre-moldadas, a mente colapsada, memória fragilizada Se sentir é minha fraqueza viverei nessa certeza: morrerei sensível, mas não fingirei ser menos que isso — Voltarei ao início. #desafio 365/230
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Sou sua fã!
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